23 maio, 2024

Pedro Junger - Autor de: A PEQUENA NATI

É um lutador: a sua vida profissional é a batalha pela sobrevivência, e o seu livro é a sobrevivência da poesia. Pedro, 72 anos, é professor de enfermagem, compositor, cantor, enfermeiro, habilitado em Enfermagem Médico-Cirúrgica e em Tecnólogo em Radiologia, técnico e poeta. Livros publicados, todos pela Scortecci Editora:
A ÁRVORE DA PAZ (2013)
A PEQUENA NATI (2024)

Ilustrações: Jota Cabral
Este livro, escrito em forma de versos, oferece ao leitor uma oportunidade divertida de ler e conhecer poesia. O livro retrata momentos de uma menina que ama relacionar-se com as coisas que na natureza existem e que, em um certo dia, quando com a sua mãe por uma pequena praia foi caminhar, uma boneca de borracha, que podia falar, bem enterrada na areia, ela pôde encontrar. Boa leitura e agradáveis imaginações entre as folhas do livro A PEQUENA NATI!



Entrevista

Olá Pedro. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro A Pequena Nati, trata de boas maneiras e bons costumes que se devem ter com o meio ambiente, com a natureza.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever o livro A PEQUENA NATI surgiu quando percebi que precisava fazer algo para ajudar a conservar o meio ambiente.
O público-alvo do livro A PEQUENA NATI é o infanto-juvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O livro A Pequena Nati, na verdade é um de alguns livros, eu comecei escrever a algum tempo e em minhas horas de folga e comecei escrevendo músicas, tendo até o momento cinquenta e quatro músicas registradas. O meu primeiro livro foi o Gotas Poéticas, no ano de dois mil. E depois continuei escrevendo e veio O Burro Ingrato, A Revolta das Poesias, A Árvore da Paz, Cascata de Poesias, Enxurrada de Poesias, Tempestade de Poesias, Córrego de Poesias, Um Pedacinho do Céu, Um Lugar para Borboletas, Caminhos para a Grande Cura, O Travesso e o Guarda-Chuva e A Pequena Nati. No momento não estou compondo, estou envolvido com os projetos dos livros..

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu acredito que isto pode mudar, com mudanças nos planos de ensino e a introdução de rodas de leitura pelo menos uma vez por semana durante todo ensino fundamental e médio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
No ano dois mil e treze entrei em contato com a editora que tinha publicado o livro Gotas Poéticas, para publicar os meus primeiros livros infanto-juvenil e fui informado que a editora não trabalhava com esse tipo de livro e então perguntei se podiam me indicar alguém que fizesse esse trabalho e então, me indicaram a Scortecci Editora..

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, porque todos os meus livros deixam mensagens que em um certo momento se encaixara na vida do leitor.

Obrigado pela sua participação.
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Altenides Caldeira Moreau - Autor de: ERRATA DO QUOTIDIANO

Nasceu em 1937. É natural de Prado-Bahia, filho de Pedro Moreau e Antônia Caldeira Moreau. Fez o curso primário na Escola Presbiteriana de Prado. Fez o ginásio e o científico em Salvador. Diplomou-se em Agronomia pela Escola Agronômica da Bahia, em 1962. Cursou de Mestrado em Administração de Sistemas Educacionais, IESAE, /FGV/ RIO DE JANEIRO, 1980). Fez diversos cursos de especialização, sobretudo na área de educação. Foi Diretor da Escola Média de Agropecuária Regional da CEPLAC, em Uruçuca, Bahia (1974 – 1978); Assessor de Educação da CEPLAC/FESPI, em Ilhéus, Bahia; Foi Professor e Vice-Diretor do Departamento de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Santa Cruz, UESC. Depois de aposentado da CEPLAC, ingressou na UESC como Professor. Terminado o vínculo, com aposentadoria em tempo parcial, passou a viajar por este mundão de meu Deus e escrever artigos jornalísticos do cotidiano, sobretudo relacionados à sua especialidade. É casado há cinquenta e oito anos com a também Engenheira agrônoma Abigail, com quem teve os filhos Maurício Santana Moreau e Luciana Santana Moreau, moradores de Ilhéus (BA). É escritor de livros e de artigos em jornais.

Visando estimular o bom humor e alegria das pessoas este livro contém 150 anedotas curtas divididas em seções para facilitar a escolha na leitura. É uma publicação baseada em observações, conversas, fatos curiosos e piadas de domínio público, aliados a vivência do autor.
O BOM HUMOR - Pesquisas têm mostrado que o bom humor é benéfico para a saúde das pessoas. O sorriso pode: exercitar o cérebro, estimular o sistema imunológico, aliviar a tensão física e o estresse, fazer bem ao coração, aumentar o colesterol bom, aumentar a longevidade, estreitar relações pessoais e sociais, reduzir a ansiedade e o medo, melhorar o estado emocional, abrir portas e melhorar as relações profissionais. Leia 150 piadas curtas e se ajude a ser feliz. SORRINDO!

Entrevista

Olá Altenides. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Errata do Quotidiano” é um livro que reúne 150 anedotas e piadas curtas para estimular o bom humor das pessoas, tendo em vista que o sorriso é um fator de promoção de alegria e isto fará bem à saúde física e mental das pessoas..

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu pai foi um humorista nato e me passou a idéia de fazer frases e pronunciamentos de estimulo ao humor e descontração das pessoas. Sempre gostei de falar frases complicadas e irreverentes para promover o riso. Quando me aposentei e na comemoração do meu aniversário de nascimento e de casamento no mesmo dia, resolvi escrever um livreto de piadas para oferecer como lembrança da festa e aí surgiu a primeiro material que depois foi ampliado e reeditado com a denominação de Errata do Quotidiano. É um livro destinado às famílias, conforme mostra a capa..

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sempre gostei de escrever e nas reuniões era por muitas vezes nomeado secretário, para elaborar as atas. Tinha um sonho de escrever um livro para deixar marcado meu gosto pela escrita, mas achava muito difícil fazer um livro. Com o surgimento do famoso celular, comecei e me comunicar com alguns colegas e dentre eles estava o meu orientador para elaborar o sonhado livro, o escritor, Luiz Ferreira da Silva, Engenheiro Agrônomo, Pesquisador aposentado da CEPLAC e autor de 20 livros, a maioria pela Editora Scortecci, São Paulo. Escrevemos em parceria 3 livros e depois “ solo”, escrevi mais 3 livros, “Equilibrio financeiro para qualidade de Vida”, “Conhecer Países através de versos rimados” e “Errata do Quotidiano”..

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Viver como escritor no Brasil deve ser muito difícil e até desestimulador, tendo em vista a falta de interesse e a desvalorização que ocorre em relação aos livros publicados. Não há o habito da leitura de forma geral, e os assuntos tratados são pouco discutidos a partir dos livros. O concorrente celular não abre espaço para os livros, pois, ele é mais atraente e tem uma diversidade de temas que atende a todos de forma rápida e sintética, caindo do agrado geral..

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Tomei conhecimento da Scortecci, por meio de informações dadas pelo meu colega de formatura e de trabalho, Luiz Ferreira da Silva, autor da Editora Scortecci já de muito tempo e que me animou e me deu as dicas de como ser também um autor de livros, me apresentado à Equipe da Scortecci..

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Considero nosso livro interessante para ser lido, pois, além de estimular o bom humor que traz benefícios para a saúde das pessoas, conforme está na contracapa, ele é um livro educativo que chama a atenção para expressões mal colocadas e até contraditórias, no diálogo do dia a dia entre produtores, consumidores, comunicadores, estudiosos e leitores..

Obrigado pela sua participação
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21 maio, 2024

Marli Etelli Coelho - Autora de: OS NOSSOS AUTOS EDIFICANDO A SAÚDE EMOCIONAL

É psicóloga, formada em 1977, orientadora profissional, palestrante e psicoterapeuta na abordagem Terapia Cognitivo-Comportamental.
Atuando em consultório desde 1984, desenvolvendo Psicodiagnóstico, Psicoterapia Infantil (Ludoterapia), de Adolescente, de Adulto, de Casal e Familiar, Orientação aos Pais e Orientação Profissional/Vocacional.
Palestrante em minicurso no VdC Desenvolve: Especial Orientação Profissional em 2016, no Valor do Conhecimento, São Paulo.
Voluntária da Colmeia (Instituição a Serviço da Juventude).
Co-autora do guia “Educação Profissional, uma possível trajetória” junto com a Equipe da Colmeia, 2007.
Participante na edição do livro “Arquitetura de uma Ocupação”, da série Orientação Profissional: teoria e técnica, volume I, Vetor, 2003, capítulo 18, p.255-259.
Elaboração do kit “Conhecendo as Profissões com a Técnica R.O.”, editado pelo Hogrefe CETEPP, em 2001 e em 2019, em sua 4ª edição.

Nossas emoções são parte vital do cotidiano e descobrir o equilíbrio entre elas é essencial. Autoestima, autoimagem, autocuidado, autoconfiança, autoperdão, autoaceitação, autocontrole, autoconhecimento... Esses são alguns autos que propiciam uma Saúde Emocional harmoniosa. De forma prática e objetiva, a psicóloga Marli Etelli Coelho aborda, neste livro, os caminhos para acolher nossas emoções e nossos sentimentos como naturais, identificando-os e encontrando as melhores alternativas para aliviá-los. O perceber e o saber como lidar com nossas emoções refletem positivamente em todas as áreas do nosso ser, favorecendo a paz interior e a felicidade.

Entrevista

Olá Marli. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Vivemos em um mundo onde tudo muda numa velocidade incrível, exigindo de todos nós muito mais e nos sobrecarregando mentalmente. Ao entrarmos em contato com os nossos AUTOS nós podemos aprender a cuidar da nossa Saúde Mental e Emocional e desenvolvê-las. Ambas são muito importantes na nossa trajetória de vida e fazem pano de fundo do nosso dia a dia.
AUTO é um prefixo de origem grega que significa “a si próprio, a si mesmo", numa ideia reflexiva.
Os nossos AUTOS propiciam uma Saúde Emocional harmoniosa, são eles: Autoestima, autoimagem, autocuidado, autoconfiança, auto perdão, autoaceitação, autocontrole, autoconhecimento....
Para uma Saúde Emocional harmoniosa, faz-se necessário conhecer nossas emoções e identificar a maneira como as expressamos.
Em cada capítulo, ao desenrolar um tema, eu o associo a uma frase musical ou um pensamento ou trecho de filme. E ao final de cada capítulo destaco um momento de reflexão, com uma questão a ser elaborada pelo leitor.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro destina-se a todos, pois quem não quer viver com qualidade de vida? Bem-Estar? Ter Saúde Emocional? Cuidar para que seus AUTOS estejam sempre em Alta?
A ideia de escrevê-lo veio dos feedbacks que recebi por ocasião da Pandemia da COVID-19 ao postar mensagens diárias sobre Saúde Mental e Emocional, Bem-Estar na minha página do Facebook. Os comentários tais como: “seus ensinamentos são de grande ajuda”, “doutora, não sabe como suas mensagens me fazem bem”, “seus escritos daria um livro”.
Motive-me a colocar em ação e no dia 04 de maio de 2024 lancei o livro.
No mesmo dia, junto comigo, minha irmã Márcia Etelli Coelho lançou o seu 9º livro “Nos Passos de me Encontrar”, no qual apresenta suas experiências e reflexões durante o período de um ano que sucedeu ao falecimento de nossa mãe, depois de décadas de convivência diária.
Lançamos nossos livros juntas porque um tema completa o outro..

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Os Nossos Autos Edificando a Saúde Emocional” é o meu primeiro livro e, praticamente, o 2º livro está pronto.
Visto que durante a Pandemia e, mesmo depois dela, mantive a rotina de postar diariamente uma mensagem no Facebook, tenho material suficiente para compilar e elaborar o próximo livro.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Estou debutando ao escrever “Os Nossos Autos Edificando a Saúde Emocional", portanto, não tenho parâmetros pessoais para opinar sobre a vida de escritor, principalmente, com uma obra de produção independente, sem nome difundido publicamente. Entretanto, conheço pessoas que gostam e têm o hábito de ler (livros), assim como conheço outras que ficam a km de distância de um livro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Minha irmã, Márcia Etelli Coelho, editou seus livros com a Scortecci: “Rastros na Areia”, “Os Apóstolos do Zodíaco”, “No Instante em que Li Estrelas” e “Em Terras Distantes Li Estrelas”. E no último dia 04 de maio de 2024, “Nos Passos de me Encontrar”..

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
É claro que sim, caso contrário, não teria editado “Os Nossos Autos Edificando a Saúde Emocional”!
Meu livro merece ser lido. O próprio título já justifica tê-lo escrito.
Todos nós queremos ter Saúde Emocional, queremos qualidade de vida e Bem-Estar. E a nossa trajetória é desenvolvida através dos nossos AUTOS, os quais nem sempre estão em Alta.
As reflexões que apresento em cada capítulo objetiva auxiliar o processo de autoconhecimento e levantar os caminhos para acolher as emoções e os sentimentos, uma vez que perceber e saber como lidar com nossas emoções refletem positivamente em todas as áreas do nosso ser, favorecendo a paz interior e a felicidade..

Obrigada pela sua participação.
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Luiz Carlos Ladeia - Autor de: MAITÊ, NEBLINA E SILÊNCIO

É jornalista formado pela Faculdade de Jornalismo da FAAP, escritor e ocupante da cadeira nº 2 de Letras da Academia de Letras, Ciências e Artes (ALCA) da AFPESP. Nascido em Morro Agudo, interior do Estado de São Paulo, filho de lavradores, passou parte da infância na periferia guarulhense, e depois, no bairro Penha de França, em São Paulo, onde reside. Trabalhou na grande imprensa paulista e simultaneamente desenvolveu as suas atividades literárias. Maitê, neblina e silêncio é o seu décimo livro. Outras obras do autor: Troncos soltos na água; Os cristais de Magdalena Ríos, Quando florescem os gravatás; A várzea que eu vi; Quando as urnas dizem não; Uma serpente na janela; Vozes que a colina escondeu; Guatambu; e Passos de ontem (peça teatral vencedora do Prêmio Recife de Literatura 2008.

Baseado em fatos ocorridos nos anos 60 e 70, o livro mostra o drama de três mulheres sonhadoras, separadas pelas condições sociais e financeiras, na busca pela felicidade, algo muitas vezes inatingível quando os passos não acompanham a cadência da mente e do coração.
Maitê, Anahy e Bétula não percebem que, quando a vida começa a preparar surpresas, talvez tenha chegado a hora de entender que esse processo tem um nome: Destino. É ele quem determina o roteiro, seleciona os desafios e despeja pedras nos caminhos. Paciente, impiedoso, mordaz, ele não age, ele espera.


Entrevista

Olá Sr Luiz Carlos. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
É um romance que narra a vida de três jovens mulheres que, cada uma a seu jeito, tentam buscar a felicidade, mas esbarram nas armadilhas que o destino nos prepara. A estória parte de uma morte misteriosa que ocorreu na Via Anchieta onde o autor mistura realidade e ficção e, de maneira sutil denuncia uma trama que existia nos bastidores policiais. Sem querer jogar por terra o prestígio da Instituição, o livro enfatiza as punições impostas aos infratores de modo a preservar o bom nome e a tradição. Ao mesmo tempo, dá espaço para a "perseguição à felicidade" por parte de três mulheres sonhadoras.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Nos anos sessenta ocorreu um acidente na Via Anchieta. Durante várias décadas o fato foi encoberto e tido como uma morte misteriosa. De posse de algumas informações privilegiadas, o autor aborda o assunto e vários outros, simultâneos, que nos permite traçar um quadro do que ocorria na Baixada Santista, principalmente envolvendo a "parte podre" de uma corporação policial.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Maitê, Neblina e Silêncio é o meu décimo livro publicado. Somado a isso, escrevi três outros como "ghost writer" e tenho mais três prontos e um em fase de conclusão. O primeiro nasceu de uma conversa com um dos meus filhos. Depois de narrar alguns acontecimentos ocorridos no Vale do Ribeira, eu citei o fato para o menino e perguntei se aquilo não era bonito. Mais do que depressa ele respondeu que "não". Sem querer provar nada, eu escrevi o romance Troncos Soltos na Água. Depois, ganhei o Prêmio Literário Cidade do Recife, em 2008, com a peça teatral "Passos de ontem". Outro livro, o romance Guatambu, foi o segundo colocado no 50°. Prêmio Bunkyo, promovida pela colônia japonesa no Brasil. Estou inscrito para concorrer ao Prêmio Jabuti 2024 e ao Prêmio Manaus de Literatura. Estive em três bienais e na Flip, em Paraty.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Muito difícil e, em muitas oportunidades, decepcionante. Não bastasse a falta de incentivo por parte do governo, o hábito da leitura é praticado apenas em um segmento muito pequena da sociedade. Esse é o maior desestímulo que os escritores sentem. Somado a isso, as grandes livrarias são cruéis quando se trata de expor trabalhos de autores desconhecidos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
O meu primeiro livro publicado pela Scortecci foi em 2008 e recebi a indicação de uma amigo jornalista, já falecido.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Os fatos narrados, em sua maioria foram mantidos, excluindo-se e substituindo-se os nomes verdadeiros. Numa abordagem rápida, percebe-se que alguns acontecimentos parecem "jogados aleatoriamente". No entanto, tudo foi planejado para que o leitor tenha uma noção do que ocorria na unidade policial que é citada.

Obrigado pela sua participação.
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18 maio, 2024

Carlos Menegueço - Autor de: O QUE APRENDI COM A VIDA

Brasileiro, viúvo, 83 anos, descendente de italianos, nascido em Osasco-SP. Técnico em Adm. de Empresas, Segurança do Trabalho e Instrutor de Treinamento, tendo atuado na área de Recursos Humanos por mais de trinta anos, ocupando cargos de confiança. Na juventude foi músico, baterista de uma banda popular, em companhia de seus irmãos. Sua experiência no trabalho, gosto por leitura, estudos de filosofia e psicologia, despertaram o desejo de escrever livros. Antes, escreveu dois. O primeiro foi “De olho na vida”, 70 textos sobre conduta humana, editado em 1913. O segundo foi “O pescador apaixonado”, romance de uma órfã, em busca da felicidade, e uma segunda edição do “De olho na vida”, em 2020. E agora o terceiro, "O que aprendi com a Vida".

Viver só é um privilégio para poucos, que proporciona plena liberdade e direito de comando no espaço onde vivem, mas a vida é cheia de surpresas e tudo pode mudar a qualquer momento. É necessário estar preparado para aceitar, com humildade e resignação, a ajuda de alguém, para escrever os capítulos finais da existência, quando for preciso, sem lamentações inúteis.





Entrevista

Olá Sr Carlos. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que se trata seu livro?
Coletânea de reflexões, crônicas e contos sobre conduta humana, a vida moderna e seus problemas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo?
A ideia é antiga, nasceu como resultado de acompanhar os acontecimentos e observação da conduta das pessoas em geral, em toda parte, do mais humilde até o mais importante, em todas as áreas de atividades humanas, analisando as causas e consequências das ações inconvenientes e perigosas, inimigas da felicidade. 

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos, ou o sonho realizado?
Sempre gostei de ler e escrever, mas só a partir de 1990 comecei a pensar em tornar realidade o desejo antigo de escrever um romance. O primeiro editado foi “De olho na vida” sobre conduta humana. O segundo foi “O pescador apaixonado”, romance de uma órfã em busca da felicidade, editado em 2020, juntamente com a segunda edição do primeiro. “O que aprendi com a vida” é o meu terceiro livro. Continuo preparando textos para mais um.

O que você acha da vida de um escritor no Brasil um país de poucos leitores e onde a leitura não é valorizada?
Depende da situação financeira de cada um, porque sabemos que o sucesso de vendas e bom retorno econômico, é privilégio de poucos. No meu caso, escrevo por prazer, dizendo o que penso, objetivando colaborar para a melhoria da vida das pessoas, com mudança de hábitos e aperfeiçoamento civilizatório, sem me preocupar com rendimentos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi indicação de um escritor, durante uma feira do livro em São Paulo, que infelizmente não me recordo o nome.

O seu livro merece ser lido?
Com certeza
Porque?
Foi para isso que dediquei anos de estudo, trabalho e experiência de vida para escrever, não só para agradar, mas alertar sobre a necessidade de revisar conceitos sobre comportamento, em busca da felicidade, antes que seja tarde demais. 

Obrigado pela sua participação.
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16 maio, 2024

Jorgina Rossi Oliveira - Jhou / Psicografado pelo espírito de Zayla - Autora de: REENCONTRO COM O PASSADO

É casada e reside em São Paulo. Pedagoga aposentada, psicografou o romance Do ódio ao amor, da revolta ao perdão, ditado pelo seu mentor, Irmão Francisco, e o romance Reencontro com o passado, ditado pelo espírito de Zayla. Iniciou-se na doutrina espírita em 2005, participando de estudos de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, na Casa Espírita AEEL (Assistência Espírita Evangelho de Luz), na Rua Raulino Galdino da Silva, 51, Freguesia do Ó, em São Paulo (SP). Na doutrina espírita encontrou respostas para suas dúvidas e questionamentos. Faz palestras em casas espíritas onde expõe seus livros. Sempre tem uma palavra de incentivo aos que a procuram. Seu principal propósito é auxiliar o maior número de pessoas através da doutrina espírita.

Esse romance nos traz uma informação a respeito de como a falta de esclarecimento espiritual pode nos deixar confusos no momento do nosso desencarne. Louise e seu noivo Joseph passam momentos angustiantes até que aceitem a nova situação em que se encontram. Ao tomar conhecimento desse conteúdo ditado pelo espírito de Zayla, podemos imaginar o quanto ficamos perturbados ao passarmos para o outro lado. Esse reencontro estava previsto para que pudessem acertar as arestas de vidas passadas. Nosso desenvolvimento espiritual é muito importante. Nosso espírito necessita de alimento tanto quanto nosso físico. O alimento para o espírito, adquirimos através de estudos, participando de palestras, lendo bons livros e, o mais importante, estudando o Evangelho e colocando-o em prática em nossas vidas.

Entrevista

Olá Jorgina. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
É um romance espírita que traz informações a respeito da nossa passagem para o plano espiritual. O conteúdo desse livro é importante para nosso desenvolvimento espiritual. Uma linda história que prende o leitor do começo ao fim.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Por ser uma obra espírita recebi mensagem do meu mentor me instruindo a psicografar esse romance ditado pelo espírito de Zayla. Estava no interior de São Paulo quando recebi a mensagem que iria psicografar livros. Quanto ao público acredito que todos que gostam de uma boa leitura, de um romance independente de credo ou religião.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O mundo das letras sempre me encantou. Os livros têm um valor imenso na minha vida. Gosto de ter o livro em mãos, sentir o cheiro dele, folhear, grifar e tornar ler. Quando estava em sala de aula incentivava meus alunos a escrever. Participamos de concurso de poesias e ganhamos. Tive participação em antologias da Scortecci. Espero que venham muitos outros livros.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É muito triste ver a desvalorização da leitura principalmente nos jovens. Acredito que não recebem apoio e exemplo para despertar a leitura. Em minha casa minhas filhas sempre estavam comigo participando do memento de deleite da leitura. Elas despertaram o gosto literário e hoje vejo meus netos que se encantam com livros. Minha netinha Lorena já escreveu um livro..Quanto a vida de escritor no Brasil é muito difícil. Não somos valorizados.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Quando participei do concurso de poesias com meus alunos recebemos muitas indicações de editoras e um amigo falou da Scortecci. Entrei em contato por telefone agendei um horário e desde então tenho publicado meus livros com vocês. Já publiquei 4 livros, um deles está na 3ª edição. Gosto da maneira que vocês trabalham e a atenção que recebemos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
É um romance que traz informações a respeito de como a falta de esclarecimento espiritual pode nos deixar confusos no memento do desencarne. Uma linda história que passa por momentos delicados por diversas gerações. Super recomendo. Os que leram ficaram encantados.

Obrigada pela sua participação.
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