Claudio Martins Burro
Vovô Claudio, como gosta de ser conhecido, é filho de Natale e Maria Stella.
Crê em Deus, Jesus e Maria.
Ama os animais, em especial os cães.
Vovô Claudio, como gosta de ser conhecido, é filho de Natale e Maria Stella.
Crê em Deus, Jesus e Maria.
Ama os animais, em especial os cães.
Autor de vários livros: ENTREGANDO FLORES DESCALÇO, O MENINO DO HYDE PARK, POEMAS DE LONDRINA A PEQUIM, UMA RARA UNIÃO.
Thakurda e a Luz
É uma emocionante história no formato de uma peça teatral dividida em sete cenas. Nela, Claudio Martins Burro procura demonstrar através do personagem central, que faz caminhadas diárias pela região da orla praiana onde mora, a busca da paz interior, através de elucubrações e sentimentos que até ele chegam do Astral Superior (do céu). O leitor encontrará discretas lições de espiritualidade, filosofia, natureza e religiosidade, sendo que são citados, além do Maior que aqui pisou há mais de dois mil anos, dois indianos: M. Gandhi, um ser “transreligioso”, e R. Tagore, “um fecundo poeta”. Certa noite, ao dormir após retornar de uma caminhada, o protagonista, desdobrado de seu corpo físico, se vê em uma aldeia muito simples, em Bangladesh, onde se fala o idioma bengali (a propósito, “Thakurda” significa vovô). Lá, ele reencontra pessoas afins, com as quais conviveu no orbe terrestre e de quem receberá estímulo para prosseguir com a sua jornada: encontrar a Luz da vida. Pela manhã, ao acordar, além da nítida lembrança do sonho que o personagem acabara de ter, surge uma situação nova, raríssima. O leitor se encantará com essa belíssima história por sua sensibilidade e simplicidade.
ENTREVISTA
Olá Claudio. É um prazer contar, novamente, com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?É uma crônica, dividida em sete partes, cujas situações são cotidianas, porém, com uma visão muito simples e humilde de Espiritualidade, e isso, quero crer, fica evidente na última parte, que chamei de Thakurda e a Luz (na língua "bengali", falada em vários Estados da Índia, e também em Bangladesh, significa Vovô); quando o nosso protagonista, ao acordar pela manhã, enxerga no espelho que existe na parede de seu quarto, em forma de Energia e Luz, a imagem do Maior que aqui no orbe terrestre pisou, há mais de dois mil anos.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?Não sou religioso, mas creio em Deus, na Lei da Reencarnação, e na sintonia com a divindade que podemos desenvolver, que se encontra dentro de nós; através de atitudes em nome do amor, qual seja, "fazer ao nosso próximo, o que gostaríamos que nos fosse feito"; para isso, devemos seguir o Caminho, que é o Cristo. Em síntese, o nosso modesto texto não se destina a um público específico, mas sim, ao ser humano;mas sempre digo que o presente maior que a Vida me deu foi seu vovô, assim, pretendo deixar, por mais simples que seja, um legado aos amados netinhos, João Pedro, Raul Aquino e Maria Stella..Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Gostaria de trabalhar com livros: talvez em uma loja/livraria, em uma editora, e em tal ambiente fazer qualquer atividade de trabalho, seja uma atividade técnica, administrativa, ou simplesmente fazer entregas, alinhar por ordem alfabética os livros; ainda, copiando o ilustre Sócrates: sei que tem muita coisa que não sei, por isso, estou aberto ao novo.O que te inspira escrever?Gosto de ler, e também de escrever; e R.Tagore, é o meu escritor preferido; e G.Harrison, o meu Beatle preferido; ambos, abaixo do Cristo, me inspiram.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?Dou o meu melhor nos textos que componho; são simples, como a vida deveria ser, até porque, não tenho cultura e nem bagagem literária para tirar os pés do chão; por outro lado, como tudo ocorre obedecendo a lei da naturalidade, também guardo comigo algo que ocorreu com o ilustre pintor Vincent van Gogh, que em vida, vendeu apenas um único quadro (A Vinha Encarnada); dessa forma, não espero editar um best seller, porém, a Vida é quem sabe.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Em 2016, conversando com pessoas amigas e mais velhas que eu, uma delas, o Alfredo, me indicou a Editora Scortecci.
Obrigado pela sua participação.
Book trailer do livro THAKURDA E A LUZ, de Claudio Martins Burro

