Ari Lins Pedrosa
Publicou trinta livros, sendo sete de livros infantis
Publicou trinta livros, sendo sete de livros infantis
Nasceu em 19 de novembro de 1958, em João Pessoa, mas reside em Maceió (AL) desde 1964, devido à transferência do pai, funcionário público federal, de Guarabira. Formado em Ciências Contábeis no Centro de Estudos Superiores de Maceió – CESMAC/FACCON, e pós-graduado em Auditoria, Controladoria, Finanças e Gestão, trabalha como auditor na Eletrobras Distribuição Alagoas. Foi diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Urbana no Estado de Alagoas e conselheiro deliberativo da Fundação Ceal Assistência Social e Previdência.
Como esportista foi quarto lugar nos “VIII Jogos Escolares Brasileiros – Jeb’s”, em 1976, com a Seleção Alagoana de Handebol, em Porto Alegre (RS); Medalha de Honra ao Mérito em reconhecimento pela colaboração ao handebol de Alagoas e consta na foto da Seleção Universitária dos “XXX Jogos Universitários Brasileiros – Jub’s”, em João Pessoa em 1979, publicada no livro Handebol – 2ª edição, de Paulo Nagy Kunsagi. Na literatura, Ari Lins é um poeta que acredita nas construções poéticas; na empresa em que trabalha desenvolve projetos literários como o “Mosquitinho Poético”.
Em Maceió, coordena o “Concurso Nacional de Poesias – Folhas Notas Literárias”, sempre dando o nome de um poeta alagoano aos prêmios para homenageá-los e divulgá-los. É editor do folheto Guerreiros da Cultura, onde divulga poesias, livros e notícias do meio literário; está à frente do projeto “Sururu de Capote” desde 1996, inspirado na “Corrente Poética” do paranaense Carlos Barros, o qual consiste em deixar um livro na rua para ser adotado; é membro da Associação Alagoana de Imprensa, além de ser sócio colaborador da Academia Palmeirense de Letras, Ciências e Artes – Palmeira dos Índios (AL).
Participou da I Exposição de Poesias em 1981 com o poema “Retrato de Peão”; da “The State History And Art Museum”, com o poema “Jaça do Destino”, em Kaliningrad (Rússia); da II Exposição de trabalhos artísticos feito por empregados da Ceal, A Arte Que Se Faz; e do I Encontro dos Poetas Alagoanos, organizado pelo SESC em Maceió em 1990. Recebeu o 9° Prêmio Notáveis da Cultura Alagoana em 2013, pelo livro Ariel; compartilhou textos em trinta e sete antologias e é detentor de cinquenta e um prêmios literários, com quatorze livros individuais publicados; é criador do “Hainetos – composição poética”; e faz uma cachaça artesanal chamada de “Poética”, que distribui entre os amigos. Em 2014, recebeu a comenda “Cipriano Jucá” da Academia Maceioense de Letras
O Galinheiro
O conto infantil O Galinheiro narra a história de uma família composta por um galo, uma galinha, dois pintinhos e uma pintinha. A obra destaca Ivel, um dos pintinhos, preocupado com tudo e muito questionador. Deixo para vocês o julgamento dos atos do pintinho.
ENTREVISTA
Olá Ari.
Do que trata o seu Livro?É um conto infantil, onde mostra o dia a dia de um galinheiro. Onde o pintinho Ivel é preocupado com os despedidos.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?Foi no Natal 2025, na minha casa, quando meu neto Levi, mostrou a preocupação com o desperdiço do Natal, sem pensar no criador. Levi tinha 8 anos.É para o público infantil.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Hoje são 30 livros. Entre eles sete infantis.Meus sonhos e projetos é continua escrevendo poesia e contos.
Publicações: O Véu do Vento, A Jangada de Papel, O Pescador de Sonhos, A Jangadinha Lenira e o Sol, Pintando o Sete, Asas do Vento, Voo Utópico, O Veludo da Uva, Gota Urbana, Vogais Atrevidas e Consoantes Inibidas, O Jardineiro das Nuvens, O Colecionador de Sonhos, Meus Estados Meu País, Ariel, Bairros de Maceió: Uma Visão Poética, Os Bichos, Almanaque, Cabua, O Jardineiro das nuvens, Palavras nossas de cada dia, Psicodélico, Recreio.
O que te inspira escrever?O mundo.Tudo que me rodeia.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?Espero que sim.Chamar atenção das crianças, para individualismo e o desperdício de tudo no Mundo.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Este amor por esta editora, já fazem 34 anos, onde publiquei 90 porcentos dos meus livros.
Obrigado pela sua participação.


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