21 setembro, 2019

Entrevista com Marcos Quinan - Autor de: SUBIDOS

Um artista multimídia, timidez revelada em seu semblante sempre sereno, é um inquieto apaixonado pela arte brasileira. Autodidata, se define como um aprendiz que tem a necessidade de conhecer o Brasil em todas as suas expressões culturais e mostrá-las aonde puder.
Nascido em Ipameri-GO, não esconde o orgulho de ter escolhido a Amazônia como o chão propício para expandir sua inspiração que o faz aplaudido produtor, compositor, teatrólogo, artista plástico, fotógrafo, agitador cultural e escritor.
Teve, ainda, uma passagem pelo teatro, no despertar de sua vocação artística ainda jovem, lá mesmo em Goiânia onde fez parte da Agremiação Goiana de Teatro, participando ativamente da conclusão final do Teatro Inacabado, na época o único teatro construído por um grupo amador no Brasil. Foi ator, iluminador, diretor e dramaturgo, fundando, com Paulo Roberto Vasconcelos nos anos 70, a “Companhia de Teatro do Autor Brasileiro”. Com Roseli Naves e Nilson Chaves, nos anos 80 a “Gravadora e Editora Outros Brasis”. Junto com Nilson Chaves, Walbert Monteiro, Conceição Elarrat e Fátima Silva em 2002 criou a “ACAM – Associação Cultural da Amazônia” e foi um dos coordenadores do primeiro Seminário Cultural da Amazônia realizado por ela no ano seguinte. Foi Secretário Executivo do Programa de Incentivo à Cultura do Estado do Pará - SEMEAR e Assessor da Presidência da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves. Em 2019 coordenou junto com Deborah Miranda, Fatinha Silva, Elizabeth Orofino, Andréa Cozzi e Delson Luís a I FLIB - Feira Literária Infantojuvenil de Belém.

História de amor, sonhos e desencontros. De companheirismo e cumplicidades envolvendo anarquistas, militares rebeldes, nordestinos fugindo da seca e mestiçados da fronteira do Brasil com a Guiana Francesa. Presos levados sem julgamento junto com marginais já apenados para o isolamento na colônia agrícola criada pelo Ministério da Agricultura no Estado do Pará então transformada na Colônia Penal de Clevelândia. Tempo da Primeira República, durante o período anterior ao governo de Artur Bernardes e no seu mandato. História de Dalcino perdido na solidão final e Duviges perseverando em sua procura, um caminho de dores abrandado com a vingança e a percepção de estarem vivos, pai e filho, vivendo ao seu lado.

Olá Marcos. É um prazer contar, novamente, com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
História de amor, sonhos e desencontros. De companheirismo e cumplicidades envolvendo anarquistas, militares rebeldes, nordestinos fugindo da seca e mestiçados da fronteira do Brasil com a Guiana Francesa. 
Presos levados sem julgamento junto com marginais já apenados para o isolamento na colônia agrícola criada pelo Ministério da Agricultura no Estado do Pará então transformada na Colônia Penal de Clevelândia. Tempo da Primeira República, durante o período anterior ao governo de Artur Bernardes e no seu mandato. 
História de Dalcino perdido na solidão final e Duviges perseverando em sua procura, um caminho de dores abrandado com a vingança e a percepção de estarem vivos, pai e filho, vivendo ao seu lado. 
A ideia de escrevê-lo surgiu quando conheci a região do Oiapoque e a história da Colonia Penal que lá existiu. Destinado a quem quer conhecer um pouco mais do nosso País.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou autodidata, nasci em Ipameri-GO e vivo na Amazônia (Belém) faz mais de trinta e cinco anos. Além de poeta sou também escritor, compositor, artista plástico, teatrólogo, fotógrafo, produtor e agitador cultural com muitos trabalhos realizados nessas áreas. Na literária são onze livros entre contos, romances ambientados em nossa história e poesia, sempre tendo a brasilidade como pano de fundo. Os próximos projetos com relação a literatura são: continuar com o blog Abaribó - http://abaribo.blogspot.com.br/ onde posto diariamente alguns trabalhos principalmente com fotografias, publicar anualmente os livros já escritos e concluir o romance que no momento escrevo.
Mais informações sobre minha história e trabalhos publicados na internet pode ser encontrado em: http://marcosquinan.blogspot.com/.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho muito difícil e desestimulante. Além de a leitura ser pouco valorizada no ambiente familiar e escolar, temos o problema da distribuição e o descaso com nossa cultura de um modo geral e com as bibliotecas públicas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Em 2002 fizemos o Projeto Trocando Palavras que possibilitou promover a doação do meu trabalho, na época seis livros, a todas as bibliotecas públicas da Amazônia Legal totalizando 3.292 livros. A editora cedia o lucro, o autor seu percentual, uma transportadora patrocinava o envio e um banco os comprava para a doação. Infelizmente a editora fechou antes de publicar o último livro contratado comigo e, par a cumprir as tratativas do projeto Trocando Palavras, fizemos sua publicação por nossa conta e assim, através da internet entramos em contato com a Scortecci onde encontramos o custo benefício que precisávamos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Penso que sim, espero que minhas angustias, inquietações e emoções possam levar o leitor a fazer reflexões sobre as relações humanas e conhecer nossa história onde elas são ambientadas.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Vera N Campos - Autora de: O GRANDE SONHO DE ALAN

Nome literário de Veranei Neves Campos Alves.
Nasceu em Vargem Alegre, Minas Gerais, no dia 14 de fevereiro de 1971. É formada em Pedagogia e trabalha como professora em uma escola pública na cidade de São Paulo. É casada e tem dois filhos. Desde pequena, gosta muito de ler e escrever livros.







Alan era um garotinho que desde os quatro anos de idade desejava ganhar um cachorrinho de estimação. Devido a alguns problemas familiares, ele não podia realizar o seu grande sonho. Tudo que ele conseguiu ganhar foi um aquário com um peixinho chamado Oscar.








Olá Veranei. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Um projeto que teve na escola onde trabalho. Infantil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Desde bem pequena gostava muito de ler e escrever histórias. Eu sempre sonhei em me tornar escritora, porém, nunca tive oportunidade. Gostaria de escrever muitos outros livros.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No Brasil atual, no qual a leitura é pouco valorizada, se tornar escritor é bastante complicado, os que continuam na luta faz isso por amor.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Uma amiga me contou que um colega de trabalho havia publicado um livro na Scortecci. Então eu pesquisei e entrei em contato.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. É uma história de um garoto que desejava um animal de estimação, e mesmo com todas as dificuldades nunca desistiu do sonho. Nunca desista dos seus sonhos, mesmo que parece ser impossível de realizar.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Bruno Ramalho - Autor de: LIVRA-ME, POESIA

Bruno Ramalho
É médico ginecologista e atua na área da reprodução humana. tem uma mania antiga de escrever versos, que já lhe renderam a publicação de a penúltima coisa que se faz (uma produção independente, em 1999) e do amor deveras e das quimeras (EMOOBY, 2011), além de poemas em coletâneas literárias e letras para canções do músico Sérgio Ramalho. nas horas vagas, dedica-se a tocar flugelhorn, sua mais recente grande paixão.


livra-me, poesia. sim, com letras minúsculas, pois, na concepção da obra, a poesia deve ser pequena em sua grandiosidade, delicada em sua pungência, minimamente especial em sua máxima expressão. nela, bruno ramalho brinca com as palavras ao remeter o leitor à poesia que o liberta e, ao mesmo tempo, o aprisiona a um livro.







Olá Bruno. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É um livro de poesia. Escrevo poemas desde a adolescência. Sempre gostei. Durante o curso de medicina, em 1999, publiquei meu primeiro livro, A penúltima coisa que se faz, de forma independente. Dez anos depois, veio o segundo, o e-book Do amor deveras e das quimeras, pela EMOOBY. Novamente depois de uma década, sai o terceiro, que traz alguns poemas dos livros anteriores, algumas releituras e os novos poemas. Ou seja, a ideia é dar continuidade à poesia que escrevo. Gosto de compartilhar. Acho que, cada vez mais, carecemos de boas vibrações no dia-a-dia. A poesia traz essas boas vibrações, mesmo quando o tema é denso. Assim, não há público específico. É para todos os que gostam de poesia e os que pensam que não gostam!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou médico ginecologista e atuo na área de reprodução humana. Nas horas vagas, escrevo. Ora textos científicos, ora poemas. E tento encaixar na agenda o estudo do trompete, mais especificamente, do flugelhorn. Quanto aos livros, acho que respondi parte acima. Anos atrás, participei de alguns concursos literários, ora locais, ora nacionais. Também participei de coletâneas da Scortecci Editora. Ah! O quarto livro já foi iniciado. Espero que aconteça em breve.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que é preciso manter viva a literatura. Devemos manter os livros e adaptá-los às novas modalidades, para que atendam a todos os gostos. Falo de livros digitais e da divulgação em plataformas digitais, aplicativos e tudo mais que venha a acontecer. Mas não concordo exatamente com a realidade que você coloca. Em casa, tenho duas filhas amantes da leitura. São duas crianças ainda, mas gostam muito de ler. Há um estímulo da escola e um estímulo dos pais. Por aí, conseguiremos segurar a onda!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci há mais de 10 anos, com as coletâneas e concursos.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acho que todo livro merece ser lido por alguém. A poesia, especialmente, merece ser lida. Mas não sei por quem meu livro merece ser lido. Como ocorre na paixão ou no amor, o leitor e o livro devem se encontrar. Dessa forma, em princípio, meu livro é para todos e torço para que cada leitor encontre, ao menos em um poema, um motivo para levá-lo consigo e ler os demais.

Obrigado pela sua participação.
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01 setembro, 2019

Entrevista com Remo Rabello Mesquita - Autor de: PEREGRINAR É PRECISO

Remo Rabello Mesquita
Filho de José Antonio Mesquita Campos e Maria das Dores Rabello Campos, nasceu em Três Pontas, sul de Minas Gerais. É o sétimo filho de uma família de doze irmãos e formou-se em Odontologia na Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas (EFOA) Minas Gerais em 1970. Casado em 1973 com Stela Maris, tem três filhos: Remo Filho, Renata e Thiago, e cinco netos. Residiu nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Passou grande parte da sua vida na cidade de Niterói, onde residiu e trabalhou durante trinta anos. Atualmente reside em Divisa Nova (MG).


Não é uma obra de ficção. No dia 13 de julho de 2007, em Niterói (RJ), o autor é submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor maligno na próstata. No longo e solitário período pós operatório que se seguiu, Remo mergulha nas profundezas do seu ser e se recolhe em oração e reflexão. A oração destrava as portas do seu coração. Então ele clama por misericórdia e se encontra com o Cristo Médico. A partir desse Encontro com o Divino Mestre, Médico e Salvador, Remo passa a registrar em prosa e versos a sua peregrinação pelos sinuosos e incertos caminhos da vida. Jesus, nos diz: “Vinde a mim todos que estais fadigados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e assim encontrareis conforto para as vossas almas, pois o meu jugo é suave e o meu peso é leve!”(Mateus 11, 28-30) Assim, como bons peregrinos, alegres e confiantes, aceitemos esse convite e vamos em frente, pois PEREGRINAR É PRECISO.

Olá Remo. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
PEREGRINAR É PRECISO, Reflexões de um peregrino não é uma obra de ficção. Trata-se de uma coletânea de crônicas e poesias que relatam uma caminhada espiritual, que é comum a todos nós. Pois, nos incertos e sinuosos caminhos da vida, somos todos caminhantes, peregrinos. No dia 13 de julho de 2007, em Niterói, RJ, fui submetido a uma cirurgia para tratamento de um câncer na próstata. Após um longo período de recolhimento, oração e reflexão, passei a registrar em prosa e versos, a minha peregrinação pelos caminhos da vida. Viver é caminhar. É peregrinar em busca do sentido da vida. De onde viemos? Para onde vamos? Qual é o sentido da Vida? Nós somos todos caminhantes. Somos todos peregrinos em busca do sentido da vida. Portanto, este livro se destina a todos. Se destina a homens e mulheres de todas as idades, que apesar de todas as dificuldades que surgem nessa fascinante caminhada pela vida, acreditam nas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai, senão por mim.” (João 14:6).

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Stela e eu, temos três filhos e cinco netos. Eu já plantei muitas árvores. Estou muito feliz com o Lançamento deste primeiro livro. Mais do que a realização de um sonho, o Lançamento do livro, PEREGRINAR É PRECISO... é uma grande benção. Dou graças a Deus por isso. Já existe material para o segundo livro. Contudo, nesse momento o meu objetivo é compartilhar com um maior número de pessoas essa história, essa caminhada espiritual, essa grande benção. O futuro a Deus pertence. Vamos caminhando com a graça de Deus. Para mim, cada amanhecer é um presente, uma dádiva do Criador. Eu já estou na prorrogação do jogo da vida. Passou a infância, passou a juventude, passou a meia idade. Para mim, passou o tempo da auto afirmação. Passou o tempo em que se dá muita importância ao TER. Estou no tempo da maturidade. Estou no tempo da melhor idade. É tempo de reflexão. É preciso ter as coisas básicas para se viver com dignidade. Porem, não podemos esquecer que mais importante do que TER, é SER. Por isso, em minhas orações eu clamo a Deus: Ajuda-me Senhor! A ser uma pessoa melhor a cada dia. A ser hoje, uma pessoa melhor do que ontem. A ser amanhã, uma pessoa melhor do que hoje.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
É muito triste, lamentável e extremamente grave o que ocorre no Brasil com relação a leitura. Infelizmente no Brasil a leitura é pouco valorizada. A cada dia vai se disseminando de forma avassaladora e assustadora a falta de interesse pela leitura. A tecnologia, a era digital, traz muitos benefícios, mas traz também muitos malefícios. É preciso ter muito cuidado, para separar o joio do trigo. Hoje, a facilidade proporcionada por esta tecnologia é uma faca de dois gumes. Esta sofisticada tecnologia áudio visual é muito prática, rápida e eficiente. Em pouco tempo um grande volume de informações é disponibilizado para o usuário. Em um primeiro momento parece ser tudo muito bom. Mas também pode ser muito prejudicial. Hoje as pessoas estão avessas à leitura. As pessoas não estão lendo livros. As livrarias estão fechando por falta de leitores. È extremamente grave e prejudicial a todos, trocar a leitura pela aparente facilidade desse sistema audiovisual. Se essa situação persistir para onde iremos? Sem livro não existe leitura. Sem leitura não existe reflexão. Sem reflexão não existe criatividade. Sem criatividade não existe humanidade. Sem humanidade não existe compaixão e poesia. Assim, tudo estará perdido. Estaremos assim, retornando ao tempo das cavernas.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu cheguei até a Scortecci por indicação de Priscila Tavares de Oliveira Goularte, de Três Pontas, Minas gerais. Em todas as fases do processo de edição do livro fui muito bem atendido por todos. Por isso, recomendo os serviços da Scortecci Editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, o livro PEREGRINAR É PRECISO, Reflexões de um peregrino, merece ser lido porque se trata de uma história real. O livro fala de uma caminhada espiritual, que tem início quando em momento de muita dor e sofrimento, eu clamo a Deus por misericórdia e tenho um Encontro com o Cristo Médico. Na verdade, nada acontece por acaso, para aqueles que acreditam nas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo. Assim, a mensagem especial para os leitores, vem do Divino Mestre, Médico e Salvador que nos diz: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância.” (João 10:10). “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai, senão por mim.” (João 14:6). Assim, decorridos doze anos, desse extraordinário Encontro com o Cristo Médico, eu convido vocês, para que juntos, como bons peregrinos, alegres e confiantes, sigamos as pegadas do Divino Mestre. Pois, acredite, o céu começa aqui. O céu começa em você.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Aderbal Bastos Barroso - Autor de: CARVÃO ACESSO

Aderbal Bastos Barroso (Betinho de Celina)
Nascido no povoado Carrapicho, então distrito de Neópolis, hoje cidade de Santana do São Francisco (SE). Formado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Sergipe, graduado em Comunicação pela Universidade Tiradentes e bacharel em Teologia pelo Seminário Betel de Aracaju. Pós-graduado em Estratégia e Marketing Empresarial pela UNIT e MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. Iniciou sua vida profissional como professor na rede municipal de ensino de Neópolis. É funcionário concursado da Caixa Econômica Federal. Membro fundador da Academia de Letras e Artes de Neópolis (ALANE), onde ocupa a cadeira I, cujo patrono é João Cabral de Melo Neto. Pioneiro nos anos 80 do Arte Literatura, caderno cultural da Gazeta de Sergipe. Publicações coletivas: Banco de Talentos, 1999, Febraban; Aperitivo Poético, 1999/2000; Revista Aracaju nº 10, 2003, Funcaju; 500 Outonos de Prosa e Verso II, 2000, Ed. Paulista/SP; Antologia do 1º Encontro Sertanejo de Escritores, 2016, Infographics Editora/SE; Antologia do 2º Encontro Sertanejo de Escritores, 2017, Infographics Editora/SE; 5º Encontro Escritores e Leitores de Sergipe, 2017, Editora Infographics/SE; Diário do Escritor, 2017, Ed. Litteris/RJ; Chuva Literária – Uma Antologia de Autores Nordestinos, da Scortecci Editora/SP, cujo lançamento ocorreu na XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco 2017. Organizador da revista literária Soletrando Sonhos – I Sarau Literário de Neópolis, 2017, Editora J. Andrade/SE; Antologia do 3º Encontro Sertanejo de Escritores, 2018, Editora Infographics/SE e da coletânea Inspiração, 2018, Editora Gaya/RS – uma coletânea internacional da ALPAS 21 – Academia Internacional de Artes, Letras e Ciências. Obras individuais: No Remanso do Rio, Ed. J. Andrade, Aracaju/SE, 2014; À Sombra dos Oitizeiros, Scortecci Editora, São Paulo/SP, 2017; Agridoce Melaço de Cana e Jabuticabas Maduras, Scortecci Editora, São Paulo/SP, 2017.

Vila Nova do Rio de São Francisco, Sergipe d’El Rey, ano de 1768. Ano em que a Inquisição da Igreja Católica chega e devassa as terras do sertão do Rio São Francisco e traz à tona um dos crimes nefandos mais comentados da época, envolvendo nada mais que um nobre capitão e um escravo. Ocasião em que o frei Inácio da Purificação, carmelita da Bahia, denuncia ao Santo Ofício uma série de delitos contra a fé e os bons costumes, observados na Ouvidoria de Sergipe. Segundo historiadores, esse foi o segundo crime homofóbico registrado no Brasil. Inspirado nesse fato real, que lhe serviu de mote, em Carvão aceso Aderbal Bastos Barroso executa uma construção laboriosa neste romance ficcional, que se desenrola em uma fazenda às margens do rio e aborda de forma simples e direta, mas sem perder o romantismo, as mazelas daquela época. E em um exercício de ficção procura se encontrar com a realidade daqueles tempos, de onde surge um painel de uma época dura em costumes e ao mesmo tempo transbordante de uma sexualidade reprimida que se insurgia da senzala e adentrava a casa grande.

Olá Aderbal. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Diria que este livro sempre existiu dentro de mim. Ele foi sendo formado a partir de conversas e observações na minha infância no convívio com meus bisavós e avós. Ela fala de tempos imemoriais, um tempo muito duro na lavoura de cana de açúcar que se completava na casa grande das fazendas desse nosso sertão brasileiro. Este livro é dedicado a todos os jovens e adultos que gostam da boa leitura e de mergulhar em nossa história.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Como filho de professora desde cedo fui apresentado ao mundo dos livros. Logo tomei gosto pela leitura. Este é o meu quarto livro individual, mas tenho participação em várias antologias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Na atual conjuntura e com a atual crise no mercado editorial brasileiro é um verdadeiro desafio.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
No princípio por amigos. Este já é o meu terceiro livro com o selo da Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Logicamente que sim! O leitor vai gostar de fazer esta viagem no tempo. Desde já fico grato a todos pela leitura.

Obrigado pela sua participação.
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15 agosto, 2019

Entrevista com Gisele Silva - Autora de: PÉ DE MOLEQUE

Nome literária de Gisele de Oliveira Silva.
Nasceu e mora no Rio de Janeiro. Pedagoga que atua com professoras e alunos de uma Escola Especial para Autistas. Especialista em Alfabetização , apaixonada por crianças e livros, atuou como Formadora em Programas de Formação Continuada Municipal e Federal. Gosta mesmo é de ser Professora dos Anos Iniciais, para viver sempre rodeada de suas maiores paixões: a leitura e a escrita.

É um lindo gatinho malhado que recebeu esse nome por ser tão carinhoso que lembra o próprio doce. Ele e sua dona , a menina Celinha, estão sempre juntos em todas as brincadeiras que ela, seus irmãos e amigos inventam. São amigos quase inseparáveis. Quase inseparáveis, pois Pé de Moleque, de vez em quando, desaparece deixando Celinha triste e preocupada.
Este é um livro dedicado a todas as crianças que adoram e se preocupam com seus animais de estimação, proporcionando-lhes muito carinho e cuidados. Venha se emocionar e conhecer Pé de Moleque e descobrir o motivo de seus passeios misteriosos.

Olá Gisele. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
É uma história sobre três gatos que vivem diversas aventuras.
A ideia estava engavetada há muito tempo, é como uma homenagem aos três gatos e seus donos que realmente existiram. É um livro destinado ao público infantil, porém, acredito que todas as pessoas sensíveis e que amam animais também podem ler e se identificar com a história.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou iniciante no mundo das letras, no que diz respeito a publicar um livro, mas estou adorando a experiência. Este é o primeiro livro de muitos outros que pretendo escrever, além de realmente ser um sonho realizado.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sei das dificuldades encontradas em nosso país com relação à leitura. No entanto, em minha profissão, sempre busquei e continuo buscando, o incentivo à leitura tentando disseminar o gosto pelos livros.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por estar sempre pesquisando, já conhecia a Scortecci. Quando resolvi buscar uma Editora para publicar Pé de Moleque, enviei um email e tive uma excelente receptividade.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, meu livro merece ser lido, por ter uma mensagem importante sobre a adoção de animais. Uma adoção responsável e principalmente com muito amor. A mensagem que deixo aos meus leitores é justamente essa: amar e respeitar toda forma de vida. Cultivar sonhos e viver boas aventuras!

Obrigado pela sua participação.
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