18 fevereiro, 2024

Zuleika dos Reis - Autora de: HIDRA INOFENSIVA PARA HEROÍSMO NENHUM

Paulistana, estreia na literatura com Poemas de Azul e Pedra (1984). Em 1989 publica Espelhos em Fuga, pela Editora Objetiva; em 2008, Flores do Outono (tankas) pela Editora Arte Pau Brasil e, em 2016, Hidra Inofensiva para Heroísmo Nenhum (contos). Participa de As Quatro Estações, haicais (1991), e da Antologia do Haicai Latino-Americano (1993), coletâneas publicadas pela Aliança Cultural Brasil-Japão e Massao Ohno Editor; também de Natureza – Berço do Haicai (kigologia e antologia), 1ª edição em 1996, livro-referência para haicaístas, organizado por H. Masuda Goga e Teruko Oda; em 2006 obtém o primeiro lugar no 18º Encontro Nacional de Haicai. Sua poesia é apresentada por Nelly Novaes Coelho no Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras (2002), pelo selo Escrituras. Boa parte do seu trabalho em poesia e prosa está nos sites Recanto das Letras e PALAVRAS, TODAS PALAVRAS.

Livro de contos? Alguns textos, creio, podem ser classificados assim. Livro de crônicas? Há textos que o são, crônicas; outros tantos, prosa poética. De vários posso afirmar que não pertencem, claramente, a gênero específico. Relatos ficcionais? Pura miscelânea? Talvez embrião de romance que, na quase totalidade dos escritos, os mesmos personagens reaparecem, a comporem um mosaico, ou um vitral, ou evanescências, como imagens de caleidoscópio. Embrião de romance, coletânea de textos “degenerados”,  isto é, nada sendo, desde o título, Hidra inofensiva para heroísmo nenhum.


Entrevista

Olá Zuleika. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O “Hidra Inofensiva para Heroísmo Nenhum” tem como tema central as relações amorosas, seus impasses, seus dilemas existenciais.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Esse livro tem muito de autobiográfico, admito que foi escrito, antes de tudo, por uma necessidade catártica. Claro, quando digo “autobiográfico” isso não o restringe a tal categoria, que há muito de ficcional nele, a começar pelos nomes dos personagens. Livro de contos, crônicas, prosa poética, textos que se sucedem em tempo não-linear; livro que eu defino como “romance em fragmentos”. Destina-se ao público adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Não posso dizer que tenha projetos no mundo das letras. Em 1984 publiquei meu primeiro livrinho, semi artesanal, o “Poemas de Azul e Pedra”, cuja existência nem consta mais no Google. Em 1989 publiquei “Espelhos em Fuga”, também de poesia. No século XXI, mais quatro de poesia e com o atual “Hidra...” dois de prosa. A ação de escrever esteve sempre presente, lembro-me de um poema escrito aos nove anos. Seja como for, nunca pensei em construir uma, digamos, carreira literária.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Escritor profissional é condição para bem poucos e mesmo esses têm outra profissão que, via de regra, lhe traz o sustento.
Como a própria pergunta já explicita, “um país de poucos leitores e onde a leitura não é valorizada", um país onde livrarias são fechadas a todo momento, onde a Educação e a Cultura são tratadas como subprodutos, onde se falar em futuro promissor é sempre algo bastante problemático.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
O trabalho editorial e gráfico da Scortecci são presenças na mídia já há muito tempo. No meu caso pessoal segui os passos de Jorge Lescano, meu amigo e companheiro, que publicou seus livros na Scortecci, Jorge Lescano a quem, aliás, ofereço este livro, in memoriam.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo autor, em princípio, crê que seu livro mereça ser lido, que ele possa acrescentar algo. Não sei se o “Hidra...” tem o poder de encantar, é um livro de narrativa densa, que descreve emoções contraditórias, conturbadas. Espero que sua leitura se inscreva em um campo de interesse para seus leitores.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

11 fevereiro, 2024

Márcio Jerônimo de Freitas - Autor de: HISTÓRIAS NA FLORESTA

Márcio Jerônimo de Freitas

É natural de Ituiutaba/MG. Historiador, escritor, poeta, contista, teatrólogo, contador de histórias. Inspirado na mãe, poetisa e escritora, traz da infância o gosto pela escrita, entre seus brinquedos, estavam os livros. Crê no poder das palavras para transformar as pessoas e o mundo. Acredita que tudo que a pessoa sonhe ser capaz de fazer, deve começar a fazer, pois, a ação traz surpresas e a realização. Prêmios literários: Prêmio SFX de Literatura, 2013 e 2014, Scortecci; Troféu Cora Coralina 2016; Literarte. Prêmio Nordeste de Literatura, 2016, Mágico de Oz; Troféu Luís Vaz de Camões, 2018, ANALAP, Portugal. Prêmio Destaque literário 2021, Mágico de Oz, Prêmio Literartes Kids 2022.

A obra apresenta fábulas poéticas e divertidas que atiçam a imaginação. Os parágrafos breves facilitam a leitura e a compreensão até para crianças menores. Ensejando até mesmo a memorização para que as histórias possam ser contadas e recontadas, o que oportuniza resgatar do hábito antigo de contar histórias. Os personagens vivenciando situações engraçadas, perigosas, alegres e tristes, são uma caricatura do mundo real. Temas como respeito, tolerância, diversidade, amizade e outros, são tratados de forma lúdica, convertendo-se em sutis lições de valores aos pequenos leitores.
Ilustrações: Paloma Dalbon

Entrevista

Olá Márcio Jerônimo. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O título do meu Livro é: Histórias na Floresta. Trata-se de um livro para o público infantil, sendo um livro de fábulas. Contem oito histórias, nas quais os animais conversam e interagem apresentando virtudes e defeitos, próprios do ser humano, que de forma lúdica, tornando-se sutis lições da valores para as crianças. São fábulas poéticas, para serem lidas, contadas e recontadas.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Escrevi essas histórias para meus filhos, quando criança. Elas ficaram guardadas e esquecidas por mais de vinte anos. Encontrei os textos e resolvi publicá-los. A ideia era diverti-los e ao mesmo tempo ensinar algo útil para a vida deles. O livro é indicado para crianças dos seis aos dez anos, embora as fábulas agradem a todas as idades. As escolas têm adotado o livro para os alunos do segundo e terceiro anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Bem, já plantei arvores e tive filhos, e escrever também sempre foi um sonho para mim. Me inspirei em minha mãe, que foi escritora, poetiza, teatróloga e dramaturga. Comecei a escrever desde muito jovem; minha primeira peça de teatro, das cinco que já escrevi, foi aos doze anos de idade. Participei de várias antologias para adultos e crianças. Escrever é uma necessidade para mim. Agora estou concluindo a escrita de um livro de contos e de um romance.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Viver da escrita no Brasil é muito desafiador, pois, não há uma cultura para a formação do habito da leitura como existe em outras sociedades. Uma mudança de postura das pessoas e do governo, nesse setor, no sentido de promover mais a leitura, seria muito bem vinda e um ganho para toda a sociedade brasileira.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já público com a Scortecci há muitos anos, desde 2013, quando participei de um concurso promovido pela editora e meu texto foi selecionado para figurar na publicação, desde então, já participei de várias antologias da Scortecci e, de outras editoras também..

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro já recebeu prêmios, foi adotado por algumas escolas, por si só, isso já mostra que ele merece ser lido. Por que ele tem sido adotado? Entre outras qualidades, ele apresenta a oportunidade de trabalhar todas as competências da educação sociemocional estabelecidas pela BNCC. Além de ser um texto fácil de ser lido, é divertido e atraente para as crianças. As histórias são breves o que oportuniza serem assimiladas e recontadas pelo adulto e mesmo pelas crianças. Como última mensagem, quero alertar aos leitores sobre um grande desafio posto à sociedade no tocante ao uso dos eletrônicos, que tem seu lado bom, mas, há perigos e malefícios também. E a leitura de Histórias na Floresta para os filhos e com os filhos, farão partilhares duas coisas: o tempo e o espaço, criam-se memórias que serão sempre lembradas, e afastam as crianças um pouco dos eletrônicos.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

Pedro Franco - Autor de: MEU AMIGO ARTUR DA TÁVOLA

Nome literário de Pedro Diniz de Araujo Franco
Nasceu no RJ em 1935. Primário na Escola Municipal Duque de Caxias. Ginásio e científica no Instituto La-Fayette. Da seleção juvenil carioca de basquetebol, 1952. Bem casado em 1958 com Maria Helena, dois filhos, três netos, e um bisneto. Formado em Medicina em 1962 pela Escola de Medicina e Cirurgia da UNI-RIO, sendo orador da turma. Médico aposentado da CEF. Diretor de Divisão e depois do Departamento de Assistência do SASSE (órgão ligado à CEF); Remido pela SBC. Cardiologista em atividade. Diretor do H. Universitário Gaffrée e Guinle da UNI-RIO, 1981/3. Professor da Escola de Medicina e Cirurgia, onde entrou aluno, concursado depois como professor, sendo professor de centenas de alunos, inclusive de filho e neta. Com esses dois alunos publicou artigo médico, em 2017, nos Anais da Academia Nacional de Medicina. Professor. Emérito UNI-RIO. Emérito ABRAMES e SOBRAMES-RJ. Membro UBE-RJ com medalha Antônio Olinto. Livros publicados 21, sendo 11 contos, 5 crônicas, 3 teatro, 2 ensaios. Em 206 coletâneas. Prêmios: em contos, 277, crônicas 168, poesias 103, livros 26, ensaios 27, peças teatrais 10. Desses prêmios literários 25 foram auferidos fora do Brasil. 105 publicações em livros ou revistas de Medicina. Últimos livros: “Contos 2019 - Pedro Franco”. Editora Scortecci. “Moças de pousadas” – contos. Capa de Maria Helena Franco. Seleto Editora 2020, “Ensaiando simplesmente”, Imprensa Editora 2021 .Crônicas na Revista Rio Total 213, até julho de 2021.

Artur da Távola recebeu o livro "Elas" de minha autoria, comentou-o elogiosamente e jocosamente e pediu notícias sobre o final de um dos contos. Esta carta deu início à amizade, que durou 27 anos. E nunca apertamos as mãos. Além de telefonemas nos comunicamos por telegramas, cartões e cartas. Foram 25 telegramas e o mesmo número de cartas, ou cartões, esses em maioria manuscritos. Artur da Távola comenta em cada correspondência e elogia algo que escrevi. Tenta sempre marcar almoço, ou jantar, quando participaria amigo comum, que muito aparece no livro. Face às nossas vidas ocupadas, nunca o encontro ocorreu e um dos jantares, não realizados, enseja até fato da história do Brasil, quando o Senador presidia o MDB. As mensagens são informais, abordam nossas ideias e obras em clima de amizade, risos e admiração. Tão aparentemente a amizade é inverossímil, que o livro, "sui generis", mostra cópias de algumas mensagens manuscritas. Chegando aos 88 anos o autor publica seu livro de número 27, que tem como finalidade valorizar o sentimento amizade e homenagear Artur da Távola. E nunca nos vimos. Muitos fatos e crônicas do homenageado são mostradas, bem como as que se referiu. 

Entrevista

Olá Sr Pedro. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Artur da Távola leu livro de contos de minha autoria e jocosamente perguntou com terminou um conto hilário. Daí nasceu amizade de 27 anos. Telefonemas, telegramas, cartões, cartas manuscritas Telegramas 25 e cartas e cartões 25; em cada um assunto e sempre algo que escrevi. Cartas amigáveis, pessoais, fraternas. Vários encontros marcados e não ocorridos. Como dois homens ocupados, sendo ele senador, tiveram amizade tão fraterna e demorada. No livro há fac-símile da correspondência. No livro muitas crônicas do homenageado, obras do autor, entrevistas de Artur da Távola e até trechos inéditos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia veio da vida do homenageado e o exemplo que afinidades podem levar a desinteressadas amizades.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Será o 26 livro e participação em 224 coletâneas, 624 prêmios 25 no exterior. O mais estranho é que sou médico de profissão, professor de Medicina, tendo sido Diretor de hospital universitário. Fui professor de filho e neta. E sempre escrevi, inclusive 105 trabalhos médicos. Tenho 88 anos e continuo com consultório cardiológico; com 4 livros de teatro e prêmios do gênero e não vi peça representada, logo sonho irrealizado. Professor Emérito da UNI-RIO, Emérito SOBRAMES-RJ e da ABRAMES e Membro UBE com medalha Antônio Olinto.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Deve ser muito difícil, mas não tenho experiência, visto que a Medicina e o Magistério foram o ganha-pão.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já publiquei pela Editora Contos 2019 = Pedro Franco e fiquei muito satisfeito.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim.

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

Oséias Francisco da Silva - Autor de: A CONSOLIDAÇÃO DA GUARDA CIVIL MUNICIPAL NA SEGURANÇA PÚBLICA

Nasceu em 1976 em Nazaré da Mata (PE) e vive atualmente em São Bernardo do Campo (SP). É casado e tem dois filhos adolescentes.
Formado em Filosofia (UMESP) e em Psicanálise (Associação Brasileira de Psicanálise e Terapias Alternativas), é pós-graduado em Gestão de Segurança Pública (FESPSP) e mestre em Políticas Públicas (FLACSO).
É supervisor da Guarda Civil Municipal (GCM) de São Bernardo do Campo, tendo ingressado na corporação em 2004.
Tem sete livros publicados:
1. O segredo de amar (2005)
2. Demo e Crácia — Democracia: Um presente de grego (2007)
3. Segurança pública como projeto socioeducacional (coautoria de J. Burato; 2011)
4. Um novo modelo de segurança para o Brasil: Democracia, cidadã e humana! (2015)
5. Uma nova polícia em ascensão no Brasil: Experiências das guardas civis municipais do Grande ABCDMR/SP (2019)
6. O lugar da guarda municipal na segurança pública (2021)
7. Drogas: O bem que atrai e o mal que destrói (2023)
Nesta nova obra apresenta diagnóstico, avaliação e propostas para superar os desafios que as guardas municipais enfrentam para se consolidar na área de segurança pública.

Nesta sua nova obra, Oséias Francisco da Silva parte da constatação de certo atraso histórico das guardas civis municipais quando comparadas a outros órgãos da segurança pública no país, sobretudo nos aspectos da segurança jurídica, prerrogativas, cultura organizacional, valorização profissional, organização política, entre outros. Com base em pesquisas e reflexões sobre tais temas, tão caros à categoria, descortina o horizonte de possibilidades para as corporações municipais se consolidarem dentro desse setor estratégico de Estado, com previsão constitucional sistematizada pela Lei Federal nº 13.675/2018, a fim de alcançarem a isonomia nos aspectos possíveis e necessários, a valorização devida e a segurança jurídica adequada para estabilidade e previsibilidade no exercício de suas atribuições e competências legais.
A reflexão proposta aborda diversas dimensões da questão, como o aspecto financeiro e as peculiaridades das cidades e regiões brasileiras; as decisões de tribunais; a percepção dos trabalhadores e da sociedade sobre o papel das guardas municipais; a profissionalização e o estabelecimento de um padrão técnico; as estruturas de organização institucional, classista e política, e os desafios da liderança, sua assunção, manutenção e sucessão.
De forma inovadora e pioneira, a obra permite compreender os dilemas enfrentados pelas guardas civis municipais nos âmbitos interno e externo e aponta caminhos para que superem os desafios e se consolidem na segurança pública a médio e longo prazo.
A despeito das fragilidades em diversas dimensões, da expectativa da sociedade, do cenário perverso da violência e criminalidade, da pressão da gestão, da baixa valorização e das condições precárias de trabalho, as guardas municipais têm demonstrado resiliência e vêm crescendo quantitativa e qualitativamente, alcançando papel relevante na promoção da segurança pública como direito fundamental em muitas cidades do Brasil. Nesse contexto, seus profissionais fazem muito com pouco. Uma vez qualificados continuamente, valorizados de fato e respaldados pela devida segurança jurídica, cumprirão sua missão na promoção da segurança aos cidadãos de forma mais sustentável e com mais qualidade.

Entrevista

Olá Oséias. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Esse novo livro é uma busca de respostas para compreender os porquês de certo atraso histórico das guardas municipais quando comparadas aos demais órgãos que compõem o campo da segurança pública, sobretudo, nos aspectos de prerrogativas, segurança Jurídica, representação institucional e de classe, cultura organizacional entre outros. Fazendo perguntas na cadência do texto e perseguindo as respostas possíveis, o livro se constitui um diagnóstico da situação vivida pelas guardas municipais e uma busca pela superação dos seus dilemas a fim de se estabelecer firmemente na segurança pública..

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A partir da constatação de certo atraso histórico das guardas municipais que a acarreta prejuízos diversos, me lancei nesse empreendimento objetivando encontrar diagnóstico e as respostas possíveis para superar os pontos de fragilidades e se consolidarem como polícias municipais, preventivas e comunitárias, com seus direitos estabelecidos.
As guardas municipais, instituições, e os guardas municipais, trabalhadores, se constituem o público destinatários específicos, mas também para àqueles que têm interesses em conhecer melhor as corporações municipais de segurança pública..

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou Supervisor do guarda civil municipal de São Bernardo do Campo/SP, formado em Filosofia, mestrado em políticas públicas e pós-graduação em gestão de segurança pública. Já publiquei 7 livros, esse é o 8⁰, sendo o 6⁰ que pauta o tema segurança pública e guardas municipais.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É um desafio à parte.
Cada escritor tem seus dilemas, mas o que move sua energia criativa para o mundo das letras é sua a vocação. É o sentido de sua vida. Tenho uma mensagem a entregar e meu esforço é escrever com sensibilidade e responsabilidade, na expectativa de ser recepcionada por leitores, que consigam captar e retransmitir a outros. É minha forma de contribuir para que a segurança pública seja cada vez melhor, mais eficiente e eficaz, e  mais concreta como direito fundamental.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Todos os meus livros foram publicados pela editora Scortecci. Temos uma boa relação de longa data como resultados positivos. No início achei a editora pela Internet.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Merece sim. Tanto como uma obra literária quanto pela sua importante contribuição para melhoria da segurança pública, por meio da valorização e fortalecimento das Guardas Municipais. Também porque é um livro pioneiro nessa abordagem, que enfrenta de maneira qualificada e sensível, os reais dilemas das guardas municipais e procura soluções para superar os desafios e se consolidarem nesse importante setor estratégico do Estado.
Minha mensagem aos leitores vai no sentido de lhes apresentar essa obra que foi elaborada com muito cuidado, respeito e responsabilidade..

Obrigado pela sua participação.
Leia Mais ►

05 fevereiro, 2024

Suelene Theodoro Bueno - Autora de: O UNIVERSO, O PLANETA TERRA E A CRIANÇA

Nasceu na cidade de Goiânia (GO) e reside em Itumbiara (GO). Advogada, pós-graduada em Direito de Família e Sucessões, membro da Academia Itumbiarense de Letras-AILA, escreve por paixão. É autora dos livros: "Encontro da luz e Escuridão nas Cachoeiras", posteriormente lançado como "Luz e escuridão nas cachoeiras", livro I "Não Era Hora de Partir" , Livro II "Era Hora de Partir", Livro III "O Retorno" e livro infantil a "A História Das Cartas Mágicas".



Ressalta a importância do amor dos direitos das crianças da esperança que trazem no mundo mágico em que acreditam num mundo bom sem distinção de raça cor ou etnia. Como a criança, na sua inocência, consegue sentir a harmonia com a natureza, enxerga um mundo de amor e paz, um mundo onde todos temos os mesmos direitos, sem distinções.
Ilustrações: Paloma Dalbon





Entrevista

Olá Suelene. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Uma história infantil onde os seres de outros planetas ficam preocupados com o desenvolvimento de nosso planeta e encontram esperanças nas crianças e resolvem não interferirem na evolução.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Este é o segundo livro infantil que escrevo sendo o primeiro “ A História das Cartas Mágicas”, também pela Scortecci, público alvo as crianças e também relembrar nos adultos algumas qualidades que temos quando crianças e deixamos para traz quando nos tornamos adultos..

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde os dezoito anos venho escrevendo hoje tenho inúmeros livros aguardando um momento para serem publicados, já foram três livros da série Luz e Escuridão nas Cachoeiras, Livro I, Livro II e o terceiro em fase de finalização todos pela Scortecci, a falta de tempo foi um dos fatores que não consegui me dedicar, uma vez que sempre tive que trabalhar muito, bem como as publicações tem um custo alto, assim vou organizando devagar, um sonho realizado a cada publicação uma experiência mágica, com certeza os primeiros de tantos..

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sim. Acho a vida de escritor no Brasil muito difícil considerando o retorno financeiro ou reconhecimento, não é valorizado a leitura em nosso país, embora insisti na educação dos filhos que tivessem o hábito da leitura e hoje eles fazem com seus filhos, isto é muito gratificante e a leitura atualmente tem um concorrente que são as redes sociais e meios rápidos de se distrair deixando muitas vezes de lado o trabalho de pegar um livro ler e usar a imaginação, mas acredito que vamos mudar e a leitura terá sua importância reconhecida novamente..

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Internet, descobri gostei e comecei a publicar com eles, as pessoas sempre foram atenciosas corresponderam às minhas expectativas e como trabalham com muita ética pretendo continuar, participei da Bienal com eles e amei.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Com o objetivo de colocar para fora um mundo que vive aqui dentro expor o que escrevi ao longo destes anos, considero que de especial a esperança de um mundo melhor incentivando alimentando a importância das crianças crescerem sem perderem o amor o respeito pelo próximo, ao final é isto que buscamos transmitir alguma coisa que valorize as qualidades do ser humano..

Obrigada pela sua participação.
Leia Mais ►

Rosalvi Monteagudo - Autora de: REVISÃO DAS REGRAS DOS PRINCÍPIOS COOPERATIVISTAS

Rosalvi Monteagudo

Nome literário de Rosalvi Maria Teófilo Monteagudo.
É contista, pesquisadora, professora, bibliotecária, assistente agropecuária, funcionária pública aposentada do Instituto de Cooperativismo e Associativismo, membro da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), youtuber e articulista na internet. Especializada em Cooperativismo pelo CEDOPE/UNISINOS (São Leopoldo, RS) e autodidata, lê e estuda sobre Economia e o forte papel que exerce no social. Sensível às necessidades brasileiras, analisa, observa atentamente e passa a refletir o saber. Entende que é preciso um reexame das regras e princípios que envolvem o terceiro setor como meio de cooperar com os problemas socioeconômicos do país. Ao perceber sua importância para a época atual, começa a estudá-los profundamente. Publica vários artigos. Cria o COOPSOFT, que são novas regras via software, a fim de obter benefícios com a redução do custo on-line. Foi editora responsável do boletim informativo do ICA/SAA, São Paulo, no qual criou o espaço “Comentários; repensando o cooperativismo”. Organiza cursos, conferências, estandes em feiras etc. Exerce várias atividades concomitantes, como voluntária na Pastoral da Criança, presidente-fundadora da Econsolidaria, além de constituir e participar de diversas associações. Empreendedora socioeconômica, participou ativamente de oficinas e palestras do Fórum Social Mundial, de 2002 a 2005.

Revisão das Regras dos Princípios Cooperativistas
Doutrina Econômica da Cooperação - Parte II

A doutrina da cooperação precisa ser revista para organizar o socio-econômico, adequando-o aos modernos meios tecnológicos, e criar o mercado econômico cooperativo — Mercoop, pois não existe velha nem nova economia, mas uma atualização a esta nova época, consequência da quarta revolução industrial e tecnológica. A incapacidade do neoliberalismo em resolver o problema social e a utilização do capital como forma de intervir na sociedade criam a necessidade de reconsiderá-los, uma vez que o social deve ser integrado com o capital (iempresa). O cooperativismo não está ameaçado; pelo contrário, fortalece cada país em particular por respeitar a geopolítica e organizar o social para um melhor aproveitamento econômico. Assim sendo, o objetivo desta obra é examinar as regras dos princípios cooperativistas por meio da adaptação à época atual. A proposta conduz à necessidade de mudanças que buscam alternativas para torná-las viáveis e, assim, seja possível interligar e unir uma organização técnica de uma extremidade a outra, ou melhor, da pertinência da necessidade de um indivíduo à relevância do globo. Dessa forma, propõe, discute e cria a Doutrina Econômica da Cooperação a partir de uma moderna revisão das regras dos princípios cooperativistas: adesão livre e voluntária; controle e gestão democráticos; participação econômica dos sócios; autonomia e independência; educação, treinamento e informação; cooperação entre cooperativas e preocupação com a comunidade. A empresa virtual (iempresa) desenvolve softwares colaborativos para a interdependência com a central e a organização das iempresas nos seguintes setores: fundação, administração, vendas, entrega, produção e compra, buscando solucionar os problemas de dificuldade de gestão e falta de transparência e capital, e instituindo controles de qualidade que servirão para nortear e constituir gestões para assessorar as iempresas com visão estratégica.

Entrevista

Olá Rosalvi. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Trata-se da revisão das regras do cooperativismo, atualizando-as à atual quarta revolução industrial. Em busca da geração de trabalho com sustentabilidade.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Em 1994, após minha pós-graduação na UNISINOS – RGS, e percebi a relevância do assunto, considerando a crise econômica-social vivida então. Assim veio a inspiração para esta revisão. O público alvo são as cooperativas, associações, sindicatos e interessados afins.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Gosto muito de escrever, tenho facilidade e vivência no cooperativismo. Penso em ampliar acesso das pessoas aos princípios do cooperativismo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A vida do escritor no Brasil é ingrata, em particular a quem traz ideias novas e preocupação social. Mas a inspiração e a possibilidade de ser compreendida pelo público alvo são a maior fonte de energia para continuarmos.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi a editora com atendimento mais humanizado e acessível.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que sim, meu livro merece ser lido. Há ideias e sugestões inspiradas e inovadoras.

Obrigado pela sua participação.

Leia Mais ►