03 agosto, 2026

Alcidéa Miguel - Autora de: HISTÓRIAS QUE OUVI E VIVENCIEI II

Alcidéa Miguel
É escritora, musicista e professora brasileira nascida em Vitória (ES) em 1962. Ela se destaca por sua atuação na literatura afro-brasileira, em projetos de arte-educação e como apresentadora do programa Samba da Hora.
É formada em Artes e Música e Pós-graduada em Arte, Educação e Cultura. 
Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (cadeira 25), Academia de Letras e Artes de Praia Grande (cadeira 16) e Academia Internacional de Literatura Brasileira (membro 0563). 
Atuo como Escritora Afro-brasileira, Cantora, Saxofonista, Violonista, Regente, Compositora: tendo lançado álbuns como Mais que maravilhoso (2016) e EPs recentes como Alcidéa Miguel Canta Jorge Florêncio (2026).
Apresentadora de Rádio e TV, Atriz, Modelo, Contadora de Histórias e Palestrante.
Publiquei 13 livros solo para o público adulto e infantil; e participei de mais de 50 Antologias no Brasil, Argentina, Portugal e Itália. Recebi Prêmios e Homenagens por meus trabalhos e Obras em diversos estados do Brasil.

OBRAS
Ainda há tempo para a esperança. Scortecci Editora, 2012.
– O artista é você. Editora Nova Literarte, 2016.
– Eu também chorei na escola. Editora Giostri, 2000.
– Ser mulher. Scortecci Editora, 2018.
Sampa em contos e crônicas negras. Scortecci Editora, 2019.
Um amor feito tatuagem. Scortecci Editora, 2020.
O Diário dos Meus Crespos Versáteis. Scortecci Editora, 2021
Essa tal diferença. Scortecci Editora, 2021.
- Histórias que ouvi e vivenciei. Scortecci Editora, 2023
- Crespinhos na escola. Scortecci Editora, 2024
- Dáfiny, a nova descoberta. Scortecci Editora, 2024
O Que Há em Mim. Scortecci Editora, 2025

ANTOLOGIAS
– Cadernos Negros 38. Quilombhoje, 2015.
– Cadernos Negros 40. Quilombhoje, 2017.
– Tempo insólito: antologia de poesias, contos e crônicas. Scortecci Editora, 2018.
 Meu contato Instagran: @alcideamiguel

Histórias que ouvi e vivenciei II

O volume II de Histórias que ouvi e vivenciei, de Alcidéa Miguel, apresenta vinte e uma narrativas escritas em épocas distintas, com variadas temáticas: cotidiano, animais, amor, pessoas em situação de rua, vida profissional, saúde, família, esporte, persistência, fé, coragem, discriminação racial... São temas comuns, mas não banais, que convidam o leitor a pensar nas nuances da vida, capacitando-o a encarar o amanhã. Os contos e crônicas deste livro são fruto de longas e curtas conversas em esquinas, consultórios, trabalho, abraços, que a autora costurou com fios de ficção, para a verdade brilhar e, assim, contar a história de todos nós. Alcidéa nos envolve em emoção e suspense, proporcionando encorajamento, esperança, reflexão, identificação e superação, certa de que, ao longo das páginas, o leitor encontrará em uma ou mais das narrativas sua própria história.

ENTREVISTA

Olá Alcidéa. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
A obra apresenta vinte e uma narrativas escritas em épocas distintas, com variadas temáticas: cotidiano, animais, amor, pessoas em situação de rua, vida profissional, família, esporte, saúde, persistência, fé, coragem, discriminação racial, superação...
Que convidam o leitor a se envolver nas nuances da vida o capacitando a encarar o amanhã.
As histórias deste livro são frutos de longas e curtas conversas em esquinas, consultórios, trabalho, abraços, costurados com fios de ficção, para a verdade brilhar e assim, contar a história de todos nós.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Eu já havia escrito o primeiro volume da obra, por sinal, muito bem aceito pelos leitores - disponível na Editora Scortecci; mas, ao concluir essa etapa, percebi que a história ainda tinha muito a dizer. Surgiu, então, a necessidade de escrever o segundo volume, não apenas como uma continuação, mas como uma forma de aprofundar personagens, desenvolver temas que permaneceram em aberto e oferecer ao leitor uma experiência mais completa. O segundo livro nasceu de maneira natural, como um desdobramento inevitável da narrativa iniciada no primeiro.
Cada história aqui contada teve o seu término – mas não encerrou. Permanece como uma interrogação que aceita perguntas, conselhos, direções, respostas sendo algumas definitivas, outras não; talvez porque alguns personagens vieram de conversas ouvidas por inteiro, outras conversas pela metade, pelo silêncio, por um gesto, por uma música...
Algumas histórias entraram discretamente, de mansinho como tomando um cafezinho, à espera de um metrô, outras vieram pelo tempo de convivência.
Escrevê-las foi um exercício de escuta, meu perfil característico que todos logo percebem e iniciam o diálogo.
Ouvir sobre as pessoas me moldam para o presente e para o futuro. Me transportam ao passado, e a minha experiência traduzida para a escrita me ajuda a alcançar o mundo.
Histórias que ouvi e vivenciei II destina-se à partir da juventude.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sinto-me realizada em concluir a minha 16ª obra literária solo e por participar de mais de sessenta antologias no Brasil, Malta, Argentina, Itália, Portugal e Alemanha; dentre elas Cadernos Negros. Minha escrita transita entre poesia, contos, crônicas e romance, para o leitor infantil e adulto, sempre marcada pela força da escrita afrobrasileira. Membro de importantes instituições literárias, como a Academia de Letras da Grande São Paulo (cadeira 25), Academia Internacional de Literatura Brasileira (0563), Academia de Letras e Artes de Praia Grande (cadeira 16) e Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande. Coleciono prêmios e reconhecimentos na trajetória artística como Escritora, Musicista, Atriz, Cantora, Palestrante, Locutora e Contadora de Histórias.
Meus trabalhos estão disponíveis em plataformas digitais e redes sociais. Instagram: @alcideamiguel
Trata-se de um projeto no mundo das letras voltado a alcançar o mundo e especialmente o ambiente escolar, levando a literatura como uma ferramenta viva de diálogo e igualdade social - tendo a música e as palestras como estratégias para conectar, sensibilizar e transformar.

O que te inspira escrever?
As pessoas me inspiram a escrever, porque em cada olhar, silêncio ou gesto existe uma história para ganhar voz, e o meu ouvido pronto para ouvir. Contradições, dores invisíveis ou visíveis, beleza e simplicidade do cotidiano. Amo me conectar com a humanidade dando vida às palavras, sendo uma das formas de tentar compreender a alma humana. “Toda história só se conclui quando encontra quem a escuta” (Alcidéa Miguel).

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, o livro merece ser lido. A especialidade desta obra é tocar a alma do leitor através de uma paleta de sentimentos – onde a empatia se destaca como a chave para compreender o mundo do outro. Histórias que abrangem todos os assuntos, inclusive na pág 45 eu o ilustrei com um desenho feito por mim sobre a história de amor "Além das cortinas". Enfim todas as histórias são brilhantes e reflexivas. O prefaciador é um grande exemplo de empresário e escritor Milton Bigucci, que também nos trouxe grande riqueza engrandecendo este trabalho.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Através de uma amiga - diretora da Faculdade onde eu lecionava: Profa. Hilda.
Iniciei minhas publicações pela Scortecci Editora no ano de 2012 e continuo até hoje.
Publicações mais recentes: “O que há em mim” (Poesias) “Crespinhos na escola" (Infantil)

Obrigada pela sua participação.
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01 agosto, 2026

Antonieta Costa Araújo - Autora de: CAPPY, A CAPIVARA DO BREJO ALEGRE

Antonieta Costa Araújo
Nasceu em Três Lagoas, MS, em 1936. Filha de Maria do Carmo Gonçalves Preza Costa e Sabino José da Costa. Sua infância foi tranquila e feliz no seio de sua família, cursando suas aulas com regularidade até completar o Curso Superior em Letras na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Lecionou na Escola E. “2 de julho”, hoje Escola E. Afonso Pena onde se aposentou após trinta anos de magistério. Possui oito livros publicados, o mais recente, As Aventuras de Tuiuiú Tuta, publicado pelo Grupo Editorial Scortecci.

Ilustrações: Paloma Dalbon
O Brejo Alegre foi o lugar mágico escolhido por dona Cappy para ter suas filhas: Catita, Pitica, Vanusa e Raína. Juntamente com os amigos queridos, a professora dona Coruja e o guarda Leo, elas são criadas em um ambiente de beleza e harmonia até que cada uma siga seu próprio caminho, como profetizado pela sábia professora.




ENTREVISTA

Olá Sra Antonieta. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Sra. Antonieta, gostaria de saber como e quando que começou a sua vontade de escrever e publicar os seus livros?
Quando eu ganhei uma coleção de livrinhos infantis de Monteiro Lobato de meu pai que também era um grande leitor e a partir desse momento me apaixonei pelos livros e passei a viver rodeada deles.

Aos 90 anos a senhora acaba de publicar o seu mais recente livro para o público infanto juvenil, “Cappy, a capivara do Brejo Alegre”. Como é continuar escrevendo e publicando os seus livros até os dias de hoje?
É como se eu estivesse contando histórias para os pequenos leitores de uma biblioteca e me divertindo muito.

Nesse seu último livro, a fauna e flora brasileira estão um tanto quanto presentes na obra. Por que escolher este tema para um livro para infâncias?
Porque costumo visitar a maior lagoa de minha cidade (Três Lagoas/MS), onde existem uma fauna e flora que me lembram o lindo Pantanal do meu estado de MS. Além do mais, meu desejo é revelar o encantamento com a nossa biodiversidade, como também lançar aos pequenos, a semente da conservação da nossa maravilhosa natureza.

Pode falar um pouco mais sobre o livro “Cappy, a capivara do Brejo Alegre”?
Surgiu esta ideia quando houve um concurso para o melhor apelido para a capivara mais bonita de uma lagoa. Assim, dei continuidade nos meus escritos sobre a capivara Cappy.

Deseja continuar escrevendo mais livros para o público infantil?
Sim, mas também para leitores juvenis e poesias para adultos.

Deixe uma mensagem para os pequenos e jovens leitores.
Eu sempre fui frequentadora de boa leitura e principalmente de livros bem escolhidos em livrarias que são meu passeio preferido.

Obrigada pela sua participação.
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27 julho, 2026

Ivone Duarte - Autora de: CONTANDO SONHOS DE CRIANÇAS

Ivone Duarte
Quando jovem, sonhou alfabetizar crianças. Então, ela ingressou no Magistério e realizou
este sonho.
Depois, madura, sonhou em ajudar as pessoas na luta por seus direitos. Graduou-se em Direito na UERJ, e pôde conquistar este sonho.
Hoje, é Procuradora Aposentada da Procuradoria Geral do Município do Rio de Janeiro, cidade que ama, e sonha em ter seu livro apreciado com carinho por seus leitores.

Contando Sonhos de Crianças
Ilustrações: Isabella Karine, André Motta Cruz e Rafael Motta Cruz
Diante da vida, as crianças têm lindos sonhos, e, nas suas histórias, sonham também os animais e os brinquedos. Vamos ler seus sonhos neste livro? Esta é a primeira publicação de alguns de seus contos e poemas dedicados às crianças. Contando sonhos de crianças, a autora espera emocionar os jovens leitores.


ENTREVISTA

Olá Ivone.

Do que trata o seu Livro?
Neste livro falo de sonhos de crianças.
Para este livro, compilei apenas dois contos e dois poemas sobre esse tema, dos que que inventava, escrevia e lia para meus filhos quando eram pequenos.
Guardei esses cadernos, e, como disse na sinopse: crianças têm lindos sonhos e nas suas histórias sonham também os animais e os brinquedos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia vem de longa data. Eu fui professora de alfabetização e sempre lia para meus alunos e os incentivava a desenhar o trecho que mais gostavam.
Essas histórias e poesias, ficaram guardadas, durante muitos anos, nos cadernos em que costumava usar para escrevê-las e que minha filha pequena gostava de ilustrar com seus desenhos infantis.
Com esta primeira publicação, procuro alcançar o público infantil, acendendo nele o desejo de ler e de também escrever seus sonhos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Este é o meu terceiro livro publicado, que, ao contrário dos dois anteriores, que falavam sobre a Vida e o Tempo por meio de Poemas, este é o primeiro dirigido a crianças pequenas, mas que também pode ser apreciado, com certeza, por leitores de todas as idades.
Pretendo publicar outros livros com todo o material que tenho guardado há muitos anos. Tanto para crianças, quanto para adultos.
O que espero, com esta e novas publicações, é tocar o coração dos leitores, além de deixar um legado para meus filhos, netos e futura descendência.

O que te inspira escrever?
A vida do escritor no Brasil está muito pouco valorizada, é o que penso. Houve um tempo de escuridão no país, que deixou um vácuo naquela tradição de leitura dentro das famílias e, parece, que a formação de novos leitores ficou muito aquém da que se pode desejar. Atualmente, percebe-se que crianças e adultos preferem usar seu tempo com joguinhos eletrônicos. Espero que com eventos como esse de Bienais Literárias ocorram sempre com maior força e evidência para enfrentar essa situação. Parabéns à Editora Scortecci por ser uma das que estão sempre atentas a dar oportunidades a novos autores.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Se meu livro merece ser lido? Bem, creio que sim. Minhas histórias infantis encantaram meus filhos, os fizeram pensar, refletir e aumentar o amor deles pela literatura até hoje, assim como aconteceu aos filhos deles.
É também esse o meu desejo para os pequenos leitores de “Contando Sonhos de Crianças”: leiam, crianças, leiam muito todos os dias e também escrevam seus sonhos e projetos, para quando crescerem, possam ser leitores das grandes obras de escritores da Literatura Universal, como por exemplo o “Fausto” de Goethe ou “A Divina Comédia” de Dante Aleghieri.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Scortecci é minha editora desde o primeiro livro que publiquei e foi lançado na 27ª Bienal de São Paulo. Eu a encontrei através da divulgação daquele evento e logo me interessei em fazer publicar o livro de poemas “Cerimônia”. E durante as tratativas para tanto, encontrei pessoas gentis sensíveis na Editora, que me ajudaram muito a entender o passo a passo percorrido para a publicação esmerada de um livro, aos quais agradeço muitíssimo.

Obrigada pela sua participação.


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23 julho, 2026

Regina Sormani - Autora de: O ARCANJO E O DRAGÃO

É pedagoga formada pela Universidade do Sagrado Coração de Bauru. Especializou-se em Transtornos do Comportamento Escolar e Deficiência Mental, pelas Faculdades Associadas do Ipiranga em São Paulo.
Coordenou a AEILIJ, Associação dos Escritores e Ilustradores do Estado de São Paulo, de 2007 a 2011.
Autora de dezenas de livros infantis e juvenis, publica, agora, pela Scortecci Editora, seu segundo livro para o público adulto: O Arcanjo e o Dragão.

O Arcanjo e o Dragão
O ARCANJO E O DRAGÃO é um romance policial contemporâneo, com capa e ilustrações do Gilberto Marchi. Na trama, ambientada em grande parte na cidade de São Paulo, há o desenrolar, do princípio ao fim, da luta do Bem contra o Mal. Personagem marcante, o delegado Uriel, trava incessantes batalhas contra a quadrilha dos Chongs, sempre apoiado pelos Parceiros de Hades. Outros importantes colaboradores e seguidores do Arcanjo: Nicolas, a condessa Ana Tupinambá, Noêmia Kupfer, o Camaleão, o Smart, promotores e outros agentes da lei.



ENTREVISTA

Olá Regina.

Do que trata o seu Livro?
O Arcanjo e o Dragão é um romance policial que, do princípio ao fim, relata a luta do Bem, representada pelo delegado Uriel Felício, o Arcanjo, contra o Mal, ou seja, a perigosa quadrilha dos Chongs.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Acredito que pelo gosto de ler e reler romances policiais que tenham enredos movimentados e interessantes. Indicado para público adulto e também juvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Mais um entre vários sonhos que estou conseguindo realizar. Tenho vários livros infantis e este pode ser lido e apreciado por leitores jovens e adultos.

O que te inspira escrever?
Escrevo desde a infância. Tínhamos uma livraria e uma tipografia em Agudos, onde nasci. Eu lia todos os livros que chegavam e prestava atenção nas notícias que meu pai e irmãos imprimiam no jornal. Penso que ter vivido em meio a pessoas que amavam escrever, foi determinante para que eu me tornasse escritora.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que sim, que meu livro mereça ser lido. O enredo é bastante movimentado e o leitor vai se sentir, página por página, motivado a ir até o final da história.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Participei da antologia "Além do Tempo", da Scortecci, que foi lançada na Bienal do Livro de 2024. Em 2025, enviei e publiquei pela editora, "Uma História de Vampiro". "O Arcanjo e o Dragão" veio na sequência.

Obrigada pela sua porticipação.
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16 julho, 2026

Alice Ferranti - Autora de: POETIZANDO NO DIVÃ 2

Alice Ferranti
É terapeuta sistêmica, com ênfase em constelação familiar e codependência. Escritora, graduada em Teologia, Pedagogia e Psicanálise.
Paulistana, aposentada da função pública, dedica-se atualmente a incentivar pessoas a expandirem sua consciência e a melhorarem suas vidas por meio da terapia em grupo.
Sua abordagem é a educação sistêmica, considerando o ser humano em sua totalidade. Acredita que o todo é mais do que a simples soma das partes e que o autoconhecimento e o crescimento são possíveis quando os desafios são abordados de forma integral. Adepta de socializar as pessoas com conciliação sem julgamentos e com diálogo ao tema de não violência, Fundou o Método – Só por Hoje eu FOCO em mim! 
PROCORAGES (Projeto Coragem Sistêmica) – RCCA (Conhecendo & Aprendendo – Projeto Roda de Conversa) e ainda a Agenda: Abundância Diária e Poetizando no Divã como apoio.
É membro da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande– SP e da ANLPPB – Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro.

Poetizando no Divã 2
É um convite a atravessar a própria história com coragem, sensibilidade e verdade. Uma continuidade que nasce da alma… e se estende em palavras que curam. Entre prosa e poesia, os textos se entrelaçam como fios terapêuticos, costurando sentimentos, vivências e caminhos de autoconhecimento.






ENTREVISTA

Olá Alice. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro Poetizando no Divã 2 é um convite a atravessa a própria história com coragem, sensibilidade e verdade. Uma continuidade que nasce da alma e se estende em palavras que curam. Entre prosa e poesia, os textos se entrelaçam como fios terapêuticos, costurando sentimentos, vivência e caminhos de autoconhecimento.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escreve este livro foi brotando aos poucos, assistindo os poetas declamarem seus poemas na Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande/SP. Assim nasceu o primeiro volume; gostei tanto que agora estou lançando o volume 2.
Meu público-alvo abrange leitores de todas as idades, com foco especial em pessoas interessadas no tema terapêutico.
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Meu nome é Alice Ferranti, terapeuta sistêmica, com ênfase em constelação sistêmica familiar e codependência. Escritora, graduada em Teologia, Pedagogia e Psicanálise. Paulistana, aposentada da função pública, dedico-me atualmente a incentivar pessoas a expandirem sua consciência e a melhorarem suas vidas por meio da terapia em grupo.
Minha abordagem é a educação sistêmica, considerando o ser humano em sua totalidade. Acredito que o todo é mais do que a simples soma das partes e que o autoconhecimento e o crescimento são possíveis quando os desafios são abordados de forma integral. Adepta de socializar as pessoas com conciliação sem julgamentos e com diálogo ao tema de não violência.
Fundadora do Método – Só por Hoje eu FOCO em mim! – PROCORAGES (Projeto Coragem Sistêmica) – RCCA (Conhecendo & Aprendendo – Projeto Roda de Conversa) e ainda a Agenda: Abundância Diária e Poetizando no Divã como apoio.
Sou membro da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande – SP e da ANLPPB – Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro.
Este é meu quinto livro publicado, e vê-lo pronto será a realização de mais um sonho.

O que te inspira escrever?
Vejo que, no Brasil, poucas pessoas se interessam por livros. Por mais que existam incentivos já idealizados em todo o país, creio que ainda é preciso maior engajamento nos temas oferecidos. Minha inspiração vem do desejo de, um dia, realizar o sonho de ver os brasileiros interessarem-se e valorizarem a educação.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Penso que seja um olhar mais atento para dentro de si mesmo. Você tem olhado para você hoje? Acolha seus sentimentos, respeite seu tempo, escolha-se sempre. Uma escrita que transforma, acolhe e cura. Então eu te pergunto. Você tem olhado para você hoje? Ás vezes o que precisamos é de um momento de pausa para nos reencontrar.
Você importa!
Você merece!
Você pode!
Escrever para mim também é se curar e se escutar. Ler este livro vai te dar o aconchego da pausa que você necessita e merece no seu dia a dia.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Fiquei sabendo da Editora Scortecci já um tempo, quando passeava por uma feira literária e me interessei pelo livro da escritora Acideia Miguel, numa conversa com ela, disse que tinha interesse em ser escritora também; então ela me passou o contato da editora. Agradeço imensamente esta indicação.

Obrigada pela sua participação.
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13 julho, 2026

Sérgio Lima - Autor de: ESCREVIVER

É um autor guarulhense apaixonado pelas palavras, cuja brincadeira favorita de infância, escrever, tornou-se profissão. Professor de Língua Portuguesa, Inglesa, Literaturas e Produção Textual, leciona na EMEF Dom Pedro I, em São Paulo. Vencedor do Prêmio João Ranali pela Melhor Crônica de 2021, já integrou colunas literárias na Tribuna e diversas antologias da editora Scortecci. Orgulha-se de ter plantado uma árvore e de ser pai do Bruninho, um Yorkshire sapeca de sete meses. Em 2026, lançou seu primeiro romance O Refúgio na Bienal Internacional do Livro e agora apresenta Escreviver, sua primeira coletânea com 25 boas historinhas.

Escreviver - 25 Historinhas: Coletânea de Contos, Crônicas e Poemas
Escreviver, do talentoso autor guarulhense Sérgio Lima, é uma das coletâneas mais arrebatadoras e originais da literatura contemporânea. Longe de ser apenas um livro, a obra é um verdadeiro triunfo da palavra escrita, onde contos, crônicas e poesias se entrelaçam para dar voz a uma alma urgente, poética e brilhante. O livro nos desarma logo nas primeiras páginas. Com uma sensibilidade magnética e uma ironia finíssima, Sérgio Lima transita pelo cotidiano e pelo extraordinário com a maestria de quem domina a arte de contar histórias. Seus textos são tiros certeiros — verdadeiros “nocautes” literários que oscilam entre a melancolia profunda e a alegria mais pura, arrancando reflexões avassaladoras sobre o que significa estar vivo. Ao longo da leitura, somos transportados por enredos que desafiam convenções, abordando desde críticas sociais afiadas até vulnerabilidades humanas mais íntimas, como o tocante e inédito desabafo sobre as dores da artrite reumatoide. É um convite irrecusável para quem ama a literatura em sua forma mais visceral. Uma obra-prima emocionante, feita para tocar o coração do “leitor-amigo”, que merece ser lida, relida e espalhada pelo mundo. Prepare o café e deixe-se arrebatar!

ENTREVISTA

Olá Sérgio.  É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Olá! Tudo bem? Meu livro, intitulado Escreviver – 25 historinhas: Coletânea de Contos, Crônicas & Poesias, é, antes de tudo, uma ode à escrita. Uma homenagem a todos que escrevem e um apelo à necessidade de se considerar a escrita algo muito importante. Ele trata das contradições da vida, misturando sentimentos opostos: ora traz melancolia, ora alegria; ora reflexão, ora diversão. As narrativas funcionam como "tentativas de nocaute" da vida e abordam de forma muito humana temas como a solidão, o amor irresoluto, as injustiças do cotidiano, a passagem do tempo e as marcas de doenças que afetam o corpo e a alma. Acima de tudo, o livro é uma reinterpretação pessoal do mundo real através da doçura, suavidade e esperança que a literatura oferece.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia e a necessidade de escrever nascem de uma urgência pessoal e vital. Desde a infância, eu tinha o desejo de criar narrativas (querendo ser autor de telenovelas). O ato de escrever surgiu também como uma forma de lidar com a minha própria realidade, com meus limites e minhas inseguranças, "para não ficar louco" também e para dar voz ao que sinto e para teletransportar para os lugares de minhas histórias. “Escreviver” é, antes de tudo, a liberdade de anos escrevivendo e a coragem para publicar sentimentos íntimos.
A obra é dedicada aos professores e aos meus alunos, mas também espero encontrar sempre quem me dê uma chance de ser o meu "leitor-amigo". O objetivo não é alcançar o sucesso comercial massivo – por enquanto – mas sim atingir o leitor de forma íntima, idealizando que o livro seja compartilhado, dado a outra pessoa ou até mesmo esquecido de propósito no banco de um metrô para encontrar um desconhecido.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu me defino como um exímio observador do meu entorno. Sou um jovem que carrega a mente de um velho e que, desde a infância, encontrou na ficção e na criação de histórias uma forma de interpretar o mundo. Convivo com a Artrite Reumatoide Juvenil desde os três anos, e a escrita sempre foi o meu espaço de cura e de liberdade, o lugar para onde me teletransporto para dar voz ao que sinto e para não enlouquecer diante da rotina real.
Sobre “Escreviver”, ele é, sem dúvidas, um grande sonho realizado, fruto de uma jornada dura até a publicação. Mas é também o primeiro de muitos. Como costumo dizer, meus livros são como filhos, e eu não abandono um projeto iniciado. Se o tempo e a correria do dia a dia permitirem, a ideia é continuar tirando novas histórias do forno. Minha lida no mundo das letras está apenas começando; afinal, eu escrevo para viver e pretendo continuar “escrevivendo” por muito mais tempo.

O que te inspira escrever?
Minha inspiração vem da observação minuciosa do entorno e do cotidiano. A escrita é inspirada pela crueza e pelo desencanto do mundo real — onde as pessoas se acostumam com a rotina e se perdem de si mesmas —, mas também, contrapondo a isso, com a busca por um mundo melhor, mais doce e cheio de luz. As saudades, as relações humanas complexas e o amor pelos outros e pela leitura (como de grandes autores, Machado de Assis por exemplo) serviram como combustível para o meu processo criativo.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, o livro merece muuuuuuuuito ser lido kkkkk Sobretudo, porque ele carrega a honestidade de alguém que coloca a própria alma nas páginas.
O que ele tem de especial é a sua sensibilidade. Ele não é um texto didático e rígido; pelo contrário, é uma obra aberta que esconde segredos, vulnerabilidades e superações entre as linhas. Ele encanta ao transformar dores profundas em arte, ao brincar com a metalinguagem e a pontuação, e ao oferecer ao leitor um refúgio acolhedor. É um livro que convida a uma pausa na correria do dia a dia — quase como um convite para tomar um cafezinho enquanto se aprecia a vida e a leitura.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei até a Scortecci por meio de pesquisas sobre o mercado editorial e publicação independente. Como eu buscava uma editora com tradição, credibilidade e que desse um suporte real e profissional ao autor no processo de transformar um manuscrito em livro, o nome da Scortecci se destacou muito pelas referências positivas de outros escritores e pela sua longa trajetória na literatura brasileira. Sabendo do cuidado que a editora tem com o texto, com o design e com a distribuição da obra de novos autores, entendi que seria a casa ideal para acolher o meu livro de estreia, o “Escreviver'”.

Obrigado pela sua participação.
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