Elli Roché
Nome literário de Elizete Zabudowski Rocha, é advogada, filósofa, empresária e escritora curitibana.
Dedica-se aos estudos da filosofia, ética, comportamento humano e tecnologia, buscando compreender os desafios da existência contemporânea diante das transformações digitais. É autora da obra infantil Era uma Vez a Dona Joaninha – Os Cinco Sentidos e Suas Funções e idealizadora da Filosofia da Presença Consciente, proposta filosófica que valoriza o equilíbrio entre o avanço tecnológico e a experiência humana autêntica. Recentemente publicou o livro infantil: Antonella, Bella! . Em suas obras, une reflexão crítica, sensibilidade humana e compromisso com a construção de uma sociedade mais consciente.
Nome literário de Elizete Zabudowski Rocha, é advogada, filósofa, empresária e escritora curitibana.
Dedica-se aos estudos da filosofia, ética, comportamento humano e tecnologia, buscando compreender os desafios da existência contemporânea diante das transformações digitais. É autora da obra infantil Era uma Vez a Dona Joaninha – Os Cinco Sentidos e Suas Funções e idealizadora da Filosofia da Presença Consciente, proposta filosófica que valoriza o equilíbrio entre o avanço tecnológico e a experiência humana autêntica. Recentemente publicou o livro infantil: Antonella, Bella! . Em suas obras, une reflexão crítica, sensibilidade humana e compromisso com a construção de uma sociedade mais consciente.
Mundo Real / Virtual - O Ser e a Autenticidade em Tempos de Espelhos Digitais
Em uma sociedade cada vez mais conectada, onde as experiências humanas transitam constantemente entre o mundo físico e o ambiente digital, surgem novos desafios relacionados à identidade, à autenticidade e ao sentido da existência. Em Mundo Real / Virtual - O Ser e a Autenticidade em Tempos de Espelhos Digitais, a autora propõe uma reflexão filosófica sobre os impactos da tecnologia, das redes sociais e da hiperconectividade na construção do ser contemporâneo. A obra apresenta a Filosofia da Presença Consciente como uma proposta de equilíbrio entre inovação tecnológica e humanidade, convidando o leitor a repensar sua relação consigo mesmo, com o outro e com o mundo em uma era marcada pelos espelhos digitais.
ENTREVISTA
Olá Elli. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?A obra propõe uma reflexão filosófica sobre o ser humano diante do mundo digital. Discute identidade, liberdade, autenticidade e responsabilidade em uma sociedade cada vez mais mediada por redes sociais, algoritmos e inteligência artificial. O convite central é simples e, ao mesmo tempo, essencial: como permanecer humano em meio a tantas mediações tecnológicas?Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?A ideia nasceu da observação de uma realidade cada vez mais conectada e, paradoxalmente, muitas vezes mais distante da presença e da autenticidade. Minha formação em Filosofia e Direito também orientou esse olhar sobre liberdade, escolhas e responsabilidade. É uma obra destinada a todos que desejam compreender melhor sua relação consigo mesmos, com o outro e com o universo digital.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Sou filósofa, advogada, empresária e escritora. A literatura tornou-se uma forma de reunir diferentes experiências e transformá-las em reflexão. Mundo Real | Virtual integra esse percurso autoral, que também contempla a literatura infantil. Mais do que um sonho realizado, considero a escrita um projeto em permanente construção.O que te inspira escrever?O ser humano. Suas escolhas, contradições, afetos e a busca de sentido diante das transformações do mundo. Escrever, para mim, é observar o presente com atenção e transformá-lo em perguntas capazes de despertar consciência.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?Porque aborda uma questão que atravessa a vida de praticamente todos nós: quem somos quando parte de nossa existência acontece diante das telas? O livro não condena a tecnologia; convida ao discernimento. Sua proposta é recuperar a autonomia, a autenticidade e a presença consciente em um mundo de estímulos permanentes.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Cheguei à Scortecci em minha trajetória como escritora e encontrei uma editora com experiência, tradição e cuidado com o autor. A relação construída com a editora e o trabalho desenvolvido em minhas obras fizeram com que esse caminho literário se consolidasse naturalmente.
Obrigada pela sua participação.


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