17 junho, 2024

Nelson Berger - Autor de: HISTÓRIAS DO MENINO DARWIN

Brasileiro, nasceu em 1948 em São Paulo. É graduado em engenharia civil e pós-graduado em direito ambiental, atualmente está aposentando e reside com sua esposa Beatriz, em Jundiaí. É contador de histórias há mais de 40 anos, para seu querido público de filhas, netos e netas. Nelson foi membro do Conselho de Implantação da Lei de Proteção da Águas – Itupeva, membro do Conselho Gestor da APA Cabreúva, Cajamar e Jundiaí e membro do Conselho de Desenvolvimento Rural do Município de Itupeva. Articulista de jornais de Itupeva/SP e sites sobre ecologia, ética e cidadania, com mais de 170 artigos publicados. Gosta de trabalhos manuais, marcenaria e jardinagem e sempre teve interesse nas questões ambientais e na relação saudável do homem com a natureza.
 
Histórias do Menino Darwin
Para Colorir

São histórias infantis de um garoto ecologista, que defende a natureza, a ética e a cidadania.
 
 
 
 
 
 
 
 
Entrevista
 
Olá Nelson. É um prazer contar a com sua participação na Revista do Livro da Scortecci
 
Do que trata o seu Livro?
O livro é sobre um menino herói, que através de suas aventuras procura proteger o meio ambiente, além de ensinar práticas de civilidade.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Quando meu primeiro neto, Pedro, tinha por volta de 4 anos criei o personagem Darwin, um menino herói ecologista, personagem de uma historinha que ilustrei em um caderno. Hoje Pedro tem 18 anos. Há cerca de 8 anos a minha filha caçula, Fernanda, resolveu mudar para a Flórida em definitivo, levou com ela o marido e minhas duas netinhas gêmeas que hoje têm 9 anos. Com a distância e a saudade, mantínhamos contato através de sites de vídeo conferência, mas era sempre difícil prender a atenção das netas e eu acreditava que eu tinha que participar do crescimento delas, elas precisavam ter contato com o Zeid, o avô que sou eu. Depois de algumas tentativas com fantoches, resolvi reviver o Darwin, consegui criar 36 historinhas que eu narrava com a apresentação de slides. Consegui meu intento e, aparentemente, as netinhas gostavam dos nossos encontros via internet e esperavam pelo Darwin.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Não tinha intenção de editar um livro. Minha filha Simone acreditou que valia a pena a edição e tomou essa iniciativa estimulada por minha esposa Bia. Quem sabe outro livro virá, não sei quando.
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sou leitor assíduo e raramente algum livro de escritor brasileiro cai em minhas mãos. Não sei explicar por que isso ocorre.
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Minha filha Simone tinha algum contato com a editora e foi ela quem tomou toda a iniciativa.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que sou suspeito para falar da minha criação. Posso afirmar que minhas netas se entretinham bastante com as histórias e, segundo minha filha Fernanda, mãe das netinhas, elas relembram os ensinamentos do Darwin. Sim, acho que vale a pena ser lido.
 
Obrigado pela sua participação


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15 junho, 2024

Marcelo Campos - Autor de: A MOSCA NO ELEVADOR

É autor de 73 pequenas peças sobre as vidas de Leonardo da Vinci, Frida Kahlo, Mohandas Gandhi e Assis Chateaubriand, dentro das quais desenvolve o conceito de imersão interativa. De 2019 a 2024, foi produtor de 63 encontros com o público através dos quais mais de 2.900 pessoas puderam vivenciar as experiências do Onikronos, tanto em espaços físicos presenciais, quanto em eventos online.
No mundo corporativo, já estabeleceu parcerias de sucesso com grandes empresas, sendo seus principais parceiros dos últimos 3 anos: Sabesp, IE International Education, Metlife, Vídeo Ciências, Tegma, Horus, Sonda Tecnologia, IPL, Insper, Clube Pinheiros, Banco Bradesco, Cuca Mundi, Círculo Militar de São Paulo, Ericsson e lghisi gente.
Está estreando o projeto dramatúrgico Mais forte que nós!, pelo qual narra um encontro possível, porém fictício, entre Albert Einstein e Mahatma Gandhi no ano de 1947.
Lançou em abril-2023 seu primeiro livro, O Arquétipo do Jardim do Éden. Um ensaio para que as pessoas reflitam sobre as prioridades da nossa agenda global, buscando um efetivo comprometimento com as gerações futuras.
Em junho de 2024, lança seu segundo livro: A Mosca no Elevador. Não é uma continuação de seu primeiro livro, mas sim uma evolução em todas as dimensões: conteúdo, estrutura, reflexão e desafio. O ponto especial fica por conta do storytelling materializado no comparativo entre o Homo Sapiens no século XXI no planeta Terra e uma mosca parada dentro do elevador.
Por fim e não menos importante, no 1º semestre de 2024, Marcelo estreia sua 1ª minissérie: “Código de Valor”. Foi produtor e roteirista, aliando sua criatividade de dramaturgo com seus 27 anos de carreira como executivo no mundo corporativo. Esta minissérie mostra os desafios cotidianos de uma empresa de tecnologia para viver pragmaticamente sues valores frente aos obstáculos que naturalmente surgem na entrega de grandes projetos.
 
A Mosca No Elevador

Você consegue refletir sobre o que significa uma mosca pousada na parede do elevador... da perspectiva da mosca? É muito provável que logo depois de sua entrada, devido às condições do ambiente, o animal não detecte maiores problemas, até se sentindo confortável com a situação. Agora, você, o Ser Humano olhando para a mosca, entende que ela está em uma situação vulnerável. Dentro do elevador não há comida, não há água, enfim, não há como a mosca viver a longo prazo (principalmente se for um prazo de mosca). Adicionalmente, as hostilidades podem escalar muito rapidamente, caso alguém mais avesso a insetos entre no elevador. Neste livro, Marcelo Campos constrói a equivalência de comportamento entre o Homo Sapiens no século XXI e uma mosca pousada na parede de um elevador. Através de histórias comparativas, Marcelo transforma a mosca no alter ego do Homo Sapiens. Ambos se julgam em segurança dentro da conjuntura que vivem, dentro do contexto que conseguem construir. Ambos julgam ter tempo de sobra a seu favor dentro do cenário temporário e confortável no qual se encontram. Através de reflexões provocativas e instigantes, Marcelo busca fomentar a inquietação no leitor, questionando os hábitos da sociedade do século XXI sob a perspectiva de futuro de longo prazo.
 
Entrevista
 
Olá Marcelo. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci
 
Do que trata o seu Livro?
Alavancado em informações científicas amplamente conhecidas, o livro é um exercício de desafio filosófico: será que estamos fazendo a leitura certa de nossa posição no tabuleiro do jogo chamado Universo? Já adianto que não! Buscando manter o bom-humor mesmo com um tema potencialmente denso, criei a mosquinha Drosô que, pousada na parede de um elevador, é o alter ego do Homo sapiens do século XXI no Planeta Terra. Você vai se espantar como estes dois personagens entendem o Universo em seus respectivos entornos de forma muito semelhante!
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O primeiro estímulo partiu da aceitação maior do que o previsto para meu primeiro livro. A empolgação, aliada à quantidade imensa de temas ainda não abordados, me impulsionou para o segundo livro um ano depois do lançamento do primeiro.
O livro destina-se a pessoas questionadoras e curiosas, que gostam de filosofar e até especular sobre os limites da ciência. Pessoas bem-humoradas também vão se divertir com as aventuras de Drosô (a protagonista do storytelling). Por fim, pessoas que percebam a importância de criarmos alternativas a esta película de atmosfera ao redor de um minúsculo planeta rochoso. Que tenham a percepção de que, enquanto não gerarmos esta alternativa, estamos colocando todos os ovos em uma única cesta.

 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Como já mencionei, este é meu segundo livro. Meu objetivo é fomentar discussões de ordem filosófica sobre o que é realmente importante para preservarmos nosso futuro como espécie. No limite, as novas perspectivas apresentadas pelo conteúdo dos dois livros passam a fazer parte de debates, discussões, argumentações, enfim, de toda sorte de interações que moldem nossas atitudes para um futuro mais seguro para nossos “tatara-lá-na-frente-netos”.
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu tenho uma concepção de propósito que é escrever, compartilhar minhas ideias. Se um leitor ou um milhão de leitores vão ler meu conteúdo, não importa. Eu simplesmente preciso escrever. Adicionalmente, recuso-me a ser vencido pela mediocridade intelectual epidêmica que se alastra pelo país. Preciso fazer minha parte contra isso: gerar alternativa de leitura de valor e interessante para os potenciais leitores.
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Estou com a Scortecci desde meu primeiro livro. Quem fez a ponte foi meu amigo Cesar Baues, que também publica com vocês e, como eu, está satisfeito.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que sim! Porque demonstra uma forma diferente e importante de interpretar o Universo a nossa volta, aumentando as chances de sobrevivência de nossa espécie. Do ponto de vista coletivo, poucos temas podem ser mais nobres do que este.
 
 Obrigado pela sua participação.
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Adriana Santiago - Autora de: O GRITO

Adriana Santiago

Nasceu em Carangola (MG). É jornalista (UNI-BH/1992), bacharel em História (PUC-MINAS/2003), poeta e escritora. Participou de várias antologias poéticas, com poesias e contos. Publicou cinco livros: Mar Revolto — Poesias e Crônicas (2017), Flores e Borboletas em Meio Século de Poesia (2019), O Sapo Jererê e suas Aventuras (2019), As Dores do Mundo (2021) e Vozes de Minas — História e Encantos Gerais (2022), todos pela Scortecci Editora. Adriana Santiago é integrante do grupo literário Mulherio das Letras, da Associação Internacional de Literatura Brasileira (AILB) — Focus Brasil e da União Brasileira de Escritores (UBE-SP). É colunista da Revista Literária Voo Livre (digital).
 
O Grito

A poesia salva. A poesia não diz somente palavras belas. A poesia desperta, alerta, sacode e grita. Assim nasce O Grito. Do desejo de expressar a indignação ao ver a dor do outro. Do desejo profundo de chamar a atenção, alertar para o buraco em que a humanidade está se metendo ao ignorar o grito de socorro da Natureza, do nosso planeta Terra. O grito pela urgência de se mudar de atitudes antes que seja mais tarde do que já é. O grito pelos que sofrem por não se enquadrarem em um padrão social rígido, em uma sociedade implacável, que cobra beleza, corpos esculturais, juventude eterna, status social elevado e formas de existir padronizadas, conforme um ideal que, de tão perfeito, se mostra inatingível. A busca incessante e frustrada desse ideal de perfeição, exigindo das pessoas um esforço sobre-humano, torna a sociedade doente, um poço de ansiedade, depressão, estresse, agressividade. A humanidade e o planeta — partes distintas, mas integrantes de uma só natureza — estão doentes. Precisamos de cuidados, de remédios. São eles: mudança de comportamento em pequenas e grandes ações do dia a dia, em respeito ao nosso ambiente, planeta onde vivemos (se quisermos garantir nossa sobrevivência, temos que mudar nossas atitudes); respeito ao outro — respeito incondicional à forma do outro de existir no mundo, mesmo que seja diferente da sua. E terceiro e não menos importante remédio: a poesia. Para isso, O Grito, que há de ecoar distante e bonito, na esperança de espantar as coisas tristes do nosso tempo.

Entrevista


Olá Adriana. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci
 
Do que trata o seu Livro?
Poemas de cunho social e em defesa do meio ambiente, e contra preconceitos de toda ordem.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu de um desejo de "gritar" para o mundo as coisas tristes desse tempo como: preconceito, desrespeito com relação a povos de diversas etnias, homofobia e toda sorte de coisas desrespeitosas ao ser humano, ao outro, à vida e às diferenças.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já é o sexto projeto de muitos que ainda virão. Ou seja, este é o sexto livro que público. Todos pela editora Scortecci, essa verdadeira família que formamos, eu, junto à equipe Scortecci e autores dessa editora.
Muitos livros ainda virão, inclusive já estou trabalhando em um projeto de poesias para crianças, que deverá sair no próximo ano.
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não sei bem se são tão poucos leitores assim. Mas, de qualquer forma, é preciso estimular a leitura, principalmente entre os pequenos para que cresçam com esse bom hábito da leitura. No meu caso, por escrever poemas, sinto que é um público realmente restrito. Não é muita gente que gosta de poesia. Mas, vou trabalhando sempre para aumentar o meu público. E posso dizer que, do primeiro livro para este, já aumentou bastante. Meu público é formado, principalmente, por pessoas da faixa etária de 30 a mais, homens e mulheres, mas mais de mulheres.
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em 2017 fiz um curso para autores iniciantes na Scortecci. Foi assim que conheci o trabalho da editora e gráfica.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Muito! Ele carrega consigo a poesia, a reflexão, emoções, além das sementes da esperança e do amor. Por tudo isso e mais ele merece muito ser lido.

Obrigada pela sua participação.

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Regina Souza Vieira - Autora de: CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE: DO VERSO À FILOSOFIA

É carioca, mestre e doutora em Letras pela PUC-RJ, tradutora, é estudiosa da obra de Carlos Drummond de Andrade, sobre a qual publicou dois livros de crítica literária. Além destes, tem mais oito livros publicados, entre poesia, romance, contos e crítica literária. É detentora do Troféu Carlos Drummond de Andrade, da Medalha Camões e de algumas consagrações da Literarte e de outras instituições literárias. Muitos de seus trabalhos estão também incluídos em várias antologias.
Obras da autora:
1. Sentimentogramas – poesia (RJ: Cátedra, 1987)
2. Boitempo: autobiografia e memória em Carlos Drummond de Andrade – ensaio (RJ: Presença, 1992)
3. Revivências – poesia (RJ: Taba Cultural, 1997)
4. Inventivas verossimilhantes – contos (RJ: Papel Virtual, 2000)
5. A prosa à luz da poesia – ensaio (RJ: Edições Galo Branco, 2002)
6. Bernardo, o imprevisível – romance (RJ: Edições Galo Branco, 2005)
7. Reflexões em verso – poesia (RJ: Edições Galo Branco, 2007)
8. Poemas ao acaso e conclusivos acasos – poesia (RJ: Taba Cultural, 2015)
9. Subfundamentos da escrita – ensaio (RJ: Taba Cultural, 2010)
10. Um Jovem de ideias e ideais – romance (RJ: Literarte, 2020)
 
Este livro associa evidências de um vasto conhecimento filosófico à poesia de Carlos Drummond de Andrade. Muitas das alusões de seus versos trazem à lembrança e à profundidade do leitor associações comuns à ciência do saber, tornando o nosso poeta plenamente inserido nas concepções que, ao longo do tempo, constituíram teorias e conhecimentos que se distenderam em novos saberes. Daí a nossa necessidade de discorrer sobre filosofia antes de chegarmos às aproximações inevitáveis com a poesia do autor mineiro. O philos, o ágape e o eros repercutindo nos anseios do Poeta quando jovem e quando ancião servem de respaldo às evidências que tentamos destacar, tornando-o, ao longo dos anos, perspicaz não só em poesia, mas também nessa ciência da antiguidade. Que o nosso esforço acrescente algo de novo e desbravador à obra do poeta mineiro para o enriquecimento de novos estudos e de nossa retribuição intelectual.
 
Entrevista
 
Olá Regina. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Filosofia e poesia em Drummond. Um estudo de filosofia apoiado na poesia de CDA.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Da minha paixão pelo poeta. Aos estudantes e críticos literários.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Escrever, criar. Adoro escrever e estou sempre envolvida em novos projetos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Difícil. Falta divulgação e incentivo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por uma amiga e pela mídia.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro! é uma pesquisa seria de busca constante de conhecimento

Obrigada pela sua participação.
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08 junho, 2024

Alfredo Assumpção - Autor de: PARDAIS DE COPACABANA

Alfredo José Assumpção, ou simplesmente Lé, como é conhecido por amigos e familiares desde o nascimento, saiu do interior com uma mochila nas costas e uma ideia na cabeça. Aos dez anos de idade, durante seu curso primário, já se apresentava em palcos como protagonista atuando em peças teatrais. Com 16 anos inicia sua aventura pela música e composição. Aos 17 anos já participava de festivais da canção e tocava seu contrabaixo na sua banda de baile, a “Los Ringos”.
Veio lá da roça, Anta-RJ, para o Rio de Janeiro em maio de 1970, onde arrumou um emprego para custear seus estudos. Seu propósito era simplesmente passar em um vestibular qualquer para inscrever uma de suas músicas no Festival Universitário da Canção. Viraria artista profissional. Satisfaria o seu desejo, realizaria seu sonho, e o de seu parceiro de sempre, Antônio Peçanha, ou simplesmente Baiano, como também é conhecido desde que nasceu. Amigo de infância de bancos de colégio. Traria o parceiro para o Rio de Janeiro e, juntos, trilhariam o mundo fascinante da música. Sua arte seria reconhecida e pronto. A música se chama “Oito Horas Mais Horas Extras” e trata da vida de um operário qualquer, enfrentando todos os problemas que um cara, morador do subúrbio de uma metrópole, enfrenta para ganhar a vida honestamente. Como nada aconteceu, nem feedback recebeu do festival, Alfredo abraçou seu plano “B”, o mundo executivo corporativo, mas sem nunca deixar de lado suas vertentes para a composição e a poesia. Quase 40 anos mais tarde, enfim gravou “Oito Horas Mais Horas Extras”, em português e inglês, no seu álbum Bossa Jazz & Samba.
Depois de 46 anos de grande sucesso no mundo corporativo e empresarial, como executivo e empresário, dono de empresas, resolveu dedicar seu tempo integralmente à sua arte. Sua música e sua poesia além da literatura. Seu sonho tornou-se realidade. A Busca finda agora, quando encontra seu Espaço para mostrar sua arte. O espaço está aqui no mundo virtual, onde é lido e ouvido em todo o planeta, através de plataformas digitais e redes sociais. É um artista registrado no Spotify. Tem sua página e/ou canal no Youtube. Sua felicidade é plena. E, com seu parceiro, Antonio Peçanha, e outros parceiros que surgem aqui e ali, continua criando música boa para deliciar seus ouvintes e fãs de todas as idades. Seus álbuns e livros de poesia e literatura continuam sendo feitos.

Um casal de americanos encontra-se com um casal de pardais em Copacabana e juntos discutem a situação política, social e econômica do Brasil e do planeta. Os pardais são centenários e conseguem se comunicar com seres humanos do bem. É ficção com sincronicidade alicerçada em telepatia. Dados econométricos e pesquisas sobre a história político-econômica do país, incluindo os diferentes momentos e modelos de gestão da nação, seja monarquia, república, ditadura ou democracia, e todos os reflexos que daí advêm, na forma de golpes pelo poder, estão no livro. Tudo consubstanciado em pesquisas com dados e fatos coletados para dar sustentação à verdade histórica narrada, sempre exaltando o que há para exaltar e expondo as feridas, com a constante aparição do contraditório. Então, é um livro que desnuda, mas que, ao mesmo tempo, oferece roupas para cobrir o nu. O leitor tem a opção de escolher suas preferências. A base de conhecimentos acadêmicos e de vida dos personagens torna todas as discussões ricas e imperdíveis. O autor consegue divertir muito, ao mesmo tempo que traz informação e cultura geral muito sólida para o leitor, neste que é um livro inusitado, extremamente inventivo. Uma ficção que se apoia em fatos. É ler e conferir para se divertir e se instruir.

Entrevista

Olá Alfredo. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Dos momentos políticos, sociais e econômicos do Brasil e do mundo com diálogos inteligentes sobre os temas, sempre respeitando o contraditório.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia me acompanha há muitos anos. Com minha formação em economia política e especialização em desenvolvimento de pessoas e gestão de pessoas, sentia-me na obrigação de oferecer informações fidedignas sobre os últimos 150 anos de evolução no modelo de gestão do Brasil e sua conexão com o globo, de uma forma geral.

 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é o meu 15º livro. Tenho livros de poesia, filosofia, sobre liderança, sobre como encontrar um local para trabalhar e ser feliz, sobre a importância de talentos para construir a economia de uma nação, sobre o modelo de pesquisa dos melhores executivos para empresas e outros. Além disso sou compositor com mais de 120 músicas distribuídas pelas plataformas digitais (Spotify, Apple, Deezer, etc.), além de ter um canal no Youtube com mais de 230 filmes e vídeos que tratam de entrevistas concedidas a canais de TV, rádios e videoclipes com minhas músicas, evidentemente.
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escrever para mim sempre foi um prazer. Cada livro é um novo filho. Graças a Deus, consegui fazer do meu papel como escritor, algo complementar à minha mais recente profissão que era a de Consultor em Pesquisa e Seleção de Executivos de Alto Nível para as empresas. Meus livros eram e são um trampolim para melhor fundamentar a profissão, embasando meus pensamentos na busca da construção de uma melhor ambiência planetária, através de identificação dos melhores líderes para as empresas.  
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
A Scortecci é minha editora há mais de 20 anos. Tive uma experiência com uma editora de renome. Depois de identificar o modelo de negócios deles, resolvi que deveria buscar uma editora mais amiga. Encontrei-me com o João Scortecci e a partir daí criamos uma pareceria profícua.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece ser lido para despertar nas pessoas a flexibilidade na forma de pensar. O livro ajuda a pensar como seu interlocutor. No livro fica consubstanciado por fatos de que não existe uma verdade absoluta. É gratificante encontrarmos personagens que discutem assuntos, sejam pessoais, familiares, sociais, políticos ou econômicos de forma respeitosa. Sem gritos ou estresses desnecessários. Então, o livro, além de trazer muita informação útil, ajuda ao leitor como deve-se portar numa discussão sobre assuntos, os mais diversos, sem pretensão de ser dono da verdade.

Obrigado pela sua participação.
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Eliana Di Donato Carosini - Autora de: LEMBRANÇAS DO ONTEM

Eliana Di Donato Carosini

Nascida em São Paulo, capital, hoje reside em Caraguatatuba, no litoral paulista. É casada, mãe de três filhos e avó de cinco netos. Culpa foi seu primeiro romance, lançado em 2010. Na sequência, vieram Marolinhas do pensamento, Árvore da minha vida, Erva daninha e Piccolo mondo. Depois, na linha de livros infantis, vieram Como a vida acontece, Doca, Doca está crescendo, A viagem do espantalho, As centopeias e Netos. A autora costuma transferir para o papel todo sentimento que lhe brota na alma. Assim, como não poderia deixar de ser, Lembranças do ontem, seu décimo segundo livro, também traz muitas de suas emoções.

Lembranças do Ontem

O que eu poderia dizer dessas escritas? Este livro é uma coletânea de lembranças que foram escritas ao longo dos últimos anos. Ele tem o intuito de expor um pouco do meu interesse e amor às pessoas que aqui são lembradas. Para mim são lembranças, agora que as coloquei em evidência, inesquecíveis. Poderia ter deixado esquecidas, mas resolvi eternizá-las neste livro. Para mim, cada uma dessas recordações tem um valor inestimável em minha memória.




Entrevista

Olá Eliana. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci
 
Do que trata o seu Livro?
Lembranças do ontem - o nome já diz tudo!
São crônicas esquecidas numa gaveta, que resolvi colocá-las em evidência.
São lembranças queridas que gostaria que ficassem eternizadas.

 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Por estar muito tempo sem poder me locomover, resolvi vasculhar minhas escritas e encontrei essas que me fizeram voltar a um passado não tão distante. E, relendo essas escritas, achei que poderia inspirar alguém com algumas lembranças do cotidiano que podem ser de qualquer um de nós.
O público a quem foi destinado esse livro, com certeza, é aquele que nele são citados.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Esse é o meu décimo quinto livro
"Culpa" foi meu primeiro romance. Depois vieram: "Erva Daninha", "Marolinhas do Pensamento", "Árvore da minha vida", "Um punhado de mim" e "Picollo Mondo".
Depois, na linha de livros infantis: "Como a vida acontece", "Doca", "Doca está crescendo", "Doca e seus medos", "Doca e sua língua comprida”, "A viagem do Espantalho", "As centopeias" e "Netos".
E agora: "Lembranças do ontem"..

 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Lamentável, cada dia menos interesse dos jovens pelos livros.
Isso desestimula até mesmo os autores e, principalmente, os autores brasileiros.
Fazem propagandas de tudo, menos de livros.
A crise piorou com os fechamentos das livrarias. Para mim é muito triste que isso esteja acontecendo.

 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Recebi por e-mail uma propaganda da livraria Scortecci e me interessei. Resolvi ariscar e terminar um livro que estava há anos parado e esquecido. Enviei para a Editora Scortecci e daí pra frente quase não parei até agora.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Com certeza.

Obrigada pela sua participação.
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