18 junho, 2026

RegiLuzVieira - Autora de: PENSAMENTOS E EMOÇÕES EM MOSAICO

RegiLuzVieira
Nome literário de Regina Maria da Luz Vieira.
É jornalista profissional diplomada, PhD em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Pós doutorado em Administração de Empresas na mesma Universidade. Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Bernardo do Campo e Bacharel em Teologia (teóloga) pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB).
É autora dos livros: Muitos Nomes-Algumas Histórias (2024) Entrelaços – Vidas e Crônicas (2023) e Crônicas do Cotidiano (2022, em 2ª edição); todos publicados pela Scortecci Editora e lançados nas bienais de São Paulo e em eventos na Scortecci bem como em diferentes livrarias. Também publicou o livro O Jornalismo no Porantim (2000) além de diversos textos jornalísticos e paradidáticos.

Pensamentos e Emoções em Mosaico
Em Presépio Vivo, Luana, proprietária e executiva da Editora Vislumbre se surpreende quando tenta ajudar uma família em seu percurso para o trabalho. Recebe uma resposta que a deixa desconcertada, pois a demanda necessita de uma engenharia reversa. Este e outros Contos levam “leitores e leitoras a percorrerem a seara da protagonista repleta de figuras, contempladas na sua singularidade”. “Seja pela janela do apartamento onde mora, seja caminhando a pé ou de carro pelas ruas e avenida da cidade e outros locais, assim como os diálogos – consigo ou com outras pessoas – apresentam termas que se transformam em histórias de empatia, de encontros, considerando ainda a vontade viva de resistir em meio a multidão, que passa, ou melhor, que atravessa as lentes de um olhar atento”.

ENTREVISTA

Olá Regina Maria.  É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
É um conjunto de contos com temas diversificado cuja protagonista remete leitores e leitoras a cenas bem definidas, no ritmo do pensamento a acontecimentos marcantes no seu cotidiano, tanto dentro quanto fora da cidade. Os diálogos anunciam histórias que se transformam em narrativas de empatia, encontros que consideram a vontade de resisti viva na multidão.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A criação do livro teve origem em imersões e oficinas de contos oferecidas por: Flávia Iriarte e Andrezza Tabaczinski, escritoras e geradoras de conteúdo, além de acompanhar e seguir o quadro Desafio Cara a Tapa do Projeto Carreira Literária, produzindo textos com diferentes temáticas. Nas imersões produzia contos curtos; a partir de sugestões de melhoria re- elaborava os textos, ampliando-os, criando-os ou recriando-os.
Quanto ao público-alvo, inicialmente, são jovens-adultos e adultas, mas também pessoas maduras que preferem narrativas não tão longas e cujos finais, algumas vezes, são abertos, permitindo ao leitor e construí-los ou reconstruí-los a partir da própria experiência.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?
Este livro é mais um sonho quase realizado. O quinto neste mundo literário. O sonho é quase realizado porque só publicar um livro não basta. É importante e necessário, para o autor ou autora, um feedback de sua obra; sentir que, de fato, construiu conexões e que estas podem se ampliar. Tenho como objetivo construir uma carreira literária, com autoridade, confiabilidade e respeito dos pares a médio e longo prazo.

O que te inspira escrever?
O desejo de colaborar na esperança de criar um mundo novo, tendo o ser humano como centro. Mostrar que as mudanças precisam acontecer dentro de cada leitor ou leitora, para então, transbordar novos valores humanos a partir da empatia, que não é nem simpatia e nem antipatia, mas que gera conexão, motivação e sentimento de pertença. Deste modo, ser capaz de construir a fraternidade, igualdade, solidariedade e equidade entre as pessoas.

O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?
Sim, meu livro merece ser lido porque os contos mostram para o leitor / leitora uma nova forma de ver o mundo, criando empatia nesta sociedade fragmentada na qual vivemos hoje!

Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?
Conheci a Scortecci por meio de seu site, em janeiro de 2018; na ocasião havia um convite para participar de sua Antologia a ser lançada na Bienal daquele ano. Assim, publiquei meu primeiro texto literário: "Almoço Silencioso" naquela antologia, intitulada O Silêncio das Palavras, publicada e lançada na Bienal naquele ano.

Obrigada pela sua participação.

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