31 outubro, 2024

Douglas Rossetto - Autor de: TABUADA COM ASTRONOMIA

Douglas Rossetto

O Professor é matemático, físico e filósofo. Escritor e divulgador científico, é Editor-chefe da revista científica "Queen off lhe Science".
Suas obras literárias versam sobre Matemática, Física, Astronomia, Tecnologia, Astrobiologia e História da Ciência.

Tabuada com astronomia

É um livro encantador que combina o aprendizado da aritmética com as maravilhas do universo.
Através de uma abordagem lúdica e divertida, o livro contextualiza operações matemáticas básicas, como a tabuada, com fascinantes curiosidades sobre astronomia.
Os leitores embarcarão em uma jornada pelo Sistema Solar, explorando planetas, asteroides e a galáxia Via Láctea, enquanto resolvem problemas matemáticos.
Cada capítulo apresenta informações intrigantes sobre corpos celestes e fenômenos astronômicos, tornando o aprendizado da matemática uma aventura emocionante.
Ideal para crianças e jovens curiosos, este livro transforma a aritmética em uma experiência intergaláctica, despertando o interesse tanto pela matemática quanto pela ciência do espaço.

Entrevista

Olá Douglas. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O “Tabuada com Astronomia” é o primeiro livro da Coleção “Duetos Científicos”. Neste trabalho são abordados conceitos elementares da Aritmética, tais como os números inteiros, as operações básicas e, claro, as Tabuadas. O livro apresenta noções básicas da Aritmética contextualizadas com questões gerais sobre a Astronomia. Assim, curiosidades sobre o Sistema Solar, a nossa Via Láctea, bem como de outras estrelas e galáxias são apresentadas de modo divertido e instigante.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever o livro surgiu ao longo de minha carreira a partir de minhas experiências ao ministrar aulas de matemática e física.
Falar sobre ciência, em especial a Astronomia, sempre instigou a imaginação dos alunos e facilitou a abordagem pedagógica aos conceitos elementares da Aritmética.
Esta obra serve aos estudantes do Ensino Básico, bem como para qualquer leitor, independentemente de seu nível escolar!

 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou natural de São Paulo e atuo na Educação há mais de trinta anos. O “Tabuada com Astronomia” é o meu décimo trabalho publicado.
Atualmente trabalho com pesquisa em Astrofísica e Exobiologia. Meus trabalhos publicados estão direcionados à Física, Matemática e Divulgação Científica.
Sou fundador e editor-chefe da revista científica “Queen of the Sciences” Magazine.


O que te inspira escrever?
A pesquisa e a divulgação científica são um objetivo de vida! Pesquisar sobre o Universo e apresentar as novas descobertas é fundamental para o progresso da Humanidade.
Então, tento, modestamente, contribuir com essa missão!

 
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Certamente merece! A Astronomia é uma ciência fascinante e, nos últimos anos, os avanços nas pesquisas sobre exoplanetas e o espaço profundo tem, cada vez mais, instigado a curiosidade das pessoas ao redor do Mundo. O “Tabuada com Astronomia” traz, de modo lúdico, informações, sempre contextualizadas com a Aritmética, sobre o Sistema Solar e diversos outros objetos astronômicos, de modo divertido e instigante.
 
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conheço e trabalho com a Editora há mais de uma década. A mesma foi indica por amigos.

Obrigado pela sua participação.

Leia Mais ►

26 outubro, 2024

LuCastro - Autor de: "HORSES" E DIVÓRCIOS

LuCastro

Nome literário de Luiz Eustáquio de Castro é mineiro, vive nos EUA é autor de vários livros editados pela Editora Scortecci.
 
 
 
 
 
 
 
 

Horses e divórcios

Breve fictícia peça teatral cujo cenário é uma região dos Hampton (NY). Narra a vida conjugal de um grupo de casais amigos em via de desintegração conjugal. Os personagens brincam no texto com sexy-lidade e equidade metafórica às voltas do planeta divórcio necessitados demais “paramesian cheese”.

 
 
 
 
 
Entrevista

Olá Luiz. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O meu novo livro trata-se de uma breve peça teatral envolvendo alguns casais de amigos as voltas do “time away” ou seja, as voltas da emocional distância ou do divorcio propriamente dito. E claro com os seus muitos elementos que os faz “cavalgar na Patagonia.” Horses “& amp; Divorcios faz claro que o rompimento conjugal descarta a lua-de-mel como presente de casamento. Ademais muitos homens julgam ser o fracasso do casamento uma real “head dick”.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Digo que o escritor tem que star com os seus “sextos” sentidos atentos sob a vida prática das pessoas e transpô-la para o papel. Por exemplo tomando um drinque num determinado bar da “great city” pode-se inspirar-se no tema frágil da vida compartida.
Ainda digo que é o livro e o que atira no alvo das pessoas de acordo com o seu gênero literário e não no escritor. Almejar o público para mm em particular seria ousadia ou um querer demasiado ou ainda uma vaidade, e sabe por quê? Porque isto acontece mais com os candidatos à presidência da república de um país. E no mais o pais do livro está em outro mapa por ele ser mais sublime e possuir nos dedos das suas mãos as suas alianças das defesas.

 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sempre inspirar-me e escrever pois nunca irei parar porque as palavras não se estacionam muito menos na mente e na alma e no mundo carente de justiça. Nunca sonhei viajar com as minhas obras em alto mar talvez o primeiro sonho que tive foi aquele que me faz de verdade acordar com a palavra na boca e detectar que ela pode ser aplicada para transformar para melhor a vida do ser humano que vive debaixo do radar das pressões sociais.

O que te inspira escrever?
Inspiro-me em tudo aquilo que passeia no coração da história e nos seus “zuns-zuns” até mesmos nas caricaturas políticas estilizadas nos “halloweens pumpkins”.
 
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Jamais seria eu o escritor que faria tal reivindicação para que os meus novos livros seja lido isto por ia-me numa situação oportunista dos que sempre tiram vantagens no meio dos “grandes” e eu me considero pequeno ainda mais diante de Deus e no mundo brasileiro das letras acadêmicas imortais.
 
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Ter chegado a editora Scortecci foi o mesmo que ter-me ingressado na escola do saber, aliás amo as pequenas editoras e os sonhos de realizações dos que nelas investem, “hello, autora Joanne K. Rowlling do Harry Porter” ninguém melhor do que ela para responder esta questão.

Obrigado pela sua participação
Leia Mais ►

25 outubro, 2024

Eliane Gauze - Autora de: CAXAMBU, O PALHAÇO

Eliane Gauze

Nome literário de Eliane Somacal Marcondes Gauze nasceu em 12 de abril de 1969.
Possui graduação em Letras: Português/Inglês pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Especialização em Metodologia do Ensino de Língua Estrangeira e em Arte, Educação e Terapia. É mestre em Linguística tendo como objeto de pesquisa a narração do texto clássico nos filmes infantis.
Professora/ alfabetizadora e no ensino da Língua Inglesa e, também, lecionou por 2 anos na Faculdade de Pato Branco, na disciplina de Artes Cênicas no curso de Publicidade e Propaganda.
Atriz - diretora de teatro, conduziu a companhia Atlaspatoart por 12 anos, participando de festivais, mostras e eventos em diversos estados do Brasil. Foi membro da Federação de Teatro do Sudoeste do Paraná.
Escritora, começou a escrever textos do gênero teatral, tendo hoje diversos textos escritos e dois livros desse gênero publicados: A Caixa Mágica e As Cinzas do Tempo.
É contadora de histórias infanto-juvenis e tem diversos textos escritos que agora começou a publicar.
É membro da ALAP – Academia de Letras e Artes de Pato Branco - PR. Fez parte do Conselho Estadual de Cultura por 4 anos e Diretora de Cultura no Município de Pato Branco por 8 anos.
Esperantista, participou de diversos congressos internacionais e foi membro da organização do Congresso Mundial de Jovens Esperantistas realizada em Pato Branco - PR, citada na revista Isto É em agosto de 2000.

Caxambu, o palhaço

O palhaço Caxambu nasceu para fazer espetáculos, e, o que mais ele gosta de fazer é mágica, porém, ainda está aprendendo e com grande sonho: O de tirar de uma caixa mágica um coelho azul. Por isso o cenário principal é o próprio palco com a brincadeira de que o leitor é o público.
O texto é uma desconstrução de algumas fábulas e da própria ideia de que errar é vergonhoso. Parte da ideia do tentar sem ofender o outro.
Assim, com tentativas e erros ele vai lidando com as próprias expectativas e eliminando a vergonha que sente quando não consegue executar as pequenas ações a que se propõe.
 

Entrevista

Olá,  Eliane. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
A história de um palhaço que quer ser mágico e que erra.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Desconstrução de histórias infantis (fábulas).
Precisava escrever um texto de teatro.

 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Escrevo textos de teatro desde 1998.
Escrevi diversos textos infantis, porém esperei até encontrar uma editora que eu sentisse afinidade e que eu estivesse no fim de carreira para iniciar outra: A de escritor.
Hoje pesquiso e revejo os textos para enviar para a editora.
Compromisso com os pequenos leitores é um lema
.

O que te inspira escrever?
A vida, as crianças, a natureza, Deus.
 
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Adoraria que as crianças (jovens) lessem.
É uma história que inspira as pessoas a acreditar em si mesmas.
Não é apenas uma desconstrução textual, apesar de estudantes de letras podem ver o texto como os textos dentro de um texto, é mais que uma história, é uma brincadeira.

 
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Pela Internet.
Pesquisei a seriedade da editora.
Entrei em contato e de pronto fui atendida.

Obrigado pela sua participação.

Leia Mais ►

17 outubro, 2024

Francinilda Santiago - Autora de: A CINDERELA PRETA DO BRASIL

Nome literário de Francinilda Santiago Lopes.
É natural de Fortaleza, graduada em Letras pela Universidade Estadual do Ceará — UECE. Pós-graduanda em Literatura e Ensino pelo Instituto Federal Rio Grande do Norte — IFRN. Membra do grupo Canal Sororidade e Coletivo Mulheres Maravilhosas.
 
 
 
 
A Cinderela Preta do Brasil

Ilustrações: Laysla Karen Santiago Lopes
Este livro conta a história de uma menina preta, pobre e periférica, que muito amava a leitura. Quando ela lia os livros, parecia que se transportava às nuvens. Nas horas vagas ajudava a mãe nos trabalhos domésticos, e mesmo quando tinha tempo para brincar com outras crianças, preferia a leitura. Apesar das dificuldades, ela conseguiu transformar sua vida através da leitura e da escrita. A sua história de vida ficou registrada num livro chamado Quarto de Despejo, que foi exportado para vários países. Sonhar e acreditar que pode mudar o mundo ou criar um mundo novo através da leitura, uma lição de vida deixada por Carolina Maria de Jesus.
 
Entrevista
 
Olá Francinilda. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Meu livro aborda uma temática muito importante na contemporaneidade que é a questão do preconceito racial e de gênero, por isso trago a história de uma das mais importantes escritoras da literatura brasileira: Carolina Maria de Jesus, mulher preta, pobre, periférica, que conseguiu expor sua arte para o mundo. A ideia é apresentar a leitura literária feminina aos anos iniciais do Ensino Fundamental I, por ser ainda pouco explorado nessa etapa da educação.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu depois da minha participação em uma Coletânea para homenagear mulheres pretas que foram silenciadas, e que também marcaram historia na literatura brasileira; eu fiz um texto homenageando a escritora Carolina Maria de Jesus, e durante a apresentação do meu texto fui orientada pela a organizadora do evento, a transformá-lo em um conto para o público infantojuvenil. Gostei muito da ideia e assim o fiz.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou formada em Letras Português/Literatura pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e pós-graduada em Literatura e Ensino pelo Instituo Federal Rio Grande do Norte (IFRN); escritora participante do Coletivo Mulheres Maravilhosas em várias antologias; autora do livro a Cinderela Preta do Brasil, que foi um sonho realizado, o primeiro de muitos, pois já tenho projetos para outras obras.

O que te inspira escrever?
A escrita pra mim sempre foi uma terapia. É uma fuga do mundo real; um mergulho no imaginário, ocasião em que me esqueço dos problemas… na minha escrita imortalizo meus sonhos. A minha maior inspiração é o meu amor pela minha netinha Laís, a quem dediquei o meu primeiro livro solo; fiz também para ela poesias os quais publiquei em Coletâneas.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, evidentemente! Penso que através do meu livro pode-se trabalhar desde a educação infantil, a questão do preconceito e da descriminação.
Além de ser um livro de texto sintético, traz uma mensagem de relevante importância para as crianças da contemporaneidade; um detalhe interessante: as ilustrações foram feitas por uma menina de doze anos, chamada Laisla Karem, ela ama a literatura e a arte de desenhar. A suas
ilustrações são simples, sem uso de tecnologias.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei à Scortecci pelas redes sociais, e posso dizer que estou muito satisfeita com o profissionalismo da editora, o trabalho é excelente.
Parabenizo a todos da equipe.
 
 Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

15 outubro, 2024

Alda Maria Francisco Alves - autora de: SOPHIA E SUA AMIGA: A LAGARTIXA

Alda Maria Francisco Alves

É neta dos italianos Lugia e Enrico Marchi, mas, nasceu em Penápolis, SP, filha de Rosalina Marchi e Osterno F. Alves. É divorciada.
Estudou Letras na Faculdade FUNEPE, é, Advogada, formada pela Faculdade Toledo de Araçatuba, SP, tendo lecionado, durante 32 anos e advogado durante 44 anos.
Tem três filhos: INGRID, KARHINA e ERICK RHEINLANDER.
Tem quatro netos: MURILLO GABRIEL RHEINLANDER BORGES, STELLA E SOPHIA GOODHART que moram em NY) e ENRICO BANEZA RHEINLANDER. A autora gosta muito de ler, ler, ler, ler, e escrever e, atualmente está escrevendo uma biografia dirigida aos jovens, e organizando um livro de poemas. Um dos seus hobbies preferidos e viajar e viajar muito.
O que mais gosta? E contar histórias, principalmente a HISTORIA DO PRATO AZUL POMBINHO da poetisa CORA CORALINA, a qual conheceu através do seu pai OSTERNO, e conviveu nos anos setenta e oitenta. Gosta de participar de saraus realizados pela APL que é a Academia Penápolis de Letras de Penápolis.

Sophia e sua amiga: A lagartixa

Sophia chegou de uma festa de aniversário e cansada se deitou e dormiu. Deixou os doces que trouxera da festa em cima da cama. Quando acordou foi pegar um docinho, mas, pegou foi uma lagartixa. assustada chamou a mãe. A história explica que as lagartixas fazem bem ao homem, pois, comem bichinhos. E, que se a lagartixa perder o rabinho ele cresce de novo.
 
 
 
 

Entrevista

Olá Alda Maria. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci
 
Do que trata o seu Livro?
O meu livro SOPHIA e sua amiga a Lagartixa é um livro infantojuvenil , porque fala sobre os cuidados que devemos ter com as lagartixas porque elas comem bichinhos e que se ela perder o rabinho, ele crescerá novamente..

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu porque minha neta Sophia tinha medo de Lagartixa e não sabia que quando ela perde o rabinho ele cresce de novo . Fiz o lançamento do livro e, quase 50 pessoas compareceram e compraram o livro. O livro se destina as crianças e também aos adultos. Uma pessoa disse: tenho quase 80 anos e só agora soube que a lagartixa perde o rabinho.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Estou preparando um livro de poemas. Um livro de micro contos e, terminando de corrigir a biografia da minha filha, e, juntas vamos lançar a biografia com dicas para ser modelo profissional. Minha filha foi modelo da Ford durante 26 anos.

O que te inspira escrever?
Gosto muito de ler e talvez seja isso que me inspira a escrever.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O meu livro SOPHIA e sua amiga a Lagartixa merece ser lido por que ele é educativo e ele foi feito na Scortecci com ilustração da Paloma Dalton e todos que estiveram no lançamento do livro ficaram encantados com a história..

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Como estou sempre lendo e leio também o nome onde foi editado o livro, acabei por ler o nome da Editora Scortecci na referida obra.
Fui muito bem atendida por todos por watts e por telefone, mesmo morando, a quase 500 km de São Paulo. Agradeço muito..


Obrigado pela sua participação.
 
Leia Mais ►

13 outubro, 2024

Silvio Silva - autor de: O CHEIRO DA NOITE

Silvio Silva

Nasceu em 1963, estudou em escola pública e chegou a cursar, no nível superior, os cursos de biblioteconomia e ciências saciais; foi bancário da década de 1980 e oficial de justiça posteriormente; é aposentado; tem uma filha; foi agraciado com menção honrosa no Prêmio Sesc 2007 e com a primeira colocação no Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura 2016; publicou os livros Rito de Passagem, A Floresta No Fim da Rua, e Inês Olhos de Mangá.

O Cheiro da noite

Trata-se de livro de contos, com temática distinta, mas que tem como fio condutor a vida nas periferias das grandes cidades do país, as relações sociais, econômicas, amorosas de parcela da população nos locais mais esquecidos da geografia urbana.
 
 
 
 
 
 

Entrevista

Olá Silvio. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci
 
Do que trata o seu Livro?
O meu livro é uma coletânea de 15 contos, todos escritos entre 2022 e 2024, que abordam vários assuntos, principalmente a violência urbana.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever O Cheiro da Noite surgiu da necessidade de adaptar-me a uma nova realidade: o tempo ocioso a partir da minha aposentadoria; este livro se destina, basicamente, a estudantes do segundo grau e pessoas que se interessam pela dinâmica das relações interpessoais no cotidiano das periferias.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu comecei a escrever tarde, aos 45 anos de idade, mais ou menos; atualmente aposentado do serviço público, eu dedico mais tempo à escrita; tenho outros 3 livros publicados: Rito de Passagem (contos), A Floresta no Fim da Rua (romance) e Inês Olhos de Mangá (romance); meus textos já foram agraciados em vários concursos, inclusive com menção honrosa no Prêmio Sesc 2007 e primeiro lugar no Prêmio Governo de Minas Gerais 2016.
 
O que te inspira escrever?
O que me inspira são a força, a beleza e a coragem das pessoas comuns na luta pela sobrevivência; e adramaticidade que pode nascer das relações humanas em condições extremas, mas também em condições normais.
 
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que meu livro tem uma visão atenta da realidade urbana em que vivemos e, até onde eu sei, é escrito numa linguagem moderna, original e de fácil entendimento.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Publiquei meu primeiro livro Rito de Passagem) pela Editora Scortecci em 2007; se não me falha a memória, eu soube do zelo e da seriedade desta empresa através dos comentários de amigos, que já haviam publicado neste selo.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►