08 abril, 2023

José Olívio - Autor de: HISTÓRIA DA COPA DO MUNDO

José Olívio
Nome literário de José Olívio Paranhos Lima - Nascido em Catu, Licenciado em Letras com Francês pela Uneb, pós-graduando em Estudos Linguísticos e Literários pela Faculdade SS. Sacramento, facilitador de Oficina de Cordel, autor de livros de Crônicas, poesias e inúmeros cordéis. Membro da Casa do Poeta, Academia de Letras e Artes de Alagoinhas e da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, sediada no Mercado Modelo em Salvador - Ba.

Através deste livro os leitores ficam sabendo a história da Copa do Mundo de Futebol, suas curiosidades, particularidades, culminando sempre no país em que é realizada. Saberá por que o Brasil é o País do Futebol, quem é Edson Arantes do Nascimento, Pelé, e por que ele é o maior nome do futebol mundial ao relatar seus feitos no Santos Futebol Clube, no Exército Brasileiro, onde serviu, na Seleção Paulista, na Seleção Brasileira e, por último, no New York Cosmos, onde encerrou a carreira. Também é homenageado Antônio Pena, empresário destacado por ser um dos mais importantes desportistas do estado da Bahia, político (ex-prefeito de Catu/BA por duas vezes), fundador da Catuense Futebol S/A, e que foi amigo de Pelé, chegando a juntos comprarem uma área de terra para futuros empreendimentos em Salvador (BA). No final, exercícios organizados pela professora Zenaide Maria Santos, a fim de que sejam utilizados como ferramenta educacional, pois, em tempo de Copa do Mundo, nada melhor do que levar o tema para a sala de aula.

Entrevista

Olá José Olívio. É um prazer contar, novamente, com sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Basicamente é a história de todas as Copas do Mundo de futebol masculino que, em quadras rimadas e metrificas, com a sonoridade, o ritmo, a oração acaba ficando interessante a leitura.
Nesse, especificamente, em homenagem a Pelé e a Antônio Pena (foram amigos e parceiros comerciais); Pena, empresário, desportista, fundou o Clube Catuense Futebol Clube S/A, fundou a rádio Catuense FM (Alagoinhas - BA) e foi, por duas vezes, prefeito da cidade onde nasci, Catu, a 95 quilômetros de Salvador BA. Me solicitou escrever sua biografia, mas desencarnou em virtude de um acidente de veículo, quando foi socorrer o ônibus de seu time que havia quebrado.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Todo brasileiro é um técnico de futebol. Afinal, somos o País do Futebol. Então fiz uma espécie de cartilha porque sabia que despertaria o interesse nacional. Não é à toa que o Rei do Futebol, atleta de todos os tempos, é brasileiro, ou melhor, oficializado como Tesouro Nacional. Destinado ao público estudante a fim de que conhecesse a trajetória brasileira no esporte que mais concentra público, depois das Olimpíadas, obviamente.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou um futebolista que teve sua carreira ceifada aos 19 anos em virtude de uma contusão. Isso me fez virar concurseiro chegando a acumular dois empregos públicos (o sonho de consumo de milhares, por causa da estabilidade) na esfera Estadual (Hospital Geral Dantas Bião) e Federal (INSS), onde obtive boas colocações; tanto nos concursos como evolução nos cargos. Aposentei-me cedo. Estudei, casado com a senhora Regina Lúcia de Santana Lima que me deu os filhos Elvis, Vinícius e Alan e daí até então seis netos. Virei cordelista com as narrativas e declamações de minha avó Quininha, embora analfabeta; virei cronista com as crônicas de Drummond de Andrade, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino, Machado de Assis, Sérgio Porto, Rachel de Queiróz e principalmente o Velho Urso, Rubem Braga. Mas tem outros que agora não lembro e peço que me perdoem; virei poeta com as poesias de Castro Alves, Fagundes Varela, Manuel Bandeira, Casimiro de Abreu, Casimiro Cunha, Maria Dolores, irmã de Castro (Meimei), estes mediante a psicografia de Chico Xavier; virei compositor com as músicas de Nelson Cavaquinho, Cartola, Roberto Carlos, Fagner, Martinho da Vila, Alcione, Chico Buarque, Ederaldo Gentil, Carlinhos Brown, Vinícius de Morais, Noel Rosa etc.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Estamos fazendo um trabalho de catequese. Estamos semeando para colher nas próximas encarnações. Os países de 1º mundo já estão colhendo porque são milenares.
O Brasil, não. Não obstante isso, é “O Coração do Mundo e a Pátria do Evangelho” título do livro psicografado por Chico Xavier (espírito Humberto de Campos), mas assinando como Irmão X, por questões de direitos autorais. O Brasil é o professor do mundo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo através da poeta (naquele tempo era poetisa) Inês Catelli que conhecemos em um congresso de literatura em Batatais (Brasil, a Cultura em Questão) no ano de 1986 ou 1987.
Conheci a Editora Scortecci nos seus primórdios. Conheci João quando estava começando a empresa.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Espero que mereça essa honra de ser lido. No final, como incentivo de uma grande amiga a quem quero deixar aqui o meu profundo agradecimento, um projeto pedagógico da pedagoga Zenaide Maria Santos, exercícios, que na Copa de 2014 foi adotado oficialmente pelo Colégio João Paulo.
Então a minha proposta é trazer o futebol para o campo da leitura. Como professor, sei que é uma importante ferramenta para despertar nos jovens e nos brasileiros em si o gosto pela leitura, por extensão, pela literatura, sobretudo, pela poesia. Há duas poesias nele: uma exclusiva a Pelé e outra ao Brasil, com a qual finalizo esta entrevista com meu agradecimento por tão grande oportunidade.

Obrigado pela sua participação.
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02 abril, 2023

Júlia Viveiros Armendro, Luiz Otávio Dobal, Marta Viveiros Dobal - Autores de: JÚLIA, A MENINA APAIXONADA POR LETRAS

Júlia Viveiros Armendro
Nascida no Rio de Janeiro, capital. Aos 5 anos expressou o desejo de protagonizar um livro em que pudesse divulgar sua paixão (precoce) pelas letras. Incentivada pelos avós (Luiz Otávio Dobal, Marta Viveiros Dobal), firmou uma parceria que resultou no livro: Júlia, a menina apaixonada por LETRAS.





Livro infantil contando as descobertas e importância das letras, pela autora.





Entrevista

Olá Júlia. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro fala de uma menina (eu, Júlia Viveiros Armendro) e sua paixão pelas letras. Mostra a necessidade das letras para todas as pessoas e a importância da referência dos pais durante a alfabetização.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Muitos perguntam: como uma menina de 5 anos ainda pré-alfabetizada, escreve um livro? Acredito que fiz mais do que escrever um livro, eu criei e desenvolvi uma estória que se transformou em uma obra literária.
Depois de ouvir meus pais e avós lerem os tradicionais contos infantis, nasceu em mim o desejo de criar algo em que eu fosse a protagonista. A cumplicidade entre eu e meu vovô Luiz Otávio Dobal, depois de várias tentativas, levou a "estória das letras" (como eu chamava a princípio) a uma versão final. Porém, sempre que o vovô contava, teimava em mudar algo, que logo eu me apressava em corrigir. Para resolver isso sugeri "colocar a estória num livro".
Vovó Marta Viveiros Dobal elaborou um projeto gráfico com diagramação e ilustrações. Vovô Luiz Otávio Dobal transformou uma versão oral em texto literário, sempre com insistentes mudanças e exigências minha.
O livro, depois de revisado pela Scortecci Editora, ganhou uma bela edição e se destina a crianças de 5 a 12 anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Como meu avô sempre diz: sou muito jovem e devo pensar primeiro em diversão e fazer planos apenas para um futuro imediato. Mas tenho vontade de escrever muitos outros livros.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no meu país, ainda na visão do meu avô, é difícil, mas o prazer de saber que alguém leu algo que eu imaginei e coloquei no papel supera todas as dificuldades. Meu primeiro livro é um convite aos adultos para que leiam para seus filhos e netos, e ajudem a mudar nossa realidade literária.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Meu avô, Luiz Otávio Dobal, tem livros publicados pela Scortecci Editora. Ele também participou de coletâneas, e sempre elogiou o trabalho e o carinho que eles dedicam a cada edição.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro é um convite ao cultivo do hábito de ler. Também, por ser uma estória infantil, um carinho que os adultos devem sempre fazer as crianças. Ler para uma criança é despertar nela mundos imaginários, que além de divertir ensinam e fascinam a infância.
Como mensagem especial, gostaria que todos soubessem que esse livro é o resultado de muito trabalho, recheado de afeto, paciência, carinho, alegria e capacidade criativa. Aproveite, leia para seus filhos e netos. Isso fará a vocês, eles, e a Júlia Viveiros Armendro, muito felizes.

Obrigado pela sua participação.
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Maria Luiza Kuhn e Iberê Pires Condeixa - Autores de: PRETO & BRANCO COLORIDO

Escritora, terapeuta holística e palestrante. Pesquisadora dos saberes femininos. Autora e criadora do método terapêutico da Poesia terapia FLOR DE ABRAÇO. Autora dos Livros: LILÁS, FLOR DE ABRAÇO, O AMOR COMPREENDE A IDADE e CARMIM 99 E A CENTÉSIMA. Participação em várias antologias nacionais e internacionais.



Médico especialista em cirurgia geral, administração hospitalar e cirurgia plástica, com formação no Brasil e na Espanha. Nascido em Joinville (SC) em 1950.

Livro de poesias e fotografias artísticas em preto e branco.










Entrevista

Olá Maria Luiza. É um prazer contar, novamente, com sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Preto & Branco Colorido é um livro de fotografias artísticas e poemas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu quando os autores, que são amigos, se reuniram em torno de uma mesa de confraternização e observando as fotos a poeta falou ao fotógrafo: isso daria uma bela leitura na linguagem poética! Pronto nascia o projeto, unindo duas linguagens artísticas. A proposta final do livro é oferecer ao leitor a sua própria interpretação. A pergunta que faríamos: O que lhe sugere cada foto? quais os sentimentos que despertam as palavras de cada poema?

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O Livro feito por dois artistas, um fotógrafo e uma poeta foi nossa primeira experiência. Maria Luiza Kuhn tem vários livros editados. Esta obra realizada em conjunto foi uma deliciosa experiência. Esperamos que venham outras.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Infelizmente no Brasil ainda temos o hábito de leitura e apreciação da arte pouco desenvolvido. Nós artistas não podemos desistir. Temos que acreditar, divulgar e participar de eventos onde possamos apresentar e criar novos apreciadores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A autora já tem outros livros publicados pela editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Nosso livro é antes de tudo uma obra de arte. AS fotografias feitas na Toscana, na técnica P e B pelas lentes de um fotógrafo diletante (Ibere Condeixa) são de uma sensibilidade impar. O Leitor tem a oportunidade de apreciar estas fotografias e ler o que despertou a poética na escritora Maria Luiza. Quiçá, os leitores são convidados a fazer sua própria leitura! Assim o livro terá alcançado o objetivo que gostaríamos.

Obrigado pela sua participação.
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19 março, 2023

Andréia Marigo Grecco - Autora de: MEU NOME É MINGAU

Nascida em Ribeirão Pires (SP), é bacharel em Direito, escritora por amor, apaixonada pelos animais e pela natureza.
É mãe de vários pets, sua maior inspiração e o que fez surgir a latente vontade de escrever um livro de verdade. Entusiasta pela criação, pelo ato de fazê-lo, por acreditar e se dedicar a coisas que nunca tinha feito, tentou colocar em palavras, para eterniza-lo, todo o amor que sente pelos seus animais.




Mingau é um gatinho travesso, muito medroso e mesmo assim aventureiro, que vivesse metendo em confusão. Neste livro ele conta suas histórias e de sua família.
É uma leitura engraçada, emocionante e cativante.
Você vai se envolver com as trapalhadas desse gatinho diferente, maluquinho e muito especial. Uma história real, que vai te fazer amar esses bichinhos e ganhar mais amiguinhos para guardar no coração.




Entrevista

Olá Andréia. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Meu livro é uma narrativa descritiva, um retrato verbal de sentimentos que tenho pelos meus bichinhos. É uma sucessão de acontecimentos reais, onde Mingau o gatinho medroso e travesso conta suas histórias, aventuras e sentimentos e também fala de seus irmãos gatinhos e cachorrinhos. É uma história engraçada, emocionante e cativante.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A idéia de escrever um livro vem do gosto que sempre tive pela escrita, e mais primordial e importante a idéia de eternizar meus filhinhos de 4 patinhas, meus amores.
O público à que se destina minha obra é o público infantil, mas qualquer faixa etária que amar os animais como eu se identifica com o livro, com os personagens, porque vive ou vivenciou algo parecido.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Falando um pouco de mim, sou formada em Direito daí vem o interesse a aspiração pela escrita, o que me fez colocar em palavras meus sentimentos, poque realmente sou apaixonada pelos meus pets rsrsrs. Sou casada e tive muito apoio e ajuda do meu marido e de minha mãe para tornar esse sonho real.
Foi um sonho realizado, mas gostei tanto que sim, já tenho mais projetos no mundo das letras. O Mingau e seus irmãos pretendem contar muitas outas histórias, porque são tantas que não acabam nunca.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ainda acredito que a leitura de um livro não se perdeu totalmente neste tempo de tecnologia, existem pessoas que apreciam de verdade a magia de se ler um bom livro. É uma experiência única que todos deveriam experimentar, as crianças precisam ser estimuladas desde de pequenas, e ter um livrinho em suas mãos ao invés de um celular ou tablet, isso vem de uma cultura que precisa ser cultivada e incentivada.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Cheguei até a Scortecci Editora quando finalizado meu livro estava buscando como edita-lo e comentei com uma amiga e cliente (cliente porque também trabalho com estética), que me falou dessa editora, entrei em contato rapidamente, e gostei muito do trabalho deles.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido porque é uma história real, feita com muito amor, ele faz com que o leitor se envolva e goste ainda mais desses seres iluminados que são os animais, para o público refletir que eles precisam de respeito, que eles possuem personalidade, sentimentos, enfim precisam de carinho e atenção. Quem já os tem em casa, aproveitarem ainda mais sua convivência e entenderem melhor suas necessidades, eles precisam de amor e dão isso para nós incondicionalmente. E quem não tem um animalzinho em casa ainda, que se envolva com a história do Mingau e seus irmãos e queira adotar um amigo de verdade, para ser fiel e amá-lo.
São tantos animais que só estão esperando ter uma chance para encher sua família e seu coração de amor. Adote!!!! E leia um livro!!!
Meu nome é Mingau.

Obrigado pela sua participação.
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José Seráfico - Autor de: CHAMANDO À ORDEM

Contando quase 60 anos de experiência em órgãos impressos de comunicação social, o autor coloca nas páginas do livro o resultado de seu longo aprendizado no magistério, na direção de órgãos universitários, na sua passagem por entidades privadas e na advocacia.
Advogado (OAB-AM, 1.530), o autor é professor titular aposentado da UFAM, em cuja Faculdade de Estudos Sociais ministrou aulas no Curso de Graduação em Administração e cursos de pós-graduação. Desde 1961 frequentou redação de jornais (Jornal do Dia, Belém-PA, 1961-1964; A Crítica, Manaus-AM, 1971 até o presente, dos quais mais de 20 anos como editorialista), sem contar sua experiência como diretor de jornaizinhos estudantis - O CEPC, do Centro Cívico Honorato Filgueiras, do Colégio Estadual Paes de Carvalho, Belém, PA; Tablóide-UAP, da União Acadêmica Paraense, Belém. Dos dois foi diretor. É autor de quase 20 livros, de artigos, contos, poemas e memórias e participa com outros textos, inclusive ensaios de mais outras tantas obras.

CHAMANDO À ORDEM

A ditadura dispensa o Poder Judiciário. Este, pelas suas origens e as funções que desempenha na república, geralmente incomoda os autoritários. Não é outra a razão pela qual os ditadores tentam de toda forma calar o pronunciamento da Justiça, seja pela cassação dos direitos de magistrados, seja pela alteração na composição dos tribunais. Disso, todos os que estávamos vivos no período 1964-1979 podemos dar testemunho. Sofrido testemunho. O estado democrático de direito, ao contrário, é exigente de tribunais rigorosos, descomprometidos senão com a distribuição da justiça e a prestação jurisdicional voltada para o bem comum. A capacidade de interpretar as leis e aplicá-las aos casos que lhe compete julgar inscreve-se dentre as garantias dos direitos individuais e coletivos. Em consequência do arranjo constitucional que assegura a autonomia e a harmonia dos poderes, torna-se indispensável discernir as competências de cada um deles. Só isso reduzirá os riscos de um imiscuir-se na seara de outro, mesmo que sujeitos os seus integrantes a toda sorte de sedução. (“Estado de direito sob risco”)

Entrevista

Olá José Seráfico. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro é uma coletânea de textos publicados em diversos meios (jornais diários: A Crítica,  Manaus, AM; O Liberal, Belém, PA; Diário do Pará, Belém; boletins informativos: Gazeta Fazendária, SIFAM-AM; Jornal da Ciência, SBPC; A Voz do Advogado, OAB-AM, Manaus; blogs: www.carlosbranco.com.br; www.nagavea.com.br), sobre temas e problemas sociais, jurídicos, educacionais, políticos e econômicos, dos anos 1980 até hoje.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Na verdade, a ideia partiu do desejo de levar a outros leitores, que não os dos meios em que os textos foram publicados, minhas considerações sobre os temas tratados. O público potencialmente interessado são os que estudam os problemas e temas abordados, sejam profissionais ou não de alguma das áreas abrangidas. Também estudantes de Direito, Economia, Educação, Política e Ciências Sociais podem interessar-se por ler o livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Dois filhos tenho – um professor de Sociologia, outro advogado. Exerci ambas as profissões, advogado e professor. Militei na imprensa, desde os tempos de estudante secundarista (correspondente aos cursos básico e médio atuais), dirigindo jornalzinho impresso e com fotos. Depois de, com 12 anos, em companhia de colega de turma, ter criado O Clarim, “jornal” feito em papel pautado com quatro páginas diagramadas pelo outro editor, em um só exemplar, que circulava na turma (2ª, 2ª do Colégio Estadual Paes de Carvalho, Belém, PA, 1954). Dirigi, como universitário, e então já como copy-desk do Jornal do Dia (Belém.PA; 1961-1964) o Tabloide-UAP, no formato que o nome diz, oito páginas, com fotos em cores e diagramação imitativa dos diários das capitais. Desde 1971, colaboro com A Crítica, de Manaus-AM, primeiro como editorialista, por cerca de 20 anos; até hoje, como articulista semanal. Somente em 1992 publiquei meu primeiro livro (Memórias Talvez Precoces, CEJUP, Belém, PA). São registros de meus primeiros 22 anos, motivados pela prisão política que durou 60 dias, pela minha participação no movimento universitário. Minha vida literária, portanto, não realizou um sonho, mas foi uma espécie de destino. As árvores estão plantadas no quintal da casa em que moro há quase 50 anos, na capital amazonense. A produção literária está longe de ser esgotada, se eu quisesse reunir em coletâneas todos os textos produzidos desde algumas décadas e publicados nos vários veículos mencionados antes. Ainda assim, seriam enriquecidos com outros textos (poemas, palestras, contos, crônicas e artigos, alguns eventualmente editados no meu blog – página camarote).

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não creio fácil a vida do escritor, daquele que vive do que escreve e publica em livros, no Brasil. Suspeito, até, da veracidade da informação de que o número de leitores tem aumentado nos últimos anos. A não ser que os livros Diário, Caixa e Razão estejam incluídos nos levantamentos. Nem vejo muitas editoras, especialmente as maiores, interessadas genuinamente no crescimento do público leitor. É das pequenas e médias editoras que têm vindo os esforços mais significativos nesse sentido. Também observo que há mais gente interessada em difundir sua criatividade e suas ideias, quando percorro a internet e constato a quantidade de coletâneas editadas, nas quais textos dos mais diversos estilos são misturados, nem sempre com critério e com alto grau de heterogeneidade – seja em qualidade textual, seja em gênero literário, seja em apuro linguístico. 

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Fiquei sabendo da Scortecci pela internet. Buscava trabalho especializado e competente para pôr meu Veleidades Poéticas (2021) diante dos olhos do leitor, e, depois de tê-la vivido como a primeira experiência com a casa de João Ricardo Scortecci de Paula, a ela entreguei meus Nada é (nem será) Tão Feio, 2021; Chamando à Ordem, 2022 e, agora (fevereiro de 2023) em fase de produção, o (Des)encontros poéticos ou...

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Creio que a resposta à segunda pergunta desta oportuna entrevista e do questionário inteligente que me foi apresentado, satisfaz a curiosidade de todos. Resta-me apenas agradecer a oportunidade de dar a conhecer um pouco mais de mim aos eventuais interessados, e desejar que meus escritos não despertem pena. Apenas me agradaria saber de cada leitor, se os houver, que valeu a pena ter-me lido. Obrigado.

Obrigado pela sua participação.
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10 março, 2023

Cássia Marina Moreira - Autora de: A FOFOCA DA FOCA

É psicóloga formada na Universidade de São Marcos (1979). Especializou-se nos anos seguintes, na linha psicanalítica com abordagem psicodinâmica; para atender adolescentes e adultos. Em 1997, iniciou o curso de especialização em Terapia Floral, na Faculdade de Ciências da Saúde de São Paulo. 
Lançou o 1º livro:- Águas que transformam - conheça as essências vibracionais da natureza - Ed.Ágora. Em 2010 lançou o 2º livro: Essências Vibracionais DÁgua - Ed.IDEPES.
Pesquisadora na empresa www.essenciasdagua.com
Com muito carinho, escreveu também a Série Vira-Mundos, voltada ao público mais jovem, de livros infantis e infanto-juvenis -  A JOANINHA VIU O BEIJA-FLORAS BALEIAS EM ABROLHOSAS TARTARUGAS DE DAVIDONA ARRAIAENZO E O BAIACU ASSUSTADOUM PEIXINHO BEM ESPERTOZOEY FAZ UM AMIGUINHOZOEY VAI PARA A ESCOLA - com a seguinte dedicatória:
Às crianças de hoje, que herdarão o planeta e todos os seus desafios.

Focas são muito curiosas e parecem estar por toda parte, nas Ilhas Galápagos principalmente, foi por lá que Darwin fez grandes descobertas científicas, com os inúmeros animais endêmicos que habitam este arquipélago.
Este livro faz parte da série Vira-Mundos, do Sistema das Essências Vibracionais D`Água, uma linha de medicamentos vibracionais que trazem equilíbrio e bem‑estar, seja para o físico, seja para o mental, emocional e espiritual.



Entrevista

Olá Cássia Marina. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
A fofoca da foca faz parte da série Vira-Mundo. Trata de como fazer fofocas pode ser fácil e como ela se espalha quando são feitas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever veio da vivência como mergulhadora com as focas em Galápagos, a curiosidade destes animais é muito interessante e por vezes engraçadas e assustadoras. Esses livros da série Vira-Mundos é para todas as crianças ou adolescentes, afinal sempre terão um ‘toque’ de geografia que é matéria nas escolas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este livro é o mais recente da série Vira-Mundos, e outros estão vindo por aí. O 1° da série foi em comemoração aos 100 anos de vida que minha mãe faria em 2019, os outros todos estão vindo na sequência, com muita pesquisa e necessidade de mostrar às crianças que existem seres na natureza que precisam de conhecimento e respeito, para que a preservação do planeta seja eficaz, afinal as crianças herdarão a Terra e todos os seus desafios.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Difícil sem dúvida, ser escritora de histórias infantis e para o setor infanto-juvenil é um desafio constante. Precisa agregar realidade e curiosidades pouco vistas para trair a atenção, e assim ser valorizada, uma pequena semente pode se tornar uma grande e frondosa árvore. Aulas de geografia por exemplo me levaram a querer conhecer o mundo, outros povos
suas peculiaridades e o que existe em lugares diferentes, e assim sair do quintal de minha casa.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Tudo é uma história ou pode se tornar uma, me disse uma amiga, certa vez, então em 2004/2005 estava procurando uma editora para publicar um livro sobre meu trabalho com as Essências Vibracionais D’Água, e passando na rua ouvi o barulho das prensas, conversei com pessoal e ainda não era possível para a Scortecci fazer este tipo de trabalho. Mas como
sempre passava na porta e perguntava, um dia ela se abriu e em 2019 publiquei o 3° livro neste assunto e o 1° título para crianças - As Baleias em Abrolhos, dando início a série Vira-Mundos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Procuro escrever livros que mostrem como existe coisas na natureza que precisamos educar os olhos, mente e até nosso espírito para podermos “ver” de fato. Como aquela Foca, por exemplo, que não contente em ver algo diferente no seu habitat, nadou rapidamente e trouxe outras tantas focas para ver o que havia no pedaço de mundo delas que estava fora de seu contexto. A mensagem dos livros da série Vira-Mundos, é despertar a atenção, exatamente como as bolhas do cilindro dos mergulhadores foram capazes de atrair as focas para que fizessem a maior fofoca entre elas. É preciso despertar a curiosidade das crianças com dados reais, atrativos, para que vejam como o planeta é lindo e como precisa de cuidado.

Obrigado pela sua participação.

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