07 maio, 2026

Ari Lins Pedrosa - Autor de: O GALINHEIRO

Ari Lins Pedrosa
Publicou trinta livros, sendo sete de livros infantis
Nasceu em 19 de novembro de 1958, em João Pessoa, mas reside em Maceió (AL) desde 1964, devido à transferência do pai, funcionário público federal, de Guarabira. Formado em Ciências Contábeis no Centro de Estudos Superiores de Maceió – CESMAC/FACCON, e pós-graduado em Auditoria, Controladoria, Finanças e Gestão, trabalha como auditor na Eletrobras Distribuição Alagoas. Foi  diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Urbana no Estado de Alagoas e conselheiro deliberativo da Fundação Ceal Assistência Social e Previdência. 

Como esportista foi quarto lugar nos “VIII Jogos Escolares Brasileiros – Jeb’s”, em 1976, com a Seleção Alagoana de Handebol, em Porto Alegre (RS); Medalha de Honra ao Mérito em reconhecimento pela colaboração ao handebol de Alagoas e consta na foto da Seleção Universitária dos “XXX Jogos Universitários Brasileiros – Jub’s”, em João Pessoa em 1979, publicada no livro Handebol – 2ª edição, de Paulo Nagy Kunsagi. Na literatura, Ari Lins é um poeta que acredita nas construções poéticas; na empresa em que trabalha desenvolve projetos literários como o “Mosquitinho Poético”.

Em Maceió, coordena o “Concurso Nacional de Poesias – Folhas Notas Literárias”, sempre dando o nome de um poeta alagoano aos prêmios para homenageá-los e divulgá-los. É editor do folheto Guerreiros da Cultura, onde divulga poesias, livros e notícias do meio literário; está à frente do projeto “Sururu de Capote” desde 1996, inspirado na “Corrente Poética” do paranaense Carlos Barros, o qual consiste em deixar um livro na rua para ser adotado; é membro da Associação Alagoana de Imprensa, além de ser sócio colaborador da Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes – Palmeira dos Índios (AL). 

Participou da I Exposição de Poesias em 1981  com o poema “Retrato de Peão”; da “The State History And Art Museum”, com o poema “Jaça do Destino”, em Kaliningrad (Rússia); da II Exposição de trabalhos artísticos feito por empregados da Ceal, A Arte Que Se Faz; e do I Encontro dos Poetas Alagoanos, organizado pelo SESC em Maceió em 1990. Recebeu o 9° Prêmio Notáveis da Cultura Alagoana em 2013, pelo livro Ariel; compartilhou textos em trinta e sete antologias e é detentor de cinquenta e um prêmios literários, com quatorze livros individuais publicados; é criador do “Hainetos – composição poética”; e faz uma cachaça artesanal chamada de “Poética”, que distribui entre os amigos. Em 2014, recebeu a comenda “Cipriano Jucá” da Academia Maceioense de Letras

O Galinheiro

O conto infantil O Galinheiro narra a história de uma família composta por um galo, uma galinha, dois pintinhos e uma pintinha. A obra destaca Ivel, um dos pintinhos, preocupado com tudo e muito questionador. Deixo para vocês o julgamento dos atos do pintinho.







ENTREVISTA

Olá Ari.

Do que trata o seu Livro?
É um conto infantil, onde mostra o dia a dia de um galinheiro. Onde o pintinho Ivel é preocupado com os despedidos.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Foi no Natal 2025, na minha casa, quando meu neto Levi, mostrou a preocupação com o desperdiço do Natal, sem pensar no criador. Levi tinha 8 anos.
É para o público infantil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Hoje são 30 livros. Entre eles sete infantis.
Meus sonhos e projetos é continua escrevendo poesia e contos.
Publicações: O Véu do Vento, A Jangada de Papel, O Pescador de Sonhos, A Jangadinha Lenira e o Sol, Pintando o Sete, Asas do Vento, Voo Utópico, O Veludo da Uva, Gota Urbana, Vogais Atrevidas e Consoantes Inibidas, O Jardineiro das Nuvens, O Colecionador de Sonhos, Meus Estados Meu País, Ariel, Bairros de Maceió: Uma Visão Poética, Os Bichos, Almanaque, Cabua, O Jardineiro das nuvens, Palavras nossas de cada dia, Psicodélico, Recreio.

O que te inspira escrever?
O mundo.
Tudo que me rodeia.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Espero que sim.
Chamar atenção das crianças, para individualismo e o desperdício de tudo no Mundo.

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Este amor por esta editora, já fazem 34 anos, onde publiquei 90 porcentos dos meus livros.

Obrigado pela sua participação.

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