02 fevereiro, 2026

Irineu Xavier Cotrim - Autor de: NA SOCIEDADE EM QUE OS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO SÃO DESVALORIZADOS, A ESCOLA PODE FUNCIONAR?

Na profissão de professor foi um trabalho alvissareiro que guarda muitas boas recordações. As lembranças e a saudade dos alunos e alunas, mesmo não lembrando mais as suas fisionomias e nem os nomes, mas vem a memória as boas energias que demonstravam na empatia com aquele me trabalho diferenciado. São lembranças que conforta em saber que fomos uteis na nossa caminhada.
Aposentado para não me embaralhar no tempo me ponho a escrever, já tenho alguns livros publicados sempre para o meu deleite

As escritas deste livro propõem algumas reflexões, que estão distribuídas em alguns variados temas, entre eles; a Educação nas Escolas um pecado inconfessável. A perda da inocência infantil. A importância da leitura na busca do conhecimento e na conquista da autoestima, entre outros temas. Profissionais da educação, é uma profissão desvalorizada pelo poder político e econômico, mas é altaneira, alvissareira para a pessoa consciente da sua importância e da sua singularidade.


ENTREVISTA

Olá Irineu. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro trata das questões ligadas a educação, tanto a educação escolar quanto a educação familiar. Amor, harmonia, generosidade, a inocência infantil .

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Ao publico em geral mais especificamente aos educadores.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu sempre gostei da leitura, foi a leitura que me salvou e me fez dedicar aos estudos e como professor incentivava estudantes a LER. Faço criticas ao sistema educacional por não ter na maioria das escolas um projeto de LEITURA. A leitura cria e fortalece a autoestima e ajuda a desenraizar os preconceitos o racismo embutidos na sociedade.

O que te inspira escrever?
Escrever é uma terapia, por estar aposentado me vejo ocupado escrevendo, meditando nas palavras.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro escrito por mim tem a missão de despertar o interesse pela leitura. quem ler pode a te se ver nas palavras.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Ah, não tinha quem pudesse me indicar então foi pesquisando nomes quando do primeiro livro publicado na Scortecci.

Obrigado pela sua participação.
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28 janeiro, 2026

Pedro Cianfarani - autor de: PASSOS QUE CONTAM HISTÓRIAS

Nome literário de Pedro Luiz Cianfarani. Nasceu em 1968, em São Caetano do Sul (SP), começou a correr oficialmente em 1998, aos 30 anos. Descobriu seu talento e paixão pelas longas distâncias em 2006, em uma corrida de 6 horas realizada em sua cidade natal.
Desde então, tornou-se um dos ultramaratonistas mais experientes do Brasil, com dezenas de provas de resistência no currículo — incluindo mais de dez participações e conclusões na Brazil 135, a lendária Badwater 135, no Vale da Morte (EUA), e os 300 km da Estrada Real, no “300 – O Desafio”, onde já subiu ao pódio.
Em 2019, conquistou o 2º lugar na LLAJTAY Backyard Ultra, na Bolívia, prova que lhe rendeu vaga no mundial da modalidade.
Completou 316 km em 48 horas na Mantiqueira, alcançando o 19º lugar no ranking mundial em 2018.
Em 2024, realizou o sonho de estar na Barkley Marathon, a prova mais enigmática e desafiadora do planeta.
E segue, ainda hoje, em busca de novos desafios e conquistas.

Em cada passo, uma história. Em cada dor, uma descoberta. Pedro Luiz Cianfarani nunca imaginou que uma simples corrida em volta do quarteirão o levaria a cruzar desertos, montanhas e madrugadas infinitas. De provas de 5 km às ultramaratonas mais desafiadoras do planeta, esta é uma jornada de autoconhecimento, superação e propósito. Neste livro, Pedro compartilha como a corrida se tornou muito mais do que um esporte — um verdadeiro caminho de transformação pessoal. Da emoção da primeira ultramaratona às longas horas pelas estradas do Caminho da Fé, da BR135, a mítica Badwater, no deserto de Death Valley, à enigmática Barkley Marathon, nas montanhas do Tennessee, o leitor é convidado a sentir cada quilômetro, cada obstáculo e cada vitória conquistada com o coração. Mais do que uma história de resistência física, esta é uma celebração da alma humana, da persistência e do poder de nunca desistir — mesmo quando o corpo pede para parar. Ao final, fica uma pergunta inevitável: Até onde você seria capaz de ir para descobrir quem realmente é?

ENTREVISTA

Olá Pedro. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Em cada passo, uma história. Em cada dor, uma descoberta.
Nunca imaginei que uma simples corrida em volta do quarteirão me levaria a cruzar desertos, montanhas e madrugadas infinitas. De provas de 5 km às ultramaratonas mais desafiadoras do planeta, esta é uma jornada de autoconhecimento, superação e propósito.
Neste livro, compartilho como a corrida se tornou muito mais do que um esporte — um verdadeiro caminho de transformação pessoal. Da emoção da minha primeira ultramaratona às longas horas pelas estradas do Caminho da Fé, na BR135, da mítica Badwater, no deserto de Death Valley, à enigmática Barkley Marathon, nas montanhas do Tennessee, o leitor é convidado a sentir cada quilômetro, cada obstáculo e cada vitória conquistada com o coração.
Mais do que uma história de resistência física, esta é uma celebração da alma humana, da persistência e do poder de nunca desistir — mesmo quando o corpo pede para parar.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Sempre gostei de compartilhar minhas histórias nas redes sociais e principalmente em meu Blog, mas sempre me questionavam se nunca pensei em colocar minhas histórias em um livro.
Nunca pensei em limitar a leitura a um público exclusivo por isso usei uma linguagem simples sem termos técnicos para que o leitor consiga embarcar nas minhas narrativas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Quem me conhece já me pergunta de outros desafios que realizei e não estão no livro, então já vem a cobrança de quando teremos outro livro com mais aventuras. Inclusive muitos me falam que a icônica Barkley Marathon, na qual fui o segundo brasileiro a  enfrenta-la  não merecia um livro só para este desafio.

O que te inspira escrever?
Quando comecei a correr um professor sempre falava:
"Ser mestre não é apenas possuir conhecimento, mas ter a habilidade e o desejo de passá-lo adiante, garantindo que o aprendizado viva na próxima geração."
Isso ficou gravado na minha memória e agora com algumas décadas de corrida resolvi passar o que aprendi adiante.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Quando ainda dava meus primeiros passos no mundo da corrida e buscava inspiração, li um livro que me fez entrar na narrativa do escritor e isso me encantou, pois consegui embarcar em suas aventuras. Quando decidi escrever procurei fazer o mesmo, não queria um simples diário de um corredor queria algo mais inspirador mostrando que correr pode ser mais que uma simples atividade física, pode envolver superação, família, suor e lagrimas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Um amigo já usou os serviços da Scortecci e falou que eu iria adorar, ele não estava errado.
Ótimo trabalho.

Obrigado pela sua participação.


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22 janeiro, 2026

Toninho Muniz - Autor de: MOSAICO POÉTICO

Nome literário de Antônio Carlos Muniz.
É escritor brasileiro, natural de Recife (PE) e radicado em São Paulo desde os dois anos de idade.
Com sólida formação acadêmica e vasta experiência profissional no campo da educação e do mercado financeiro, encontrou na literatura uma forma autêntica de refletir sobre a vida e traduzir emoções em palavras.
Em Mosaico Poético, sua obra de estreia, reúne poemas, sonetos e prosas que transitam por temas universais como amor, tempo, memória, desejo, política e natureza. Com sensibilidade e linguagem acessível, Toninho convida o leitor a percorrer os fragmentos da existência humana e a reconhecer, em cada texto, um espelho de suas próprias vivências.

É uma coletânea sensível de versos, sonetos e prosas que exploram sentimentos universais — amor, tempo, desejo, política, memória e natureza. Em linguagem simples e tocante, Toninho Muniz transforma emoções e experiências cotidianas em poesia, revelando que a beleza da vida está nos pequenos detalhes e nas conexões humanas que nos tornam inteiros.





ENTREVISTA

Olá Antônio Carlos. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Não é um livro linear, nem pretende contar uma única história. Ele reúne textos curtos — poesias, prosas poéticas e crônicas — que abordam memórias, afetos, cotidiano, desejo, contradições e o passar do tempo. Cada texto funciona como uma peça independente, mas, juntos, formam um retrato humano, imperfeito e verdadeiro. É um livro sobre sentir, lembrar, observar e aceitar que somos feitos de partes.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu sem a pretensão de escrever um livro. Eu escrevia para organizar pensamentos, registrar sentimentos e dar forma a inquietações do dia a dia. Com o tempo, percebi que esses textos, embora diferentes entre si, conversavam. Eram fragmentos de um mesmo olhar sobre a vida — daí o conceito de mosaico.
O livro se destina a leitores que não buscam respostas prontas, mas identificação. Pessoas que gostam de ler aos poucos, abrir o livro em qualquer página e se reconhecer em pequenas verdades, silêncios e contradições.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou alguém que escreve depois de viver. Trago para a escrita as experiências de quem foi filho, pai, marido, profissional e observador atento do cotidiano. Mosaico Poético é, sim, um sonho realizado — o primeiro livro publicado —, mas não um ponto final. Ele abriu espaço para novos projetos literários, com uma escrita cada vez mais consciente da própria voz e daquilo que desejo provocar no leitor: reflexão, pausa e reconhecimento.

O que te inspira escrever?
A vida comum. O que parece banal à primeira vista. Uma conversa, uma lembrança, uma dúvida, uma contradição interna. Escrevo quando algo me inquieta. A escrita surge como uma maneira de compreender melhor o mundo e, principalmente, a mim mesmo.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que o livro merece ser lido porque não tenta ensinar nem convencer. Ele acolhe. Seu diferencial está na honestidade: não há personagens idealizados nem sentimentos maquiados. O leitor pode entrar e sair do livro sem compromisso, encontrar um texto curto e, ainda assim, levar uma reflexão consigo. Mosaico Poético convida à leitura sem pressa, como quem observa a própria vida por ângulos diferentes.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei à Scortecci buscando uma editora que respeitasse o autor iniciante, a diversidade de estilos e a identidade da obra. Encontrei uma casa editorial com tradição, seriedade e abertura para projetos autorais. O diálogo foi natural, e percebi que ali o Mosaico Poético poderia nascer exatamente como foi concebido: livre, humano e verdadeiro.

Obrigado pela sua participação.

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20 janeiro, 2026

Oséias Francisco da Silva - Autor de: PLANTÃO DELTA

É Supervisor da Guarda Civil Municipal da cidade de São Bernardo do Campo/SP, onde desenvolve suas atividades profissionais desde o ano de 2004. É formado em filosofia e mestre em políticas públicas, além de pós-graduação em gestão de segurança pública. Também é psicanalista o que lhe permite um olhar especial sobre a qualidade de vida e da saúde mental dos profissionais da segurança pública municipal. Já publicou oito livros, agora apresenta sua nona obra ao público. É pai de dois filhos, Lukacs e Erich, e esposo de Ana Paula.
Atua na militância e representação política da categoria desde o ano de 2009, o que lhe possibilita conhecer profundamente os dilemas e aspirações da categoria.
Conheça outros livros do autor:
1. O segredo de amar
2. Demo e Crácia: democracia um presente de grego
3. Segurança pública como projeto sócio-educacional: a vocação preventiva, comunitária e popular das Guardas Municipais
4. Um novo modelo de segurança pública para o Brasil: cidadã, humana e legalista
5. Uma nova polícia em ascensão no Brasil
6. O lugar da guarda municipal na segurança pública
7. Drogas o bem que atrai e o mal que destrói
8. A consolidação da guarda civil municipal na segurança pública

No policiamento ostensivo, os policiais das cidades, os guardas civis municipais, previnem crimes, prendem criminosos em flagrante delito, protegem a população e criam vínculos com a comunidade. Neste novo livro, Oséias Francisco da Silva apresenta aos leitores um panorama da Guarda Civil Municipal de São Bernardo do Campo, contextualizando-a com a cidade e, com especificidade, parte dos trabalhos desenvolvidos pelo Plantão Delta da Inspetoria da Vila São Pedro. Além de relatos de ocorrências policiais de várias naturezas, o autor constrói e provoca reflexões profundas sobre os dilemas e complexidades da atuação policial, principalmente em área de vulnerabilidade social com certa hostilidade aos agentes da segurança pública. Com isso, dá expressão às questões sensíveis e delicadas que envolvem o trabalho dos agentes responsáveis pela aplicação da lei, sobretudo em período noturno e em território com desorganização urbana, ocupação irregular e desordenada, que cria ampla área com densidade demográfica — um importante desafio ao policiamento. O livro apresenta ao público a Guarda Civil Municipal, a polícia genuinamente da cidade, mas vai além ao trazer parte das ocorrências atendidas, que manifestam concretamente a natureza policial desses órgãos municipais da segurança pública. Na conclusão da obra, o autor expõe análises sobre o futuro da segurança pública no país, o futuro das guardas municipais, o futuro da Guarda Civil Municipal de São Bernardo do Campo e o futuro do Plantão Delta, ao qual pertence na qualidade de Supervisor. Plantão Delta: uma equipe policial atuando em território de alta vulnerabilidade e hostilidade é, pela sua natureza e propósito, uma relevante contribuição à produção literária sobre guardas municipais e segurança pública, e os leitores são premiados com uma obra pioneira, informativa, leve e equilibrada.

ENTREVISTA

Olá Oséias. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro vai apresentar num primeiro momento um panorama da cidade de São Bernardo do Campo, estado de São Paulo, no contexto da segurança pública, da criação da guarda civil municipal e destaca a estrutura, organização e produção do trabalho policial no atendimento das demandas decorrentes dos conflitos sociais e das violências e criminalidades que acontecem na cidade. Essa apresentação inicial é para contextualizar o tema principal, que é apresentar o trabalho do Plantão Delta da Inspetoria da GCM que reside no Bairro Vila São Pedro. O Esforço vai no sentido de demonstrar a relevância dessa Inspetoria para a população residente nesse território, e dentro da lógica de organização dessa Inspetoria destacar o Plantão Delta e trazer amostras do importante trabalho policial desenvolvido. Mas o livro vai muito além, ele também apresentará para o leitor importantes reflexões: o futuro da segurança pública no País, destacando alguns dos aspectos pautados e debatidos no Congresso Nacional; o futuro da guarda civil municipal do Brasil, uma análise de conjuntura a partir das demandas e dilemas enfrentados pela categoria, destacando as legislações aprovadas e em tramitação no Congresso Nacional e das decisões proferidas pelo poder judiciário; e também sobre o futuro da guarda civil municipal de São Bernardo do Campo com foco na sua relevância para a cidade, na valorização profissional e no crescimento quantitativo de Agentes.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O que motivou escrever o livro foi uma necessidade de apresentar a polícia genuinamente da cidade com sua produção diversificada de trabalho para atender diversas aspectos da demanda emanada pela população. Também indico como fator motivador fazer o registro nos anais da história e dar publicidade aos trabalhos desenvolvidos pela equipe policial que desenvolve suas atividades profissionais no Plantão Delta da Inspetoria da Vila São Pedro.
O público a que endereço a obra é abrangente e compreende os profissionais da segurança pública e os pretendentes aos cargos policiais, mas também a sociedade em geral que tem interesse em conhecer melhor os trabalhos desenvolvidos pela guarda civil municipal. O livro pode servir como subsídio para os pesquisadores e estudantes universitários do tema segurança pública.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Essa obra é o nono livro publicado. Eu atuo na segurança pública, Guarda civil municipal, desde 2004, atualmente no cargo de supervisor da carreira, o que me permite conhecer e sentir na pele os sabores e dissabores da profissão e sua importância para a população. Também atuo na representação política da categoria desde 2007 com importante vivência nos corredores comissões e plenário da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, mas também no Ministério da Justiça e Segurança Pública e no Supremo Tribunal Federal, acompanhado as demandas afetas a categoria que lá chegam. E do ponto de acadêmico minha formação base é em filosofia com algumas pós-graduação e um mestrado em políticas públicas o que permite um olhar ampliado sobre as questões da violência e criminalidade. Sou pai de dois filhos maravilhosos, Lukacs e Erich e casado com Ana Paula. Esse livro é mais um degrau colocado nessa escada que ainda não vislumbro o fim.

O que te inspira escrever?
Sou um ser pensante, altamente inquieto que se envolve nas causas que afetam minha categoria e o campo da segurança pública. Escrever é uma das formas de contribuir com a produção de conhecimento sobre guardas municipais e segurança pública, mas é também uma forma de desenvolver um tanto quanto sistemático meus pensamentos e criar pontes de diálogo com outras pessoas interessadas. Quando tem um retorno dos leitores é gratificante e vale a pena o esforço.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que merece ser lido e divulgado porque me esforço muito para entregar um produto com certa qualidade aos leitores, com abordagem pioneira e reflexões singulares e relevantes sobre temas atuais e prementes, mas também preocupado com a historicidade da categoria e o debate sobre segurança pública no Brasil.
O meu estilo de escrita, modesta a parte, tem sido recepcionado de bom grado pelos leitores, o que tem me motivado a continuar me aperfeiçoando para produzir produtos com cada vez mais qualidade.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Já nutrimos uma relação há muitos anos e todos os 9 livros que publiquei foram pela editora Scortecci. Estou satisfeito

Obrigado pela sua participação.

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19 janeiro, 2026

Eulalia Magalhães - Autora de: O SOL

Nasceu em Virgem da Lapa, Minas Gerais, vive em São Paulo.
Psicopedagoga, tem uma paixão por arte e livros, desde pequena. Começou a escrever poesias ainda menina, contando com o doce incentivo da professora Geiza. Na falta de um papel, desenhava mesmo que fosse com um carvão na pedra.
Em São Paulo, conheceu o mestre Luiz, que ensinou o segredo da sombra e da luz, onde nasceu mais um grande amor pela pintura em tela.
Presenteada pela Pedagogia com o encantamento pelas histórias e ilustrações infantis.

Este poema foi um presente de Deus, nascido das sábias palavras do meu pai, que incansavelmente nos dizia para comtemplar a beleza, a riqueza e a importância do sol em nossas vidas sobre a Terra.




ENTREVISTA

Olá Eulalia. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro é um pequeno poema que traz reflexão sobre o sol, sobre a sua beleza, a sua rica contribuição para o dia a dia, sobre o seu inestimável valor, pois sem ele não há luz, não há brilho, não há equilíbrio, não há vida sobre a Terra.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Escrevia poesias desde criança, havia parado por longos anos, depois que o meu pai faleceu, comecei a refletir sobre as falas dele e assim nasceu o poema “O Sol”, pensado para o público infantil, mas capaz de encantar leitores de qualquer idade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Tenho um amor muito grande pelos livros, pois tive um problema de saúde que agravou com a chegada da adolescência. Com a introdução a medicamentos - os quais não me deixava refletir e fazia com que a minha dicção ficasse cada vez pior - para falar em público era uma tortura, então comecei a ler todos os livros que conseguia, mesmo sem entender do que se tratava, e agora que graças a Deus tenho a capacidade de pensar com mais clareza, desejo compartilhar as minhas superações e inspirações, através dos meus escritos e ilustrações na esperança de que o meu trabalho possa contribuir na construção dos pequenos, estimular a imaginação, curiosidade e criatividade das crianças.

O que te inspira escrever?
Um desejo de compartilhar e estimular as crianças sobre: valores, ética, beleza, amor, imaginação, criatividade...

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O meu livro merece ser lido porque transforma o sol em mais do que um elemento da natureza, ele se torna um personagem cheio de significados, unindo fantasia e aprendizado.
Ele traz em especial a forma simples poética com ilustrações que fala de sentimentos, ensina e criar momentos de conexão entre jovens leitores e quem lê com eles.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Através de uma foto postada em um grupo de WhatsApp da família. Havia um livro chamado "Diário da cidade de Virgem da Lapa", minha cidade natal, encontrava-se um poema escrito pela Maria Natividade Pacheco, que também é da mesma cidade, onde falava de um livro dela: Relato e Coisas do Coração, pesquisei sobre o livro que era da editora Scortecci, gerando-me confiança na editora, peguei o contato no Google, preenchi a ficha e logo tive o primeiro contato da Ester Scortecci, pesquisei sobre ela e isso me levou a acreditar plenamente na seriedade da editora e aqui estamos.

Obrigada pela sua participação.

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13 janeiro, 2026

Elisabeth Camargo Martello - Autora de: A DEUSA DESCALÇA e A VIDA NÃO SE PASSA A LIMPO

Nascida em São Paulo e formada em Letras, quase toda  sua vida passou em sala de aula, vindo a cursar pós graduação em Literatura Brasileira. Ao longo dos anos sempre procurou publicar poesias, contos e romances, além de peças teatrais apresentadas pelo grupo Saliba nas escolas. Ultimamente, vem participando de concursos literários. Concorre com A vida não se passa a limpo ao prêmio Oceanos e também ao prêmio São Paulo de Literatura
Começou com textos do livro "Histórias para Recreio" do Professor Nélson Rosamiglia da USP.
Depois veio "Devaneios", "Contos de Verde Essência" (Edicon), "No Rastro de uma canção" (Scortecci), Participação na coletânea Débora Novaes de Castro), participação no livro de 2011 da REBRA, o romance "A vida não se passa a limpo' (Scortecci), "A deusa descalça" (Scortecci).
 As peças teatrais "Sweet hart" (em inglês) e "As napoleônicas"
Finalista no Concurso Oceanos ( pág. 18 das finalistas).



Há um confronto na selva em que um homem vindo da capital paulista, é assassinado. Policiais da Delegacia Especial de Manaus começam a investigação do caso. Chama a atenção da mídia a suspeita de que a vítima seja filho de uma icabiaba, ou seja, uma lendária amazona das terras tupiniquins. Um dos policiais se apaixona pela amazona, mesmo sabedor de que é um amor perigoso e quase impossível. A narrativa se passa nos tempos atuais e acompanhamos toda a trajetória da vítima, que fugiu ainda pequeno para escapar do extermínio, tradição na visão icabiaba.


Em uma cidade do interior, duas jovens irmãs são estupradas, vindo a menor a óbito. A sobrevivente passa a seguir sua rotina, absorvendo o afeto dos familiares e determinada a fazer justiça, embora os malfeitores sejam influentes, ricos e ligados à política. Na sua trajetória, cruza com personagens marcantes, vindo a apaixonar-se por um médico de temperamento difícil e cheio de culpa por um passado nebuloso. 




 
ENTREVISTA

Olá Elisabeth. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
A Deusa Descalça - Da uma trama vivida por personagens que estão submetidos à realidade da lenda das amazonas em pleno século vinte e um.
A Vida Não se Passa a Limpo - Trata da história de duas irmãs que sofrem violência sexual, uma falece em decorrência das agressões e a mais velha segue com ajuda dos familiares.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A Deusa Descalça - É um tema apaixonante a ideia de tribos unicamente femininas e guerreiras.
O trabalho é direcionado a adolescentes e adultos.
A Vida Não se Passa a Limpo - Achei necessário por constatar que essa violência está em todas as camadas sociais e culturais. É um tema adulto, porém, tratado com muito cuidado, podendo atingir desde o adolescente até o leitor machadiano.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Meu objetivo é seguir produzindo. Minha meta é a de lançar um trabalho por ano. Arte de produzir sonhos e imprimi-los.
Passei minha vida lecionando, cuidando da família e escrevendo. A família formou outras famílias, pude diminuir consideravelmente as minhas aulas e a escrita, essa força descomunal chegou imperativamente, então, eu a abracei.

O que te inspira escrever?
A necessidade de expressar a vida vista por prismas diversos, o roteiro da alma nem sempre ameno, mas determinante e forte.
A observação da vida, da natureza, do ser humano, do bem e do mal, mas principalmente do papel lúdico do amor. E falo nas entrelinhas de esperança.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
A Deusa Descalça - O livro aborda conflitos e paixões que são traduzidos em emoção.
A Vida Não se Passa a Limpo - A tarefa de emocionar, buscar conjecturas racionais, sempre citando grandes autores, brasileiros ou não para aprofundar nossa percepção.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Em 1.990 conheci a Editora Edicon, que estava prestes a fechar e iniciar outro tipo de atividade. Lá conheci Uracy Faustino que me indicou a Scortecci, elogiando o compromisso da Editora com o trabalho bem feito, bem produzido, com uma equipe maravilhosa de colaboradores. Então publiquei pela Scortecci
Foi o início de uma parceria muito feliz.

Obrigada pela sua participação.
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