22 janeiro, 2026

Toninho Muniz - Autor de: MOSAICO POÉTICO

Nome literário de Antônio Carlos Muniz.
É escritor brasileiro, natural de Recife (PE) e radicado em São Paulo desde os dois anos de idade.
Com sólida formação acadêmica e vasta experiência profissional no campo da educação e do mercado financeiro, encontrou na literatura uma forma autêntica de refletir sobre a vida e traduzir emoções em palavras.
Em Mosaico Poético, sua obra de estreia, reúne poemas, sonetos e prosas que transitam por temas universais como amor, tempo, memória, desejo, política e natureza. Com sensibilidade e linguagem acessível, Toninho convida o leitor a percorrer os fragmentos da existência humana e a reconhecer, em cada texto, um espelho de suas próprias vivências.

É uma coletânea sensível de versos, sonetos e prosas que exploram sentimentos universais — amor, tempo, desejo, política, memória e natureza. Em linguagem simples e tocante, Toninho Muniz transforma emoções e experiências cotidianas em poesia, revelando que a beleza da vida está nos pequenos detalhes e nas conexões humanas que nos tornam inteiros.





ENTREVISTA

Olá Antônio Carlos. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Não é um livro linear, nem pretende contar uma única história. Ele reúne textos curtos — poesias, prosas poéticas e crônicas — que abordam memórias, afetos, cotidiano, desejo, contradições e o passar do tempo. Cada texto funciona como uma peça independente, mas, juntos, formam um retrato humano, imperfeito e verdadeiro. É um livro sobre sentir, lembrar, observar e aceitar que somos feitos de partes.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu sem a pretensão de escrever um livro. Eu escrevia para organizar pensamentos, registrar sentimentos e dar forma a inquietações do dia a dia. Com o tempo, percebi que esses textos, embora diferentes entre si, conversavam. Eram fragmentos de um mesmo olhar sobre a vida — daí o conceito de mosaico.
O livro se destina a leitores que não buscam respostas prontas, mas identificação. Pessoas que gostam de ler aos poucos, abrir o livro em qualquer página e se reconhecer em pequenas verdades, silêncios e contradições.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou alguém que escreve depois de viver. Trago para a escrita as experiências de quem foi filho, pai, marido, profissional e observador atento do cotidiano. Mosaico Poético é, sim, um sonho realizado — o primeiro livro publicado —, mas não um ponto final. Ele abriu espaço para novos projetos literários, com uma escrita cada vez mais consciente da própria voz e daquilo que desejo provocar no leitor: reflexão, pausa e reconhecimento.

O que te inspira escrever?
A vida comum. O que parece banal à primeira vista. Uma conversa, uma lembrança, uma dúvida, uma contradição interna. Escrevo quando algo me inquieta. A escrita surge como uma maneira de compreender melhor o mundo e, principalmente, a mim mesmo.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que o livro merece ser lido porque não tenta ensinar nem convencer. Ele acolhe. Seu diferencial está na honestidade: não há personagens idealizados nem sentimentos maquiados. O leitor pode entrar e sair do livro sem compromisso, encontrar um texto curto e, ainda assim, levar uma reflexão consigo. Mosaico Poético convida à leitura sem pressa, como quem observa a própria vida por ângulos diferentes.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei à Scortecci buscando uma editora que respeitasse o autor iniciante, a diversidade de estilos e a identidade da obra. Encontrei uma casa editorial com tradição, seriedade e abertura para projetos autorais. O diálogo foi natural, e percebi que ali o Mosaico Poético poderia nascer exatamente como foi concebido: livre, humano e verdadeiro.

Obrigado pela sua participação.

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