Iraci Costa Ferreira
Nasceu em 6 de dezembro de 1962 em Santa Cecília do Pavão (PR), onde viveu com os pais e o irmão até os 10 anos. Cresceu em uma fazenda de café nos arredores da cidadezinha de São Jerônimo da Serra, da qual guarda as melhores lembranças.
O primeiro contato com a leitura foi aos 15 anos, quando em uma noite, na volta do trabalho, encontrou um livro esquecido por alguém no banco de uma composição ferroviária. Esse livro fez toda a diferença em sua vida, mudou sua história e a ensinou a enfrentar as adversidades que a vida lhe apresentou.
Em 2012 lançou seu primeiro livro, Infinita paixão, em que conta a história de um triângulo amoroso cercado de sofrimento, drama e muito amor.
No mesmo ano, participou da Antologia de Poesias, Contos e Crônicas Nossa História, Nossos Autores — Volume II, organizada pela Scortecci Editora.
Em 2022 lançou seu segundo livro, Uma vida para Ana, que mostra que o amor acontece o tempo todo, independente de estarmos preparados ou não, e pode salvar vidas.
Nasceu em 6 de dezembro de 1962 em Santa Cecília do Pavão (PR), onde viveu com os pais e o irmão até os 10 anos. Cresceu em uma fazenda de café nos arredores da cidadezinha de São Jerônimo da Serra, da qual guarda as melhores lembranças.
O primeiro contato com a leitura foi aos 15 anos, quando em uma noite, na volta do trabalho, encontrou um livro esquecido por alguém no banco de uma composição ferroviária. Esse livro fez toda a diferença em sua vida, mudou sua história e a ensinou a enfrentar as adversidades que a vida lhe apresentou.
Em 2012 lançou seu primeiro livro, Infinita paixão, em que conta a história de um triângulo amoroso cercado de sofrimento, drama e muito amor.
No mesmo ano, participou da Antologia de Poesias, Contos e Crônicas Nossa História, Nossos Autores — Volume II, organizada pela Scortecci Editora.
Em 2022 lançou seu segundo livro, Uma vida para Ana, que mostra que o amor acontece o tempo todo, independente de estarmos preparados ou não, e pode salvar vidas.
Fases de mim
Ela foi abrigo, muralha, silêncio.
Essa história sobre uma mulher que depois de ter passado uma vida inteira sendo forte, carregando dores traumas e sofrimentos vivido, durante sua infância adolescia e vida adulta, de repente se vê questionando sua existência, tentando entender os sentimentos.
Durante anos, ela vestiu a armadura da força. Enfrentou dores que ninguém viu, sobreviveu a traumas que ninguém perguntou. Agora, quando tudo parece desmoronar por dentro, ela se pergunta: E se a verdadeira coragem for permitir-se sentir?
Esta é a jornada de uma mulher que, ao tocar o fundo de si mesma, descobre que há beleza na vulnerabilidade. A Infância marcada por silêncios. Adolescência cheia de feridas. Vida adulta construída sobre sobrevivência. Mas quando os sentimentos finalmente transbordam, ela percebe: não dá mais para fugir de si mesma.
Um relato poderoso sobre o peso de ser forte o tempo todo — e a libertação que vem quando se escolhe viver.
Este livro é um convite à introspecção, à cura e à coragem de se reinventar. Porque às vezes, o maior ato de força é se permitir ser frágil.
ENTREVISTA
Ola Iraci.
Do que trata o seu Livro?O livro é uma autoavaliação da minha vida e das pessoas que fizeram parte dela.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?A ideia nasceu de uma reflexão profunda sobre minha história, minhas dores e traumas. Inicialmente, escrevi com a intenção de que meus filhos me conhecessem melhor. Mas, se minha trajetória puder alcançar outras pessoas e fazer alguma diferença em suas vidas, será ainda mais gratificante.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Este já é o meu terceiro livro, e representa um sonho realizado.O que te inspira escrever?A vida.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?Acredito que sim. O que torna a obra especial é o fato de ser uma história real, vivida intensamente em todos os sentidos.6. Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Estava em busca de uma editora e encontrei a Scortecci.
Obrigada pela sua participação.











