26 setembro, 2026

Andrea Ávila - Autora de: OS NOVOS 50+ - MUDANÇAS DE HÁBITOS, ALIMENTAÇÃO, SUPLEMENTAÇÃO E EXERCÍCIOS FUNCIONAIS: UMA NOVA PERSPECTIVA DE VIDA

Andrea Ávila
Possui bacharelado em Quiropraxia pela UAM com especialização em Western States - Portland  USA. Pós graduada em Nutrição Clínica e Psicanálise do Século XXI. Curso de Extensão em Medicina Preventiva e Envelhecimento pela PUC. Coordena o Projeto Saúde 50+ com atividades funcionais para pessoas a partir dos 50 anos, sendo premiada diversas vezes. Apresenta seu programa na Rádio Vibe Mundial 95,7 FM há mais de 30 anos.

Os novos 50+
Você já tem 50, 60, 70…. e sente que o corpo já não responde como antes?
Cansaço no fim do dia. Dores nas articulações. Barriga que não sai. Falta de disposição. Muita gente chama isso de “coisa da idade”.
Mas não precisa ser assim.





ENTREVISTA

Olá Andrea. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Trata-se de uma nova perspectiva de vida. Nas décadas passadas, muitos não chegavam sequer aos 50 anos, e, quando chegavam, a vida se tornava às vezes uma ladeira, rumo ao final. Isso se deve também pelo sistema de vida imposto, a falta de recursos para o bem-estar, a prática de atividades diversas para promover longevidade e muitos outros fatores. Hoje, não precisa ser assim. Os 50+ podem indicar uma nova fase, em ascendente, viver a vida com qualidade, praticar atividades diversas, adotar hábitos de alimentação e suplementação diversos e saudáveis, além de trazer no livro diversos temas importantíssimos, amor, sexualidade, e muito mais.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu de um Projeto Social gratuito que eu criei, com pessoas a partir dos 50 anos. Homens e mulheres de 50 a 95 anos, que chegavam em condições tristes, difíceis, amarradas, sem perspectivas. Muitas sequer subiam escadas, tentavam se exercitar sentadas em cadeiras, algumas com suas muletas e a sarcopenia avançada. Após poucos meses, essas mesmas pessoas, através das atividades, da inclusão, das novas amizades, de se sentirem pertencentes, relevaram o que me fez pensar no que são os novos 50+. Não precisa ser o fim, mas sim, o início de uma nova história.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
O primeiro de muitos, estou preparando o Volume II, com muitas novidades e a participação de profissionais de diversas áreas. Instigante esse tema.

O que te inspira escrever?
O que me inspira escrever é o entusiasmo pela vida. Ver que há possibilidades, múltiplas escolhas, e podemos escolher viver.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Claro, o livro merece ser lido. Foi feito para isso. Para ser degustado, inspirar pessoas de diversas idades, não somente dos 50+. A vida é um bem precioso e devemos comemorar todas as conquistas, mesmo as mais pequenas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei até a Scortecci através do Doutor Jamal Azzam, que também tem seu livro publicado pela Scortecci. O livro tem como título 'Os sentidos da vida'
O Doutor Jamal é, sem dúvida um ser humano e um profissional que inspira as pessoas. Me inspirou também, tanto que, em meu livro, há um depoimento dele, que começa assim: "Sim! Quenta"

Obrigada pela sua participação.
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25 setembro, 2026

Sérgio Camargo - Autor de: A FENDA DE 1984

Sérgio Camargo
É empresário, escritor e ex-policial civil do estado de São Paulo.
Atua como CEO da Camargo Expansão, empresa especializada em desenvolvimento imobiliário, e é proprietário de academias.
Autor de livros, transita entre a ficção e a narrativa autobiográfica, explorando temas como tempo, memória, superação, identidade e laços de sangue.
Suas obras unem profundidade emocional e imaginação para construir histórias que permanecem no leitor muito além da leitura, despertando reflexões sobre família, perdas, escolhas e recomeços.

A Fenda de 1984

Durante uma operação policial, um fenômeno inexplicável lança Eduardo para o ano de 1984. Sem compreender o que aconteceu, ele desperta em uma época em que tudo lhe é familiar e, ao mesmo tempo, impossível: seus pais ainda são jovens, seu irmão é apenas uma criança e sua própria infância acontece diante de seus olhos. Sem poder revelar quem realmente é, precisa construir uma nova identidade enquanto busca entender a misteriosa fenda que alterou completamente seu destino. Mas o maior paradoxo não é a viagem no tempo. É descobrir que o amor também pode desafiar as leis da física. Seria possível apaixonar-se por alguém que, originalmente, jamais faria parte da sua história? E como viver esse amor sabendo que qualquer escolha pode alterar o futuro? Misturando investigação policial, acontecimentos históricos, ciência e romance, A fenda de 1984 é uma narrativa sobre memória, identidade, família e as marcas que o tempo deixa em cada um de nós.

ENTREVISTA

Olá Sérgio. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Acontece um incidente durante uma operação policial, um fenômeno inexplicável que o joga para o ano de 1984 o protagonista então ele é transportado para uma São Paulo décadas antes de sua época, onde seus pais são jovens, seu irmão é criança e ele assiste à sua própria infância. Muito além de um livro sobre viagem no tempo, a abordagem é mais íntima, ligado as relações familiares e ao amor.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Eu sou fascinado pelo tema de viagens no tempo e ficção desse gênero. Acredito que o livro seja para quem tem interesse na carreira policial, pois o protagonista é policial, quem tem um certo saudosismo pelos anos 80 e para todos que gostam de boas histórias e romances.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Após esse livro tomei gosto pelo mundo literário, meu projeto é continuar escrevendo.

O que te inspira escrever?
Quando tenho uma história a ser escrita, não fico em paz, nem consigo me concentrar em outras coisas antes de passar esse texto para o papel.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro levo o leitor a uma São Paulo que já não existe mais. Ao contrário de filmes norte americanos, o leitor se sente identificado.
A construção e ritmo da obra, são excelentes, mantém o leitor interessado.
As conexões emocionais, o relacionamento entre as personagens é construído com muita sensibilidade.

Obrigado pela sua participação.
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24 setembro, 2026

Franklin Moura - Autor de: POR AÍ, SIMPLES ASSIM...

Franklin Moura
A paixão pelas poesias surgiu ainda nos ares da adolescência, na primavera de 1990. Construindo a carreira profissional e acadêmica em finanças, manteve sempre consigo a caneta e o papel, refletindo e recortando as suas percepções do mundo e da vida.
No gênero biografia publicou em 2002 “Travessias”, uma especial homenagem da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC) ao sócio Osmar Meirelles Schwacke. No gênero poesias, publicou Primeiras Primaveras (Gráfica e Editora JEP – 2011) e Somos (Editora Litteris – 2015). Nessa jornada, participou em mais de 30 antologias. Ocupa a cadeira 38 na Academia de Letras de Vila Velha - ALVV.
Possui vasta publicação acadêmica em congressos e revistas científicas, nacionais e internacionais, alternando entre finanças e ciências sociais. É coautor do livro Conhecimento de Regulação no Brasil (Editora Atena 2019).
Nas linhas da trajetória profissional, vivendo sempre novos aprendizados, é o gestor que ‘cuida, ensina, desenvolve e transforma’, sendo também professor universitário (o eterno professor), consultor, e com formação em coaching, mentoring e psicanálise.
Como o ‘Andarilho do Agora’, o autor segue permitindo se, sem moderação, conhecer, aprender, ensinar e viver cada janela da vida....e assim virão as novas poesias.

Por aí, simples assim...
Por aí, simples assim... é um convite para viajar sem medo ou receio de se encontrar em alguma das mais de cem paisagens na forma de poesias. A primeira parte reúne poesias nascidas entre 2015 e fevereiro de 2020, retratando o cotidiano de ser pai, filho e inquieto pensador. Na sequência, as “páginas da pandemia” eternizaram uma constelação sem fronteiras de experiências e sentimentos vividos até o início de 2022. O “novo velho normal” é o retorno ao cotidiano, observando o mundo com lentes diferentes, mais profundas e radiográficas, e retratando uma nova realidade sem máscaras, ou com novas máscaras. A quarta parte, “Caneta e papel nos saraus da ALVV”, reúne poesias nascidas repentinamente, com o DNA de cada sarau vivido entre 2016 e o final de 2025. O desembarque da viagem ocorre com as duas últimas poesias escritas, cada uma delas com sentido e segredo revelados na degustação mais leve e atenciosa. Por aí, simples assim... é uma caminhada ao lado do “Andarilho do Agora”, sem pressa, mas com sede de vida, sem ser uma autobiografia, mas certamente com fragmentos do “eu” semeados. Uma boa viagem e viva sem moderação cada encontro nessas linhas.

ENTREVISTA

Olá Franklin. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro compreende poesias escritas entre 2016 e 2025, registrando o antes, durante e depois da COVID19. É o terceiro livro de poesias, e o primeiro pela Scortecci.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
'Por aí, simples assim...'. O título e o conceito do livro ganharam forma entre 2017 e 2018, e estava tudo pronto para nascer em 2020, ganhando dois novos capítulos com os registros das criações durante e depois da pandemia, postergando o nascimento para 2026, o que foi muito especial. Esse livro se dedica a todas as idades e gostos. A profundeza da paternidade, os versos existencialistas, os versos tristes, homenagens as mães, homenagens as mulheres, e criações raras que deram eternidade aos momentos vividos, sentidos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou profissional da área de finanças, professor universitário, consultor, além da formação em Coach, Mentoring e Psicanálise. A poesia me acompanha e eu vivo nela há 36 anos, desde a adolescência. Nesse período participei em mais de 30 antologias, publiquei 3 livros, conquistei dois prêmios literários, e em 2018 ingressei na Academia de Letras de Vila Velha-ES, estado onde vivo há 27 anos. Esse livro representa muito pela superação de vários obstáculos e por isso é muito especial em cada página, além de nascer na Bienal-SP. Agora, inicia um novo ciclo para formar o quarto livro, sem pressa e saboreando cada encontro entre a caneta e o papel.

O que te inspira escrever?
Observar o mundo. Respirar a eternidade de cada instante. Perceber e viver o ambiente a minha volta. Acredito que esses são os principais ingredientes, além de refletir situações vividas, sejam elas alegres ou tristes. Escrever é algo como registrar a nossa passagem, do nosso jeito, com nosso DNA. Junto com a espiritualidade, escrever é a companhia que me completa, acolhe, consola e transporta para pequenas dimensões.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Olha, eu sou suspeito...rs. Mas se você está disposto a mergulhar numa viagem para conhecer paisagens na forma de poesias, esse livro é para você! Pai, filho, mãe, mulher, romântico, e pensador. Tudo isso e um pouco mais você encontrará nas páginas de Por aí, simples assim... Escrita leve, poesia que te transportará em versos de todos os tamanhos e sentidos. Certamente, você se encontrará em alguma página e logo se deixará levar por muitas e muitas outras.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Uma confreira da Academia de Letras de Vila Velha que já publicou pela Scortecci me recomendou e assim cheguei na editora, iniciando uma caminhada que espero ser longa e de muitas realizações.

Obrigado pela sua participação.

Frankin com João Scortecci na Bienal 2026 (lançamento do livro)

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23 setembro, 2026

Elli Roché - Autora de: ANTONELLA, BELLA!

Elli Roché
É o nome literário de Elizete Zabudowski Rocha, filósofa, advogada, escritora e empresária.
Apaixonada pela educação, pela filosofia e pelo desenvolvimento humano, dedica-se à produção de obras que unem conhecimento, sensibilidade e valores essenciais para a formação das novas gerações.
Autora de livros voltados ao público infantil e adulto, acredita que a literatura é uma poderosa ferramenta para despertar a imaginação, fortalecer os vínculos familiares e incentivar reflexões capazes de transformar pessoas e aproximar gerações.
Em Antonella, Bella!, compartilha, com delicadeza e carinho, uma história inspirada na infância, nos afetos e na importância de cultivar virtudes desde os primeiros anos de vida.

Antonella, Bella!
É uma história encantadora que convida crianças e famílias a descobrirem, de forma leve e divertida, importantes valores para a vida. Por meio das experiências da pequena Antonella, o leitor é levado a refletir sobre amizade, respeito, empatia, gratidão, amor à família e a beleza das pequenas atitudes do dia a dia. Com linguagem acolhedora e delicadas ilustrações, a obra desperta a imaginação infantil e incentiva o diálogo entre pais, educadores e crianças, transformando cada página em um momento de aprendizado, afeto e conexão. Mais do que uma história, Antonella, Bella! é um convite para cultivar sentimentos que acompanham a criança por toda a vida.

ENTREVISTA

Olá Elizete. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Antonella, Bella! conta a história de uma menina alegre, curiosa, meiga e cheia de amor, que descobre a beleza presente na natureza, nos animais, na família e nos pequenos momentos da vida. Acompanhada por uma encantadora abelhinha, Antonella conduz o leitor por uma narrativa delicada sobre afeto, gratidão e a beleza de ser criança, lembrando que o amor está sempre conosco, onde quer que estejamos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu da convivência com minha neta Antonella, que inspirou a personagem principal com sua alegria, curiosidade, delicadeza e personalidade decidida. Desejei transformar esse olhar encantado da infância em uma história capaz de transmitir amor, gratidão e respeito pela natureza, pela família e pelos pequenos momentos da vida. A obra se destina especialmente às crianças, mas também aos pais, avós e educadores que compartilham com elas a experiência da leitura.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou advogada, filósofa , escritora, e empresária e encontro na literatura uma forma de transformar experiências, afetos e reflexões em palavras. Antonella, Bella! é meu segundo livro infantil e nasceu após Era uma Vez a Dona Joaninha – Os Cinco Sentidos e Suas Funções. Também sou autora de Mundo Real/Mundo Virtual – O Ser e a Autenticidade em Tempos de Espelhos Digitais, uma obra filosófica voltada às questões contemporâneas. Escrever é, para mim, um sonho realizado e, ao mesmo tempo, um caminho que está apenas começando. Desejo continuar criando obras que despertem sensibilidade, conhecimento e reflexão em leitores de diferentes idades.

O que te inspira escrever?
O que me inspira é a vida em suas diferentes dimensões: os afetos, a infância, a família, a natureza e também as transformações do mundo contemporâneo. Escrevo a partir daquilo que me toca, desperta perguntas ou merece ser preservado em palavras. Na literatura infantil, encontro inspiração no olhar puro e curioso das crianças; na filosofia, nas inquietações humanas e na busca por uma existência mais consciente e autêntica.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que Antonella, Bella! merece ser lido porque nasce de um afeto verdadeiro e apresenta valores essenciais de forma leve, delicada e acessível às crianças. Seu encanto está na união entre uma narrativa sensível, ilustrações coloridas e personagens cativantes, especialmente a abelhinha que acompanha Antonella e transmite a mensagem de que o amor está sempre conosco. É um livro que diverte, emociona e aproxima crianças e adultos por meio da leitura compartilhada.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei à Scortecci em 2025, quando buscava uma editora para realizar meu primeiro projeto literário, Era uma Vez a Dona Joaninha – Os Cinco Sentidos e Suas Funções. A experiência de publicação foi muito positiva e marcou o início da minha trajetória como escritora. Por isso, senti confiança em continuar essa parceria e também publicar Antonella, Bella! pela editora.

Obrigada pela sua participação.
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22 setembro, 2026

Glória Marina Colombo - Autora de: HISTÓRIAS QUE A VIDA APRESENTA

Glória Marina Colombo
É docente na rede Estadual e Municipal de São Paulo, graduada em Letras- língua portuguesa e língua inglesa, Artes Visuais e Pedagogia. Pós-graduada em Docência do Ensino Superior. Possui formação professional em psicanálise Clínica.


Histórias que a Vida Apresenta
Você já parou para observar as histórias que passam despercebidas no seu dia a dia? Histórias que a vida apresenta nasce justamente desses momentos. Dos trajetos rotineiros, dos encontros silenciosos e das experiências que, muitas vezes, ignoramos. Nesta obra, o cotidiano ganha voz e profundidade, revelando narrativas que convidam à reflexão e ao autoconhecimento. Cada página é um convite para mergulhar em conflitos, emoções e aprendizados que podem se conectar diretamente com a sua própria história. Mais do que um livro, é uma oportunidade de se reconhecer, repensar caminhos e encontrar novas formas de lidar com os desafios que a vida apresenta. Permita-se sentir, refletir e enxergar a vida sobre uma nova percepção.

ENTREVISTA

Olá Glória Marina. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Histórias Que a Vida Apresenta trata, da própria vida. São aquelas histórias que acontece enquanto estamos ocupados demais para percebê-las.
A obra reúne narrativas que atravessam conflitos, emoções, escolhas, perdas, descobertas e aprendizados, revelando situações que podem parecer comuns, mas que carregam sentimentos profundamente humanos.
É um livro que convida o leitor a sair da posição de simples espectador e entrar em cada história. A proposta é fazer com que ele se reconheça nas personagens, questione suas próprias escolhas, reflita sobre seus conflitos e perceba que, muitas vezes, aquilo que imaginamos ser apenas histórias de outras pessoas também pode revelar algo sobre nós.
Mais do que contar histórias, o livro procura despertar olhares, estimular reflexões. Porque existem histórias que não foram escritas para serem apenas lidas, foram escritas para serem sentidas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia nasceu durante minhas idas e vindas do trabalho. Com trajetos longos entre idas e vindas. O tempo, que poderia ser cansativo e repetitivo, tornou-se uma oportunidade para observar, ouvir e perceber as inúmeras histórias que a vida apresenta todos os dias.
Foi nesses trajetos que comecei a compreender que existem histórias em todos os lugares: nas pessoas que encontramos, nos silêncios que compartilhamos, nos comportamentos que observamos e nas experiências que muitas vezes passam despercebidas.
Assim nasceu o desejo de transformar essas percepções em palavras e oferecer ao leitor não apenas uma leitura, mas uma experiência de reflexão, novas perspectivas diante dos desafios, a olhar para dentro de si e descobrir que algumas histórias podem estar conectadas com sua própria história

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Comecei no universo literário em 2022, com a publicacão do livro O Castelo De Esmeraldas. Em 2024, publiquei mais quatro livros: 101 Poemas e Poesias Para Reflexão De Vida; A Magia Dos Livros: A Borboletas Bella e a Flor Florella; O Reino Encantado, pela editora Scortecci. Em 2026 publiquei: A Bruxa do Jardim das Borboletas; A Caverna Das Sombras E Da Luz Da Verdade e Histórias Que a Vida Apresenta, que foram lançados na Bienal do Livro, também pela Editora Scortecci.

O que te inspira escrever?
O que me inspira é a vida em sua forma mais complexa e verdadeira: as pessoas, suas histórias, seus sentimentos, suas contradições, suas dores, suas superações e tudo aquilo que acontece silenciosamente diante dos nossos olhos que muitas vezes não percebemos que, por trás de um sorriso, pode existir uma batalha; por trás de um silêncio, uma história; e por trás de uma atitude, uma razão que nem sempre conseguimos enxergar.
Também me inspira a possibilidade de transformar uma experiência em reflexão e uma história em um espelho para quem lê.
Escrevo porque acredito que as palavras podem alcançar lugares onde muitas vezes uma conversa não consegue chegar. Podem provocar uma pergunta, despertar uma lembrança, trazer reflexões da nossa forma de interagir com o mundo.
Minha maior inspiração é a própria vida, imperfeita, mágica, surpreendente, complexa e repleta de histórias esperando para serem percebidas e contadas.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim. Porque Histórias Que a Vida Apresenta veio para ocupar um espaço dentro do leitor e fazê-lo despertar para as histórias que acontece ao redor dele. A obra questiona, provoca perguntas. E talvez sejam justamente as perguntas que mais precisamos fazer a nós mesmos.
Cada leitor poderá encontrar algo diferente nas páginas deste livro, porque cada pessoa lê uma história a partir das próprias experiências.
Talvez alguma das narrativas faça o leitor olhar para uma situação da sua vida por uma perspectiva completamente diferente.
E é justamente aí que está o verdadeiro sentido da obra: quando as histórias deixam de pertencerem somente as personagens do livro e passam a fazerem parte de quem as lê.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
O que torna Histórias Que a Vida Apresenta especial é a capacidade de transformar situações aparentemente comuns em momentos de reflexões e experiências.
O livro aproxima o leitor das personagens e de seus conflitos, fazendo com que ele não apenas acompanhe suas histórias, mas caminhe e vivencie junto com elas. A cada narrativa, existe a possibilidade de reconhecer sentimentos, comportamentos e situações que também fazem parte da realidade de quem está lendo.
Seu encanto está justamente nessa identificação. É o que acontece dentro de nós enquanto lemos e nos identificamos com as personagens. E quando uma história consegue fazer alguém parar, pensar, sentir e enxergar a própria vida de uma maneira diferente, ela deixa de ser apenas uma história e se transforma em experiência. Porque algumas histórias terminam quando fechamos o livro. Outras continuam vivendo dentro de nós.
Histórias Que a Vida Apresenta foi escrita para que possamos perceber que existe milhares de histórias ao nosso redor que se entrelassam com as quais vivenciamos no dia a dia.

Obrigada pela sua participação.
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20 setembro, 2026

Rogério Martins - Autor de: A CARTOMANTE?

Rogério Martins
É policial militar aposentado, filho exemplar, irmão amoroso e tio brincalhão. Após anos de dedicação à segurança pública e de uma observação aguçada da realidade brasileira, decidiu canalizar sua experiência e visão de mundo para a literatura, fazendo deste livro o seu manifesto contra a desigualdade e a corrupção que assolam o país.
A inspiração para este romance nasceu de um profundo sentimento cívico diante do contraste gritante entre o cidadão comum, que luta diariamente pelo pão de cada dia, e os privilégios da alta cúpula do funcionalismo público, simbolizados por banquetes de lagostas e vinhos caros pagos pelo povo. Através da ficção e da sátira política, o autor utiliza sua bagagem de ordem e disciplina para expor e questionar as maiores contradições da sociedade atual.

A Cartomante?
“Em uma pátria onde o trabalhador honesto luta pelo pão de cada dia, os juízes inescrupulosos banquetear-se-ão com lagostas e vinhos importados até que a justiça das ruas exija o acerto de contas.” O que acontece quando um sargento pragmático encontra uma cartomante imediatista? Em um inesperado relacionamento, o sargento Márcio e a vidente Lúcia desvendarão os mistérios que entrelaçam as fragilidades humanas. Onde termina o limite da religiosidade e começa o terreno pantanoso do charlatanismo? Escrita sob a ótica cirúrgica de quem conhece a realidade das ruas, esta obra usa uma história de paixão como pano de fundo para uma engenhosa crítica contra os desvios de poder do colarinho branco e a passividade do povo. Das mazelas sociais às duras críticas direcionadas a líderes religiosos e representantes do Poder Judiciário, o texto questiona os conceitos filosóficos, religiosos e morais. Passando por Machado de Assis a Jeferson Tenório, e de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski a Natalia Sanmartín Fenollera, as páginas funcionam como uma verdadeira viagem cultural e um tributo a grandes autores.

ENTREVISTA

Olá Rogério. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Meu livro é escrito em quatro camadas, as quais se definem conforme a profundidade da leitura ou interpretação: uma leitura superficial identifica apenas um romance com tensões psicológicas e cenas violentas; uma leitura mais atenta, o livro trata-se de assuntos sérios e com homenagens a grandes autores; em uma leitura profunda o livro apresenta-se como um delineador de conceitos filosóficos; na leitura exegética o livro é um verdadeiro milagre, pois ele transforma o simples romance tosco, identificado na primeira leitura, em um grande clássico, um verdadeiro conto denso de duas mil páginas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu da inconformidade que sinto ao ver o Brasil ser dominado por crápulas ocupando lugares em destaque na vida pública e conduzindo o meu país por caminhos lamentáveis onde a verdade é mascarada, os interesses particulares sobrepostos ao coletivo. Não tenho público específico, mas devido a complexidade da obra, só pessoas estudiosas e interessadas em um país melhor, conseguirá decifrar a obra.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Tenho vários outros projetos, alguns em andamento ( um conto ) concorrendo ao concurso literário pena de ouro, um poema concorrendo ao concurso da Academia de Letras de Paranavaí e outros, inclusive um livro pronto, registrado na CBL mas não publicado.

O que te inspira escrever?
Meu processo criativo na literatura surge quando estou ouvindo músicas instrumentais ou em contato com a natureza tocando saxofone, trombone ou flauta.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Para leitores hermenêuticos o meu livro é um desafio, pois tem vários enigmas e conceitos nas entrelinhas que só pessoas mais atentas conseguirão decifrá-los.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Pesquisa no Google.

Obrigado pela sua participação
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