16 setembro, 2026

Claudia Cardillo (Idealização e Curadoria) Luciana Tierno e Chirles de Oliveira (Coordenação) - Autores de: FELICIDADE E SAÚDE MENTAL

É CEO da M11 Marketing e Comunicação, Coach, Mentora, Escritora, Curadora e Palestrante. Especialista em comunicação estratégica, desenvolvimento humano e posicionamento de carreiras de alta performance, orienta líderes, executivos e empreendedores na construção de autoridade, propósito e presença. Desde 2012, já orientou mais de 300 coautores por meio de sua metodologia de escrita e publicação. É criadora do ecossistema Carreira e Suas Vozes®, que reúne talk show, podcast, cursos, livros e conteúdo. Autora e curadora editorial de mais de 30 obras.

Luciana Tierno
é jornalista, empresária, mentora e palestrante, com mais de duas décadas de experiência em Comunicação, especialmente no setor da saúde.
Especialista em Comunicação Empresarial e Relações Públicas, atua como apresentadora, mediadora, assessora de imprensa e curadora de projetos voltados à saúde e à sustentabilidade. É apresentadora do CBN Saúde, mentora de Comunicação Estratégica para profissionais da saúde.


Chirles de Oliveira
é jornalista, Mestre em Comunicação pela ESPM/SP, especialista em Psicologia Positiva e certificada como Chief Happiness Officer (CHO) e Chief Well-Being Officer (CWO) pela World Happiness Foundation. É referência em felicidade e bem-estar organizacional e CEO da Virada da Felicidade. À frente do Instituto Felicidade Sustentável, desenvolve palestras, treinamentos e experiências corporativas fundamentadas na metodologia FIB – Felicidade Interna Bruta.



Num cenário de negócios cada vez mais competitivo, marcado pela escassez de talentos qualificados e pelo desafio do engajamento real, as organizações precisam ir além do básico para construir equipes de alta performance com bem-estar duradouro. Este livro apresenta uma abordagem estratégica da felicidade corporativa, tratando-a como uma alavanca mensurável, com impacto direto nos resultados e no bottom line. Destinado a profissionais de RH, líderes seniores e gestores, o conteúdo oferece um guia prático baseado em evidências para transformar a cultura organizacional. Com ferramentas aplicáveis e metodologias claras, o leitor aprenderá a conectar o bem-estar dos colaboradores a indicadores-chave de negócio, como aumento de produtividade e redução significativa do turnover. O prefácio é assinado por Mr. Thakur S. Powdyel, ex-Ministro da Educação do Butão e especialista em Felicidade Interna Bruta; Luis Gallardo, fundador da World Happiness Foundation e autor de Happytalism; e Alvaro Fernando, empresário e músico premiado internacionalmente, autor de Seja protagonista.

ENTREVISTA

Olá Claudia. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro aborda a urgência de repensar as relações e as rotinas corporativas, unindo felicidade genuína e saúde mental como pilares inegociáveis para a sustentabilidade das organizações modernas. A obra propõe por meio reflexões profundas dos especialistas convidados e coautores que trazem metodologias aplicáveis sobre como cultivar ambientes de trabalho mais humanizados, empáticos e acolhedores, capazes de promover bem-estar real, cultura da felicidade e desenvolvimento humano em tempos de profundas transformações tecnológicas e sociais. Ao longo de seus capítulos, a publicação traz temas como liderança humanizada, inteligência emocional, segurança psicológica, qualidade de vida, gestão de pessoas, desenvolvimento humano, comunicação, inovação, propósito, sustentabilidade e equilíbrio entre desempenho e bem-estar. O conteúdo foi desenvolvido para apoiar empresários, executivos, gestores, profissionais de Recursos Humanos, educadores e todos aqueles interessados em fortalecer culturas organizacionais centradas nas pessoas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O mundo mudou rápido demais. A tecnologia avançou, mas a biologia do ser humano não acompanhou esse ritmo. Como curadora e empresária Claudia Cardillo após lançar o livro “O Novo Ser Humano: Mais Saúde Mental na Era Digital” primeiro volume de escrita coletiva da coleção sobre saúde mental, percebeu que não podíamos mais ignorar o esgotamento silencioso que tomou conta das organizações. A implantação da NR1 não é apenas uma norma regulamentadora; é um grito de alerta que exige um novo olhar sobre os riscos psicossociais. o livro “Felicidade e Saúde Mental – Um Guia para uma nova cultura de trabalho” nasceu da necessidade de criar uma ponte entre a obrigatoriedade da lei e a urgência da alma humana.
Os profissionais iniciam sua jornada pelo fator que nos diferencia das máquinas. Em plena Era da Inteligência Artificial, a proposta de Claudia Cardillo é clara: a tecnologia não substitui o humano; ela o resgata, pois o futuro pertence a quem escolhe ser profundamente humano valorizando as competências, habilidades e soft skills. A obra surge em um momento de inflexão global, onde a forma como vivemos e trabalhamos está sendo redefinida. A ideia nasceu do desejo de criar um guia contemporâneo para a implantação da cultura da felicidade e NR-1, sensível e baseado em evidências que reunisse vozes de referência para debater a cultura organizacional. O livro destina-se a líderes, gestores, profissionais de RH, empreendedores, especialistas em desenvolvimento humano e a todos os leitores que buscam transformar o cotidiano profissional em um espaço de crescimento saudável, significativo e equilibrado. Em plena era digital o livro traz um portal “O Novo Ser Humano” em que os coautores continuam conversando com o público após o lançamento do livro e escrevem seus artigos no blog do portal.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Claudia Cardillo é CEO da agência M11 Marketing e Comunicação, Especialista em Desenvolvimento Humano e Comunicação Estratégica. Atua como Mentora, Palestrante, Escritora e Comunicadora na rádio Vibe Mundial e Astral TV. Com diversos prêmios recebidos, Claudia tem 14 livros publicados com a sua assinatura como escritora e curadora, mais de 30 e-books, escreveu prefácios e introduções, participou da Bienal Internacional do Livro de São Paulo de 2024 como Curadora e Coordenadora Editorial com lançamento de três livros de escritores em que ajudou com a roteirização do conteúdo.
Apresenta o talk show e podcast Carreira e Suas Vozes na rádio Vibe Mundial e Astral TV, em que dá vozes a escritores e empreendedores, além de ter realizado a idealização do livro e portal de autoconhecimento e desenvolvimento pessoal O Novo Ser Humano, no qual escreve como colunista.
Para Claudia Cardillo, ela percebe a literatura como uma extensão natural do seu propósito de vida. Este livro “Felicidade e Saúde Mental – Um Guia para uma nova cultura de trabalho” integra um movimento de expansão e diálogo contínuo sobre uma nova cultura de trabalho, sendo a consolidação de um sonho realizador e o reflexo de uma jornada dedicada a elevar o potencial humano com seu legado.

O que te inspira escrever?
O que me inspira é a escuta genuína das histórias humanas e a convicção de que as palavras têm o poder de transformar realidades. Acredito que o conhecimento compartilhado tem a capacidade de despertar consciências, curar ambientes e inspirar mudanças de atitude. Escrever é uma forma de expandir vozes, conectar pessoas e construir caminhos possíveis para um futuro em que o trabalho e a felicidade caminhem lado a lado. Este livro nasceu do desejo de reunir profissionais que acreditam que é possível desenvolver empresas mais conscientes, em que resultados caminham ao lado do respeito às pessoas. A felicidade no trabalho não é um benefício acessório, mas uma estratégia de gestão que fortalece equipes, aumenta o engajamento e promove organizações mais sustentáveis, destaca Claudia Cardillo.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, porque ele traduz o sentimento de urgência por uma transformação real no mundo corporativo, oferecendo não apenas teoria, mas ferramentas e perspectivas práticas. Idealizado, curado e coescrito por Claudia Cardillo, o livro nasce com o propósito de ampliar o debate sobre o papel das empresas na promoção do bem-estar, da felicidade corporativa e da saúde mental. A coordenação editorial é assinada pelas jornalistas que compartilham conhecimento em seus capítulos: Luciana Tierno empreendedora e apresentadora do programa CBN Saúde, por Chirles de Oliveira idealizadora da Virada da Felicidade, reunindo profissionais com diferentes formações e perspectivas para apresentar uma visão multidisciplinar sobre os desafios contemporâneos das relações de trabalho.
Ao longo de seus capítulos, a publicação aborda temas como liderança humanizada, inteligência emocional, segurança psicológica, qualidade de vida, gestão de pessoas, desenvolvimento humano, comunicação, inovação, propósito, sustentabilidade e equilíbrio entre desempenho e bem-estar. O conteúdo foi desenvolvido para apoiar empresários, executivos, gestores, profissionais de Recursos Humanos, educadores e todos aqueles interessados em fortalecer culturas organizacionais centradas nas pessoas.
O grande diferencial da obra é reunir a pluralidade e a profundidade de 35 especialistas renomados, além de participações internacionais de peso, como o prefácio do ex-ministro do Butão Thakur S. Powdyel e de Luis Gallardo (fundador da World Happiness Foundation). É uma leitura que acolhe, desafia e inspira o leitor a ser protagonista de uma nova cultura mais leve e consciente. Coescrito por: Adeangela Melo, Alan Andrade Lôbo, Ana Cláudia Mendonça, Angela Caputo, Babi Carvalho, Beto Féres, Bruna Fesneda, Chirles de Oliveira, Cinthia Luzeti Turqui, Claudia Cardillo, Daniela Cavalcanti, Débora Fernandes, Diógenes Marques, Elisa Guarido, Fernanda Fiori, Fernando Manfio, Gabriela Jardim Presto, Gisele de Oliveira Cardoso Bautista, Janaina Marttos, Janaina Sousa, Janaina Velloza, Juliana Melo, Kátia Cristina Fernandes, Lorena Amaral Villar, Luciane de Paula Soutello, Luciana Tierno, Luiz Eduardo Uberti São Thiago, Maitê Castello, Marian Fermino, Dr. Nicholas Fernandes Mota, Patricia Apolloni de Souza, Simone Alves Costa, Theresa Rachel Silva Cordeiro e Viviane Campanatti.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A aproximação com a Scortecci deu-se por indicação da querida amiga e autora Betth Ripolli, referência que já acumula uma brilhante trajetória de publicações bem-sucedidas com a editora. Encantada com o rigor e a excelência editorial da casa, Claudia passou a confiar à Scortecci a realização de importantes projetos literários. Entre eles, destacam-se as obras da própria Betth Ripolli — Sintonia e A inteligência artificial e eu: A alma que habita o silêncio de um algoritmo, que teve a honra de curar —, além dos livros em que também foi curadora “Meu Ouro – Devolvendo ao Universo o que dele recebi" escrito por Clelia Queiroz Gadelha, “As Moléculas de Deus — Hidrogênio Molecular e Ozônio: Como Ativar ou Recuperar o Biofluxo”, escrito pela Dra. Zaika Capita e pelo Dr. Davi Rodrigues, lançado com grande sucesso na Bienal de 2024 e trazido a esta edição em sua 2ª tiragem como best-seller. Coroando essa sólida parceria, Claudia traz o lançamento de Felicidade e Saúde Mental, além do anúncio do terceiro volume da nossa coleção, “Felicidade e Longevidade: Como Cultivar Mais Saúde Mental e Bem-Viver no Trabalho e na Vida”, cujo lançamento oficial está agendado para novembro, reunindo outros 35 coautores em prol de uma cultura de vida mais plena com mais longevidade e consciência.

Obrigada pela sua participação.


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15 setembro, 2026

Theo Silvestre Rosario - Autor de: THEO. LÓGICO!

Theo Silvestre Rosario
Nasceu no dia 4 de janeiro de 2016. Aos 10 anos, tem um gato chamado Cookie, um estômago com nome próprio — Harley (pronuncia-se Rãrlei) — e uma lógica legítima que desafia adultos diariamente.
Desde os 2 anos, começou a soltar tiradas que pareciam saídas de um manual de filosofia infantil. Theo não escreve livros (ainda), mas fala como quem já publicou uns três. Ele cresceu ouvindo boas histórias, lidas por sua mãe com dedicação e afeto; já escutou mais de 200 livros e, mesmo sem perceber, transformou esse repertório em frases que fazem rir, pensar e, às vezes, repensar tudo.
Este é seu primeiro livro. E ele não escreveu nenhuma linha — só viveu cada uma delas.

Theo tem nome de filósofo e alma de comediante. Dos 2 aos 10 anos, ele disparou frases que fizeram sua mãe, rir, pensar, se emocionar – e anotar. Este livro é um retrato espontâneo da infância, dividido por idade, onde cada pérola revela não só a lógica encantadora de uma criança em crescimento, mas também os ensinamentos involuntários que ela oferece a quem escuta com atenção. Entre uma reflexão sobre vacinas e um comentário sobre fome em porcentagens, Theo constrói um universo próprio, onde o absurdo faz sentido e o simples vira sabedoria. Theo. Lógico! É um convite para adultos revisitarem a infância com olhos curiosos e coração aberto. Porque às vezes, o que parece só engraçado... É também profundamente verdadeiro.

ENTREVISTA

Olá, Karin. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que se trata o livro?
"Theo. Lógico! A lógica legítima de Theo: frases que fazem sentido até quando não fazem" é um registro afetivo e transformador sobre a infância, a escuta ativa e as formas autênticas com que uma criança interpreta o mundo. Reunindo oito anos de reflexões (dos 2 aos 10), diálogos espontâneos, sacadas existenciais e ilustrações feitas pelo próprio Theo, a obra registra a trajetória e o olhar apurado de um leitor voraz e observador atento.
O livro funciona como um manifesto sobre a importância do vínculo familiar, da presença e do acolhimento das percepções infantis. Mais do que uma coletânea de memórias e falas marcantes, é um convite aos adultos para desacelerar, redescobrir a poesia na simplicidade do cotidiano e enxergar a vida a partir de uma lógica genuína, pura e surpreendentemente profunda.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público a que se destina sua obra?
Este livro não é sobre a infância. É sobre escuta. Sobre presença. Sobre o que acontece quando a gente presta atenção. O Theo não escreveu nenhuma linha pensando em publicar — ele só viveu cada uma delas com a profundidade que só uma criança tem.
Em uma época dominada pela pressa e pelas telas, Theo. Lógico! chega como um convite delicado para que pais, educadores e adultos em geral desacelerem o passo e voltem a ouvir as perguntas — e as respostas imprevisíveis — que nascem da imaginação infantil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Theo não escreve livros (ainda), mas fala como quem já publicou uns três. Ele cresceu ouvindo boas histórias, lidas por sua mãe com dedicação e afeto; já escutou mais de 200 livros e, mesmo sem perceber, transformou esse repertório em frases que fazem rir, pensar e, às vezes, repensar tudo. Este é seu primeiro livro. E ele não escreveu nenhuma linha — só viveu cada uma delas.
Para mim, mãe do autor, é um sonho realizado. Para ele, acredito que possa ser o primeiro de alguns (ou muitos, quem sabe?).

O que te inspira a escrever?
O que me motivou a organizar esse livro foi compartilhar as “pérolas” do Theo com todos que tem interesse no desenvolvimento e pensamento de uma criança sobre o mundo para além da minha página no Instragram (a qual eu usava para publicar as frases dele).

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Todos os livros merecem ser lidos. Ninguém escreve para si. Se escrevemos é porque queremos ser “ouvidos”. O que encanta no livro do Theo é que ele é um retrato espontâneo da infância, dividido por idade, no qual cada passagem revela não só a lógica encantadora de uma criança em crescimento, mas também os ensinamentos involuntários que ela oferece que quem se dispõe a escutar com atenção.
Theo. Lógico! é um convite irrecusável para os adultos revisitarem a infância com olhos curiosos e coração aberto, porque, às vezes, o que parece apenas engraçado também é profundamente verdadeiro.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Fiz pesquisas com várias editoras e a que entendeu exatamente como eu queria o livro foi a Scortecci. Agradeço imensamente a todos os funcionários que fizeram esse livro acontecer.

Obrigada pela sua participação.

Lançamento do livro Theo. Lógico na Bienal 2026
Entrevistado pela equipe do: Quer Que eu Desenhe?





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14 setembro, 2026

Carlos Alberto Santos - Autor de: OS SINAIS DE DEUS NA MINHA VIDA

Carlos Alberto Santos
Nasceu em Arapongas, no Paraná, e ainda criança mudou-se com a família para São Paulo, onde construiu sua trajetória pessoal e profissional.
Iniciou sua carreira muito jovem em uma instituição bancária, onde atuou por mais de 40 anos e alcançou posição executiva. Ao longo dessa trajetória, vivenciou diferentes desafios profissionais e pessoais, experiências que contribuíram para sua formação e para a maneira como passou a enxergar a vida e a fé.
Casado com Cristina, é pai de Giovanna e Isabella. A família ocupa lugar central em sua história e em sua caminhada espiritual.
Sua relação com a Igreja Católica foi construída ao longo de diferentes fases da vida, entre períodos de maior proximidade e momentos de afastamento. Com o passar dos anos, retomou e aprofundou sua participação na comunidade, envolvendo-se em grupos de oração e no serviço como Ministro da Sagrada Comunhão.
Atualmente, prepara-se para o Diaconato Permanente da Igreja Católica, dando continuidade a uma caminhada espiritual que, segundo acredita, teve início muito antes de perceber os sinais que Deus colocava em seu caminho.
Em sua primeira obra, **Os Sinais de Deus na Minha Vida**, reúne memórias e acontecimentos que marcaram sua trajetória e que, vistos em retrospectiva, passaram a adquirir um significado especial de fé, providência e gratidão.

Os sinais de Deus na minha vida
Ao longo da vida, muitas vezes chamamos de coincidência aquilo que só mais tarde compreendemos como providência. Neste livro, Carlos Alberto Santos compartilha acontecimentos reais que marcaram sua caminhada desde a infância até o chamado para o Diaconato. Histórias de livramentos inesperados, orações respondidas, encontros improváveis, despedidas emocionantes e sinais que, à primeira vista, pareciam simples acontecimentos do cotidiano. Com uma narrativa sensível e repleta de fé, o autor convida o leitor a revisitar sua própria história e perceber que Deus continua presente, agindo silenciosamente nos detalhes, conduzindo caminhos, abrindo portas e preparando respostas muito antes mesmo de fazermos as perguntas. Os sinais de Deus na minha vida não é apenas um livro de memórias. É um testemunho de confiança, de esperança e da certeza de que, mesmo quando não compreendemos os acontecimentos, Deus nunca deixa de caminhar ao nosso lado.

ENTREVISTA

Olá Carlos Alberto. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Os Sinais de Deus na Minha Vida” é um testemunho de fé que reúne acontecimentos reais da minha trajetória, desde a infância até os dias atuais. São experiências, encontros, orações e momentos difíceis que, ao longo do tempo, passei a compreender como sinais da presença e da providência de Deus em minha caminhada.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia do livro ganhou força a partir de uma experiência muito especial envolvendo uma medalha, que deu origem ao capítulo “A medalha que sempre voltava”. A partir daquele momento, comecei a olhar com mais atenção para minha própria história e a perceber acontecimentos que, antes, poderiam parecer simples coincidências, mas que passei a compreender como sinais da presença de Deus em minha caminhada.
O livro se destina às pessoas de fé em geral e também àquelas que buscam fortalecer sua espiritualidade. Espero que, ao se identificarem com algumas dessas experiências, os leitores também possam olhar para a própria história e perceber que Deus pode estar agindo em suas vidas de maneiras que, muitas vezes, só compreendemos com o passar do tempo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Este é o meu segundo livro autoral. Também tive a oportunidade de participar de duas antologias poéticas e, desde 2015, escrevo no site Recanto das Letras, onde já publiquei mais de 1.850 textos. Atualmente, em razão dos estudos e de outros compromissos, escrevo com menos frequência, mas a escrita continua fazendo parte da minha vida. Por isso, vejo este livro não apenas como um sonho realizado, mas como mais um capítulo de uma trajetória que ainda tem muitas histórias para contar.

O que te inspira escrever?
Para mim, escrever é quase uma necessidade. É uma forma de compartilhar palavras de fé, esperança e reflexão, buscando, de alguma maneira, tocar e ajudar as pessoas. É muito gratificante quando alguém me diz que um texto o fez refletir, trouxe conforto ou simplesmente tornou seu dia melhor. Esses retornos são como um combustível que renova minha vontade de continuar escrevendo e me faz perceber que uma simples palavra pode fazer a diferença na vida de alguém.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que sim, porque “Os Sinais de Deus na Minha Vida” traz histórias reais, vividas em diferentes momentos da minha trajetória, nas quais fé, esperança e providência se encontram. O especial da obra está justamente em convidar o leitor a olhar para a própria vida e perceber que, muitas vezes, os sinais de Deus estão presentes nos acontecimentos mais simples e inesperados.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Pela minha irmã Margarete, que já publicou alguns livros pela editora Scortecci.

Obrigado pela sua participação.
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10 setembro, 2026

Adriane Siqueira - Autora de: CHÃO DE GIZ

Adriane Siqueira
É psicóloga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicoterapia Cognitivo-Comportamental de Crianças e Adolescentes e Psicologia Intercultural. Dedicou boa parte de sua carreira ao atendimento de crianças, adolescentes e famílias, bem como à docência nas áreas de promoção e prevenção em saúde mental.
Com a inserção da Psicologia no mundo digital, expandiu sua atuação para além das fronteiras do Brasil, acompanhando famílias que se mudavam para o exterior e encontrando na Psicologia Intercultural uma nova paixão profissional.
Além do trabalho como psicóloga clínica, dedica-se à escrita e ao desenvolvimento de materiais psicoeducativos, buscando explorar possibilidades inovadoras de intervenção, prevenção e promoção da saúde mental. É coautora dos livros Técnicas em Terapia Cognitivo-Comportamental com Crianças e Adolescentes e Recursos Lúdicos na Clínica Infantojuvenil, nos quais compartilha propostas de intervenção clínica para atendimentos individuais e em grupo.
Ao longo de sua trajetória, consolidou a convicção de que as mudanças mais significativas acontecem de dentro para fora; de que as dores merecem um olhar sensível, respeitoso e cuidadoso; e de que toda pessoa tem o direito de construir seu lugar no mundo com passos firmes, conscientes e coerentes com sua própria essência.

Chão de giz
Parte da ideia de que toda migração nos convida a redesenhar a própria história. Assim como um desenho feito com giz pode ser apagado e refeito inúmeras vezes, a experiência migratória nos desafia a ressignificar identidade, reconstruir pertencimento e criar novos caminhos. Muito mais do que atravessar fronteiras geográficas, migrar é um processo de transformação pessoal, no qual cada escolha deixa marcas e cada experiência contribui para um novo desenho de vida. Além de conter informações práticas, logísticas e burocráticas sobre a mudança de país, este livro fornece ferramentas para que um novo caminho seja construído com consciência, sensibilidade, preparo emocional e estratégias aplicáveis à vida cotidiana, antes, durante e após o processo migratório. A obra é destinada a todos que vivenciam o encontro entre diferentes culturas — imigrantes, expatriados, repatriados, estudantes internacionais, refugiados e famílias multiculturais — e também aos profissionais, educadores e demais pessoas que se preocupam com a saúde mental e o bem-estar dessa população. É um convite à reflexão sobre os desafios e as oportunidades da migração, aliado a propostas práticas para a construção de caminhos, pontes e diálogos entre culturas. Uma forma de honrar escolhas, trajetórias e recomeços, promovendo a adaptação, o bem-estar emocional e a convivência respeitosa em sociedades cada vez mais marcadas pela diversidade cultural e pela mobilidade internacional. Chão de giz é um guia prático e sensível para pessoas que transformam sonhos e projetos de vida em experiências concretas, desenhando trajetórias autênticas, repletas de aprendizado, significado e descobertas pelos mais diversos países.

ENTREVISTA

Olá Adriane. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro “Chão de Giz” é um manual prático e sensível para quem muda de país.
É um livro feito a partir da minha experiência acompanhando famílias de brasileiros que se mudaram do Brasil, estudos na área da psicologia intercultural e de trinta mãos como psicóloga clínica, atendendo crianças, adolescentes e suas famílias.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu a partir de uma pesquisa de manuais que poderiam ser uma referencia bibliográfica para meus pacientes que estavam em processo de mudança de país. Essa pesquisa me mostrou que a grande maioria dos manuais disponíveis no mercado, abordavam apenas as questões práticas e burocráticas da mudança de país sem fazer referência ás dimensões socioemocionais deste processo e que são temas centrais da psicologia intercultural, cujo conhecimento pode impactar de forma positiva a adaptação de uma pessoa em outro país.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou psicóloga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicoterapia Cognitivo-Comportamental de Crianças e Adolescentes e Psicologia Intercultural.
Dediquei boa parte da minha carreira ao atendimento de crianças, adolescentes e famílias, bem como à docência nas áreas de promoção e prevenção em saúde mental. Com a inserção da Psicologia no mundo digital, expandi minha atuação para além das fronteiras do Brasil, acompanhando famílias que se mudavam para o exterior e encontrando na Psicologia Intercultural uma nova paixão profissional. Além do trabalho como psicóloga clínica, me dedico à escrita e ao desenvolvimento de materiais psicoeducativos, buscando explorar possibilidades inovadoras de intervenção, prevenção e promoção da saúde mental. É coautora dos livros Técnicas em Terapia Cognitivo-Comportamental com Crianças e Adolescentes e Recursos
Lúdicos na Clínica Infantojuvenil, e agora, autora de “Chão de Giz - Um manual Prático e Sensível para mudança de país” Ao longo da minha trajetória, consolidei a convicção de que as mudanças mais significativas acontecem de dentro para fora; de que as dores merecem um olhar sensível, respeitoso e cuidadoso; e de que toda pessoa tem o direito de construir seu lugar no mundo com passos firmes, conscientes e coerentes com sua própria essência.
“Chão de giz” não é meu primeiro livro, pois já sou coautora de dois livros, porém é o primeiro livro que escrevi sozinha e isso tem um valor muito especial para mim. Foi uma experiência que exigiu muita entrega, disciplina, dedicação e muita coragem e que também me trouxe muita alegria e esperança no sentido de poder alcançar mais pessoas e transformar, nem que seja de forma mínima , suas vidas.

O que te inspira escrever?
Sou filha de escritora, então de alguma forma minha mãe é uma inspiração para mim. Porém duas fontes importantes de inspiração também foram meus paciente em processo de mudança e meu filho mais velho que aos treze anos foi contemplado com uma bolsa de estudos para estudar piano na Inglaterra e que hoje aos dezoito anos segue para cursar a Royal College of Music em Londres. Tudo isso me inspirou a escrever esse livro.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar eleitores?
Meu livro não merece apenas ser lido, ele merece ser compartilhado com todas as pessoas que desejam mudar de país ou que estão em processo de mudança. É um livro para todos os corajosos que se permitem escrever ou reescrever a própria história em um novo cenário de forma leve, planejada e segura.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei através de minha mãe, a escritora Cristina Siqueira, que já publicou muitos livros com vocês e que me indicou a editora fortemente. Foi uma excelente escolha!

Obrigada pela sua participação.
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07 setembro, 2026

Luciano Buzatto (Org.) - Autor e organizador de: ECOS DA ALMA

Luciano Buzatto
é poeta e escritor.




Ecos da Alma - 
a poesia do reencontro
Esta coletânea literária, Ecos da alma: a poesia do reencontro, idealizada por Luciano Buzatto para representar a união de amigos em comemoração aos 40 anos da publicação do livro Há reticências no ar, da Academia Juvenil de Letras e Artes de Jundiaí, reúne escritores que, entre a poesia e a prosa poética, uniam vozes e versos que continuam ecoando. Os textos abordam temáticas como o misticismo e a espiritualidade, o contraste entre o céu e o inferno, reflexões sociais e histórias do cotidiano. Também estão presentes os conflitos existenciais como a dor, a tristeza e as amarguras da vida. Memórias e saudade aparecem em homenagem póstuma à poetisa Graziela Regina Savy e ao pianista Cassiano Alberto Tealdi. Os escritos enfatizam lembranças, afeto, silêncio e saudade de outrora. Muito mais que palavras, Ecos da alma: a poesia do reencontro oferece ao leitor a travessia do tempo, onde a forma de ver, dizer e ler o mundo torna-se mais consciente e reflexiva.

ENTREVISTA

Olá, Luciano. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Ecos da Alma: a poesia do reencontro (contos e poesia) é, antes de tudo, um livro sobre o tempo, a memória, a amizade e a permanência da literatura.
A obra nasceu para celebrar os 40 anos de Há reticências no ar, antologia publicada em 1986 pela Academia Juvenil de Letras e Artes de Jundiaí, reunindo novamente escritores que, naquela época, eram jovens apaixonados pela literatura e pelas artes.
Mas o livro não é apenas uma comemoração. Ele é uma ponte entre passado e presente. É o reencontro de pessoas, de histórias, de sentimentos e, principalmente, de uma parte de nós mesmos que o tempo jamais conseguiu apagar.
Ao longo das páginas aparecem poesia, prosa poética, espiritualidade, misticismo, questões existenciais, dores, saudades, memórias, reflexões sociais e acontecimentos do cotidiano. Há também homenagens à memória de pessoas queridas que já partiram.
Por isso, considero Ecos da Alma muito mais do que uma coletânea. É um testemunho de que algumas amizades e alguns sonhos conseguem atravessar quatro décadas e continuar vivos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia nasceu de uma pergunta muito simples, mas que carregava uma enorme força emocional: e se nós nos reencontrássemos depois de 40 anos?
Nós havíamos vivido uma experiência muito importante na juventude. Escrevemos, publicamos livros, participamos de encontros culturais, concursos e eventos. Depois, a vida nos levou por caminhos diferentes.
Mas a literatura nunca desapareceu completamente.
Quando percebi que quatro décadas haviam passado desde Há reticências no ar, senti que não poderíamos deixar essa história simplesmente no passado. Era preciso transformar o reencontro em memória escrita.
Assim nasceu Ecos da Alma: a poesia do reencontro.
O livro se destina a todos aqueles que acreditam que o tempo não consegue apagar aquilo que realmente tem significado: amizades, sonhos, sentimentos, experiências e a paixão pela palavra.
É uma obra para quem gosta de poesia, mas também para quem gosta de histórias humanas. Para quem já sentiu saudade. Para quem já reencontrou alguém depois de muitos anos. Para quem guarda dentro de si uma parte da juventude e sabe que algumas lembranças nunca envelhecem.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu comecei a escrever muito jovem. A literatura entrou na minha vida ainda na adolescência e, desde então, nunca saiu.
Ao longo dessa trajetória, participei de antologias, concursos literários e projetos culturais. Fui ligado à Academia Juvenil de Letras e Artes de Jundiaí e, posteriormente, participei da criação do Grupo Literário Transporarte. Também tive a oportunidade de coordenar e participar de diversas publicações coletivas.
Portanto, Ecos da Alma não representa o começo da minha história literária. Representa uma nova etapa de uma história que começou há muitas décadas.
E talvez seja justamente por isso que esse livro tenha um significado tão especial para mim.
Ele é, ao mesmo tempo, um sonho realizado e uma porta aberta para novos sonhos.
Não quero que seja o último capítulo. Quero que seja mais um capítulo de uma trajetória que ainda pode produzir encontros, livros, poemas, projetos culturais e, principalmente, novas amizades através da literatura.

O que te inspira escrever?
A dor. As pessoas. Os encontros e desencontros. A passagem do tempo. A saudade. A amizade. A injustiça. A espiritualidade. As contradições humanas. As pequenas coisas que muitas vezes passam despercebidas.
A poesia, para mim, é uma maneira de conversar com a própria alma e, ao mesmo tempo, conversar com o mundo.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Eu diria que Ecos da Alma merece ser lido porque ele não nasceu apenas da vontade de publicar um livro. Ele nasceu de uma história verdadeira.
São 40 anos separando duas obras e, ao mesmo tempo, aproximando novamente pessoas que um dia compartilharam os mesmos sonhos literários.
O que considero especial é justamente essa dimensão humana.
O leitor encontrará contos e poesia, mas encontrará também memória. Encontrará palavras, mas encontrará sentimentos. Encontrará escritores, mas encontrará pessoas.
É um livro que fala sobre o passado sem ficar preso a ele.
Porque, quando reencontramos alguém depois de 40 anos, não reencontramos apenas aquela pessoa. Reencontramos também quem nós éramos.
E talvez esse seja o maior encanto de Ecos da Alma: ele convida o leitor a fazer o próprio reencontro com suas lembranças, com suas saudades, com seus sonhos.
E, quem sabe, com uma parte de si mesmo que o tempo deixou adormecida.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
A Scortecci não era uma editora desconhecida para mim.
Minha relação com a editora vem de muito antes de Ecos da Alma. Alguns dos projetos literários dos quais participei ao longo da minha trajetória também passaram pela Scortecci, inclusive publicações ligadas à nossa história literária em Jundiaí.
Por isso, quando surgiu a ideia de transformar o reencontro de 40 anos em um novo livro, a Scortecci naturalmente apareceu como uma referência.
Foi uma escolha que também carregava um certo simbolismo: voltar a uma editora que já fazia parte da nossa trajetória literária e, décadas depois, colocar novamente nas mãos dela uma história construída por aqueles mesmos vínculos com a literatura.
De certa maneira, foi como fechar um círculo.
Em 1986, éramos jovens escritores começando a construir nossa história.
Em 2026, voltamos à literatura trazendo conosco quatro décadas de vida, experiências, perdas, conquistas, lembranças e, principalmente, a amizade.
E foi assim que Ecos da Alma: a poesia do reencontro ganhou forma.

Obrigado pela sua participação.
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05 setembro, 2026

Carlos Gildemar Pontes - Autor de: DIÁLOGO COM A ARTE

Carlos Gildemar Pontes
Escritor. Pós-Doutor em Literatura Comparada pela UFC.
Doutor em Letras pela UERN. Graduado em Letras pela UFC. Professor de Literatura da UFCG. Tradutor e revisor. Coordena o Círculo de Pesquisa em Literatura, Estudos Decoloniais, Identidade e Mestiçagem CPLEDIM-UFCG-CNPQ. Tem 30 livros publicados e muitos prêmios, em destaque: Prêmio Ceará de Literatura, O olhar de Narciso, 1993; Prêmio Nacional Audifax Amorim, Poesia 2005; Prêmio Portugal Telecom, indicado com o livro Os gestos do amor, 2005. Traduzido para o espanhol e publicado nas Revistas Bohemia e Antenas, de Cuba. Sua escrita atravessou fronteiras e aportou em Portugal, Estados Unidos, Cuba, França e Espanha, onde tem obras catalogadas nas principais bibliotecas destes países. Participa de antologias nacionais de contos e poemas. É Faixa Preta de Karate Shotokan.

Diálogo com a arte: Vanguarda, História e Imagens
A literatura e as artes, diante do mundo mais cruel do que o da sua representação artística, ampliaram a sua função de produzir os efeitos de catarse e estesia. Vivemos numa realidade de dispersão e liquidez dos sentidos. Diálogo com a arte proporciona um renovado olhar sobre o fenômeno artístico, mantendo a tradição do encantamento como principal modo de restaurar o mundo das essências. Sua leitura proporciona um elo fundamental entre o leitor e o universo complexo e necessário da literatura.
Profa. Dra. Maria do Socorro Pinheiro - Da Universidade Estadual do Ceará


ENTREVISTA

Olá Carlos Gildemar. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro aborda o papel da arte ao longo da história, discutindo conceitos que estabelecem uma interseção entre o fazer artístico e o ser social que produz ou usufrui da arte. A linguagem é o meio pelo qual a arte manifesta seu estatuto e confere ao objeto a sua artisticidade.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Desde à época de estudante de Letras que venho garimpando textos que definam a arte para além dos conceitos elaborados pela teoria literária conhecida. E encontrei nos depoimentos ou nos textos dos artistas mais coerência e validade conceitual do que nos teóricos que lia. Como sou poeta e ficcionista, não aderi pura e simplesmente um conceito porque veio de algum europeu. Afinal, eles nos definem e nos enquadram sem o nosso consentimento e à nossa revelia. é preciso repensar a arte e hibridizar o pensamento teórico dos que fazem arte com o pensamento dos que supõem ter dela conhecimento analítico. Eu estou nesse meio. Tento reconhecer a arte como artífice e como esteta.
Daí eu entender que a arte transcende as academias e escolas e precisa ser compreendida pelo povo. Escrevo para ser lido pelo público em geral.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Esse livro é a segunda edição que revisei e ampliei com alunos enxertos e um novo texto agregado. São ao todo 31 livros publicados em poesia, conto e ensaio. Neste momento, estou refletindo sobre o papel do escritor e da literatura na sociedade. Tenho me voltado para a escrita ensaística. Logo logo voltarei para a ficção.
A cada livro que publico tenho em mente que se trata de um esforço que foi alimentado pelo sonho e realizado pelo escritor que precisa interagir com o público.

O que te inspira escrever?
Em primeiro lugar, a permanência das ideias para eternizar o conhecimento. Em segundo lugar, a percepção que a arte produz em dizer sempre de forma singular o que ocorre a cada nascer do dia.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
É óbvio que merece ser lido. E também debatido, contraditado ou validado. Será essas possibilidades de recepção que fazem com que cada texto tenha seu encanto.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conhecia outros livros editados pela Scortecci e sempre tive desejo de pertencer ao quadro de escritores publicados pela editora. Ao ver recentemente o livro do poeta Márcio Catunda, de excelente qualidade editorial, apressei o desejo e transformei em realidade. Daí surgiu o Diálogo com a arte. Outros livros virão.

Obrigado pela sua participação.
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