domingo, 12 de junho de 2022

Entrevista com Luís Bianco - Autor de: ANGÚSTIA E ANSIEDADES


Luís Bianco
É Psicanalista.







A angústia nos afeta ao menos uma vez na vida, de acordo com Sigmund Freud, o criador da Psicanálise. A alguns, ela atormenta por toda a vida. O livro mostra como a herdamos de nossos ancestrais e, como, ao longo da vida, cada uma das fases tem sua angústia característica, cada uma delas tendo como modelo aquela inicial, do nascimento, caracterizada pelo medo do desamparo, da perda, do abandono. O livro analisa a relação entre angústia e ansiedade, uma vez que esta última, muito embora possa, por vezes, estar associada à primeira, em outras situações pode estar relacionada com a euforia, com o bem-estar. Diante dos desafios cada vez maiores, impostos a cada pessoa pela sociedade moderna, o objetivo da obra é contribuir para um maior entendimento dos sentimentos que a afetam, principalmente daqueles dos quais muitas vezes não tem consciência e que a impedem de usufruir uma vida plena.

ENTREVISTA

Olá Luis. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Como o próprio título - Angústia e Ansiedades – sugere, ele trata, dentro de uma perspectiva da Psicanálise, desses sentimentos que a muitos seres afetam.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Como Psicanalista chamou-me a atenção o fato de que, à palavra Angústia na obra de Sigmund Freud, correspondeu, na tradução pioneira, dela, para nosso idioma, Ansiedade.
O livro analisa, então, a relação entre angústia e ansiedade, uma vez que esta última, muito embora possa, por vezes, estar associada à primeira, em outras situações pode estar relacionada com a euforia, com o bem-estar.
Nesse sentido e, pela importância que aqueles sentimentos têm no que se refere à saúde psíquica, a obra destina-se a um público amplo, desde o leigo - uma vez que o tema é apresentado de forma didática, porém, sem simplificações - até a estudantes e profissionais da área.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Apesar de escritos esparsos, esse é meu primeiro livro. Espero que não seja o único.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Entendo que não seja nada fácil a vida de um escritor no Brasil. Mas, confio, vendo o esforço de abnegados, que, no futuro, a leitura ocupará o lugar que merece na cultura do país.

 Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um amigo escritor.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, o livro merece ser lido pois, diante dos desafios cada vez maiores, impostos a cada pessoa pela sociedade moderna, o objetivo da obra é contribuir para um maior entendimento daqueles sentimentos que a afetam, principalmente aqueles dos quais muitas vezes não tem consciência e que a impedem de usufruir uma vida plena.
Às minhas leitoras e aos meus leitores, meus sinceros agradecimentos e votos de que o livro lhes seja útil.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Maria Teresa Botton - Autora de: ASA LINDA

Maria Teresa Botton

É psicóloga formada pela PUC-SP.
Dedicou quarenta anos de sua vida profissional ao desenvolvimento de pessoas ora em consultório, ora na vida corporativa como diretora de Recursos Humanos. Atualmente atende em consultório (psicoterapia e desenvolvimento de carreira) tendo iniciado uma nova atividade profissional, com a qual espera estimular o desenvolvimento de pessoas por meio da escrita, compartilhando experiências e despertando reflexões sobre questões do dia a dia, o que já fez no passado com publicações em jornais. Concluiu em 2018 a pós-graduação Formação de Escritores (não ficção e literatura infantojuvenil) do Instituto Vera Cruz.
Este é seu segundo livro. O primeiro, “Um remédio chamado Piri Mini Li”, foi publicado em 2019. Conta a experiência que teve com sua Yorkshire: o motivo que levou à decisão de ter uma cachorrinha, a escolha, a introdução dela em sua rotina, os prazeres e cuidados, até ela partir. Encerra mostrando os aprendizados e as “curas”, resultado dessa rica vivência.

Essa é a história da borboleta Asa Linda, que, vítima da inveja de um grilo, ficou com algumas dificuldades. Não conseguia voar direito e às vezes era simpática, às vezes mal-educada. Ninguém podia saber o que dela esperar. Era preciso na praga pôr um fim para viver bem e ser feliz. Só o leitor esperto e curioso que nessa obra navegar é que vai saber como a comovente história vai terminar.

ENTREVISTA

Olá Maria Teresa. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro conta a história da borboleta Asa Linda que foi vítima da inveja de um grilo que rogou uma praga. Só abre uma asa por vez. Esse problema perturba sua vida, não consegue voar direito e nem ser feliz. Mas, resolveu ser forte e procurar dentro de si os recursos para superar o problema. É preciso pela história navegar para saber como tudo vai terminar.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Adoro borboletas, comecei a observá-las e descrever suas asas. Nesse processo a história foi nascendo espontaneamente. É uma história ilustrada para crianças, mas cujo conteúdo pode ser aproveitado por qualquer pessoa.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Espero que seja o segundo de muitos. O primeiro: Um remédio chamado Piri Mini Li conta a história do meu relacionamento com minha Yorkshire, a função que teve na minha vida, em termos afetivos, o que desenvolvi e aprendi através do relacionamento com ela. A intenção é compartilhar a experiência pela qual muitas pessoas passam sem ter consciência.
Nessa linha de compartilhar experiências ou provocar reflexões é que estão os próximos projetos. Uma história infantil, sobre uma menina que engole um sapo, um baseando em meu relacionamento com meu neto, situações que vivemos, sob o ponto de vista dele e do meu. Textos com base na realidade.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que tem muito trabalho a ser feito.
O escritor não pode ser só escritor se quiser se colocar o mercado. Precisa atuar em diferentes papéis, além do de autor da obra.
Precisa ser marketeiro para divulgar seu trabalho, saber usar meios digitais para formar seu grupo de leitores, saber se aproximar do nicho que quer atingir, enfim, mesmo que uma editora publique seu livro, ainda assim, ele tem um grande trabalho a fazer.
Além do próprio trabalho do escritor, que independentemente do mercado vai escrever, se esta for sua forma de expressão, vejo como muito importante o trabalho das editoras. Scortecci por exemplo promove de diversas formas seus clientes, outras oferecem cursos para o escritor aprender a se promover, ensinam o uso de redes digitais, entre outras recursos. Há também o trabalho de promover o interesse pela leitura através de palestras, discussões de livros, painéis, recitais, etc
Há o lado das famílias e escolas que também são os ambientes onde o leitor pode ser formado, descobrindo o prazer de investir seu tempo em leitura e sentir a múltipla possibilidade de aprendizado, reflexão, conhecimento, auto-desenvolvimento e lazer.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de duas colegas que fizeram a pós-graduação em formação de escritores comigo no Vera Cruz e publicaram seus livros com a Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sem dúvida, Asa Linda merece ser lido por ser uma história que vai levar o leitor a pensar sobre si mesmo e sobre sua força interna para superar questões. Não é um livro de auto-ajuda, é uma história simpática, cujo conteúdo inevitavelmente leva à reflexão.

Obrigado pela sua participação.



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segunda-feira, 6 de junho de 2022

Entrevista com Matheus Souza Zanardini - Autor de: ASSIM NASCE O SILÊNCIO

Matheus Souza Zanardini
Nascido em Santa Catarina, em agosto de 2004, filho de professores da área de educação no ensino superior, é estudante concluinte do ensino médio, e escritor de poesia. Participa regularmente das antologias poéticas organizadas pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE), e prática ilustrações. Em 2016, iniciou pequenas produções na área de poesia e artes visuais, e, embora sua escrita não esteja diretamente vinculada à uma escola literária específica, suas ilustrações podem ser compreendidas no espectro do surrealismo distópico da arte contemporânea.


É a narrativa de uma jornada introspectiva do protagonista anônimo e da forma com que sua mente transforma palavras em silêncio. A obra acompanha a forma com que este processo isola os instantes provenientes da linguagem artística, enquanto estes ecoam de múltiplas formas no "fazer poético" do protagonista. Este, por sua vez, involuntariamente passa a transformar as relações de sentido das palavras líricas em densas construções mentais, até que estas se esvaziem com o tempo e tornem-se silêncio, revelando o verdadeiro sentido de cada palavra que as construiu. Para tal propósito, o texto conta como palco o arranjo meta-artístico entre a poesia em sonetos, a prosa poética, e ilustrações, repetindo em manifestações artísticas os diálogos estabelecidos pelo pensamento do protagonista.

Entrevista

Olá Matheus. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro é um ensaio literário acerca do papel do silêncio na linguagem artística, apresentando a argumentação de que a linguagem humana é feita de palavras, e tais palavras valem tanto quanto o intervalo que as separa. Tal intervalo é o silêncio; o ponto linguístico que culmina na transformação dos instantes em ideias, estabelecendo para cada intervalo vivido um novo ponto de partida para que a linguagem seja estruturada e efetuada novamente.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu a partir da reflexão de interpretar o que significaria o silêncio, visto que nas nossas vidas jamais poderia haver um momento de suspensão absoluta de ruídos ou de como estes ressoam na mente. Então, deparei-me com a ideia de propor uma nova interpretação ao termo e sua significação, construindo através da literariedade um silêncio que representaria não a ausência de sons, mas sim a transição entre as palavras e os estados que as carregaram. Quanto ao público ao qual a obra se destina, ela não é designada para um público específico, podendo ser direcionada para qualquer pessoa.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Pretendo publicar mais dois livros, ao menos; um dos quais já está finalizado, e outro já está em produção; planejo compor assim uma trilogia onde cada uma das obras representará, respectivamente, o silêncio, o passar do tempo, e a tristeza. Meu próximo livro a ser publicado chama-se Contos Etéreos de Vidas Mundanas, e trata-se de uma composição de contos escritos em prosa poética acerca da dilatação do tempo através da forma com que percebemos o passar dos instantes em nossa compreensão.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É, sem dúvidas, um cenário triste, visto que o incentivo pela leitura é cada vez mais escasso, e, quando ocorre, tende a valorizar exclusivamente obras estrangeiras.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a editora através de meu tio, que também é autor de um livro publicado por esta respeitada Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Em valorização de meu trabalho e do processo de produção da obra, eu diria que meu livro vale a pena ser lido, pois considero que este pode apresentar ao menos um leve entretenimento de algumas horas, além de conter uma reflexão não muito comum sobre o grau interpretativo do silêncio, de sua importância, e paradoxal valorização para manter o valor atribuído à relação de sentido das palavras. Aos meus leitores, tenho um agradecimento e um convite a serem feitos: primeiramente, muito obrigado pelo apoio através da leitura de meu livro, e, segundamente, convido-vos a conhecer, futuramente, minha próxima obra: os Contos Etéreos de Vidas Mundanas, que deve ser publicado até o início de 2023.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Priscila das Graças Paes - Autora de: A MENINA MONODENTE DO CABELO ESVOAÇANTE

Priscila das Graças Paes
Nascida em São Paulo, filha de Maria das Graças e Antônio, irmã caçula de André e Patrícia, iniciou sua jornada no Magistério. Formou-se em Ciências Físicas e Biológicas (Bacharel e Licenciatura) e concluiu sua Pós-Graduação em Neuroaprendizagem. Atualmente trabalha como Professora na rede municipal de São Paulo, além de ter atuado por 10 anos na rede estadual. Quando pequena, gostava de escrever "livrinhos" utilizando os papéis que seu pai trazia do trabalho. Hoje, esposa do Victor e mãe da Cecília, vive um ciclo intenso de amor e inspiração, trazendo da infância a vontade de escrever novamente suas histórias.

A menina monodente do cabelo esvoaçante
Quem disse o que é feio ou bonito? E o que você faria se fosse criança e pudesse responder certas falas? Somos impostos constantemente a seguir padrões que os outros acham que são "corretos", principalmente na infância, e que ao longo da vida podem trazer pensamentos distorcidos. "A menina monodente do cabelo esvoaçante" vem apresentar, de uma forma lúdica e simples, a liberdade e a beleza de ser o que somos e o que queremos. Não existe nada errado, apenas existe sermos felizes como somos e valorizarmos cada detalhe que compõe nosso ser. Sejamos felizes! Sigamos felizes! Nascemos pra isso!

Entrevista

Olá Priscila. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Da importância de valorizarmos o que somos e amarmos cada detalhe que compõe nosso ser!

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Desde criança eu escrevo. Sempre gostei de histórias, principalmente rimadas. A ideia da “menina monodente” surgiu na verdade trabalhando com meus alunos adolescentes. Nesta fase eles trazem consigo da infância muitos complexos, dores e padrões impostos pela sociedade que acabam travando a vida e a vivência desses jovens. Então fiquei pensando: como poderia falar com as crianças que elas precisam sair deste contexto e se tornarem um dia jovens mais felizes? Certa vez fui tirar uma foto da minha filha e ela tinha um único dente na época e seus cabelos estavam esvoaçantes. Naquele instante a história todinha surgiu na minha mente. Foi um momento único! E hoje as crianças podem conhecer a menina monodente e serem felizes junto com ela!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este é meu primeiro livro...de muitos! Não quero parar. Tenho atualmente mais um pronto e outro em andamento, mas ainda sem previsão de publicação.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Definitivamente difícil! Inclusive quando publicamos um livro, muita gente à nossa volta quer um de presente, não entendendo por vezes que isso é fruto de um trabalho. Sou uma escritora em construção, aprendendo a caminhar neste mundo e minha luta é valorizar nossos escritores e dar mais visibilidade. No meu Instagram (@priscilapaes18) dou dicas de livros infantis e indico um site que possa adquiri-lo. É o início e uma forma de mostrar o trabalho dessa galera!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de uma amiga que também publicou seu livro na editora. Ela me incluiu em um grupo de escritores e lá consegui muitas dicas e informações.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A menina monodente precisa não só ser lida, mas também fazer parte do dia a dia das crianças! Ser feliz não deve ser pra poucos, deve ser pra todos! Amar cada detalhe que compõe nosso ser, nos tornam pessoas melhores e mais felizes.

Obrigado pela sua participação.

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