01 abril, 2026

Fernanda Cangerana - Autora de: A CASA MAL-ASSOMBRADA DE MARLENE

Fernanda Cangerana
É professora, pesquisadora e escritora brasileira. Sua atuação em pesquisa científica começou em 1992, no Instituto Adolfo Lutz, onde iniciou uma trajetória marcada pelo rigor metodológico e pela investigação aplicada, e pelo compromisso com a saúde pública e o meio ambiente.
Com mais de três décadas dedicadas à ciência e ao ensino, construiu sólida carreira acadêmica, atuando como docente no ensino superior e coordenando cursos de graduação. Ao longo desse percurso, consolidou-se como liderança educacional, aliando experiência em gestão, pesquisa e formação de estudantes.
Paralelamente à vida universitária, desenvolveu uma produção literária que dialoga com memória, história e condição humana. Sua escrita transita entre o romance histórico e o drama social, explorando temas como exclusão, heranças invisíveis, espiritualidade e as marcas que atravessam gerações.
Em A casa mal-assombrada de Marlene, apresenta uma narrativa densa e sensorial ambientada entre o Brasil escravocrata e o início do século XX, revelando a intersecção entre sua formação científica — atenta ao detalhe, ao contexto e às estruturas sociais — e sua sensibilidade literária.
Também mantém uma coluna em jornal, onde reflete sobre sociedade, cultura e valores contemporâneos.
Fernanda acredita na literatura como instrumento de memória e consciência.

A casa mal-assombrada de Marlene

Algumas casas guardam memórias. Outras guardam fantasmas. Entre o Brasil escravocrata e o início do século XX, destinos se entrelaçam em uma saga marcada por amor, culpa, preconceito e sobrevivência. Angélica, isolada pela lepra em uma casa construída para escondê-la do mundo. Benedita, nascida livre, mas aprisionada pelas conveniências do poder. Lázaro, ex-escravizado, erudito e idealista, que descobre no amor sua maior força — e sua maior fragilidade. Justiniana, chamada de bruxa, mas forjada na dor e nos segredos das mulheres silenciadas. Quando a doença, o preconceito e as escolhas do passado começam a cobrar seu preço, cada personagem precisará enfrentar seus próprios fantasmas. Porque há heranças que não se deixam enterrar — atravessam gerações, ecoam nas paredes e moldam o destino dos que vêm depois. Com uma narrativa envolvente e sensorial, Fernanda Alves Cangerana Pereira constrói um romance histórico intenso e comovente sobre exclusão, fé, desejo, redenção e as marcas invisíveis que o tempo não apaga. Uma história sobre casas que isolam. E sobre amores que insistem em sobreviver.

ENTREVISTA

Olá Fernanda. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
A casa mal-assombrada de Marlene trata, em essência, das marcas que o passado deixa em nós. A narrativa usa a imagem de uma casa mal-assombrada como metáfora para memórias, afetos e silêncios que continuam presentes. Mais do que uma história de assombração, é um livro sobre o que nos habita — e sobre aquilo que, de alguma forma, nunca vai embora.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de A casa mal-assombrada de Marlene surgiu do desejo de trabalhar a noção de ‘assombração’ para além do sentido literal. A casa é um espaço simbólico, onde memórias, afetos e presenças se acumulam ao longo do tempo.
A personagem Marlene foi inspirada em uma figura real — minha tia —, e sua presença na narrativa marca um momento de inflexão, abrindo novas possibilidades de sentido para tudo aquilo que habita a casa.
O livro se destina a leitores que se interessam por narrativas sensíveis e simbólicas, em que o cotidiano se entrelaça com dimensões mais sutis da experiência, e em que memória, afeto e imaginação constroem camadas de leitura.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Minha relação com a escrita é antiga e constante, mesmo não sendo minha atividade principal. A casa mal-assombrada de Marlene é meu terceiro romance, e cada livro marca uma etapa desse percurso, tanto literário quanto pessoal.
Vejo a escrita como um espaço de elaboração e investigação sensível da experiência humana, e sigo desenvolvendo novos projetos dentro desse universo, ainda que conciliando com outras dimensões da minha vida profissional.

O que te inspira escrever?
Sou movida, sobretudo, pelas ideias — elas surgem com muita intensidade, quase como narrativas já estruturadas. Quando começo a escrever, geralmente já tenho claro o percurso e o desfecho da história, o que me permite desenvolver o texto com mais organicidade.
A casa mal-assombrada de Marlene nasceu assim, e esse também tem sido o processo dos meus outros projetos. Tenho diferentes obras em desenvolvimento, entre romances e contos, que ainda estão em fase de elaboração.
O maior desafio não é a falta de ideias, mas o tempo para desenvolvê-las, já que concilio a escrita com minha atuação profissional. Ainda assim, a literatura permanece como um espaço constante de criação e expressão.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Acredito que A casa mal-assombrada de Marlene pode tocar o leitor justamente pela forma como trabalha emoções e memórias de maneira sensível. É um livro que não busca apenas contar uma história, mas provocar uma experiência — algo que ressoa de forma íntima em quem lê.
Antes da publicação, o livro foi lido por um pequeno grupo de leitores, e a recepção foi muito tocante — alguns relataram uma forte emoção ao final, o que me fez perceber que a narrativa alcança esse lugar mais afetivo.
Talvez o que ele tenha de especial seja justamente isso — a capacidade de tocar camadas mais silenciosas da experiência humana, aquelas que muitas vezes não são ditas, mas são sentidas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Cheguei à Scortecci Editora a partir de experiências anteriores de publicação. Já tive a oportunidade de trabalhar com a editora em outros projetos, o que criou uma relação de confiança e continuidade no meu percurso literário.

Obrigada pela sua participação.
Leia Mais ►

Eunice Falcão - Autora de: JARDIM DE MARGARIDAS

Nome literário de Eunice Ribeiro de Souza Falcão
É paulistana, nasceu em setembro de 1966 é graduada em Letras e Pedagogia. Atuou como professora por 30 anos para a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
É amante da literatura, paixão que despertou ao exercer a profissão trabalhando com variados textos literários.
Sem esquecer sua formação de origem, atualmente se dedica à arte de compor textos criativos.
Embora trace novos caminhos, o ser professora nunca sairá de mim.
Herança! Quem não gostaria de ser contemplado com um bom legado por toda a vida? A reflexão recai sobre benefícios ou infortúnios advindos do espólio. Lina foi uma dessas pessoas agraciadas com uma boa herança. Filha de sitiantes no sertão nordestino na década de 40, no leito de morte do seu padrinho, recebeu dele uma verdadeira fortuna em moedas de ouro e prata. Um patrimônio que moldaria para sempre o seu destino. A menina nunca teve lembranças exatas deste episódio, por ser ainda criança quando tudo aconteceu, mas sabia que herdara algo do padrinho porque sempre ouvia das pessoas da família, em especial das tias: “A herança é de Lina”. Uma história baseada em fatos reais, com questões abertas para livre interpretação do leitor, fatos e acontecimentos nunca devidamente esclarecidos e dados como segredos de família. Uma leitura adulta para despertar análise e avaliação no tocante a valores de caráter.

ENTREVISTA

Olá Eunice. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Jardim de margaridas é um romance. A história de uma jovem que migra do sertão nordestino para a cidade grande, São Paulo, nos finais da década de 50. O livro apresenta toda as dificuldades da mulher daquela época em querer se posicionar no meio social, estudar, formar uma profissão, trabalhar.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Eu sempre quis homenagear uma pessoa especial na minha vida, minha mãe. Um dia resolvi apresentar aos leitores a história da mulher nordestina, sonhadora, com muitos ideais e condições para alcançá-los, porém, por ser mulher, não lhe foi dado o direito de escolha, porque, como se dizia naquela época e no meio familiar em que ela vivia, as meninas eram educadas para casar, ser boa esposa e criar os filhos. Uma leitura que pode despertar no leitor adulto senso crítico no tocante a valores de caráter.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sim, tenho projetos para o mundo das letras. Um dele é produzir textos criativos, que eu gosto muito! Eu já publiquei um romance, uma ficção (UMA JANELA PARA A VIDA), livro de crônicas (MULHERES EM CRÔNICAS), de contos (BEIJO DE MÃE E OUTROS CONTOSe trabalhos literários em revistas e antologias. Quanto aos meus sonhos, estou sempre em busca de idealizá-los, afinal, nada que sonhamos deve ficar na gaveta, devemos, ao menos, tentar realizá-los.

O que te inspira escrever?
Produzir arte é prazeroso, a escrita literária é uma arte. Muita vezes, o que me inspira escrever é a satisfação de ver meu texto pronto, como uma pedra preciosa, que brilha, após várias lapidadas.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, o meu livro e todos os livros do mundo merecem ser lidos, pois toda leitura é válida para algum conhecimento. Digo mais, a leitura de um livro não deve ser para comentários desprezíveis, e sim para melhorá-lo. pois a leitura é um dos melhores hábitos da vida, se não for o melhor.
Jardim de margarida é especial para mim, por ser um livro escrito em memória de minha mãe, uma história baseada em fatos reais com episódios de conflitos por causa de heranças e segredos de família. A história de uma das muitas mulheres presas a convenções e costumes sociais da época.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Eu conheci o pessoal da Scortecci Editora na feira literária de Itu – SP. Entrei em contato e pedir orçamento para publicar meu livro. Gostei da proposta apresentada e da atenção que eles dedicaram a mim, uma escritora batalhando para publicar seu primeiro livro, deu certo. Assim foi a parceria.

Obrigada pela sua participação.
Leia Mais ►

31 março, 2026

Rodolfo Coelho - Autor de: O DIÁRIO DE UM CHATO (Edição Póstuma)

Rodolfo Coelho                                            
Ana Amelia Coelho 
Nasceu em 1950 em Minas Novas (MG). Em 1963 mudou-se para São Paulo, cidade onde viveu até seu falecimento em 2021. Formou-se em Pedagogia pela USP, especializou-se na área de Recursos Humanos. Foi funcionário público até se aposentar. Casou-se com Sonia Regina, teve duas filhas e um filho: Ana Amelia, Gabriela e Renato. A mineirice sempre foi um ponto forte da personalidade de Rodolfo. Percorria as ruas de São Paulo com seu olhar estrangeiro. Participava de saraus, concursos literários, clubes de leitura. Tinha sempre por perto canetas e blocos de anotação.


O Diário de um Chato - Poemas Reunidos
Rodolfo escrevia incansavelmente. Escrever, criar pequenas narrativas e poemas era o remédio ideal contra o tédio, a chatice, a pasmaceira. Entre uma piada e outra, ele ironizava:
— Se Paulo Coelho fez sucesso com O diário de um mago, Rodolfo Coelho vai publicar O diário de um chato. Esse vai ser o título do meu sétimo livro.
Quem estava por perto vez ou outra ouvia falar da próxima publicação, que acabou ficando sempre para depois — até agora. Eis aqui o tão falado sétimo livro: uma reunião de escritos de seus cadernos e blocos de notas, textos produzidos entre 2005 e 2013, a maior parte deles completamente inéditos. Alguns deles foram publicados num blog coletivo e recitados em saraus. Rodolfo gostava de citar Maiakóvski: “a poesia — toda — é uma viagem ao desconhecido”. Assim, convidamos leitoras e leitores a embarcar nessa viagem e a descobrir que, por trás da ironia do “diário de um chato”, há um observador sensível do cotidiano, alguém que transformava o tédio em poesia. - Ana Amelia Coelho

ENTREVISTA

Olá Ana Amellia.

Do que trata o seu Livro?
O livro é uma coletânea de escritos de meu pai, produzidos entre 2005 e 2013: poemas, crônicas e resenhas de filmes. Esses textos foram preservados em cadernos ou arquivos de Word, alguns chegaram ao público por meio de blogs. Uma obra que resistiu ao tempo à espera do momento certo para ganhar o mundo.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Desde o falecimento de meu pai, em dezembro de 2021, cultivei o desejo de realizar uma publicação póstuma. O projeto, no entanto, já vinha sendo gestado muito antes. Desde o lançamento de Rua Augusta com Creme, em 2004 — seu sexto livro —, meu pai planejava o sétimo. O próprio prefácio daquela obra já anunciava o título O diário de um chato.
A construção do livro foi também um ato coletivo de amor e memória: contei com a ajuda de meu irmão na seleção dos textos dos cadernos; familiares e amigos contribuíram com escritos de lembranças, que integram o posfácio da obra.
O livro se destina a um público adulto com interesse em poesia livre, de inspiração cotidiana — leitores que encontram beleza e humor nas pequenas coisas da vida.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Tanto meu pai quanto eu somos apaixonados por literatura e artes.
Paralelamente a este lançamento, estou publicando meu primeiro livro autoral, Nodo-kara te-ga deru, uma reunião de histórias curtas. Também participo de antologias, oficinas de escrita e clubes de leitura. Este livro é, ao mesmo tempo, um sonho realizado e o início de um caminho.

O que te inspira escrever?
As pessoas, o cotidiano, as emoções e o acaso. A sensação de criar mundos a partir da escrita me inspira.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Todo livro merece ser lido — e O diário de um chato tem algo muito cativante: o olhar aguçado de um homem que percorre as ruas de São Paulo em busca de quebrar o tédio e encontrar a si mesmo. Meu pai tinha o dom de descobrir graça na pasmaceira do cotidiano, de transformar o ordinário em algo que nos faz sorrir, refletir e reconhecer a nós mesmos nas páginas.
 
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Meu pai publicou seu primeiro livro, Ignição, pela Scortecci em 1997. A editora acompanhou toda a sua trajetória literária. Eu mesma fui estagiária da Scortecci na área de revisão, durante minha graduação em Letras. Para mim, era mais do que uma escolha: era uma necessidade afetiva publicar O diário de um chato pela editora que guardou, ao longo de tantos anos, a voz literária do meu pai.

Obrigada pela sua participação.
Leia Mais ►

Patrícia Liagi Antolino - Autora de: A VERDADE NAS EMOÇÕES

Patrícia Liagi Antolino

Autora de Hália e Dóris: uma aventura no mar e Hália e Dóris: o encontro dos mundos, Patrícia Liagi Antolino trilhou os caminhos da docência, inspirada em seus próprios mestres.
Natural da cidade de São Paulo, graduou-se em Letras e em Pedagogia.
Lecionou em escolas particulares da capital paulista, e em escolas da rede municipal, onde trabalha atualmente.
Incentivadora da leitura, seus projetos incluem novas publicações e novos estudos.

A verdade nas emoções

Nesta obra, a autora traz, nas lembranças de um vovô, as marcas de uma trajetória plena de grandes verdades. Uma história sem nomes, sem época nem local definidos; uma viagem por detalhes que nos revela quão difícil é darmos a nós mesmos a oportunidade de refletirmos sobre nossas próprias ações, de entendermos da fluidez da vida, seus propósitos, de errarmos, de aceitarmos as falhas, as incertezas e as imperfeições, de nos redimirmos. E de perdoarmos. Acompanhando suas reflexões, revemos nossa própria existência sob outra perspectiva.



ENTREVISTA

Olá Patrícia.  É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
A verdade nas emoções traz lembranças do passado de um vovô e as descobertas que ele faz sobre si mesmo e sobre as pessoas com quem conviveu, através dessas lembranças, ampliando a compreensão da sua própria existência. Espero que tais descobertas e entendimentos permitam que nos conheçamos melhor. E sejamos mais felizes.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu depois de um café com um amigo maravilhoso em 2025. Refletir sobre nossa amizade tão especial, e tão duradoura, despertou em mim a vontade não só de homenageá-lo, mas também as amizades raras e únicas que temos na vida. O livro é para quem deseja conhecer a si mesmo, a quem se permitir emocionar e pensar a vida sob outras perspectivas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
As letras sempre foram um projeto de vida, desde a escola e a faculdade. Meus professores e mestres, cada um a seu modo, contribuíram para minha formação enquanto professora, e alguns, devo ressaltar, como escritora. As experiências representam muito. Até hoje. E algo que lá atrás a Literatura me ensinou permanece: a vontade de estudar cada vez mais. Escrever é um sonho que se renova a cada publicação. Há textos guardados, que esperam vir à tona, quem sabe um dia. Há outros que merecem uma oportunidade de encantar. Cada um a seu tempo.

O que te inspira escrever?
Sempre gostei de escrever. Depois da experiência de escrever para crianças, com as sereias "Hália e Dóris", arrisquei em outra linha, mais intimista e reflexiva, retratando vivências, para serem lidas, relidas, aprendidas, sentidas.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
A leitura de "A verdade nas Emoções" é uma provocação à reflexão de nossas ações, nossos sentimentos, de forma sublime. Creio que a abordagem nos permite imaginar cada cena, e acreditar que podemos vestir a pele de algumas das personagens, e refletirmos sobre nós mesmos. E sairmos melhores.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conheci a editora pela autora Rita Dói, de O reizinho. Procurei, então, pela equipe e estou muito feliz por todas as oportunidades que me deram.

Obrigada pela sua participação.
Leia Mais ►

26 março, 2026

Douglas Rossetto - Autor de: PROBABILIDADES E LOTERIAS

Douglas Rossetto

É um apaixonado pelo conhecimento e pela arte de ensinar. Matemático, físico, filósofo, pedagogo e escritor, construiu uma trajetória marcada pelo rigor acadêmico e pela dedicação em tornar a ciência acessível a todos.
Com mais de 30 anos de experiência em sala de aula e pesquisa, Rossetto transformou sua vivência em obras que unem clareza, profundidade e inspiração. Seus livros convidam o leitor a explorar o universo da Matemática, da Física e da História das Ciências de forma envolvente e instigante.
Fundador e editor-chefe da Queen of the Sciences Magazine, periódico voltado à reflexão e ao avanço científico, é reconhecido como divulgador que alia erudição e linguagem acessível. Sua escrita revela não apenas o pesquisador rigoroso, mas também o educador comprometido em despertar a curiosidade e o pensamento crítico.
Ao adquirir suas obras, o leitor encontra não apenas conhecimento, mas também uma jornada intelectual guiada por uma das vozes mais respeitadas do cenário científico e educacional.

Probabilidades e Loterias - Aprenda Análise Combinatória e Probabilidades de Forma Lúdica

O Cálculo de Probabilidades é uma disciplina estudada há séculos na Matemática. Diversos matemáticos, ao longo do tempo, dedicaram-se ao desenvolvimento de métodos e técnicas para a análise e o cálculo probabilístico. Na atualidade, questões envolvendo jogos em geral — especialmente os jogos de loteria — exigem conhecimentos precisos sobre Análise Combinatória e Cálculo de Probabilidades. O objetivo deste livro é aplicar conceitos elementares do cálculo combinatório e do cálculo de probabilidades, contextualizando-os com situações relacionadas aos jogos de loteria.

ENTREVISTA

Olá Douglas. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O meu livro trata da aplicação prática de conceitos fundamentais da Análise Combinatória e do Cálculo de Probabilidades, tendo como pano de fundo os jogos de loteria. A obra busca mostrar como ferramentas matemáticas, desenvolvidas ao longo de séculos, podem ser utilizadas para compreender melhor as chances de premiação nesses jogos. O diferencial está justamente na análise detalhada das probabilidades das diversas modalidades de loteria praticadas no Brasil, oferecendo ao leitor uma visão clara e contextualizada sobre o tema.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever este livro nasceu da experiência de quase quarenta anos dedicados ao ensino, em que questões sobre sorte, palpites e probabilidades surgiam constantemente. A obra apresenta, de forma clara e acessível, os mecanismos que ajudam a compreender os fenômenos aleatórios.
Com exemplos práticos baseados nos jogos de loteria brasileiros, o conteúdo aproxima a teoria da realidade cotidiana, tornando o estudo da probabilidade envolvente e compreensível para todos — independentemente da formação escolar.
Mais do que um manual, é um convite a enxergar a probabilidade como parte do dia a dia, revelando que compreender o acaso pode ser simples e fascinante.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou de São Paulo e atuo na Educação há mais de 35 anos. Tenho formação em Matemática, Física, Filosofia e Pedagogia, além de pós-graduação em Matemática Avançada e Astronomia. Minha carreira combina ensino, pesquisa e divulgação científica, com publicações em Física, Matemática e Ciências em geral. Atualmente desenvolvo pesquisas em Astrofísica e Exobiologia e sou fundador e editor-chefe da revista Queen of the Sciences Magazine. Minha trajetória reflete o compromisso em unir rigor acadêmico e prática pedagógica, contribuindo para a difusão do conhecimento científico."

O que te inspira escrever?
O que me inspira a escrever é a possibilidade de contribuir, mesmo que de forma modesta, para o avanço da pesquisa e para a divulgação científica. Acredito que o desenvolvimento da Ciência é essencial para o progresso da Humanidade, especialmente diante dos desafios que enfrentamos nos tempos atuais. Escrever, para mim, é uma maneira de participar desse movimento coletivo de construção de conhecimento e de tornar a ciência mais acessível às pessoas.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Certamente merece ser lido!
O livro apresenta, de forma clara e envolvente, os conceitos fundamentais do cálculo de probabilidades, organizados em cinco capítulos. O diferencial está na maneira como a teoria é sempre contextualizada: perguntas e respostas sobre diferentes modalidades de loteria conduzem o leitor a compreender as chances reais de ganho, sustentadas por cálculos elementares.
Essa abordagem prática permite visualizar como a matemática se aplica diretamente ao cotidiano, tornando o aprendizado acessível e instigante. Além disso, o texto é fluido e objetivo, o que garante que qualquer leitor interessado no tema encontre respostas para dúvidas comuns sobre probabilidades e jogos de loteria.
Em resumo, é uma obra que combina rigor conceitual com linguagem simples e exemplos concretos, capaz de encantar tanto quem busca conhecimento acadêmico quanto quem deseja entender melhor o universo das apostas.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Desde 2011 mantenho uma parceria sólida com a Editora Scortecci. A indicação inicial veio de amigos e, ao longo dos anos, passei também a recomendar a Editora a todos que buscam publicar trabalhos de excelência e qualidade reconhecida.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

25 março, 2026

Neuza Maria Cechetti - Autora de: CLARINHA e a CIGARRA PEPITA

Neuza Maria Cechetti
É mineira de Conselheiro Pena (MG), Pedagoga e Escritora, com Mestrado e Doutorado em Ciências da Educação, Especialização em Supervisão Escolar, Docente universitária. Autora de livros paradidáticos e infantis. Pesquisadora com vasta experiência no magistério.

Clarinha e a cigarra Pepita
Ao percorrer as páginas deste livro, você descobrirá a sensibilidade de Clarinha diante de uma cigarra, que depois de cantar, tenta voar... mas não consegue.
Primeiro o susto que o bichinho causou e a aflição ao presenciar o bichinho estirado no chão. Depois a alegria de vê-lo voar corajosamente.


ENTREVISTA

Olá Neuza Maria.  É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.


Do que trata o seu Livro?
CLARINHA e a CIGARRA PEPITA, desenvolve uma cena de susto, amor e sensibilidade entre uma criança e uma cigarra que tentava voar.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever a História da CLARINHA e a CIGARRA PEPITA surgiu de mais uma aventura doméstica entre uma criança e o aparecimento de uma cigarra. O livro é destinado às crianças e aos adultos que se encantam com a sensibilidade de infantil diante de um inseto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sou Pedagoga e convivo no meio das crianças desde adolescente. O mundo infantil me fascina! Escrever CLARINHA e a CIGARRA PEPITA, vem depois de vários outros livros infantis.

O que te inspira escrever?
Minha inspiração vem da observação minuciosa, principalmente, de fatos domésticos.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
CLARINHA e a CIGARRA PEPITA merece destaque e deve ser lido. O encantamento da menina diante do voo da cigarra nos mostra a sensibilidade da criança ao salvar o inseto.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Procurando uma nova editora encontrei a SCORTECCI por meio das redes sociais.

Obrigada pela sua participação.


Leia Mais ►