18 março, 2026

Marcos da Cunha Ribeiro - Coautor de: A SOCIEDADE QUE NÓS QUEREMOS - PROVOCAÇÕES PARA A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL HUMANIZADA

Marcos da Cunha Ribeiro

Perfil revisado depois de vários anos e às vésperas de me tronar um jovem sexagenário.
Engenheiro e Economista como profissão, Musico por paixão, estudante diletante por predileção.
Marketing Industrial uma especialização latu senso, filosofia um aprendiz, religião um perseverante, base maior é que permanecem a Fé, A Esperança e o Amor porém o maior destes é o Amor.
Executivo de empresas até 2014 e agora já no caminho para uma carreira complementar. Montei meu próprio Triple bottom line, ou o meu tripé sustentabilidade: Consultoria empresarial, membro de conselhos de administração ou consultivos sempre aperfeiçoando a compreensão do outro pelo exercício de career/executive coaching/menthoring que tanto realiza quanto faz bem ao coração.
Família e amigos tem sempre um lugar separado e importante ainda que o que vale é a intensidade dos momentos que trazem a qualidade do  convívio pois por enquanto no tempo alocado infelizmente não traduz a prioridade que têm e merecem!

Os autores:
Estela Schreiner, Idilio Santana Jr., Lawrence Chung Koo, Marcos Augusto Vasconcellos, Marcos da Cunha Ribeiro, Mariluci Durante, Paulo Calegare Junior, Rogério Parente, Ugo Franco Barbieri, Valdenice Sanchez.

Sociedade que nós queremos - 
Provocações Para a Transformação Digital Humanizada

Se, na modernidade clássica, a vida social se fragmentou, na contem-poraneidade, esse processo é acelerado, multiplicado e intensificado pela transformação digital. O que era uma tendência estrutural — a diferenciação entre os universos da ciência, da economia, da arte, da religião, da técnica — torna-se, com a internet e principalmente com as redes sociais, um contexto dinâmico, cotidiano e público, com interesses específicos, regras internas, padrões de linguagem compartilhados, preferências reforçadas mutuamente, identidades construídas em nichos, bolhas perceptivas e ecossistemas simbólicos que não se comunicam entre si. Pela proposta deste livro, o leitor pode ler os capítulos em qualquer ordem que seja de seu interesse ou necessidade. Visto que há uma dispersão e multiplicidade de interesses, a construção do próprio framework para lidar com o desafio de construir a sociedade que queremos é um processo autoral. A tecnologia, afinal, nunca foi um fim em si mesma — é sempre um meio, uma forma de política materializada. O desenho da tecnologia importa — e, mais do que isso, precisa ser disputado coletivamente. Uma das camadas dessa complexidade é demográfica. A população que envelhece não precisa ser afastada das novas tecnologias — precisa apenas aprender. Façamos isso!

ENTREVISTA

Olá Marcos. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Uma visão de presente e futuro da Sociedade com as provocações da tecnologia para Transformação digital mais humanizada, pensando Brasil 2030/40 e inspirado no livro japonês da Sociedade 5.0
Sugiro pegar contra capa e introdução no livro.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Existe um grupo no CRA chamado GEAPE Tech com foco em gestão de pessoas na área de tecnologia da informação. Um sub grupo foi formado exatamente com o nome Sociedade 5.0. Neste tem um grupo mais ativo que resolveu escrever o livro que tem 10 coautores. Eu sou um deles. São 10 capítulos que interagem dentro do tema principal.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Na verdade já escrevi para revistas: Abigraf e Marketing Industrial. Tenho um blog chamado Notas Livres. Já editei um livro de minha mãe. Trabalhei muitos anos em gráfica e gráfica editora. Livros sempre me fascinam. Estou organizando um livro póstumo de meu pai e já tenho ideia de ter meu livro individual nos próximos 2 a 3 anos.

O que te inspira escrever?
Notas Livres é justamente o blog que abri para escrever de todos os temas que gosto: gestão, marketing, filosofia, teologia, conjuntura, etc.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro é atualíssimo. Em tempos de discussão sobre o impactos da tecnologia da informação nas organizações, nas pessoas das organizações, Inteligência Artificial e tudo que hoje alguns identificam como risco para boa parte dos empregados PJ ou CLT.
Focamos, em especial, nos administradores de empresa ou executivos ligados a gestão e em especial os da Tecnologia de informação, abrangendo todos os níveis, desde recém formados até executivos seniores.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Trabalhei em gráfica e gráfica editora. Logo João Scortecci é meu amigo há mais de 40 anos. Já atuei na Abigraf, Associação de Editores e mesmo SNEL, portanto fui companheiro do Scortecci todos estes anos. Hoje sou do Conselho da Editora Mundo Cristão, também já há quase 10 anos. O livro de minha mãe editei com Scortecci há alguns anos e já está na 2a impressão. Como executivo da Moore e depois RR Donnelley Moore fomos pioneiros na impressão digital para pequenas tiragens ainda na década de 90, seja com deposição iônica ou Laser. Fui VP da Abraform e Diretor da Abigraf SP e Brasil.

Obrigado pela sua participação.
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Maria Inês Carpi - Autora de: O JARDIM DAS TRÊS IRMÃS

Maria Inês Carpi
Nome literário de Maria Inês Carpi Semeghini.
É escritora brasileira. Sua escrita é marcada pela atenção aos vínculos afetivos, à memória familiar e às experiências do cotidiano, transformadas em narrativa literária de caráter sensível e reflexivo.
Em O Jardim das Três Irmãs, a autora reúne lembranças pessoais e observações sobre a vida familiar, explorando a relação entre tempo, cuidado e formação emocional.
Sua obra se caracteriza pelo olhar atento aos gestos simples e às dimensões simbólicas da experiência humana.

O Jardim das Três Irmãs - Memórias de uma Infância Feliz
É uma obra de literatura memorialística que narra a história de uma família a partir do olhar sensível da autora sobre sua infância, juventude e vida adulta. O livro acompanha o convívio entre três irmãs, suas relações afetivas, os vínculos familiares e o ambiente doméstico que moldou suas formações emocionais e éticas.
A narrativa se desenvolve ao longo de várias décadas do século XX, em um contexto marcado pela vida simples, pelo trabalho cotidiano e pelos valores transmitidos pelos pais. A figura paterna ocupa lugar central na trama, destacando-se pelo modo silencioso e constante com que expressava cuidado, responsabilidade e afeto.
O jardim, espaço recorrente ao longo do livro, funciona como cenário e metáfora, articulando memórias, transformações e passagens do tempo. A obra aborda temas como cuidado, pertencimento, memória, relações familiares, perdas, amadurecimento e reconciliação com o passado, construindo um retrato íntimo que dialoga com experiências universais.

ENTREVISTA

Olá Maria Inês. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro trata de Memorias da infância em São Paulo.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia central e passar para as crianças e jovens da atualidade, como nossa infância era feliz antigamente. As cantigas de rodas, brincadeiras ao ar livre. As amizades de outrora.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou escritora, poeta e memorialista. Tenho artigos publicados e Ensaios, em varias Editoras. Participei de algumas Antologias Poéticas, como Varal de Verso Diversos e Cristal de Talentos, pela Scortecci Editora. Este foi meu primeiro livro, primeiro de muitos.

O que te inspira escrever?
O que me inspira escrever são as memórias felizes do passado, as reflexões sobre o tempo e o contexto historico-social em que essas experiências ocorreram.
Gosto de dar significado a esses momentos.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, o meu livro é um referencial para aqueles que querem iniciar a carreira literária, depois de certa idade, mas também para os jovens, que pretendente compreender e dar significado às suas experiências de vida, dos seus anseios, seus sonhos. Acredito ser válido, nos tempos de Internet.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei a Scortecci, através de amigos. Já publico com esta Editora à muito tempo e tenho gostado muito do atendimento, do profissionalismo e principalmente das amizades, claro.

Obrigada pela sua participação.


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14 março, 2026

Neuza Maria Cechetti - Autora de: MATEMÁTICA ALÉM DA CONTA

Neuza Maria Cechetti
É mineira de Conselheiro Pena (MG), Pedagoga e Escritora, com Mestrado e Doutorado em Ciências da Educação, Especialização em Supervisão Escolar, Docente universitária. Autora de livros paradidáticos e infantis. Pesquisadora com vasta experiência no magistério.

Matemática Além da Conta - Jogos, Curiosidades, Truques, Lógicas Matemáticas e Mais...
Este livro apresenta aos professores atividades diversificadas. Explora situações do cotidiano, cria e/ou confecciona jogos, entre outras situações. Está repleto de desafios, charadas, jogos, testes de lógica, curiosidades, imaginação, adivinhas, truques e muito mais. De fácil reprodução, utiliza folhas de papel impressas, quadros e outros materiais versáteis o suficiente para serem modificados conforme os conteúdos a serem trabalhados. As atividades propostas tornam as aulas mais divertidas enquanto reforçam conceitos importantes, além de desenvolver o raciocínio lógico e promover a colaboração entre os alunos. De forma livre e criativa, proporcionam uma diversão renovada da disciplina. São fragmentos da matemática entrelaçados a desafios, jogos, curiosidades... que vão muito além da conta! Assim, é possível engajar os alunos e torná-los protagonistas no próprio processo de aprendizagem.

ENTREVISTA

Olá Neuza Maria. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro é uma coletânea de atividades lúdicas e além das temidas contas e expressões matemáticas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever MATEMATICA ALÉM DA CONTA surgiu da observação da dificuldade de professores e futuros professores em diversificar o trabalho em sala de aula e do desinteresse dos alunos em aprender matemática.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou pesquisadora na área de Educação Matemática e sempre me preocupei com o ensino tradicional. O fato de aprender sem compreender muito me intriga. MATEMÁTICA ALÉM DA CONTA é o terceiro título da série. O primeiro foi SUPERAÇÃO, em seguida TOQUES E RETOQUES MATEMÁTICOS.

O que te inspira escrever?
Depois de muitos anos de sala de aula, verificando a grande dificuldade em ensinar e aprender matemática, veio a inspiração. Senti necessidade de contribuir para que o aluno se sinta bem nas aulas de matemática.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
MATEMÁTICA ALÉM DA CONTA, não deve só ser lido, mas aplicado em sala de aula. É um livro/suporte para professores e pais que querem encantar as crianças com as diversas matemáticas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conheci a Scortecci há muitos anos através das redes sociais.

Obrigada pela sua participação.
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12 março, 2026

Andrea de Oliveira Duarte - Autora de: A BUSCA DA VERDADE EM TEMPOS DE FAKE NEWS

Andrea de Oliveira Duarte
Reúne 30 anos de experiência na comunicação social, com uma trajetória marcada pela atuação entre
Brasil e Portugal. Jornalista, professora universitária e escritora, iniciou sua carreira como repórter noticiarista no SBT - Sistema Brasileiro de Televisão e atuou como assessora de imprensa em instituições de grande relevância política, como a Câmara dos Deputados, em Brasília, e a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
Há 17 anos vive em Lisboa, onde fortalece diariamente essa ponte viva entre Brasil e Portugal. Na cidade, criou a Agenda Viva — Agência de Comunicação e Notícias e fundou o jornal luso-brasileiro Vidas Lá Fora, que circulou em versão impressa até 2020 e segue firme no ambiente digital.
Na Rádio Tropical FM Lisboa 95,3, é Diretora de Informação e comanda, ao vivo, o programa de notícias "Happy Hour" - um encontro entre música e informação na melhor hora do dia.
Sempre bem relacionada no meio, Andrea transita com naturalidade entre os seus dois países, aproximando pessoas, projetos e culturas. E faz isso com espontaneidade e leveza, dentro ou fora do microfone.
Bacharel em Comunicação Social com especialização em Jornalismo pela FIAM/FMU, pós-graduada em Administração e Marketing pela FMU/SP e mestre em Ciência da Comunicação pela Universidade Lusófona, Andrea assina este livro com a autoridade de quem vive e respira a comunicação há três décadas.
Nesta obra, a jornalista compartilha sua trajetória e reflexões sobre os desafios do profissional da comunicação social na era digital - com um olhar crítico, linguagem acessível e, acima de tudo, muita paixão pela profissão.

A Busca da Verdade em Tempos de Fake News - Ser Profissional da Comunicação Social na Era dos Influencers
O profissional da comunicação social vive um momento de grandes transformações.
A ascensão de influencers e youtubers redefine a forma como as histórias são contadas e consumidas. O que antes era dominado pelas redações e veículos tradicionais hoje se mistura a novos formatos, vozes e linguagens - muitas vezes sem compromisso com a veracidade dos fatos.
Nesse cenário, a pergunta que fica é: como se reinventar e prosperar em meio a um eco constante de opiniões e desinformações?
Nesta obra, Andrea Duarte propõe uma reflexão profunda e atual sobre o papel do comunicador na era digital. Com base em quase três décadas de experiência entre Brasil e Portugal, ela compartilha vivências, bastidores e análises que iluminam os dilemas e oportunidades de quem escolheu a comunicação como missão.
Com linguagem acessível, olhar crítico e uma paixão genuína pela profissão, este livro é leitura essencial para estudantes, profissionais da área e todos que acreditam no poder da informação bem-feita.

ENTREVISTA

Olá Andrea. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
A Busca da Verdade em Tempos de Fake News é uma reflexão sobre o impacto da desinformação na sociedade contemporânea. A obra analisa como narrativas manipuladas moldam percepções, influenciam decisões e afetam não apenas a política, mas também as relações humanas e a construção do pensamento crítico.
Mais do que apontar um problema, o livro convida o leitor a assumir uma postura ativa diante da informação, resgatando valores como responsabilidade, ética e discernimento.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Foi no auge da pandemia que compreendi que o silêncio também pode ser uma forma de omissão. Enquanto enfrentávamos uma crise sanitária global, outra crise avançava com igual intensidade: a da desinformação.
Acompanhar a velocidade com que notícias falsas se espalhavam, muitas vezes influenciando decisões que afetavam vidas — despertou em mim a urgência de transformar inquietação em reflexão estruturada. Percebi que não bastava indignar-se; era preciso aprofundar o debate e ampliar a conscientização.
O livro se destina a todos que desejam compreender melhor o tempo em que vivem: estudantes, profissionais da comunicação, educadores, lideranças e leitores interessados em desenvolver um olhar mais crítico, ético e responsável sobre a informação que consomem e compartilham.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou movida pela palavra, falada e escrita. Sempre compreendi a comunicação como uma forma de construir pontes entre pessoas, culturas e ideias.
Este livro é, sim, a realização de um sonho, mas também o início de um caminho mais consciente na literatura. Descobri na escrita uma forma profunda de contribuição social e de organização das inquietações que atravessam o nosso tempo.
Tenho outros títulos no forno. Um deles nasce de uma experiência que me acompanha há 17 anos: a imigração. Vivo em Portugal, país que escolhi e do qual hoje também sou cidadã. Essa dupla condição — de quem chegou e de quem pertence, amplia meu olhar sobre identidade, adaptação e pertencimento. A obra, prevista para maio, será um mergulho sensível e reflexivo sobre os desafios e as reinvenções de quem decide recomeçar em outra terra.
Pretendo seguir escrevendo sobre temas contemporâneos que nos provoquem a pensar e, sobretudo, a sentir — porque acredito que a transformação começa quando reflexão e humanidade caminham juntas.

O que te inspira escrever?
Escrevo movida pela consciência do tempo em que vivemos e pelo senso de responsabilidade que a palavra carrega. Impulsiona-me o desejo de compreender a complexidade da nossa era e de oferecer caminhos para que outras pessoas também possam refletir com maior profundidade.
Acredito que a escrita é um ato de cuidado coletivo — uma forma de organizar pensamentos e, ao mesmo tempo, ampliar consciências.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que o livro merece ser lido porque trata de um tema urgente. Vivemos em uma era em que a informação circula com velocidade inédita, mas nem sempre com qualidade ou compromisso com a verdade.
O diferencial da obra está na abordagem acessível, sem perder profundidade. Ela não é alarmista, mas propositiva. Convida o leitor à reflexão, não à polarização. E, sobretudo, reforça que a busca pela verdade é um exercício diário e coletivo.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Minha relação com a Scortecci não começou agora. Conheço a editora desde 2007, quando fui coautora da antologia Eldorado – Uma Antologia sobre a Amizade, experiência que marcou o início da minha trajetória no universo editorial.
Em 2010, retornei à Scortecci como coordenadora de uma importante obra do autor Dane Avanzi, voltada ao setor de telecomunicações. Essas vivências consolidaram minha confiança no profissionalismo, no cuidado com o conteúdo e no respeito ao autor que sempre encontrei na editora.
Por isso, ao buscar uma casa editorial para este livro, a conexão foi natural. Havia história, confiança e alinhamento com a proposta reflexiva da obra.

Obrigada pela sua participação.
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Patrícia Liagi Antolino - Autora de: HÁLIA E DÓRIS: O ENCONTRO DOS MUNDOS

Patrícia Liagi Antolino
Sempre quis ser professora. Natural da cidade de São Paulo, estudou em escola particular como bolsista, e sempre se viu determinada a manter boas notas e a cuidar de seu futuro.
Desejando ajudar as pessoas a descobrirem e dominarem o mundo das letras, e com o apoio dos pais, incentivando-a a nunca desistir de seus sonhos e objetivos, formou-se em Letras pela atual UniFai . Logo depois, perdeu a mãe, o que a fez dedicar-se ainda mais aos estudos e auxiliar na formação do irmão mais novo.
Concluiu o curso de pedagogia na Faculdade de Educação da USP.
E, poucos anos depois, ingressou, por concurso, na rede municipal de ensino como professora de Língua Portuguesa, cargo em que está até hoje, embora já não mais em sala de aula. Lecionou, também, por sete anos, na mesma escola em que estudou, sendo colega de alguns de seus próprios professores.
Traz no coração todos que marcaram sua trajetória como estudante, como docente, e como ser humano. Permanece assídua leitora de tudo que lhe cai às mãos, e é grande incentivadora desse hábito. Seus projetos incluem novos estudos e novas publicações.

Hália e Dóris: O Encontro dos Mundos
Ilustrações: Rodrigo Kenzo D. Doi
Junte-se a Hália e Dóris em nova aventura! Conheça a força e a determinação dos seres do mar e a fragilidade em ser humano com sabiá, o marinheiro!







ENTREVISTA

Olá Patrícia. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro é a segunda aventura de duas irmãs sereias, Hália e Dóris, que percebem as diferenças entre seu mundo e o da superfície ao salvarem marinheiros de um naufrágio.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro foi escrito a partir de uma crítica surpreendente recebida no lançamento do primeiro, "Hália e Dóris: uma aventura no mar". O público continua sendo o infantil, sem perder de vista todo leitor que deseja refletir sobre a vida.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
O sonho de ser professora, e de Língua Portuguesa, especialmente, sempre esbarrou na paixão por escrever. O momento certo apareceu e surgiram os livros das irmãs Hália e Dóris, e outras histórias já ganharam forma e estão a caminho de se tornarem novos livros.

O que te inspira escrever?
A vida, as crianças, as experiências, as pessoas com quem tenho o prazer de conviver; também, a gratidão por aqueles que souberam tocar com verdade e emoção minha existência.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
As aventuras das irmãs mostram o desejo de conhecer o mundo e de explorar outros horizontes, de reconhecermos nossos limites e de sabermos como evoluir. A simplicidade do texto e das ilustrações colabora para criar a atmosfera adequada para essa trajetória.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conheci a Editora através de uma amiga, a também autora pela Scortecci Rita Doi.

Obrigada pela sua participação.
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07 março, 2026

Dionysius Fredericus - Autor de: O BALBUCIAR DE UM ETERNO

Dionysius Fredericus
Nome literário de Marcelo Gomes Jorge Feres. Atualmente aposentado, nasceu em 6/7/1957, na cidade de Niterói (RJ).
Graduado em Administração pela EBAP, Rio de Janeiro, em 1979; graduado e pós-graduado em Direito pela UNESA, Rio de Janeiro, em 2005; licenciado em História na UNICESUMAR, Maringá (PR), em 2019; estudante de Filosofia; publicou 28 livros de conteúdo poético-filosófico e, desde 1987, participa de várias antologias


O balbuciar de um eterno

Obra de conteúdo poético-filosófico, aborda, de modo poético, conceitos de sínteses ontológicas, como Ser, Ponto e Todo, fora e dentro da Consciência, Eras e Teleologias cósmicas etc. Sentindo a Poesia como forma de expressão possível de abeirar-se do indizível, o autor valoriza a beleza estética, unindo-a à sua própria sonoridade musical, pretendendo compor insígnias artísticas de cavaleiros poetas, em verdadeira revivescência dos códigos de honras de homens que se batem pelos estandartes jamais corrompidos pelas pequenezas das existências humanas terrenas.


ENTREVISTA

Olá Marcelo. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O meu livro é uma coletânea de anotações diárias de conteúdo poético-filosófico. Trata do Ser que se sente, na consciência individual, o Ponto e o Todo, contendo, na vida, as distâncias insuperáveis íntimas infindas, que brotam em letras e que, vertidas em palavras, tornam-se elos de poéticas correntes que reúnem o todo do tudo, no passageiro e fugar do momento, enquanto eterno em si mesmo, pois o sub specie aeternitatis se dá nesta nossa Natura non facit saltus.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Nos últimos anos tenho publicado dois livros anualmente, pois escrevo quase todas as noites. Creio que o meu livro se dedica a quem aprecie poesia e também filosofia, religião e arte, pois o conteúdo diz de essência ontológica do Ser e a forma pretende ser artística, realizando a conjugação de sonoridade e da lógica, consoante ritmos musicais e segundo o princípio (subjacente e oculto) de que o Cosmos produz a Música das Esferas e que tudo é movimento e matéria nada mais é que luz que se condensa.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Já publiquei 28 livros. Estou com o vigésimo nono já quase pronto. Já tive a oportunidade de vencer concursos e de diversas boas classificações em muitos concursos literários. Então, apenas sigo escrevendo, obedecendo a meus pendores, porém sem intenções de sucesso predeterminadas. O que é, é, o que tiver de ser será. Só devemos seguir os fluxos do que se põe com boa vontade e boas intenções, tipo “preocupa-te primeiro com as coisas do céu que o resto te será dado de acréscimo”.

O que te inspira escrever?
Sou inspirado por uma necessidade de criar, de tecer teias de sentidos que mostrem o Efeito Borboleta presente na trama tramada pelo Tudo em Tudo pré-socrático e das sabedorias multimilenares dos esoterismos (e.g. no Caibalion). Porém, devo dizer que, conforme já visto e dito a mim em algumas ocasiões, escrevo a quatro mãos, conjuntamente com um Espírito amigo. (Médium de inspiração).

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Digo que a beleza é diretamente relacionada à síntese. Meus escritos são de conteúdos formais aforísticos, sintéticos, e buscam a profundidade da ontologia aliada à estética artística. Eu os diria nietzschianos. Sim, meus livros merecem ser lidos, pois suscitam, como sementes, que se germine, que se brote, que se erga, frutifique e resplandeça, todo o pendor que já possuímos para o belo, o bom, o correto, corolários da poesia que nada mais é que piscar de olhares apaixonados da vida, pousados em nossos íntimos como borboletas, que aqui em nós estancam por momentos.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Editora Scortecci é muito conhecida e bem divulgada por conta das redes sociais e concursos literários que promove. Após participar de uma antologia literária poética e ser classificado e muito bem publicado, solicitei um orçamento para a publicação desse presente livro e verifiquei que, na Scortecci, qualidade editorial e preços viáveis competitivos se aliam de modo bastante convidativo. Só tenho elogios.

Obrigado pela sua participação.
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