07 outubro, 2016

Entrevista com Marcelo Augusto Bissoli - Autor de: UMA POESIA PARA ALEGRAR A ALMA

Filósofo, cientista da computação, administrador de empresa e poeta. Cresceu em Itajobi, uma pequena cidade do interior de São Paulo, e atualmente mora na cidade de São Paulo, no bairro do Ipiranga. Em 2005 publicou seu primeiro livro de poesias “Epifanias e Encontro do Ser”, com poemas adolescentes, sonhador de um mundo perfeito e cheios de rebeldias. Seu segundo livro, “Consequências da Incompletude”, foi lançado em 2010, com poemas em densos diálogos filosóficos e existenciais. E agora, em 2016, publica seu terceiro livro de poesias, intitulado “Uma poesia para alegrar a alma”, retomando as coisas simples da vida, a busca da mulher amada e o sentido da felicidade.

Nosso mundo pode ser um mundo de paz pois tudo que precisamos é de amor. “Uma poesia para alegrar a alma” nos traz as pequenas felicidades da vida, que na correria do dia a dia, esquecemos de valorizar: o amor da mulher amada, seus olhos, seus cabelos, suas mãos e suas pernas; um vento que passa; um pássaro que canta e encanta; os amigos que nos fortalecem. A vida é uma dádiva, mas por vezes, são tantos problemas que nos atormentam, que sentimos vontade de parar com tudo e saltar desse mundo. Mas não! Para quê complicar se podemos simplificar. Nesse livro o autor elimina as querências e os conflitos existências, e busca a poesia do dia a dia, aquela que alimenta a alma, e exige muito pouca coisa na mala.

Olá Marcelo Augusto. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
"UMA POESIA PARA ALEGRAR A ALMA" é um livro que trata das pequenas felicidades da vida: o amor da mulher amada, seus olhos, seus cabelos, seu sorriso, sua boca, suas pernas, seu sexo; um vento que passa; um pássaro que canta; os amigos que nos fortalecem. A vida é uma dádiva, que por vezes nos esquecemos. Este livro elimina as querências e os conflitos existenciais, e busca a poesia do dia a dia, aquela que alimenta a alma e exige muito pouca coisa na mala.
Esse é o meu 3o.livro. O meu livro anterior é cheio de conflitos existenciais. Decidi fazer esse livro, leve de corpo e alma, enaltecendo a mulher amada, como um grande acalanto.
Esse livro se destina desde crianças pre adolescentes, de 10 a 12 anos, até pessoas de no máximo 100 anos de idade, que gostam de poesia e ainda buscam o encantamento da vida com entusiasmo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu tenho 43 anos, sou formado em Ciências da Computação, Filosofia e MBA em Administração de Empresas. Tenho uma empresa de desenvolvimento de software há mais de 20 anos, e adoro o conflito que existe entre as novas linguagens de comunicação (softwares, marketing), e as antigas linguagens, como filosofia e poesia. Creio que o futuro da humanidade está no meio termo entre essas linguagens, evoluindo tecnologicamente e garantindo acesso social e cultural para as novas gerações. É o que se diz de ter Inteligência Emocional e Intelectual.
Esse é o meu 3o. livro, e para chegar aqui eu li muito Machado de Assis, Dostoiévski, Tolstói, Carlos Drummond de Andrade, Pablo Neruda, Jorge Luis Borges, T.S. Eliot, Haroldo e Augusto de Campos, Rimbaud, Charles Baudelaire, Emily Dickison, Vinicius de Moraes, Clarice Lispector, Dante Alighieri, Camões, Fernando Pessoa, Nietzsche, Platão, Shakespeare, Manoel de Barros, Mario Quintana, Glauco Mattoso, Paulo Leminski, Ferreira Gullar, Foucault, Bukowski, entre outros.
Com certeza haverão outros livros, também de poesia, que é umas das formas de linguagens mais belas que eu acho que existe.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil é muito mais difícil que em qualquer lugar do mundo. Mas tempos que acreditar sempre. Nossos espelhos serão as futuras gerações. Escrever é como criar um produto que nunca imaginaremos como será sua aceitação. Temos que ter perseverança e obstinação para suportar todas as intempéries da vida e faltas de estímulos da sociedade. Ser escritor é ser um inventor e acreditar que o produto de nossa criação sempre valerá a pena, podendo ser um software, um brinquedo, um foguete, um livro ou apenas um botão.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi um amigo que me indicou, o Sr. Francisco Canato da Disal Distribuidora Livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, com certeza meu livro merece ser lido. Pelas belas mensagens que eu acho que ele transmite, pela coragem de reinventar a própria história e pelo amor divino que ele ilumina, na forma de poesia.
Uma mensagem especial para os meus leitores, é um poema de Fernando Pessoa, que sempre me cativa: "Tudo vale a pena se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador, tem que passar além da dor".

Obrigado pela sua participação.


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05 outubro, 2016

Entrevista com Lúcia Vasconcelos - Autora de: POETIZANDO AOS 70

Lúcia Vasconcelos
Tem formação em Ciências Econômicas e resolveu enveredar pelo caminho da poesia. Tem a alma sensível, está sempre de bem com a vida, gosta de ler. Quanto a escrever, é o seu primeiro livro. É mãe de 04 filhos e avó de 08 netos. O que mais deseja: continuar se encantando com a beleza das coisas simples da vida.


Poetizando aos 70
Trata-se de poemas com vários temas e significados. São versos simples e repletos de emoção. A autora fala de amor, amizade, família, saudade. Em diversas formas, a natureza também está presente em toda a obra.








Olá Lúcia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro trata de poemas repletos de vida. São emoções, inspirações de um coração com alegria de viver! Comecei a escrever em postagens nas redes sociais e alguns amigos me incentivaram a lançar um livro. Aos poucos fui percebendo que colocar meus sentimentos no papel estava me fazendo muito bem. A obra se destina a um público que saiba valorizar a beleza das coisas simples e essenciais da vida. Não importa a idade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou feliz! Gosto de poesia, de me sentir alegre sem motivo aparente. Escrever é um projeto de vida. Algo que proporciona prazer. Não é apenas o único livro para realizar um sonho. É o primeiro de muitos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Realmente, a leitura no Brasil é pouco valorizada. Mas, acredito em um futuro promissor. Ao lançar meu livro percebi o interesse de alguns leitores que iniciaram há pouco o hábito de ler. A leitura deve ser incentivada desde cedo. Assim, formaremos adultos com maior discernimento, conhecimento e participativo em outras áreas da arte de uma maneira geral.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Foi uma indicação do Professor Fredric Michael Litto, da USP. Sugeriu que minha filha, Sonia Vasconcelos, entrasse em contato com a Scortecci Editora. Ficamos felizes com a escolha.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Meu livro merece ser lido. Por mostrar poesias repletas de vida. Simplicidade, sensibilidade, emoção e sonhos provocam sentimentos que nos transportam para um mundo belo e humano. A mensagem aos meus leitores é: não desistam dos seus sonhos e não acreditem que existe idade certa para se começar algo novo. O mais importante é viver com alegria.


Obrigado pela sua participação.
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04 outubro, 2016

Entrevista com Josiane Fernandes Amaro - Autora de: A SACERDOTISA E O DEUS DA GUERRA

Nascida em Belo Horizonte (MG) no ano de 1987, iniciou-se na literatura assim como nas artes plásticas em tenra idade, aos 4 e 6 anos respectivamente.
É graduada em Administração de Empresas e apreciadora do gênero terror em todas as suas nuances e formas. Foi aos 14 anos vencedora do concurso de poesias “As águas na vida” em Belo horizonte.
É também autora dos livros de poemas À Ti, Um Réquiem (2012) e Alvida: Réquiem ao Sol da Manhã (2014), ambos publicados pela Editora CBJE do Rio de Janeiro.


Uma autopsia na natureza humana, tendo como leito uma província de delírio, hirta, de um cinzento mortiço e o odor pútrido de um cadáver em decomposição; onde o cerne do homem apresenta-se na plenitude de suas vísceras vermelhas.
A província dos loucos, a província sangrenta, a província dos crisântemos, onde uma esfera paralela é buscada tanto através do imaginário quanto através dos tóxicos por aqueles que desejavam se desvencilhar de uma realidade tão torpe quanto suas próprias memórias.
Havia uma regra inviolável naquela casa de paredes de cristal polido: alí enterrava-se seus loucos na mesma sepultura que seus defuntos.
E que não vasculhassem o mundo dos mortos ou as caixas contendo seus segredos, pois de dentro pode emergir a escuridão que a todos deixará em uma infindável noite!

Olá Josiane. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de uma ficção contemporânea voltada para um público mais adulto que aprecie estórias intensas e temas tabus como abuso, insanidade, comportamentos obsessivos; onde as personagens sangram na busca pelo poder, pelo prazer e por vingança. A ideia de escrever A Sacerdotisa e o Deus da Guerra primeiramente surgiu da necessidade de degustar algo que diferisse completamente de tudo que eu já havia lido e também do desejo de desbravar a natureza humana, como em uma autópsia, a fim de encontrar a beleza os cantos mais sombrios do cerne do homem, transportando minhas impressões para o papel na forma de uma estória pulsante, assim como devido ao grande gosto por estórias "hardcore".

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Aos quatro anos de idade meu interesse pela literatura foi despertado de forma repentina, ainda que não compreendesse perfeitamente aquilo que eu me dispunha a ler em livros aleatórios que encontrava pela casa; um belo dia havia simplesmente decidido que queria produzir "coisas escritas" como aquelas, no decorrer do meu processo de alfabetização esse desejo se intensificou, começando com textos curtos, contos, poemas e então a ficção. A sacerdotisa e o Deus da Guerra é minha terceira obra que foi iniciada em 2011, mas durante um certo período foi abandonada, período no qual produzi dois livros de poemas intitulados: A Ti, Um Réquiem, 2012 e Alvida: Réquiem ao Sol da Manhã, 2014; após a publicação destes dois retornei à Sacerdotisa, reescrevendo-a duas ou três vezes até que alcançasse o resultado final.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
O que se observa é que em um país onde a busca por uma leitura de qualidade não parece ser a prioridade da grande maioria das pessoas, um autor que se digna a se manter somente por este recurso precisaria rever seus valores e aderir aos livros totalmente comerciais que agradem a massa e que nem sempre possuem qualidade literária. Caso contrário ele deverá se contentar em levar sua literatura como um hobby ao invés de uma profissão de fato.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci através de uma longa pesquisa em busca uma casa literária que atendesse minhas expectativas e me apresentasse um ótimo suporte (que infelizmente não obtive na Editora com a qual trabalhei anteriormente) assim não tive dúvidas quanto a escolha da Scortecci quando a encontrei durante estas pesquisas.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Tenho a convicção de que a estória da personagem Ikumi Matsuda (protagonista de A Sacerdotisa e o Deus da Guerra) DEVE ser largamente explorada da primeira à última página, cada gota de sangue vertida, cada lágrima derramada por uma personagem que representa com tanta fidelidade incontáveis moças (e crianças) vitimadas pela crueldade de mentes doentias, deve ser conhecida pela maior quantidade de pessoas possíveis, o abuso sexual por pessoas da própria família é um problema social real e presente, deve ser exposto, debatido e combatido, por isso creio que muitas jovens leitoras que assim como a protagonista necessitem demolir seus demônios se identificarão com Ikumi e se libertarão.

Obrigado pela sua participação.
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03 outubro, 2016

Entrevista com Claudemir Santos - Autor de: FANTASMAS, DEMÔNIOS E LENDÁRIOS

Escritor, Artista, Professor e Pesquisador, Claudemir Santos (1975), nasceu em São Paulo e atua nas Artes como artista (Cênicas, Visuais e Musicais) e Arte Educador. Formado em Artes (FMU), formando em Pedagogia (UNIFESP), atua e dirige espetáculos teatrais, realiza palestras, apresentações, cursos e workshops sobre teatro e contação de história. Teve músicas gravadas pelas bandas G.R.A.Ve e Triz. Atualmente integra a banda Deus Ex Machina (sob o pseudônimo de DarkNey), os grupos teatrais Alucinógeno Dramático e Ansur. É um dos fundadores da Aldeia Satélite Espaço Cultural. “Fantasmas, Demônios e Lendários” é sua primeira publicação oficial.



No primeiro momento, fantasmas descem pelas avenidas, mortos visitam vivos e demônios prestam favores em São Miguel Paulista. Em um segundo momento, o artesão Abantesma, viajante conhecido como Lendário, recebe um cliente noturno que veio buscar uma encomenda. Vão conversar sobre a vida e sobre a morte, até chegarem ao extraordinário. Depois, no final de tudo, Pâmela e suas amigas chegarão a uma cidade perdida no interior, onde lendas e mitos folclóricos afetarão suas vidas para sempre em todas as direções temporais da alma.
“Fantasmas, Demônios e Lendários” é uma trilogia que versa entre o Fantástico e a Cultura Popular. Os três textos que compõe este volume, escritos por Claudemir Santos, apresentam um panorama definitivo sobre este universo. Baseado em pesquisas bibliográficas, viagens, depoimentos e espetáculos teatrais, este pequeno livro reúne um breviário cultural raro, onde a realidade e a fantasia se confundirão em nossos olhos.

Olá Claudemir. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro fala sobre causos populares de assombração, lendas e mitos brasileiros.
A primeira parte fala sobre os fantasmas de São Miguel (bairro de São Paulo); a segunda parte é um poema dramático intitulado "Lendário" e, finalizando o livro, uma peça teatral chamada "Mithos: refúgio das lendas".

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu tenho muita coisa escrita. Meu projeto é publicar um título a cada dois anos. Tenho uma série chamada "Contos de Belloto", contos mais existencialistas e reais do que o universo do terror, mas também tenho escritos neste estilo.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Vejo como qualquer outra profissão: você pode ter sucesso ou não, mas isto não te torna mais ou menos escritor. Você pode ser um excelente mecânico trabalhando em seu bairro ou um péssimo mecânico contratado pela Ford. Ambos serão o que são. Sempre.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
O escritor Escobar Franelas tem duas obras lançadas pela editora. Achei interessante seguir os passos certeiros do meu amigo poeta.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Para quem gosta do universo do terror e do medo, das assombrações e do sobrenatural, é um ótimo livro. Mas as pessoas que admiram cultura brasileira e a valorização dela, também é um bom livro. Sou suspeito em dizer, mas é um livro humano e sadio. As pessoas que compram leem e adoram o pequeno volume.

Obrigado pela sua participação.
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02 outubro, 2016

Entrevista com Ailton Teodoro - Autor de: SUBSISTÊNCIA

Ailton Teodoro
Nasceu no Rio de Janeiro é artista plástico; designer; escritor e professor de artes e desenho. Desde cedo já desenhava (com 3 anos de idade) na escola seus desenhos sempre fizeram muito sucesso, aos 12 anos fez seu primeiro curso de desenho profissionalizante e não parou mais. Nesta mesma idade criou a sua primeira revista de HQ e seu primeiro personagem de história em quadrinhos, chamado Zé Manjá (um malandro carioca) depois o Fominha (o jogador de futebol) e o justiceiro chamado Mac. Aos 14 anos começa a escrever seu primeiro livro de crítica social. Em 1992 cria os aventureiros e em 1996 realiza um dos maiores projetos de sua vida e cria um grupo com mais de 300 personagens. De 1995 a 2005 funda um atelier, onde trabalha com vários projetos de arte durante 10 anos. Em 2005 escreve sua primeira peça de teatro chamada O bar da falsidade. Em 2006 começa a escrever seus primeiros livros infanto juvenis – entre eles O café de bule enjoado, O homem minhoca, Lindalva a baratinha e O palhaço Nem. Em 2014 cria o studio de design chamado de AT studio onde trabalha até os dias atuais. 


Subsistência é um livro que reúne textos em que a crítica social é abordada de uma forma inflamada e ácida. O livro busca a cidadania plena, os direitos e deveres dos cidadãos, o respeito, a integridade, a conscientização política, a dignidade e, acima de tudo, atitude e ação dos mesmos.

Sempre gostei dessa característica de “pensar globalmente, agir localmente”, apreender o geral para melhor ação pontual. Este livro trata disso; de buscar uma ressonância junto ao multiuniverso de forma harmônica e equilibrada com ação e conscientização, reflexões que ocorrem no mundo e no Brasil, em nossa cidade, em nosso bairro, ao nosso redor, sem fórmulas prontas ou contas de números inteiros, mas a valorização da construção do caminho e não somente de seu fim. Com força, para a frente, para cima e paro alto ou ao contrário, vai depender das circunstâncias ou não! A chave talvez se encontre na hora e no lugar certo, no surto de um estalo que, ainda bem, vai além de nossa compreensão. Que sorte! Cabe a nós vivermos bem!

Olá Ailton. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Critica social. Escrevi diversas letras de músicas quando notei a enorme quantidade dessas letras e textos resolvi juntar e fazer o livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É o primeiro de muitos. Também escrevo sobre artes, design e infanto-juvenil e juvenil. Tenho um projeto para escrever 02 livros juvenil de 72 págs. cada e uma série composta de 24 livros infanto-juvenil com 28 págs. cada totalizando 50 livros que pretendo escrever.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
LUTAR! Esta é a palavra; não desistir o mercado está crescendo a internet contribui positivamente para isso e essa é a nossa oportunidade de divulgação e valorização da leitura bem como o crescimento do público leitor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
GOOGLE Pesquisa. Senti firmeza e credibilidade na editora por isso apostei nos serviços da Scortecci e não me arrependo.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Claro que sim! Acredito que quem ler o livro não será mais a mesma pessoa. As mensagens são fortes, e super positivas para levantar a auto estima e mostrar que todo mundo pode e que ninguém é inferior a ninguém.

Obrigado pela sua participação.

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01 outubro, 2016

Entrevista com Ana Maria Di Giacomo - Autora de: ESTRELA CRIANÇA

Ana Maria veio da Itália com seu pais, após a Segunda Guerra Mundial partindo de um país em ruínas, destruído por completo. Eram oito pessoas, os genitores e seis filhos, cinco homens e a caçula, Ana Maria, na época com 4 anos de idade. Herdou de seu pai essa pequena veia de observar as voltas que a vida dá e as nossas reações. Aprendeu com ele a espirituosidade e os trocadilhos. Também seu lado mágico, lírico e sensível. Era a menina de seus olhos, um cristal que ele admirava, cuidava, protegia, a lhe falava sobre as ciladas da vida, os cuidados que devia ter para não sofrer, sempre mantendo o respeito e em qualquer situação honrando a vida e seu nome. Aprendeu com ele a superar situações dolorosas e também que não é preciso ir muito longe para encontrar a alegria e a felicidade, porque elas estão dentro de nós. Valoroso é viver sempre de bem com a vida. Sua reverência ao homem e pai Carlo Di Giacomo.

Hoje, lança sua primeira coletânea de 70 poemas, em edição comemorativa aos seus 70 anos de vida e sensibilidade.

"A poesia de Ana Maria revela o espírito da mulher, vasto demais para os limites da vida. Nestas páginas vi esperança de criança, solidão, desejo de liberdade, bom humor, espiritualidade, encantamento diante da beleza. São poemas de sentimento. Absolutamente francos e declarados sem disfarces em pretensões literárias. Que o leitor, como eu, possa se deliciar. Para tanto é preciso abrir a mente, a imaginação, a sensibilidade." (Regina C. Di Giacomo)







Olá Ana Maria. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trata-se de pura poesia, vinda do sentimento escrita nos últimos anos. Resolvi publicar esta coletânea em comemoração ao meu aniversário de setenta anos de idade. É para para qualquer um que goste de poesia.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Continuo a escrever e tenho vários poemas inéditos. Desejo para o futuro publicar um segundo livro da mais pura emoção.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Apesar das dificuldades do nosso país, escrever é prazeroso e gratificante. Penso que não devemos desanimar de incentivar a leitura a públicos de todas as idades. Afinal, cada leitor vale a pena.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um autor amigo conheci a Scortecci que superou as minhas expectativas como Editora, pelo seu profissionalismo, atenção e apoio ao autor.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Espero que "Estrela Criança" proporcione ao leitor uma experiência literária prazerosa, afetiva e libertadora, assim como foi para mim escrevê-lo.

Obrigado pela sua participação.
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