É autor de 16 livros, incluindo poesia, liderança, negócios, economia política, filosofia, romance. É formado em economia, com pós graduação em desenvolvimento de pessoas e Master of Arts in Human Resources Management. Tem certificado de proficiência em inglês pela Universidade de Michigan.
Trabalhou no mundo corporativo de 1970 até 1992, quando inicia seu período empresarial tendo fundado a maior empresa de retained executive search consultant da América Latina. É comendador por 3 vezes. Foi homenageado em Nova Iorque e Moscou. Foi palestrante para executivos de alto nível tendo palestrado para próximo de 25.000 executivos no Brasil e no exterior. É músico, compositor e cantor, tendo mais de 400 músicas distribuídas nas plataformas digitais. No Youtube tem mais de 500 vídeos em entrevistas em TVs e Rádios, além de videoclipes de músicas de sua autoria.
Aposentou-se em 2016 para se dedicar à poesia, literatura e música.
A música “Chuck & Lia no Funk com Amor” representa, na sua plenitude, mais do que o livro de mesmo nome, que vai além de um simples romance. O livro é uma confissão de amor que se eterniza nas suas páginas. Nele o Funk se torna a sublimação do amor dos personagens, tendo a banda Rio Sound in Black colorindo e ritmando o enredo. É um passeio feliz desde os anos 1960 até os dias atuais, no Brasil e nos EUA. Não é apenas literatura romanceada na forma de ficção, mas a história viva do Funk em todas as suas vertentes. O fundo musical conta com 32 Funks em todos seus estilos. Recomendo fortemente a leitura do romance e ouvir as músicas ou assistir os vídeos, incluindo a banda Rio Sound in Black. Seja feliz com a leitura, ouvindo as canções e dançando nesse verdadeiro conto de fadas. O Funk aqui sendo ouvido é apenas uma introdução da grandeza desse livro idílico, que nos leva ao paraíso literário de alto nível, com músicas que tentam completar a viagem. Essa que nunca termina, porque reinará absoluta no imaginário dos leitores, através dos seus próprios sentimentos e poder de imaginação, eternizando-se nas suas almas. E, viva o Funk romanceado, tocado, cantado, dançado e sentido.
ENTREVISTA
Olá Alfredo.
Do que trata o seu Livro?É um romance idílico, ficção apoiada na realidade, tendo como pano de fundo a história do Funk desde os anos 1960 até os dias atuais, envolvendo 4 gerações de personagens. É um livro que nos leva a acreditar nos contos de fadas tal seu romantismo e textos poéticos, sem deixar de visitar a realidade sobre o Funk e de como o gênero se diversificou e foi tocado mundo afora. Para se ter uma ideia do que falo 34% das músicas tocadas atualmente nas plataformas digitais são Funk, em suas diversas modalidades. Mostra a diferença entre o Funk genuíno, criado nos anos 1960 por James Brown e o Funk atual tocado no Brasil, que é mais na linha do Hip-Hop, um ritmo derivado do Funk, oriundo do Miami Bass. Então, ler o livro é entender o "On The One", batida forte no primeiro tempo do compasso do ritmo. O que caracteriza o Funk original. O livro entra também pela história das gravadoras e como tiveram que lidar com a pirataria, trazendo os ups and downs da indústria até o momento atual em que enfrentam as IAs.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?A ideia surgiu normalmente à medida em que compunha meus Funks. Comecei a perceber as diferenças dos estilos, desde o Pancadão até o Funk Melody. Descobri que grandes cantores que admiro não eram os cantores de Rock&Roll como os tinha na minha cabeça. Na minha pesquisa, quanto mais me aprofundava, mais me divertia e mais me alertava sobre a qualidade deste gênero cativante. Havia dançado e tocado o Funk na minha juventude, sem saber que era Funk. Jackson 5 eram funkeiros. Steve Wonder era Funkeiro. Aretha Franklin era a rainha do soul, mas era também funkeira. Enfim, James Brown pegou o Jazz, o Blues, o R&B e o Soul e juntou-os sob a égide da batida "On The One", batida forte no primeiro tempo do compasso. Assim nasceu o Funk. Então, toda essa negritude chega ao Brasil nos anos 1970, onde tínhamos o Tim Maia, para ficar com somente um exemplo, cantando e tocando Funk no Brasil. O Livro vai a fundo nessa história toda desmistificando o segredo do Funk e colocando o gênero no seu romantismo também, como somente a gravadora Motown sabia fazer. Como exemplo temos os The Temptations. Além de Michael Jackson e Prince, dois grandes fãs do James Brown e que foram também funkeiros. Sem contar com David Bowie e Paul McCartney, este último tendo gravado com Steve Wonder e Michael Jackson. Paralelo à esta verdadeira aula sobre a história do Funk e das gravadoras temos o romantismo de Chuck & Lia, além da Banda Rio Sound in Black, criando a dinâmica do enredo. É uma obra para todos os públicos. Tenho recebido muitos elogios de diferentes tribos. Desde intelectuais dedicados à literatura, como também músicos e artistas do mundo da música, além de produtores musicais. É um livro com uma história linda e que se aprofunda na realidade do Funk.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Esse é meu 16º livro. Tenho livros na área de negócios, sobre liderança, poesia, filosofia e romances. Amo escrever. Sou contido por minha coluna. Porque além de me dedicar ao violão, usualmente dedico-me horas na frente do computador escrevendo livros ou letras de músicas. Trabalhei como executivo e empresário por 46 anos. Resolvi me aposentar em 2016 para me dedicar exclusivamente à minha literatura, minha poesia e música. Um sonho que trazia desde a adolescência. Com apenas 16 anos de idade compus minha primeira música. Atualmente, se buscar nas plataformas digitais (Spotify, Deezer, Apple, etc...) encontrará algo próximo de 400 músicas de minha autoria. No Youtube posso ser encontrado em mais de 500 vídeos. Em suma, depois de fazer muito sucesso no meu ramo (Retained Executive Search Consultancy), tendo inclusive sido citado pela Revista Business Week como um dos mais influentes headhunters do planeta, resolvi deixar o mundo corporativo no auge da carreira para me dedicar ao meu sonho de criança. E, fiquem preparados que já tenho outro livro sendo editado pela Scortecci. E, tenho outro na cabeça sendo elaborado. Enfim... amo o que faço. Realizo-me fazendo o que gosto.O que te inspira escrever?Escrever para mim é viver a solitude. Que não é a solidão, que traz lamentos e tristeza além de melancolia. A solitude nos permite viajar na nossa vida interior, possibilitando-nos criar um mundo exclusivo para vivenciarmos. É quando criamos mundos mais felizes e mais gostosos de viver do que essa alucinação do cotidiano, cheio de incertezas e máculas causadas pelo próprio ser humano. Então, escrever tem como causa a inspiração (que vem do espírito - uma divindade maior) que joga uma ideia para que nossa alma (crenças, valores, atitudes e conhecimentos) consiga através do corpo transformar a ideia que chegou com a inspiração em algo real. É assim que funciona. Explico tudo isso com muita clareza em meu livro "Felicidade, o Deus Nosso de Cada Dia - onde, como e quando encontrá-Lo". Também pode ser encontrado em meu livro sobre liderança "Gestão Sem Medo - como ser feliz no mundo corporativo". É esse equilíbrio entre Espírito, Alma e Corpo que me permite realizar tudo com felicidade, incluindo escrever meus livros.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?O que ele tem de especial capaz de encantar leitores? É um romance idílico, onde prevalece o amor e o romantismo, escrito de forma poética. Uma história com um enredo que estimula continuar lendo porque o leitor ou leitora vai se descobrindo e/ou se colocando no mundo da ficção, trazendo a história do livro em contraponto com a própria história. Além disso, tem muita informação histórica sobre o mundo da música, em especial do Funk, o que muitos, na sua grande maioria, nunca haviam se deparado. Então o livro desperta o interesse desde sua primeira página até a 416ª. Tenho um seguidor que já o leu por quatro vezes e ainda continua descobrindo a beleza em diferentes parágrafos. Outra coisa interessante é que o livro conta com 32 letras de músicas Funk no seu corpo, que funcionam como uma estrada de tijolinhos amarelos por onde amantes poderão caminhar. São dois álbuns de Funk, lançados nas plataformas digitais, cujas músicas poderão ser ouvidas para inspirar o leitor ou leitora mais ainda, fazendo com que se apaixone pela história sendo narrada no livro. Cada uma dessas músicas quando as ouço me remete para a passagem sendo narrada no livro. É um encanto esse casamento de música e literatura romanceada.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Eu era um autor da Saraiva. Não gostava da forma como me tratavam. Então descobri a Scortecci, tive um encontro com o João Scortecci, gostei do que ouvi e passei a publicar meu livros com eles. So far, so good. Temos liberdade para conversarmos e nos falarmos sobre o andamento dos projetos. Sou sempre bem atendido quando necessito de algo. A Fernanda Scortecci é um baita suporte para o autor.
Obrigado pela sua participação.












