10 setembro, 2026

Adriane Siqueira - Autora de: CHÃO DE GIZ

Adriane Siqueira
É psicóloga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicoterapia Cognitivo-Comportamental de Crianças e Adolescentes e Psicologia Intercultural. Dedicou boa parte de sua carreira ao atendimento de crianças, adolescentes e famílias, bem como à docência nas áreas de promoção e prevenção em saúde mental.
Com a inserção da Psicologia no mundo digital, expandiu sua atuação para além das fronteiras do Brasil, acompanhando famílias que se mudavam para o exterior e encontrando na Psicologia Intercultural uma nova paixão profissional.
Além do trabalho como psicóloga clínica, dedica-se à escrita e ao desenvolvimento de materiais psicoeducativos, buscando explorar possibilidades inovadoras de intervenção, prevenção e promoção da saúde mental. É coautora dos livros Técnicas em Terapia Cognitivo-Comportamental com Crianças e Adolescentes e Recursos Lúdicos na Clínica Infantojuvenil, nos quais compartilha propostas de intervenção clínica para atendimentos individuais e em grupo.
Ao longo de sua trajetória, consolidou a convicção de que as mudanças mais significativas acontecem de dentro para fora; de que as dores merecem um olhar sensível, respeitoso e cuidadoso; e de que toda pessoa tem o direito de construir seu lugar no mundo com passos firmes, conscientes e coerentes com sua própria essência.

Chão de giz
Parte da ideia de que toda migração nos convida a redesenhar a própria história. Assim como um desenho feito com giz pode ser apagado e refeito inúmeras vezes, a experiência migratória nos desafia a ressignificar identidade, reconstruir pertencimento e criar novos caminhos. Muito mais do que atravessar fronteiras geográficas, migrar é um processo de transformação pessoal, no qual cada escolha deixa marcas e cada experiência contribui para um novo desenho de vida. Além de conter informações práticas, logísticas e burocráticas sobre a mudança de país, este livro fornece ferramentas para que um novo caminho seja construído com consciência, sensibilidade, preparo emocional e estratégias aplicáveis à vida cotidiana, antes, durante e após o processo migratório. A obra é destinada a todos que vivenciam o encontro entre diferentes culturas — imigrantes, expatriados, repatriados, estudantes internacionais, refugiados e famílias multiculturais — e também aos profissionais, educadores e demais pessoas que se preocupam com a saúde mental e o bem-estar dessa população. É um convite à reflexão sobre os desafios e as oportunidades da migração, aliado a propostas práticas para a construção de caminhos, pontes e diálogos entre culturas. Uma forma de honrar escolhas, trajetórias e recomeços, promovendo a adaptação, o bem-estar emocional e a convivência respeitosa em sociedades cada vez mais marcadas pela diversidade cultural e pela mobilidade internacional. Chão de giz é um guia prático e sensível para pessoas que transformam sonhos e projetos de vida em experiências concretas, desenhando trajetórias autênticas, repletas de aprendizado, significado e descobertas pelos mais diversos países.

ENTREVISTA

Olá Adriane. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro “Chão de Giz” é um manual prático e sensível para quem muda de país.
É um livro feito a partir da minha experiência acompanhando famílias de brasileiros que se mudaram do Brasil, estudos na área da psicologia intercultural e de trinta mãos como psicóloga clínica, atendendo crianças, adolescentes e suas famílias.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu a partir de uma pesquisa de manuais que poderiam ser uma referencia bibliográfica para meus pacientes que estavam em processo de mudança de país. Essa pesquisa me mostrou que a grande maioria dos manuais disponíveis no mercado, abordavam apenas as questões práticas e burocráticas da mudança de país sem fazer referência ás dimensões socioemocionais deste processo e que são temas centrais da psicologia intercultural, cujo conhecimento pode impactar de forma positiva a adaptação de uma pessoa em outro país.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou psicóloga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicoterapia Cognitivo-Comportamental de Crianças e Adolescentes e Psicologia Intercultural.
Dediquei boa parte da minha carreira ao atendimento de crianças, adolescentes e famílias, bem como à docência nas áreas de promoção e prevenção em saúde mental. Com a inserção da Psicologia no mundo digital, expandi minha atuação para além das fronteiras do Brasil, acompanhando famílias que se mudavam para o exterior e encontrando na Psicologia Intercultural uma nova paixão profissional. Além do trabalho como psicóloga clínica, me dedico à escrita e ao desenvolvimento de materiais psicoeducativos, buscando explorar possibilidades inovadoras de intervenção, prevenção e promoção da saúde mental. É coautora dos livros Técnicas em Terapia Cognitivo-Comportamental com Crianças e Adolescentes e Recursos
Lúdicos na Clínica Infantojuvenil, e agora, autora de “Chão de Giz - Um manual Prático e Sensível para mudança de país” Ao longo da minha trajetória, consolidei a convicção de que as mudanças mais significativas acontecem de dentro para fora; de que as dores merecem um olhar sensível, respeitoso e cuidadoso; e de que toda pessoa tem o direito de construir seu lugar no mundo com passos firmes, conscientes e coerentes com sua própria essência.
“Chão de giz” não é meu primeiro livro, pois já sou coautora de dois livros, porém é o primeiro livro que escrevi sozinha e isso tem um valor muito especial para mim. Foi uma experiência que exigiu muita entrega, disciplina, dedicação e muita coragem e que também me trouxe muita alegria e esperança no sentido de poder alcançar mais pessoas e transformar, nem que seja de forma mínima , suas vidas.

O que te inspira escrever?
Sou filha de escritora, então de alguma forma minha mãe é uma inspiração para mim. Porém duas fontes importantes de inspiração também foram meus paciente em processo de mudança e meu filho mais velho que aos treze anos foi contemplado com uma bolsa de estudos para estudar piano na Inglaterra e que hoje aos dezoito anos segue para cursar a Royal College of Music em Londres. Tudo isso me inspirou a escrever esse livro.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar eleitores?
Meu livro não merece apenas ser lido, ele merece ser compartilhado com todas as pessoas que desejam mudar de país ou que estão em processo de mudança. É um livro para todos os corajosos que se permitem escrever ou reescrever a própria história em um novo cenário de forma leve, planejada e segura.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei através de minha mãe, a escritora Cristina Siqueira, que já publicou muitos livros com vocês e que me indicou a editora fortemente. Foi uma excelente escolha!

Obrigada pela sua participação.
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07 setembro, 2026

Luciano Buzatto (Org.) - Autor e organizador de: ECOS DA ALMA

Luciano Buzatto
é poeta e escritor.




Ecos da Alma - 
a poesia do reencontro
Esta coletânea literária, Ecos da alma: a poesia do reencontro, idealizada por Luciano Buzatto para representar a união de amigos em comemoração aos 40 anos da publicação do livro Há reticências no ar, da Academia Juvenil de Letras e Artes de Jundiaí, reúne escritores que, entre a poesia e a prosa poética, uniam vozes e versos que continuam ecoando. Os textos abordam temáticas como o misticismo e a espiritualidade, o contraste entre o céu e o inferno, reflexões sociais e histórias do cotidiano. Também estão presentes os conflitos existenciais como a dor, a tristeza e as amarguras da vida. Memórias e saudade aparecem em homenagem póstuma à poetisa Graziela Regina Savy e ao pianista Cassiano Alberto Tealdi. Os escritos enfatizam lembranças, afeto, silêncio e saudade de outrora. Muito mais que palavras, Ecos da alma: a poesia do reencontro oferece ao leitor a travessia do tempo, onde a forma de ver, dizer e ler o mundo torna-se mais consciente e reflexiva.

ENTREVISTA

Olá, Luciano. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Ecos da Alma: a poesia do reencontro (contos e poesia) é, antes de tudo, um livro sobre o tempo, a memória, a amizade e a permanência da literatura.
A obra nasceu para celebrar os 40 anos de Há reticências no ar, antologia publicada em 1986 pela Academia Juvenil de Letras e Artes de Jundiaí, reunindo novamente escritores que, naquela época, eram jovens apaixonados pela literatura e pelas artes.
Mas o livro não é apenas uma comemoração. Ele é uma ponte entre passado e presente. É o reencontro de pessoas, de histórias, de sentimentos e, principalmente, de uma parte de nós mesmos que o tempo jamais conseguiu apagar.
Ao longo das páginas aparecem poesia, prosa poética, espiritualidade, misticismo, questões existenciais, dores, saudades, memórias, reflexões sociais e acontecimentos do cotidiano. Há também homenagens à memória de pessoas queridas que já partiram.
Por isso, considero Ecos da Alma muito mais do que uma coletânea. É um testemunho de que algumas amizades e alguns sonhos conseguem atravessar quatro décadas e continuar vivos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia nasceu de uma pergunta muito simples, mas que carregava uma enorme força emocional: e se nós nos reencontrássemos depois de 40 anos?
Nós havíamos vivido uma experiência muito importante na juventude. Escrevemos, publicamos livros, participamos de encontros culturais, concursos e eventos. Depois, a vida nos levou por caminhos diferentes.
Mas a literatura nunca desapareceu completamente.
Quando percebi que quatro décadas haviam passado desde Há reticências no ar, senti que não poderíamos deixar essa história simplesmente no passado. Era preciso transformar o reencontro em memória escrita.
Assim nasceu Ecos da Alma: a poesia do reencontro.
O livro se destina a todos aqueles que acreditam que o tempo não consegue apagar aquilo que realmente tem significado: amizades, sonhos, sentimentos, experiências e a paixão pela palavra.
É uma obra para quem gosta de poesia, mas também para quem gosta de histórias humanas. Para quem já sentiu saudade. Para quem já reencontrou alguém depois de muitos anos. Para quem guarda dentro de si uma parte da juventude e sabe que algumas lembranças nunca envelhecem.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu comecei a escrever muito jovem. A literatura entrou na minha vida ainda na adolescência e, desde então, nunca saiu.
Ao longo dessa trajetória, participei de antologias, concursos literários e projetos culturais. Fui ligado à Academia Juvenil de Letras e Artes de Jundiaí e, posteriormente, participei da criação do Grupo Literário Transporarte. Também tive a oportunidade de coordenar e participar de diversas publicações coletivas.
Portanto, Ecos da Alma não representa o começo da minha história literária. Representa uma nova etapa de uma história que começou há muitas décadas.
E talvez seja justamente por isso que esse livro tenha um significado tão especial para mim.
Ele é, ao mesmo tempo, um sonho realizado e uma porta aberta para novos sonhos.
Não quero que seja o último capítulo. Quero que seja mais um capítulo de uma trajetória que ainda pode produzir encontros, livros, poemas, projetos culturais e, principalmente, novas amizades através da literatura.

O que te inspira escrever?
A dor. As pessoas. Os encontros e desencontros. A passagem do tempo. A saudade. A amizade. A injustiça. A espiritualidade. As contradições humanas. As pequenas coisas que muitas vezes passam despercebidas.
A poesia, para mim, é uma maneira de conversar com a própria alma e, ao mesmo tempo, conversar com o mundo.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Eu diria que Ecos da Alma merece ser lido porque ele não nasceu apenas da vontade de publicar um livro. Ele nasceu de uma história verdadeira.
São 40 anos separando duas obras e, ao mesmo tempo, aproximando novamente pessoas que um dia compartilharam os mesmos sonhos literários.
O que considero especial é justamente essa dimensão humana.
O leitor encontrará contos e poesia, mas encontrará também memória. Encontrará palavras, mas encontrará sentimentos. Encontrará escritores, mas encontrará pessoas.
É um livro que fala sobre o passado sem ficar preso a ele.
Porque, quando reencontramos alguém depois de 40 anos, não reencontramos apenas aquela pessoa. Reencontramos também quem nós éramos.
E talvez esse seja o maior encanto de Ecos da Alma: ele convida o leitor a fazer o próprio reencontro com suas lembranças, com suas saudades, com seus sonhos.
E, quem sabe, com uma parte de si mesmo que o tempo deixou adormecida.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Scortecci não era uma editora desconhecida para mim.
Minha relação com a editora vem de muito antes de Ecos da Alma. Alguns dos projetos literários dos quais participei ao longo da minha trajetória também passaram pela Scortecci, inclusive publicações ligadas à nossa história literária em Jundiaí.
Por isso, quando surgiu a ideia de transformar o reencontro de 40 anos em um novo livro, a Scortecci naturalmente apareceu como uma referência.
Foi uma escolha que também carregava um certo simbolismo: voltar a uma editora que já fazia parte da nossa trajetória literária e, décadas depois, colocar novamente nas mãos dela uma história construída por aqueles mesmos vínculos com a literatura.
De certa maneira, foi como fechar um círculo.
Em 1986, éramos jovens escritores começando a construir nossa história.
Em 2026, voltamos à literatura trazendo conosco quatro décadas de vida, experiências, perdas, conquistas, lembranças e, principalmente, a amizade.
E foi assim que Ecos da Alma: a poesia do reencontro ganhou forma.

Obrigado pela sua participação.
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05 setembro, 2026

Carlos Gildemar Pontes - Autor de: DIÁLOGO COM A ARTE

Carlos Gildemar Pontes
Escritor. Pós-Doutor em Literatura Comparada pela UFC.
Doutor em Letras pela UERN. Graduado em Letras pela UFC. Professor de Literatura da UFCG. Tradutor e revisor. Coordena o Círculo de Pesquisa em Literatura, Estudos Decoloniais, Identidade e Mestiçagem CPLEDIM-UFCG-CNPQ. Tem 30 livros publicados e muitos prêmios, em destaque: Prêmio Ceará de Literatura, O olhar de Narciso, 1993; Prêmio Nacional Audifax Amorim, Poesia 2005; Prêmio Portugal Telecom, indicado com o livro Os gestos do amor, 2005. Traduzido para o espanhol e publicado nas Revistas Bohemia e Antenas, de Cuba. Sua escrita atravessou fronteiras e aportou em Portugal, Estados Unidos, Cuba, França e Espanha, onde tem obras catalogadas nas principais bibliotecas destes países. Participa de antologias nacionais de contos e poemas. É Faixa Preta de Karate Shotokan.

Diálogo com a arte: Vanguarda, História e Imagens
A literatura e as artes, diante do mundo mais cruel do que o da sua representação artística, ampliaram a sua função de produzir os efeitos de catarse e estesia. Vivemos numa realidade de dispersão e liquidez dos sentidos. Diálogo com a arte proporciona um renovado olhar sobre o fenômeno artístico, mantendo a tradição do encantamento como principal modo de restaurar o mundo das essências. Sua leitura proporciona um elo fundamental entre o leitor e o universo complexo e necessário da literatura.
Profa. Dra. Maria do Socorro Pinheiro - Da Universidade Estadual do Ceará


ENTREVISTA

Olá Carlos Gildemar. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro aborda o papel da arte ao longo da história, discutindo conceitos que estabelecem uma interseção entre o fazer artístico e o ser social que produz ou usufrui da arte. A linguagem é o meio pelo qual a arte manifesta seu estatuto e confere ao objeto a sua artisticidade.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Desde à época de estudante de Letras que venho garimpando textos que definam a arte para além dos conceitos elaborados pela teoria literária conhecida. E encontrei nos depoimentos ou nos textos dos artistas mais coerência e validade conceitual do que nos teóricos que lia. Como sou poeta e ficcionista, não aderi pura e simplesmente um conceito porque veio de algum europeu. Afinal, eles nos definem e nos enquadram sem o nosso consentimento e à nossa revelia. é preciso repensar a arte e hibridizar o pensamento teórico dos que fazem arte com o pensamento dos que supõem ter dela conhecimento analítico. Eu estou nesse meio. Tento reconhecer a arte como artífice e como esteta.
Daí eu entender que a arte transcende as academias e escolas e precisa ser compreendida pelo povo. Escrevo para ser lido pelo público em geral.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Esse livro é a segunda edição que revisei e ampliei com alunos enxertos e um novo texto agregado. São ao todo 31 livros publicados em poesia, conto e ensaio. Neste momento, estou refletindo sobre o papel do escritor e da literatura na sociedade. Tenho me voltado para a escrita ensaística. Logo logo voltarei para a ficção.
A cada livro que publico tenho em mente que se trata de um esforço que foi alimentado pelo sonho e realizado pelo escritor que precisa interagir com o público.

O que te inspira escrever?
Em primeiro lugar, a permanência das ideias para eternizar o conhecimento. Em segundo lugar, a percepção que a arte produz em dizer sempre de forma singular o que ocorre a cada nascer do dia.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
É óbvio que merece ser lido. E também debatido, contraditado ou validado. Será essas possibilidades de recepção que fazem com que cada texto tenha seu encanto.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conhecia outros livros editados pela Scortecci e sempre tive desejo de pertencer ao quadro de escritores publicados pela editora. Ao ver recentemente o livro do poeta Márcio Catunda, de excelente qualidade editorial, apressei o desejo e transformei em realidade. Daí surgiu o Diálogo com a arte. Outros livros virão.

Obrigado pela sua participação.
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02 setembro, 2026

Átila Patrick Costa da Silva - Autor de: O RABISCO IDEAL

Átila Patrick Costa da Silva
Nasceu em Osasco (SP) e coleciona amigos na comunidade do Heliópolis, onde passou a infância, adolescência e vida adulta.
Publicou seu primeiro livro, O desafio da correria, em 2019 pela Editora Gráfica Heliópolis.
Mora próximo do Heliópolis e ainda caminha com as mesmas cores e valores.
Atua como contador e empresário no ramo contábil e é sócio e diretor da Apc Assessoria Contábil e Shekinah Soluções Contábeis Ltda. Escreve para viver ou vive para escrever?
Como enxadrista, com as brancas gosta da abertura Bird (Peão f4), com as peças pretas, faz poesia. Da cultura japonesa gosta do Shogi (xadrez japonês). Em cada verso, faz questão de se comunicar com o profundo da sua alma.

O Rabisco Ideal - Do Caos ao Propósito, Do Rabisco à Vida que faz Sentido
Tudo começa como um rabisco. Confuso, desorganizado, sem direção, mas é no meio do caos que você descobre seu caminho, entende suas escolhas e começa a desenhar a vida que realmente faz sentido. Este livro é um convite para transformar ideias soltas em propósito, disciplina e realização.




ENTREVISTA

Olá Átila Patrick. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro – O Rabisco Ideal – trata de poesia e prosa poética sobre como podemos viver a vida do nosso jeito, conforme a nossa personalidade. Ganhou o apelido de “Orabis”, para você rabiscar, na página 41, a vida que deseja e crê ser a ideal PARA VOCÊ.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Eu careço de atenção e solução, pois tenho algo para falar com o profundo da alma daqueles que estão dispostos a ouvir. Por este motivo, tive a ideia de publicar o meu segundo livro. Creio que a vida seja uma folha em branco e que podemos rabiscar em cada página – ou dia. Tenho como público pessoas de 10 a 99 anos. O rabisco ideal é para aquele que deseja mudar e viver a verdadeira versão de si próprio.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Espero continuar contribuindo para a literatura brasileira. O meu primeiro livro – O Desafio da Correria – foi publicado em 2019 pela Editora Gráfica Heliópolis. Na época, eu pensava que era apenas um sonho realizado; hoje, compreendo que é uma missão de vida. Sabe que uma pessoa nunca havia lido um livro inteiro, e o primeiro foi o meu? Poder contribuir para a vida de cada pessoa é algo que lava a minha alma. O meu objetivo é seguir escrevendo poesias, contos, prosas e, quem sabe, ficção e até mesmo entrar para a literatura infantil. O Rabisco Ideal é o meu segundo livro de muitos que ainda virão. Estou no mundo das letras para contribuir com os meus rabiscos e com palestras dinâmicas.

O que te inspira escrever?
A vida, resposta simples e direta, pois procurei a inspiração e não encontrei, até que a minha reflexão foi sobre a vida: a vida me inspira, e escrever me faz viver.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Vou devolver a pergunta: você merece viver o rabisco ideal para a sua vida? Se a resposta for sim, simplesmente digo: o meu livro merece ser lido, e você merece lê-lo. O Rabisco Ideal tem como diferencial o objetivo do autor, que é se conectar com o profundo da sua alma. Isso encanta e move. A minha emoção quer saltar, voar para outras pessoas. Estou sem chão. Mencionei parte de um texto, um verso que cito nos dois livros, O Desafio da Correria e Orabis.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Desde 2018, enquanto escrevia – O Desafio da Correria –, queria publicar com a Scortecci. Conheci vocês através de um amigo – também escritor –, chamado Daniel Fresnot. Ele é autor de aproximadamente 15 livros e fez o prefácio do meu livro (ORABIS). Eu vivo o rabisco ideal para a minha vida. Por este motivo, após 8 anos, publiquei com vocês. Muito obrigado.

Obrigado pela sua participação.
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