17 fevereiro, 2026

Marcos da Rocha - Autor de: A DIGNIDADE DOS 60+

É Cuidador de Pessoas 60+ desde 2003. Deixou 2 trabalhos vendedor e professor) para se dedicar em tempo integral aos cuidados da mãe com Alzheimer. Permaneceu com ela até sua despedida no versão de 2013. Permaneceu na profissão e honra o legado da mãe em casa paciente.

O guia essencial para a dignidade após os 60 anos - Em 2050, o cenário global será inédito: pela primeira vez na história, haverá mais pessoas com 60 anos ou mais do que jovens. As projeções são claras: vivemos mais, e a taxa de natalidade segue em declínio desde os anos 1960. Essa revolução demográfica exige uma nova perspectiva e, acima de tudo, ação. Afinal, quem já viveu 60 anos ou mais — essa geração de ferro — construiu o mundo onde vivemos hoje. Sejam nossos familiares, amigos, vizinhos ou desconhecidos, eles merecem e precisam ser tratados com o máximo respeito, dignidade e autonomia. É dever da família, da sociedade e do Estado olhar com zelo e atenção para a população 60+. Este livro não é apenas um manual; é um guia prático e compassivo que oferece diretrizes claras e estruturadas para filhos, cuidadores, profissionais de saúde e qualquer pessoa interessada em promover um envelhecimento ativo, saudável e respeitoso. O conteúdo abrange desde os direitos e a legislação que protegem a pessoa idosa, passando por orientações de saúde e bem-estar, até estratégias para manter a autonomia e participação social. Você também encontrará ferramentas sobre comunicação empática e diretrizes para o cuidado. Tratar o idoso com respeito e dignidade não é somente uma questão ética; é um investimento direto na qualidade de vida dele. Quando valorizado, o idoso experimenta aumento na saúde mental e na autoestima. E para honrar a dignidade dele e construir nossa própria velhice, todos devem denunciar quaisquer tipos de violência contra a pessoa 60+. Não espere a crise surgir. Invista neste conhecimento para assegurar que seus pais, seus entes queridos ou seus pacientes desfrutem de uma vida plena, com dignidade inegociável até o último dia. Adquira este guia e torne-se um agente ativo na construção de um envelhecimento mais justo e humano.

ENTREVISTA

Olá Marcos. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Meu livro, ​A Dignidade dos 60+ não é apenas um manual técnico de assistência, mas um manifesto humanista que busca redefinir o paradigma do envelhecimento na sociedade contemporânea. A obra nasce da necessidade urgente de olhar para a pessoa idosa não como um conjunto de patologias ou limitações, mas como um indivíduo portador de uma trajetória rica e de direitos inalienáveis à autonomia e ao respeito. Ao longo de suas páginas, o livro convida cuidadores, familiares e profissionais de diversas áreas a despirem-se de preconceitos etaristas, promovendo uma imersão na psicologia e na fisiologia do envelhecer sob a ótica da alteridade, onde o cuidar deixa de ser uma tarefa mecânica para se tornar um ato de preservação da essência humana.
​O cerne desta obra dedica-se a capacitar o leitor com ferramentas práticas e reflexivas para lidar com as complexidades do cotidiano do cuidado, priorizando sempre a manutenção da autonomia. Entendo que cuidar envolve um equilíbrio delicado entre oferecer suporte e permitir que o idoso continue sendo o protagonista de sua própria história. Por isso, o guia detalha estratégias de comunicação assertiva, adaptação de ambientes e gestão emocional, garantindo que o cuidador compreenda os sinais não verbais e as necessidades psicossociais que, muitas vezes, são negligenciadas em rotinas de cuidados puramente clínicas. O objetivo é transformar a assistência em uma parceria baseada na confiança mútua.
​Além do suporte prático, o livro mergulha em questões éticas e bioéticas fundamentais que permeiam a longevidade. Abordo como a dignidade deve ser o fio condutor em decisões que vão desde a rotina alimentar até os cuidados paliativos e o suporte em doenças neurodegenerativas. Para os familiares, o texto oferece um acolhimento necessário, ajudando-os a navegar pela inversão de papéis e pelo peso emocional que o cuidado pode gerar, sem que isso resulte na infantilização do idoso. É um chamado para que a família e a rede de apoio reconheçam que a vulnerabilidade física não anula a autoridade moral e a sabedoria acumulada por quem atravessou décadas de existência.
​Para os profissionais que já atuam na área da saúde e do bem-estar, A Dignidade dos 60+ serve como um recurso de atualização humanística e técnica. O texto explora a importância da interdisciplinaridade e de um olhar holístico, argumentando que a excelência no atendimento geriátrico reside na sensibilidade de perceber o idoso em sua totalidade — social, espiritual e física. Ao discutir políticas de cuidado e boas práticas, a obra estabelece um padrão de excelência que eleva a profissão de cuidador e as terapias de suporte a um nível de missão social, combatendo o isolamento e a invisibilidade que frequentemente assolam essa parcela da população.
​Em última análise, este livro é um convite à reflexão sobre o nosso próprio futuro. Ao promover a dignidade de quem hoje tem mais de 60 anos, estamos construindo o alicerce de uma cultura que valoriza a vida em todas as suas etapas. A leitura propõe que a "dignidade" citada no título não seja um conceito abstrato, mas uma prática diária manifestada no tom de voz, na paciência, no toque e no reconhecimento de que envelhecer é um triunfo, não um fardo. É uma obra essencial para quem deseja transformar o ato de cuidar em uma experiência de profundo aprendizado, respeito mútuo e, acima de tudo, amor à humanidade que reside em cada um de nós.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
​A ideia de conceber esta obra não surgiu de um ímpeto meramente acadêmico, mas de uma inquietação ética profunda que se sedimentou ao longo de anos de atuação direta e estudos rigorosos sobre o envelhecimento. Ao mergulhar na realidade cotidiana da população longeva, deparei-me com uma contradição dolorosa: enquanto a ciência celebra o aumento da expectativa de vida, a sociedade parece regredir na qualidade do olhar direcionado a quem envelhece. Testemunhei como a dignidade da pessoa idosa é, sistematicamente, desrespeitada e até violentada, muitas vezes de forma silenciosa e institucionalizada. Essa constatação de que o 60+ estava sendo reduzido a um estado de invisibilidade social foi o catalisador para que eu transformasse minha indignação em uma ferramenta de mudança e conscientização.
​O que mais me impulsionou a escrever foi observar o fenômeno da "coisificação" do idoso, que passa a ser tratado, muitas vezes no seio da própria família, como um mero objeto de decoração na sala de estar. É alarmante notar que indivíduos que, em um passado recente, foram os pilares estruturais de seus lares — detentores de sabedoria, provedores e guias morais — acabam sendo relegados ao papel de figurantes passivos em suas próprias histórias. Essa despersonalização é uma forma de violência simbólica que anula a subjetividade do idoso, ignorando seus desejos, sua autonomia e sua voz. O livro surge, portanto, como um grito contra esse descaso, buscando resgatar o valor intrínseco de quem já construiu tanto e que agora merece ser ouvido e reverenciado.
​A obra dedica-se a examinar as raízes desse desrespeito, oferecendo um contraponto crítico à cultura do descarte que permeia a modernidade. Em meus estudos e na prática profissional, percebi que a violação da dignidade começa nas pequenas atitudes: na infantilização da fala, na exclusão das decisões familiares e na negligência afetiva que isola o indivíduo em um canto da casa. Ao escrever, busquei não apenas denunciar essas práticas, mas fornecer um embasamento robusto que ajude a reverter essa lógica perversa. O objetivo é substituir o "assistencialismo frio" por um cuidado que reconheça a complexidade humana, honrando o legado de cada homem e mulher que atravessa a barreira dos sessenta anos com o vigor de sua identidade ainda intacto.
​Quanto ao público ao qual este livro se destina, ele foi pensado como um guia indispensável para cuidadores — sejam eles profissionais ou informais —, familiares e todos os especialistas que compõem a rede de apoio à longevidade. Para o profissional que atua na linha de frente, este texto oferece o suporte ético necessário para que cada plantão e cada procedimento técnico sejam permeados pelo princípio da dignidade humana, elevando o padrão de atendimento para além da mera manutenção biológica. Para os familiares, a obra serve como um espelho e um mapa, auxiliando-os a redescobrir o idoso como um sujeito de direitos e afetos, reconstruindo pontes de comunicação que o tempo e o preconceito podem ter desgastado.
​Em última instância, "A Dignidade dos 60+" é destinado a todo aquele que possui o propósito inabalável de fazer da ética do cuidado uma prática cotidiana e transformadora. Seja você um médico, enfermeiro, terapeuta ou um filho zeloso, este livro propõe um novo pacto civilizatório onde o envelhecer não seja sinônimo de perda de valor. Almejo que esta leitura capacite o leitor a ser um agente de mudança em seu raio de atuação, garantindo que o cuidado não seja apenas um dever técnico, mas um ato de justiça histórica. Afinal, ao protegermos a dignidade de quem tem mais de 60 anos hoje, estamos, em essência, preservando a dignidade do futuro que todos nós esperamos habitar.
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
​Minha jornada no universo do cuidado e, consequentemente, minha chegada ao mundo das letras, não foi fruto de um planejamento de carreira convencional, mas de um chamado profundo e inadiável da vida. Em 2003, tomei uma decisão que mudaria meu destino permanentemente: abdiquei de duas trajetórias promissoras nas áreas de vendas e educação para me dedicar integralmente àquela que foi minha maior mestra, minha imaculada mãe. O diagnóstico precoce de Alzheimer foi o ponto de ruptura que me retirou do mercado corporativo e me lançou em um oceano de incertezas. Naquela época, desprovido de conhecimentos técnicos sobre a patologia, vi-me diante do desafio de aprender na prática, transformando o amor em método e a observação em saber, sempre com o foco inegociável no bem-estar físico, cognitivo e espiritual dela ao longo de uma década de dedicação exclusiva.
​Essa experiência de dez anos como cuidador familiar foi a minha verdadeira graduação na "escola da vida e da dignidade". Foi entre os desafios diários da memória que se esvaía e a busca por manter o brilho nos olhos da minha mãe que compreendi a urgência de um cuidado humanizado. Percebi que o conhecimento técnico, isolado, é insuficiente se não houver a sensibilidade de enxergar a alma por trás do diagnóstico. Essa vivência moldou meu caráter profissional e me transformou no cuidador humanizado que sou hoje, alguém que não se contenta apenas com a sobrevivência do idoso, mas que luta pela sua plenitude. Meu livro, portanto, é a materialização desse legado; é a voz que empresto a todos os anos de silêncio, paciência e descobertas que vivi ao lado dela.
​No que diz respeito ao meu papel como criador de conteúdo digital e autor, vejo-me como um semeador de uma nova consciência sobre o envelhecimento. O ambiente virtual e o mundo físico são, para mim, extensões de um mesmo campo de batalha contra o preconceito e o descaso. Através das redes e agora das páginas impressas, busco disseminar a temática da "Dignidade dos 60+" como um conceito vivo, prático e urgente. Meu projeto nas letras não é um evento isolado, mas uma missão contínua de democratizar o acesso à informação de qualidade, transformando a dor que muitas famílias sentem ao receber um diagnóstico em um caminho de acolhimento, estratégia e respeito mútuo.
​Responder se este livro é o primeiro de muitos ou um sonho realizado exige reconhecer que ele é ambos, de forma indissociável. Ele é, sem dúvida, a realização de um sonho acalentado no silêncio dos plantões e das noites em claro, mas é também o marco zero de uma produção literária que pretendo tornar vasta e impactante. Tenho em mente inúmeros projetos e ideias que já pulsam para serem transferidos para o papel, todos convergindo para a criação de uma cultura de conhecimento sólida em prol da dignidade da pessoa idosa. Minha meta é que cada nova obra funcione como um tijolo na construção de uma sociedade que saiba honrar seus veteranos, tratando o conhecimento não como um luxo, mas como uma ferramenta de emancipação para cuidadores e familiares.
​Em última análise, escrever sobre a dignidade dos 60+ é o propósito que dá sentido à minha existência. Não encaro minha obra como um produto, mas como um manifesto de um sentido de vida que encontrei ao cuidar da minha mãe e que agora transborda para o mundo. Meu compromisso com o mundo das letras é o compromisso com a transformação social; quero que meus livros inspirem uma mudança de postura em cada atendimento e em cada lar. Este é apenas o início de uma jornada literária onde a técnica encontra a empatia, e onde cada parágrafo escrito carrega o peso da minha experiência e a leveza da minha esperança em um futuro onde envelhecer seja sinônimo de ser dignamente cuidado.
O que te inspira escrever?
​A minha inspiração primordial para escrever encontra sua raiz em um solo sagrado: a honra à vida, à obra e ao legado da minha imaculada e saudosa mãe. Embora ela tenha sido uma mulher de simplicidade externa, era detentora de um "diploma" que poucas universidades conseguem conferir — o da Escola da Vida. Ela foi a minha primeira e maior referência de que a educação é a chave de ouro para a emancipação humana. Mesmo em meio à lida cotidiana, ela sempre priorizou o saber, e foi através do seu incentivo silencioso, mas constante, que compreendi que o conhecimento é o único patrimônio que o tempo não consegue desgastar. Escrever, para mim, é manter viva a chama dessa mulher santa que hoje me guia do céu, garantindo que sua passagem pelo mundo continue gerando frutos através das minhas palavras.
​O meu encantamento pelo mundo das letras nasceu de um gesto cotidiano e humilde, mas carregado de simbolismo. Lembro-me, com uma nostalgia vívida, de quando minha mãe pedia jornais à sua madrinha com o propósito prático de acender o fogão à lenha. No entanto, antes que as chamas consumissem aquelas páginas, eu, ainda criança, as resgatava para devorar cada notícia, cada crônica e cada anúncio. Naquele cenário de simplicidade, o papel que serviria de combustível para o fogo tornou-se, na verdade, o combustível para a minha imaginação e para o meu intelecto. Cada livro que publico e cada texto que compartilho nas redes sociais é uma celebração direta àquela infância e, principalmente, ao modo como minha mãe, mesmo na simplicidade do fogão à lenha, permitiu que eu conhecesse o mundo através das palavras.
​Para além da memória afetiva, o que me impulsiona a escrever é um sonho urgente e inegociável: a transformação da cultura de cuidado com a população 60+. Sinto-me profundamente inspirado a usar a escrita como uma ferramenta de denúncia e, simultaneamente, de construção, visando um futuro onde cada idoso seja tratado com o rigor ético, o respeito profundo e o amor que sua trajetória exige. Minha inspiração nasce da necessidade de combater a frieza institucional e o descaso familiar, propondo uma nova gramática do cuidar. Escrevo para que o idoso deixe de ser uma nota de rodapé na sociedade e volte a ocupar o centro do círculo, sendo reconhecido não pelas suas limitações biológicas, mas pela sua dignidade intrínseca.
​Inspirar-me no cuidado humanizado significa escrever para transformar "objetos de decoração" em sujeitos de direitos e afetos. Incomoda-me profundamente a reificação do ser humano que envelhece, e essa indignação se converte em tinta e papel. Minha obra é um convite para que cuidadores e familiares enxerguem que, por trás de um quadro de Alzheimer ou de uma fragilidade física, reside uma história inteira que merece ser preservada. Escrevo para oferecer subsídios que permitam que o atendimento seja mais que um cumprimento de plantão; que seja um encontro de humanidades. Ver a dignidade ser empregada na prática, em cada gesto de cuidado, é o que me dá fôlego para continuar produzindo conteúdo e lançando novos projetos literários.
​Em última análise, minha inspiração é uma ponte que liga o passado de aprendizado com minha mãe ao futuro de esperança para todos os que cruzam a marca dos 60 anos. Cada parágrafo que redijo é um ato de resistência contra o esquecimento e uma declaração de amor à vida. Escrever é o meu sentido de existência, o meu propósito maior e a forma que encontrei de dizer ao mundo que a dignidade não tem prazo de validade. Enquanto houver uma pessoa idosa precisando de voz e um cuidador buscando direção, haverá em mim a inspiração necessária para converter minha experiência e meus sonhos em literatura que acolhe, educa e transforma.
O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
​A afirmação de que esta obra merece ser lida não nasce de uma pretensão autoral, mas da convicção de que o conteúdo aqui depositado é um antídoto contra a indiferença que assola a nossa contemporaneidade. Se eu estivesse do outro lado, como um leitor em busca de sentido e técnica, eu certamente compraria este livro, pois ele não se limita a descrever o envelhecer; ele ensina a honrá-lo. O que o torna especial e capaz de encantar não são apenas as diretrizes de cuidado, mas a capacidade de despertar no leitor uma nova sensibilidade ética. Em um mundo que corre contra o tempo, este livro convida à pausa necessária para enxergar o idoso sob a lente do zelo, do amor e, sobretudo, de uma dignidade que não pode ser negociada nem esquecida.
​Infelizmente, vivemos um cenário desumano onde a população 60+ é, frequentemente, vítima de violências que vão desde a agressão física explícita até a negligência silenciosa e o isolamento emocional. Muitas vezes, o idoso é visto como um "fardo" pela família, pela sociedade e pelo próprio Estado, como se sua existência fosse um peso e não uma herança. Minha obra surge como uma luz focal e intensa sobre essa escuridão, denunciando essas práticas e oferecendo um novo caminho. O diferencial deste livro é que ele não aceita a invisibilidade do idoso; ele combate a ideia de que o fim da vida produtiva signifique o fim da utilidade humana, provando que o cuidado ético é, na verdade, um indicador do nosso nível de civilidade.
​O encantamento da leitura reside na metáfora que permeia cada capítulo: o idoso como um livro vivo de páginas infinitas, repletas de sabedorias e experiências riquíssimas que o tempo lapidou. Ao ler esta obra, o leitor aprende a "folhear" essa história com o devido respeito, entendendo que cada ruga e cada silêncio carregam um valor inestimável. O que torna este guia especial é a sua capacidade de transformar o olhar do cuidador e do familiar, fazendo-os perceber que não estão lidando com uma patologia ou uma limitação, mas com uma biblioteca de vida que merece ser preservada com o máximo rigor afetivo e técnico. É uma obra que ensina a ler as entrelinhas da alma de quem já viveu décadas de lutas e conquistas.
​Indico este livro a todos que desejam ir além do básico, pois quem o ler não encontrará apenas teoria, mas um manifesto prático de transformação. O que há de singular aqui é o equilíbrio entre a experiência técnica de décadas e a empatia de quem já cuidou com as próprias mãos. Ele é destinado àqueles que sentem o propósito de fazer do seu plantão ou do seu convívio familiar um espaço de justiça e acolhimento. A obra encanta porque oferece soluções para dilemas éticos complexos com uma linguagem acessível e profunda, garantindo que o leitor finalize cada página com o desejo genuíno de ser um cuidador — ou um filho — muito melhor do que era antes de abrir a capa.
​Em última análise, seu paciente ou seus pais merecem que você leia este livro. Eles merecem viver e ser cuidados com uma dignidade que reconheça sua história e sua humanidade plena. Comprar esta obra é investir na construção de uma cultura de cuidado que, um dia, todos nós desejaremos receber. O que este livro tem de especial é a sua alma: ele foi escrito com a tinta da experiência e o papel da dedicação extrema. Garanto que ninguém se arrepende de aprender a amar e a respeitar melhor. Esta leitura é, acima de tudo, um compromisso com o que há de mais nobre em nós: a capacidade de proteger a dignidade de quem nos precedeu na estrada da vida.
Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
​A minha chegada à Scortecci Editora não foi um evento do acaso, mas o desdobramento natural de uma vida inteira dedicada à paixão pelo universo dos livros. Como um leitor ávido e observador, sempre entendi que a materialização de uma ideia em páginas impressas exige um zelo que vai muito além da simples impressão. O meu primeiro contato com o padrão de qualidade da casa ocorreu através das obras de figuras que admiro profundamente: minha conterrânea Fernanda Pittella e a saudosa Eny Lea Gass. Ao manusear os livros dessas autoras, percebi que havia ali um cuidado editorial diferenciado, uma estética apurada e um respeito ao texto que ressoaram com o que eu buscava para o meu próprio manifesto sobre a dignidade humana.
​A decisão de confiar o meu projeto, "A Dignidade dos 60+", à Scortecci consolidou-se no momento em que a teoria deu lugar à prática. Fiquei genuinamente impressionado com o profissionalismo e, acima de tudo, com a paciência da equipe em conduzir cada etapa do processo. Para um autor que escreve com o coração e carrega uma missão tão específica, encontrar profissionais que não apenas executam tarefas, mas que "cuidam" da obra como se fosse sua, é uma raridade. O suporte recebido durante a edição, revisão e diagramação foi fundamental para que a mensagem de respeito aos idosos ganhasse a forma física que a sua importância exige, transformando o fluxo editorial em uma experiência de parceria e confiança mútua.
​O momento em que o processo criativo culminou no resultado final foi, sem dúvida, uma das experiências mais marcantes da minha trajetória. Quando recebi os exemplares em minha casa, a emoção foi indescritível; ver o conceito da dignidade dos 60+ materializado em um objeto de tamanha qualidade técnica e visual superou todas as minhas expectativas. A textura da capa, a escolha do papel e o acabamento impecável conferiram ao livro a autoridade necessária para que ele ocupe seu espaço nas prateleiras e nos lares. Foi a realização física de um propósito que começou nos cuidados com minha mãe e que agora ganhava o mundo com a robustez de uma publicação de alto nível.
​Olhando para o futuro, sinto que encontrei na Scortecci não apenas uma prestadora de serviços, mas a casa editorial que caminhará comigo em meus próximos projetos. Minha intenção é seguir nesta trilha literária, vertendo minhas ideias e estudos em novas obras que alimentem a cultura do conhecimento em prol da pessoa idosa. A segurança de saber que conto com uma estrutura profissional que entende o valor do meu propósito me dá a liberdade necessária para criar. O mercado editorial é vasto, mas a fidelidade nasce onde existe o encontro entre a visão do autor e a competência da editora, e é exatamente esse o vínculo que sinto ter estabelecido.
​Por fim, saber que "A Dignidade dos 60+" estará presente na Bienal Internacional do Livro de São Paulo em 2026 é a coroação de um trabalho feito com entrega absoluta. É uma notícia que recebo com o coração transbordando alegria, pois a Bienal representa o ápice da celebração literária no país. Ter minha obra exposta nesse palco global é a garantia de que a mensagem sobre a dignidade dos nossos idosos alcançará horizontes ainda maiores, tocando novos cuidadores, familiares e profissionais. É a prova de que, quando unimos um propósito nobre a uma casa editorial de excelência, o resultado é, de fato, tudo de maravilhoso.

Obrigado pela sua participação.
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14 fevereiro, 2026

Wagner Mar - Autor de: PAIXÃO E AMOR

É economista, contador e advogado.
Exerceu e exerce suas atividades profissionais na área da auditoria independente, consultoria empresarial e como membro de Conselhos de Administração e Fiscal.
Criou um blog onde publicou seus poemas, até decidir, por incentivo de amigos, a publicá-los neste livro Paixão e Amor. 

Em Paixão e Amor, Wagner Mar abre as portas da própria alma e transforma sua trajetória de vida em poesia. Cada verso é um espelho de suas emoções mais intensas — amores vividos, perdas sentidas, paixões arrebatadoras e silêncios profundos. O livro conduz o leitor por um caminho íntimo e sensível, onde as palavras narram não apenas eventos, mas sentimentos que marcaram a existência do autor. Em um estilo lírico e envolvente, Wagner Mar tece memórias, reflexões e desejos, criando uma obra que pulsa com a beleza e a dor de ser humano. Uma celebração da vida escrita com o coração.


ENTREVISTA

Olá Wagner. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Meu livro trata de "poemas".

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu a partir de publicações em meu blog e a pressão de amigos para editar um livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Apenas um sonho realizado, visto que sou amador.
Minha profissão é ligada à auditoria e administração.

O que te inspira escrever?
Momentos da minha vida, sentimentos surgidos espontaneamente.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Penso que é um livro para ser folheado aos poucos, conforme o estado emocional do leitor.
A sensualidade dos poemas é um apelo forte à leitura.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Indicação do poeta e amigo José Eduardo Camargo.

Obrigado pela sua participação.
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12 fevereiro, 2026

Pierre Ricochet - Autor de: UNIVERSOS PARALELOS

Nome literário de Charles-Edouard Winandy.
Paulista e paulistano nascido nos anos 1980, o autor de Universos Paralelos - O Mundo das Cotas. Sempre foi fã de ficção científica, tendo lido diversas obras de Jules Verne, Lois McMaster Bujold e Isaac Asimov, além de assistir clássicos como Star Trek e The Outer Limits.
Xadrezista desde a tenra infância e aficionado por estratégia, Pierre Ricochet levou o aprendizado dos tabuleiros para as páginas deste livro.
Depois de trabalhar mais de 11 anos com tecnologia, tendo publicado artigos científicos em congressos aeroespaciais na América e na Europa, ele dedicou-se completamente à escrita de livros no Brasil.

Na segunda metade do século XXII, em um universo paralelo ao nosso, Eugênio se vê obrigado a deixar sua terra natal, parcialmente submersa por conta da elevação do nível do mar. Como refugiado climático, ele acaba sendo enviado para um país bastante diferente do seu, dentro do programa de cotas da Federação Global. Neste Novo Mundo, a procura por um emprego mostra-se difícil, levando muitos à dependência da política assistencialista de estado. Eugênio, sempre bastante questionador, nos faz refletir sobre o mundo em que vivemos e o mundo que gostaríamos de viver. Enquanto Gaia enfrenta epidemias e guerras, ele luta para não virar mais um desalentado, sem nunca perder a esperança. Acompanhe Eugênio em sua jornada à procura de conhecimento, trabalho, justiça, liberdade e riqueza em um mundo novo, ainda que não tão diferente de nossa realidade atual.

ENTREVISTA

Olá Pierre. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Trata-se da vida de um profissional de TI no século XXII que se vê obrigado a deixar sua terra natal, parcialmente submersa por conta da elevação do nível do mar. Como refugiado climático, ele acaba sendo enviado para um país bastante diferente do seu, dentro do programa de cotas da Federação Global.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Foi ao longo de minha vida como profissional de TI e dos desafios que vivenciei quando perdi o meu emprego que surgiu essa ideia. O livro é para um público que gosta de tecnologia, ficção científica e teorias da conspiração.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sempre gostei de escrever, esse é meu quarto livro publicado no Brasil e espero publicar outros.

O que te inspira escrever?
A vida com suas mazelas e alegrias do cotidiano.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Para aprender com o personagem Eugênio a questionar a nossa realidade atual e imaginar um mundo melhor.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Bienal do Livro em São Paulo.

Obrigado pela sua participação.
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09 fevereiro, 2026

Enio J. Macagnan - Autor de: HISTÓRIAS PARA A MINHA INFÂNCIA

Casado, pai de dois filhos, gaúcho e residente em São Paulo, Graduado em Filosofia e Ciências contábeis. Especialista em Administração.
Graduado em Filosofia pela Universidad El Salvador (Buenos Aires), concluída na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, e em Ciências Contábeis pela Universidade São Judas Tadeu (ambas em São Paulo). Pós-graduado em Administração pela Universidade Paulista-UNIP.

Atuou por 42 anos no ramo financeiro

Na área da educação, desde 2005:
​Professor:
•    No Grupo Educacional HOTEC (São Paulo), onde ministra várias disciplinas, como Gestão de Pessoas, Gestão da Qualidade, Empreendedorismo, Administração nos diversos cursos disponíveis na entidade. Elaboração de material didático próprio.
•    Na Faculdade Ibeco (São Paulo), como professor no curso Gestão de Pessoas (EAD).
•    Na Faculdade ICOS (Campinas), free lancer em cursos de Pós Graduação.
Palestrante: profere palestras relacionadas à sua especialidade, mormente voltadas à motivação, à liderança, empreendedorismo, etc.
Escritor: 
Reflexões pontuais: reflexões e crônicas sobre assuntos do dia a dia, sobre o ambiente em que vive, envolvendo temas pontuais, e propor soluções aos problemas tratados. 
Sobre as asas do tempo: diversos contos com fundo verídico.
Material didático, sobre assuntos relacionados a Gestão de Pessoas, com direitos cedidos à Central de Concursos e à Faculdade Ibeco.
Blog: www.eniomacagnan.blogspot.com (manutenção diária - assuntos interessantes).
Youtube: Prof. Enio Macagnan (assuntos voltados à gestão de pessoas).
 
Para manter a saúde em dia, além dos itens básico e necessários para todos, dedica-se a corridas de rua.
​Entende que a maturidade e a sabedoria são parceiras da grande caminhada da vida. Ambas devem ser inseparáveis para serem realmente maturidade e sabedoria. Elas se complementam, se apoiam, se alimentam mutuamente. Uma não existe sem a outra. Enquanto a maturidade se origina “no tempo de casa”, ou seja, na soma dos dias vividos (desde que bem vividos), a sabedoria se fundamenta na maneira de utilizar e aplicar o conhecimento angariado durante esse “tempo de casa”.
​Defende o princípio que a educação é o caminho mais curto para qualquer nação atingir seus objetivos e elevar o nível de qualidade de vida de seus cidadãos.

Um livro para crianças. Mas… por que um livro de contos destinados a crianças? Muita gente fala que as crianças são o futuro da humanidade. É uma afirmação interessante e correta. Sabe-se, porém, que não existe futuro sem presente. O que é o futuro senão o próximo presente? O presente de amanhã, da semana que vem... Assim, precisa focar o presente, preparar o presente, viver o presente. E vivê-lo intensamente. Tudo acontece no presente. Nele se cresce, se aprende, se realizam os sonhos. As pessoas são o melhor patrimônio do mundo. Preparar as crianças para corresponderem às expectativas do futuro é nossa responsabilidade. Este trabalho tem este propósito: treinar a criança para ter gosto pela leitura, para ter curiosidade sobre o desconhecido, saber abstrair dele o que existe de melhor e ser otimista, obtendo conclusões positivas de tudo o que lhe possa ocorrer ao longo da vida.

ENTREVISTA

Olá Enio. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
São histórias (pequenas fábulas) escritas para crianças da faixa até 10 anos.
São histórias simples, mas atraentes, com forte cunho pedagógico, que despertarão a curiosidade da criança.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O foco foi o nascimento do meu neto Gabriel, a quem dediquei a obra.
Quis que ele tivesse acesso desde muito jovem a histórias atraentes, mas, ao mesmo tempo criativas, que chamassem a sua atenção pela forma como se desenvolviam.
É importante que as nossas crianças aprendam desde cedo a gostar de ler e de interagir com o que leem. Assim, beneficiando-me da condição de escritor (já tinha três publicações anteriores, sendo duas com a SCORTECCI), decidi concretizar esse objetivo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Sempre gostei de escrever, desde muito jovem. Houve uma época que eu possuía uma pequena coluna mensal no jornal de minha cidade. A coluna se chamava “Pensamento atual”.
Depois de algum tempo, muitos leitores me sugeriram que eu escrevesse um livro, republicando aqueles temas, pois gostavam e desejavam mantê-los em sua posse. Avaliei os pedidos e decidi atender.
Em seguida foram outros três livros, sendo um e-book, sem contar diversas outras publicações de material didático sobre o assunto “Gestão de Pessoas”, minha especialidade como professor.

O que te inspira escrever?
Escrever é algo indescritível...
É soltar as asas da imaginação, e viajar para muito longe sem tirar os pés do chão.
É interagir com o mundo visível e com o mundo invisível, com o material e com o imaterial.
É disponibilizar os próprios pensamentos a outras pessoas que, ao ler, interagem com você, conhecem suas ideias e, acima de tudo, as auxilia a alimentar seus próprios sonhos e a viajar para situações inéditas, também mantendo os pés no chão.
Escrever é liberar os olhos da alma para uma busca inédita de situações talvez nunca imaginadas, mas sempre guardadas em seu recôndito mais intocado.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro HISTÓRIAS PARA A MINHA INFÂNCIA não só merece como deve ser lido.
Seria interessante que muitas crianças o lessem. É um livro infantil diferente de muitos outros.
As histórias que compõem este trabalho além de servirem de entretenimento para a criança, principalmente quando lidas ou contadas pelos pais ou tutores, possuem alguns objetivos importantes, como treinar a criança a ser positiva (a pensar e viver positivamente); a buscar as coisas boas da vida, inclusive quando aparecem misturadas a coisas ruins.
Em cada história existe uma gravura a ser colorida pela criança de acordo com a sua interpretação, o que a ajuda a interagir com os fatos, além de aguçar a sua criatividade e o seu gosto pela arte.
Todas as histórias terminam com uma reflexão, para que a criança se habitue, desde cedo, a tirar boas conclusões daquilo que ouve, que lê e que vive, percebendo que de tudo se pode abstrair aspectos positivos.
É um trabalho pedagógico, onde tudo termina com o bem superando o mal. Assim a criança é treinada a descobrir boas lições em quaisquer circunstâncias da vida, mesmo nas mais adversas.
E no final do livro existe um campo destinado para a criança escrever sua pequena história.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conheci a Scortecci através de uma colega de profissão, também escritora.
A partir da primeira publicação gostei da seriedade e do seu profissionalismo e permaneci até hoje.

Obrigado pela sua participação.
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08 fevereiro, 2026

Sidney Trasatti - Autor de: CACOS, ESTILHAÇOS E NACOS

Sidney Trasatti
Nasceu em 6 de fevereiro de 1953 em São Paulo. Primeiro neto de duas famílias oriundi.
Uma, da Mooca, outra da Barra Funda. Filho, marido e pai imperfeito, sempre em construção. Mestre em Psicologia Social, Psicólogo, Administrador, Pesquisador acadêmico, Conselheiro de pessoas e organizações. Leitor inquieto desde sempre, aprendiz por essência, indagador por natureza, espirita por escolha.



Neste livro de cacos, estilhaços e nacos, ora biográficos, ora nem tanto, escritos com a honestidade de um escrevinhador, Sidney Trasatti revisita memórias, fantasias e delírios em busca de sentido, compreensão e, sobretudo, reconciliação com o que viveu e sentiu. O leitor terá oportunidade de reconhecer algo de si mesmo: um gesto antigo, um amor esquecido, uma alegria breve, uma dor adormecida ou um silêncio que ainda pesa. Um convite a acolher seus próprios cacos, estilhaços e nacos e, quem sabe, descobrir neles uma nova forma de inteireza.



ENTREVISTA

Olá Sidney. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
Meu livro é uma tentativa de dialogo comigo mesmo, através do registro de histórias que vivi, que penso que vivi e que deveria viver. Um diálogo com minha subjetividade, com minhas lembranças, fantasias e delírios. Por isso o título do livro; cacos, estilhaços e nacos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Demorei muito para escrever. Meu interesse e hábito, desde cedo, de ler e devorar a boa literatura, principalmente os clássicos, me impedia de fazê-lo. Como escrever algo parecido, que valesse a pena? Esta percepção, com o passar do tempo, foi substituída por um impulso e necessidade de dialogar comigo mesmo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Ainda não tenho certeza do próximo passo no “mundo das letras”. Talvez algo bem diferente deste pequeno projeto. Um romance ou contos mais extensos de ficção cientifica, surrealismo, realismo fantástico? À ver.

O que te inspira escrever?
No caso deste livro foi revisitar as alegrias e as dores de algumas memórias, vivenciadas ou não, extremamente marcantes na minha vida. São alguns fragmentos que me compõem como homem imperfeito que sou.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro é um convite à alguém que queira, através das “historinhas” que escrevi, reconhecer e acolher seus cacos, estilhaços e nacos e, quem sabe, descobrir uma nova forma de inteireza.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Acompanho, através da internet, o trabalho da Scortecci. Muito bom termos uma editora que valoriza a arte de escrever e a leitura. Minha experiencia com a equipe da empresa foi muito positiva.

Obrigado pela sua participação.
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02 fevereiro, 2026

Irineu Xavier Cotrim - Autor de: NA SOCIEDADE EM QUE OS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO SÃO DESVALORIZADOS, A ESCOLA PODE FUNCIONAR?

Na profissão de professor foi um trabalho alvissareiro que guarda muitas boas recordações. As lembranças e a saudade dos alunos e alunas, mesmo não lembrando mais as suas fisionomias e nem os nomes, mas vem a memória as boas energias que demonstravam na empatia com aquele me trabalho diferenciado. São lembranças que conforta em saber que fomos uteis na nossa caminhada.
Aposentado para não me embaralhar no tempo me ponho a escrever, já tenho alguns livros publicados sempre para o meu deleite

As escritas deste livro propõem algumas reflexões, que estão distribuídas em alguns variados temas, entre eles; a Educação nas Escolas um pecado inconfessável. A perda da inocência infantil. A importância da leitura na busca do conhecimento e na conquista da autoestima, entre outros temas. Profissionais da educação, é uma profissão desvalorizada pelo poder político e econômico, mas é altaneira, alvissareira para a pessoa consciente da sua importância e da sua singularidade.


ENTREVISTA

Olá Irineu. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
O livro trata das questões ligadas a educação, tanto a educação escolar quanto a educação familiar. Amor, harmonia, generosidade, a inocência infantil .

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Ao publico em geral mais especificamente aos educadores.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Eu sempre gostei da leitura, foi a leitura que me salvou e me fez dedicar aos estudos e como professor incentivava estudantes a LER. Faço criticas ao sistema educacional por não ter na maioria das escolas um projeto de LEITURA. A leitura cria e fortalece a autoestima e ajuda a desenraizar os preconceitos o racismo embutidos na sociedade.

O que te inspira escrever?
Escrever é uma terapia, por estar aposentado me vejo ocupado escrevendo, meditando nas palavras.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
O livro escrito por mim tem a missão de despertar o interesse pela leitura. quem ler pode a te se ver nas palavras.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Ah, não tinha quem pudesse me indicar então foi pesquisando nomes quando do primeiro livro publicado na Scortecci.

Obrigado pela sua participação.
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