Nasceu em 6 de fevereiro de 1953 em São Paulo. Primeiro neto de duas famílias oriundi.
Uma, da Mooca, outra da Barra Funda. Filho, marido e pai imperfeito, sempre em construção. Mestre em Psicologia Social, Psicólogo, Administrador, Pesquisador acadêmico, Conselheiro de pessoas e organizações. Leitor inquieto desde sempre, aprendiz por essência, indagador por natureza, espirita por escolha.
Neste livro de cacos, estilhaços e nacos, ora biográficos, ora nem tanto, escritos com a honestidade de um escrevinhador, Sidney Trasatti revisita memórias, fantasias e delírios em busca de sentido, compreensão e, sobretudo, reconciliação com o que viveu e sentiu. O leitor terá oportunidade de reconhecer algo de si mesmo: um gesto antigo, um amor esquecido, uma alegria breve, uma dor adormecida ou um silêncio que ainda pesa. Um convite a acolher seus próprios cacos, estilhaços e nacos e, quem sabe, descobrir neles uma nova forma de inteireza.
ENTREVISTA
Olá Sidney. É um prazer contar com sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?Meu livro é uma tentativa de dialogo comigo mesmo, através do registro de histórias que vivi, que penso que vivi e que deveria viver. Um diálogo com minha subjetividade, com minhas lembranças, fantasias e delírios. Por isso o título do livro; cacos, estilhaços e nacos.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?Demorei muito para escrever. Meu interesse e hábito, desde cedo, de ler e devorar a boa literatura, principalmente os clássicos, me impedia de fazê-lo. Como escrever algo parecido, que valesse a pena? Esta percepção, com o passar do tempo, foi substituída por um impulso e necessidade de dialogar comigo mesmo.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Ainda não tenho certeza do próximo passo no “mundo das letras”. Talvez algo bem diferente deste pequeno projeto. Um romance ou contos mais extensos de ficção cientifica, surrealismo, realismo fantástico? À ver.O que te inspira escrever?No caso deste livro foi revisitar as alegrias e as dores de algumas memórias, vivenciadas ou não, extremamente marcantes na minha vida. São alguns fragmentos que me compõem como homem imperfeito que sou.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?O livro é um convite à alguém que queira, através das “historinhas” que escrevi, reconhecer e acolher seus cacos, estilhaços e nacos e, quem sabe, descobrir uma nova forma de inteireza.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Acompanho, através da internet, o trabalho da Scortecci. Muito bom termos uma editora que valoriza a arte de escrever e a leitura. Minha experiencia com a equipe da empresa foi muito positiva.
Obrigado pela sua participação.


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