24 outubro, 2026

Claudia Isadora Fernandes de Oliveira - Autora de: A VERDADE EM MARCHA

É revisora, servidora concursada desde 2002. Fez Licenciatura em Letras Português/Inglês pela UNG e pós-graduação em Arteterapia e Língua Portuguesa.
Publicou outros livros pela Editora Scortecci: Alatina, a Gênia Moderna e, agora em janeiro de 2026, O Banheiro. Claudia também é ativa nas redes sociais. No Instagram e no Youtube:
@claudiaisadorafernande

É um compilado de três histórias principais e textos adicionais, relacionados à temática apresentada em cada conto:
1. “A verdade em marcha” fala sobre uma juíza que covardemente sofre uma tentativa de assassinato, conto livremente inspirado no caso da juíza Patrícia Acioli.
2. “Da anestesia às canções” é sobre um médico viciado em opioide que resolve mudar de vida.
3. “Eu fui um soldado nazista na reencarnação passada” trata de um grupo de pessoas que se lembram de uma reencarnação como soldados nazistas e decidem se reunir num galpão para trocar ideias. 
A intenção deste livro é falar sobre assuntos sensíveis que frequentemente são inseridos no nosso cotidiano e que requerem uma mudança urgente na sociedade: não podemos mais conviver com a falta de segurança e a corrupção; profissionais da saúde precisam ter boa saúde mental; nazismo e ideologias similares, como, atualmente, o ódio aos palestinos, têm que ser combatidos desde o início para não virar uma bola de neve destruidora, como aconteceu no passado e acontece agora, por exemplo, na guerra entre Israel e Hamas. À primeira vista, podem ser temas díspares entre si, mas, se olharmos bem, é o que enfrentamos no dia a dia, seja pelas notícias que vemos na TV, seja pelo que presenciamos ao frequentar um centro de saúde. Vivemos num ambiente doentio, que dá ensejo para que o mal se faça presente, infelizmente. A sociedade precisa caminhar rumo a um equilíbrio sadio para todo mundo, em todas as esferas. A sociedade precisa de paz. A sociedade precisa de saúde. A sociedade precisa de nós, cidadãos e cidadãs, vivendo no bem.

ENTREVISTA

Olá Claudia Isadora. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
"A Verdade em Marcha, e outros Contos &Textos": São contos que eu já tinha escrito há algum tempo, mas resolvi juntar os “3 irmãos”, juntamente com outros textos co-relatos à temática, num único livro físico.
1. Conto: "A verdade em marcha" fala sobre uma juíza que covardemente sofre uma tentativa de assassinato, conto livremente inspirado no caso da juíza Patrícia Acioli.
2. Conto: "Da anestesia às canções” é sobre um médico viciado em opioide que resolve mudar de vida.
3. Conto: "Eu fui um soldado nazista na reencarnação passada" trata de um grupo de pessoas que se lembram de uma reencarnação como soldados nazistas e decidem se reunir num galpão para trocar ideias".

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Ao observar fatos cotidianos que traziam um forte sentimento de injustiça, de comiseração, de vontade de ajudar os outros, é que me surgiu a ideia de escrever esses contos. A obra se destina ao público adulto, que se sensibiliza com as questões (corrupção, vício, totalitarismo, entre outros) apresentadas e que deseja uma sociedade melhor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Já escrevi outros livros, pela Editora Scortecci: A Alatina, a gênia moderna; o Banheiro. É um novo sonho que vem a se somar aos outros sonhos já realizados.

O que te inspira escrever?
A vida me inspira a escrever: a vontade de deixar um legado que possa, de alguma forma, ajudar os outros que estejam passando pela mesma situação a mudarem a visão de mundo, como a minha já foi mudada pelos muitos livros que eu já li na minha vida inteira.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O meu livro merece ser lido, porque ele traz importantes reflexões sobre temas que incomodam a sociedade. O meu intuito foi que, ao lê-lo, surgisse a vontade de fazer diferente, de mudar a sua realidade. O encanto do meu livro surge desta perspectiva: ao ler sobre assuntos que trazem indignação, consternação, empatia, entre outros, as pessoas se identifiquem e busquem outras alternativas para o seu cotidiano.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Já conheço a Scortecci desde 2016, quando eu lancei o livro: Alatina, a Gênia Moderna. Na época, eu pesquisei na internet, vi as avaliações, contratei e gostei muito do trabalho, da seriedade e do profissionalismo com que fazem o livro, então, eu passei a utilizar a editora para os próximos livros.

Obrigada pela sua participação.

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23 outubro, 2026

Carlos Magno Pereira - Autor de: VEREDAS DO INFINITO

Nasceu no Sul de Minas Gerais, aos pés da Serra da Mantiqueira. Médico, cirurgião, homeopata e estudioso da Medicina Tradicional Chinesa, sempre conciliou o exercício da ciência com o interesse pela filosofia, pela espiritualidade e pela arte.
Músico amador, dedicado ao violino e ao piano, poliglota, poeta e autor de diversos livros, encontra na literatura um espaço de reflexão sobre a condição humana e sua busca pelo transcendente.
Reside em São Paulo, onde exerce a Medicina e prossegue sua atividade literária.

Conduzido por visões, encontros e provas que o confrontam com a culpa, o orgulho, o sofrimento e o amor, o protagonista deste livro percorre florestas interiores, vales de expiação e montanhas de sublimação, numa peregrinação que o levará da queda à esperança, da dor à luz. Ao longo dessas veredas, a presença luminosa de Clara torna-se guia, promessa e símbolo do amor que ultrapassa o tempo e toca o eterno. Em versos de inspiração clássica (em diálogo com Dante Alighieri) e ressonância filosófica, Veredas do Infinito — Quando a Alma desperta é um romance épico tecido sob as regras da terza rima; um poema em cantos sobre redenção, fé e transformação — uma obra que convida o leitor a reconhecer, nas próprias sombras e escolhas, o caminho secreto que conduz ao infinito.

ENTREVISTA

Olá Carlos. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Romance em versos clássicos hendecassilábicos e em "terza rima", baseado na Divina Comédia de D. Alighieri, transposto para os dias de hoje.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Já tinha vontade de escrever nesse estilo clássico, metrificado desde adolescente e, com o surgimento da Inteligência Artificial, se tornou viável, pois é muito difícil e demorado construir uma obra em rimas clássicas (Dante demorou quase duas décadas de dedicação exclusiva de sua vida para tal e eu não tenho provavelmente mais esse tempo).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
É o décimo-terceiro livro escrito. Já tinha escrito com o apoio da Scortecci em 2012 (ecologia e sustentabilidade) e, depois, passei a escrever e a publicar também pelo "site" da Amazon, pelo qual publiquei livros de ficção científica (sobre o domínio da I. A.sobre o ser humano -- assunto tão em voga e debatido hoje em dia e já o considerava há mais de meias década, com o título de "A. I. Land", em inglês / libreto); auto-ajuda na área da saúde (sou médico); contos; poesias; romance semi-autobiigráfico, etc.

O que te inspira escrever?
Sempre fui um assíduo leitor, desde a adolescência e amo a arte e a Literatura é uma arte, das mais nobres. Mas parece que há uma inspiração e uma força que vem de alhures e nos incentiva e impulsiona -- obriga mesmo -- a escrever, às vezes até além de nosso controle e disposição, em que sentamos e escrevemos sem tempo para dormir e/ou até se alimentar ou cuidar de nós mesmos, mas é satisfatório no final; o que frustra é a dificuldade de se fazer conhecido e lido (por isso até escrevo em outros idiomas -- conheço nove -- e já fui lido nos continentes americano, europeu, asiático e Oceania por mais de 500 "downloads" de meus e-book do Amazon, principalmente o de auto-ajuda (libreto: "Unshaken Faith, amazing power of the mind - healing of diseases").

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Uma leitora, também autora na Scortecci e psicóloga comentou da seguinte forma a leitura desse meu livro: "a gente termina a leitura dele melhor do que começou e vale a pena; é muito lindo!"
Trata-se de uma obra sobre o Amor e a evolução de nós mesmos, através do autoconhecimento e superação de nossas mazelas, no caminho de ascensão a Deus, amparado por amigos como anjos-da-guarda e um amor além dos tempos e espaço.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Tinha informações de que era uma editora séria e conceituada e, desde 2012, a escolhi como uma das minhas parceiras. Tive propostas de outras editoras no mesmo estilo, mas já conhecia a Scortecci e preferi manter o vínculo com ela.

Obrigado pela sua participação.
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08 outubro, 2026

Elvio Marques da Silva - Autor de: COMO CUIDAR BEM DE SEU CORAÇÃO

Elvio Marques da Silva
É médico cardiologista pela Faculdade de Medicina de Itajubá e especialização em Cardiologia pelo Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Serviço do Professor E. J. Zerbine; mestrado em infectologia pela Faculdade de Medicina da UFMG; reside em Itaúna-MG, em atividade na Casa de Caridade Manoel Gonçalves de Souza Moreira há mais de quarenta anos como cardiologista e clínico. Atua na ILPI Assopoc em Crucilândia/MG atuando na área de geriatria. Ex professor da Faculdade de Medicina, Farmácia da Universidade de Itaúna. Com inúmeros artigos científicos publicados em congressos médicos e revistas de circulação nacional. Publicou em 2018 o livro O médico que virou paciente.

Como cuidar bem de seu coração - 
O que você precisa saber para deixar seu coração saudável
Em Como cuidar bem de seu coração, o leitor encontra conhecimento científico atualizado e apresentado de forma clara sobre as doenças do coração mais comuns e frequentes, com ênfase na prevenção, e conceitos alinhados às diretrizes nacionais e internacionais das sociedades de cardiologia no Brasil e no exterior. Nos trinta e sete capítulos, frutos de artigos publicados para a população, são apresentados os mais variados assuntos referentes à saúde do coração, desde doenças mais comuns, como hipertensão arterial, ataque cardíaco ou infarto do miocárdio, até a doença das valvas. A importância das vacinas, os efeitos do álcool, tabagismo, sobrepeso e obesidade estão presentes. A mudança no estilo de vida, os alimentos amigos e inimigos do coração são detalhados. Novos exames para o diagnóstico da arteriosclerose estão descritos, bem como a relação entre a covid-19 e o coração. Aborda-se ainda a espiritualidade e sua importância, além das dificuldades do paciente cardíaco no tratamento e entendimento de sua doença. A pressão alta ou hipertensão arterial aparece com muita ênfase em vista de sua enorme frequência em nosso meio, com alertas importantes. Enfim, este livro expõe décadas de aprendizado em enfermarias e atendimentos na cardiologia e tem como propósito, através de linguagem simples e textos objetivos, levar informação à população sobre como fortalecer e cuidar bem de seu coração. Cabe a cada um de nós conhecer, aprender e prevenir as doenças do coração, principal foco desta singela obra.

ENTREVISTA

Olá Dr. Elvio. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro nos ensina o que fazer para mantermos um coração sadio, como se prevenir das doenças cardiovasculares. Trata também das doenças mais frequentes que na atualidade afetam o coração.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu do amor pelo coração e principalmente para passar para a população a experiência de mais de quatro décadas cuidando dos corações.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Hoje como um livre pensador, me realizo escrevendo, lendo e dentro de minhas possibilidades repassando às pessoas o que aprendi. Este é um sonho realizado.

O que te inspira escrever?
Escrever para min é uma das maneiras de contribuir para o conhecimento, além de terapia para o corpo, alma e espírito.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Este livro merece ser lido porque com uma linguagem simples e objetiva nos leva ao conhecimento e reflexão sobre o coração e estilo de vida.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Através de um colega escritor, enfim uma boa indicação.

Obrigado pela sua participação.
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04 outubro, 2026

Noêmia Figueiredo e Ramilly Vieira - Autoras de: DO CAOS, POESIA!

Autora de "Das Gavetas do Meu Peito", "Contrapartidas", "O Sonho Colorido de Abayomi Ayo". Aprendiz de Escrita Livre Terapêutica segue deixando a escrita mostrar o caminho.

Ramilly Vieira
Faz parte da nova geração de escritoras e poetas da periferia de SP. Seus versos são descobertas, sentimentos e também gritos de esperança.




Mulheres criam, recriam e reinventam o universo ao redor; sobrevivem às agonias recorrendo a poesia. A escrita é livre, é terapêutica e despretensiosa. São vozes, sussurros e desabafos de gerações que se encontram nessa mistura de textos. Cada frase ou verso, é como um grito de esperança ou de cansaço. Mas pode ser também um abraço para quem não desistiu de (se) procurar na força das palavras. Vem ver, se ler, se ver.



ENTREVISTA

Olá Noêmia e Ramilly. É um prazer contar com a suas participações na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Noêmia: A Poesia, tanto escrita quanto declamada, tem ajudado muitas pessoas a suportar os desafios cotidianos, coletivos e particulares.
O livro vem para nos lembrar que somos capazes de lidar com o caos através do respiro que a escrita nos proporciona.
Ramilly:  Poesias que ganharam vida atrás de conflitos, emoções, sentimentos e situações vividas, como se fosse relatos transformados em rima, estrofes e versos.
 

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Noêmia: A ideia desse projeto, surge do desejo do Professor Gilvan ajudar sua aluna Ramilly Vieira organizar e publicar seus textos. Nós demoramos demais para acreditar que nossos sonhos e nossas vozes podem multiplicar. E estender a mão para caminhar junto, é muito importante para quem vive nas margens.
Gilvan me fez o convite, reunimos os textos e toda a organização ficou por conta dele. E do caos, surge nossa parceria, nossas poesias...
Ramilly:  A ideia surgiu em 2022 na escola, quando o meu professor de história, Gilvan, fez esse convite para fazer o livro e incentivando a fazer da minha dor, algo bonito, ele foi o princípio de tudo e o motivo para que as poesias que estavam em um bloco de notas hoje fazer parte de um livro, ele planejou e estruturou tudo para que esse sonho fosse possível, e eu diria que o público alvo são as pessoas intensas que procuram sua intensidade na poesia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Noêmia: Meu primeiro livro publicado foi em fevereiro de 2025, “Das Gavetas Do Meu Peito”. Mas escrever sempre foi um hábito que me ajudou a atravessar várias fases da vida. Publicar os poemas parecia um sonho distante; a gente se boicota o tempo todo! Depois de um afastamento longo no trabalho por questões de saúde, refleti sobre esse papel da escrita em minha caminhada. Comecei a revirar as gavetas e cadernos com meus desabafos, e percebi que estava deixando um sonho morrer. E eu estava morrendo junto, na depressão, ansiedade e milhares de preocupações. Decidi publicar, fiz o lançamento com os meus amigos e familiares na Livraria Martins Fontes em SP, e pude me sentir viva novamente! Já participei de outras coletâneas, lancei um livro infantil de forma independente e sigo aprendiz...
Ramilly:  É a minha primeira vez participando de um livro, mas há muitos planos pra que hajam cada vez mais livros com o meu nome, sempre foi um sonho e viver isso está sendo incrível, e imaginando o que vem pela frente só me deixa mais ansiosa, espero ser autora de muitos livros!

O que te inspira escrever?
Noêmia: Tudo inspira quando estamos dispostos a olhar com cuidado as pessoas, a Natureza, nossas dores, alegrias, emoções... a Vida! E eu acredito que as pessoas se conectam demais através da escrita. Com os outros e com nós mesmos.
Ramilly: O que me inspira a escrever é a vida, afinal tem seus altos e baixos mas sempre com perspectivas diferentes, reações diferentes, sentimentos diferentes e tudo que possa ser incluído, o universo é como uma bússola e o nosso futuro depende do que nós fazemos hoje no agora, isso tudo é inspirador, as pessoas inspiram, tudo ao meu redor me inspira, talvez uma cor, uma roupa, um objeto, acessório, enfim, a poesia está em tudo e as histórias estão em tudo ao nosso redor, basta ver.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Noêmia: Todo livro merece uma chance de ser lido. Sempre tem histórias por trás das histórias que registramos nos textos. E a Poesia fala com o inconsciente também. A identificação pode acontecer de forma bem natural. De repente um simples verso te abraça e te leva para um outro lugar de reflexão.
Ramilly:  O especial dele está em cada palavra escrita, porque por trás de cada palavra, há um sentido e há um motivo, cada poesia tem uma história por trás, e talvez quem esteja lendo se identifique com algo, se veja na poesia ou talvez também veja algo da sua vida naquelas estrofes, é importante que faça sentido pra quem está lendo principalmente quando o leitor consegue entender o sentido daquelas palavras e como elas também podem representar algo na vida delas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Noêmia: A Scortecci é uma Editora conceituada em SP, outros amigos já haviam me indicado. O escritor Fabio Yabu foi um deles. Mas infelizmente não consegui me organizar naquele momento. Depois veio o Professor Gilvan, que também já realizou trabalhos com a Editora. E cá estamos!
Ramilly:  Pelo professor Gilvan! Seus planos de fazer o livro me trouxe a conhecer a Scortecci.

Obrigada pela suas participações.
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03 outubro, 2026

Izabel Cristina Sanchez Castagna (org.) - NOSSA TERRA E SUAS HISTÓRIAS: 1ª ANTOLOGIA LITERÁRIA DE TUPI PAULISTA

Como representante dos escritores dessa Antologia, nasceu em Tupi Paulista em 02/03/1962. Morou também em Pacaembu SP e Bauru SP e após aposentadoria, retornou para a região, primeiramente a Pauliceia e desde 2024, em Tupi Paulista. Tem 2 filhos e 2 netos. Muito feliz em coordenar e participar desse trabalho que enaltece a "cidade aconchego".



Nossa Terra e suas Histórias - 1ª ANTOLOGIA Literária de Tupi Paulista
Num trabalho inédito de mobilização da comunidade residente e de quem se instalou em outras  localidades, escritoras e escritores registraram suas memórias e suas vivências, revelando tempos e movimentos que constituem as identidades locais. Desde as dificuldades da fase inicial da sua criação à consolidação como município e sua fisionomia atual, Tupi Paulista foi retratada com muita sensibilidade e afeto. As crônicas e poemas que constituem esta obra proporcionam a magia de despertar no leitor memórias e lembranças que o colocarão como um dos sujeitos da história local ou o farão perceber semelhanças que se repetem em tantas outras localidades do interior brasileiro.

ENTREVISTA

Olá Izabel Cristina. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
É uma coletânea de poemas, poesias e crônicas, escritas por autores que possuem algum vínculo com Tupi Paulista, uma pequena cidade do oeste paulista, numa região denominada Nova Alta Paulista. Nesta obra, temos a participação de 52 autores, com idade entre 20 e 90 anos. A diversidade nas ocupações desses autores também é destaque pela variedade de profissões.
Alguns são autores, com livros editados, mas a grande maioria está publicando pela primeira vez.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Essa obra foi inspirada na 1a e 2a Antologias Regionais. Inicialmente, seria a 3a Antologia Regional, porém, ao contatar com pessoas da cidade de Tupi Paulista, percebemos o interesse e entusiasmo e decidimos limitar à cidade de Tupi Paulista. O trabalho foi se fortalecendo a partir da indicação entre os
autores. Formou-se então uma verdadeira rede de envolvimento. Muitos que já haviam se mudado, se voltaram para somar nessa construção.
O público-alvo dessa obra são as pessoas que se interessem em conhecer memórias, acontecimentos, personalidades e obras de pessoas ligadas à Tupi Paulista.
O trabalho pode ser inspiração para outras cidades registrarem também suas memórias, valorizando a literatura regional.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
A princípio, um sonho realizado, pois não é apenas um livro, é uma "teia de relacionamento" que foi se construindo ao longo de um ano de trabalho intenso. Existe um "bastidor da Antologia" tão rico quanto a própria Antologia. Esse trabalho me "energizou".
E quem sabe eu continue tirando das gavetas meus escritos que vêm se somando dia após dia desde a muito tempo...

O que te inspira escrever?
O mundo me inspira escrever... os acontecimentos, as vivências, as paisagens, as pessoas, os sons, gostos e cheiros. A vida!!

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que o fator "curiosidade" vai levar o leitor a buscar a 1a Antologia Literária de Tupi Paulista para descobrir essa NOSSA TERRA E SUAS HISTÓRIAS.
É algo que merece ser deixado como legado às futuras gerações, um livro para lembrar as raízes de um povo que um dia viveu/construiu algo em Tupi Paulista. E registrou!!

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Editora Scortecci foi indicação da Profa Izabel Castanha Gil, que tem obras publicadas, com sucesso, por essa editora.

Obrigada pela sua participação.
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29 setembro, 2026

Patricia Valloni - Autora de: A ÚLTIMA VÍTIMA

Patricia Valloni
Alternando perspectivas e explorando as vidas de mulheres unidas pelos mesmos medos e esperanças, a autora constrói uma narrativa envolvente sobre coragem, solidariedade e a busca pela verdade diante das ausências deixadas por um predador.
Mais do que um thriller psicológico, o romance mergulha nas marcas deixadas pela violência e no silêncio que a sustenta, conduzindo o leitor por uma trama intensa e humana.
Com sólida atuação na área de responsabilidade social, a autora acredita no poder das histórias como instrumento de reflexão e transformação. Em A Última Vítima, une suspense e sensibilidade para criar uma obra marcada pela memória, pela resistência e pela recusa em deixar que determinadas vidas sejam esquecidas.

A Última Vítima
Quando uma série de desaparecimentos de jovens mulheres começa a assombrar uma cidade universitária do interior paulista, a rotina segue como se nada tivesse acontecido. As notícias duram pouco, as investigações avançam lentamente e o medo se mistura ao silêncio. Mas Gisele, estudante de matemática determinada, percebe padrões onde os outros enxergam apenas coincidências. Movida pela inquietação e pelo desejo de justiça, passa a investigar por conta própria, aproximando-se de uma verdade capaz de transformar sua vida para sempre.



ENTREVISTA

Olá Patricia. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
À primeira vista, A Última Vítima é uma história sobre o desaparecimento de jovens mulheres e a inquietação de uma jovem na busca pelo criminoso. Mas, além do enredo de uma investigação, eu também queria falar sobre como isso impacta as pessoas ao redor. Sobre as cadeiras que ficam vazias, os familiares que continuam esperando e os infortúnios que a sociedade escolhe esquecer. É um thriller psicológico, mas também é uma história sobre memória e ausência, sobre como o mal pode ser moldado e sobre quem continua lutando para que determinadas vidas não desapareçam no esquecimento.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu muito da minha atuação na área de responsabilidade social. Ao longo dos anos, tive contato com inúmeras histórias de superação, injustiça, violência e resiliência que mereciam ser contadas e recontadas. Histórias reais, de pessoas reais. Mas algo sempre me intrigou: por que algumas delas desaparecem tão rapidamente da nossa memória coletiva, enquanto outras ocupam espaço permanente em nossas conversas, manchetes e pensamentos? O que faz uma vida ser lembrada e outra, esquecida? Essa inquietação foi o ponto de partida para A Última Vítima. Embora seja uma obra de ficção, ela nasce dessa reflexão sobre memória e invisibilidade social. O livro se destina a quem gosta de suspense, investigação e thrillers psicológicos, mas também para quem se interessa por compreender os mecanismos, as escolhas e os silêncios da sociedade em que vivemos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu escrevo desde criança. Histórias, contos, poemas, diários. A escrita sempre foi a forma que encontrei de organizar as reflexões que se acumulavam na minha mente e transformá-las em algo que eu pudesse compreender melhor. Colocar pensamentos no papel sempre foi, para mim, um exercício de imaginação, mas também de autoconhecimento. Por isso, não vejo A Última Vítima como o começo dessa jornada, mas como um novo capítulo dela, já que ainda existem muitas histórias que quero contar.

O que te inspira escrever?
As pessoas, com suas contradições, medos, escolhas e formas de enfrentar a vida. Também me inspiram histórias reais, notícias que passam despercebidas e temas que nos desafiam a olhar para o mundo com mais atenção e empatia. A escrita é uma forma de fazer perguntas para as quais nem sempre existem respostas simples.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que A Última Vítima oferece duas experiências ao leitor. A primeira é a tensão de um suspense psicológico, com mistérios, reviravoltas e uma investigação que convida a juntar as peças da história. A segunda é uma reflexão sobre memória, violência e invisibilidade. Mais do que descobrir quem é o mocinho ou o culpado, a história convida a pensar sobre as nossas escolhas pessoais e como sociedade.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei à Scortecci pela primeira vez há cerca de dez anos, quando terminei meu primeiro romance. Eu não pensava em mercado editorial, vendas ou posicionamento. Só tinha uma história que precisava ser escrita. A editora acolheu aquele projeto e, de certa forma, também acolheu uma escritora que ainda estava descobrindo sua própria voz. Anos se passaram. Continuei escrevendo, amadurecendo minhas ideias, minhas personagens e minha própria voz como autora. Quando chegou o momento de publicar A Última Vítima, pareceu natural reencontrar uma editora que já havia feito parte dessa trajetória.

Obrigada pela sua participação.
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