É revisora, servidora concursada desde 2002. Fez Licenciatura em Letras Português/Inglês pela UNG e pós-graduação em Arteterapia e Língua Portuguesa.
Publicou outros livros pela Editora Scortecci: Alatina, a Gênia Moderna e, agora em janeiro de 2026, O Banheiro. Claudia também é ativa nas redes sociais. No Instagram e no Youtube:
@claudiaisadorafernande
É um compilado de três histórias principais e textos adicionais, relacionados à temática apresentada em cada conto:
1. “A verdade em marcha” fala sobre uma juíza que covardemente sofre uma tentativa de assassinato, conto livremente inspirado no caso da juíza Patrícia Acioli.
2. “Da anestesia às canções” é sobre um médico viciado em opioide que resolve mudar de vida.
3. “Eu fui um soldado nazista na reencarnação passada” trata de um grupo de pessoas que se lembram de uma reencarnação como soldados nazistas e decidem se reunir num galpão para trocar ideias.
A intenção deste livro é falar sobre assuntos sensíveis que frequentemente são inseridos no nosso cotidiano e que requerem uma mudança urgente na sociedade: não podemos mais conviver com a falta de segurança e a corrupção; profissionais da saúde precisam ter boa saúde mental; nazismo e ideologias similares, como, atualmente, o ódio aos palestinos, têm que ser combatidos desde o início para não virar uma bola de neve destruidora, como aconteceu no passado e acontece agora, por exemplo, na guerra entre Israel e Hamas. À primeira vista, podem ser temas díspares entre si, mas, se olharmos bem, é o que enfrentamos no dia a dia, seja pelas notícias que vemos na TV, seja pelo que presenciamos ao frequentar um centro de saúde. Vivemos num ambiente doentio, que dá ensejo para que o mal se faça presente, infelizmente. A sociedade precisa caminhar rumo a um equilíbrio sadio para todo mundo, em todas as esferas. A sociedade precisa de paz. A sociedade precisa de saúde. A sociedade precisa de nós, cidadãos e cidadãs, vivendo no bem.
ENTREVISTA
Olá Claudia Isadora. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?"A Verdade em Marcha, e outros Contos &Textos": São contos que eu já tinha escrito há algum tempo, mas resolvi juntar os “3 irmãos”, juntamente com outros textos co-relatos à temática, num único livro físico.1. Conto: "A verdade em marcha" fala sobre uma juíza que covardemente sofre uma tentativa de assassinato, conto livremente inspirado no caso da juíza Patrícia Acioli.2. Conto: "Da anestesia às canções” é sobre um médico viciado em opioide que resolve mudar de vida.3. Conto: "Eu fui um soldado nazista na reencarnação passada" trata de um grupo de pessoas que se lembram de uma reencarnação como soldados nazistas e decidem se reunir num galpão para trocar ideias".Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?Ao observar fatos cotidianos que traziam um forte sentimento de injustiça, de comiseração, de vontade de ajudar os outros, é que me surgiu a ideia de escrever esses contos. A obra se destina ao público adulto, que se sensibiliza com as questões (corrupção, vício, totalitarismo, entre outros) apresentadas e que deseja uma sociedade melhor.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Já escrevi outros livros, pela Editora Scortecci: A Alatina, a gênia moderna; o Banheiro. É um novo sonho que vem a se somar aos outros sonhos já realizados.O que te inspira escrever?A vida me inspira a escrever: a vontade de deixar um legado que possa, de alguma forma, ajudar os outros que estejam passando pela mesma situação a mudarem a visão de mundo, como a minha já foi mudada pelos muitos livros que eu já li na minha vida inteira.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?O meu livro merece ser lido, porque ele traz importantes reflexões sobre temas que incomodam a sociedade. O meu intuito foi que, ao lê-lo, surgisse a vontade de fazer diferente, de mudar a sua realidade. O encanto do meu livro surge desta perspectiva: ao ler sobre assuntos que trazem indignação, consternação, empatia, entre outros, as pessoas se identifiquem e busquem outras alternativas para o seu cotidiano.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Já conheço a Scortecci desde 2016, quando eu lancei o livro: Alatina, a Gênia Moderna. Na época, eu pesquisei na internet, vi as avaliações, contratei e gostei muito do trabalho, da seriedade e do profissionalismo com que fazem o livro, então, eu passei a utilizar a editora para os próximos livros.
Obrigada pela sua participação.












