11 março, 2017

Entrevista com Claudia Almeida - Autora de: LINDA E FELIZ

Claudia Almeida
Nome literário de Claudia Rosane de Almeida.
Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 29 de Outubro de 1964, Professora de Educação Física. Tem como característica própria sua alegria e seu modo de ser, está sempre de bem com a vida. Gosta de se cuidar e ama a vida. Autora do Livro Linda & Feliz.






Diversas maneiras para cuidar da beleza, da saúde e os benefícios para uma vida saudável. Doenças que podem ser evitadas e a cura pode estar na natureza. Viver a vida bem vivida e ser feliz.









Olá Claudia. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O livro Linda & Feliz traz informações para que o leitor se beneficie. Visa a saúde, a beleza e bem estar, que estão ligados aos hábitos alimentares, atividade física e prevenção de algumas doenças para uma vida saudável e feliz. A ideia de escrever o livro Linda & Feliz surgiu à muito tempo, pois sempre gostei de cuidar da beleza e da saúde e resolvi compartilhar minhas experiências. O público que se destina minha obra é o público feminino de modo geral.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Com certeza é o primeiro de muitos outros que virão.
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é nada fácil, mas nada que o faça perder o entusiasmo. A leitura faz parte da nossa vida, nos informa, nos ensina, nos dá asas a imaginação e nos leva pra qualquer lugar.Em relação ao Brasil onde a leitura é pouco valorizada, acredito que isso está mudando e tem que mudar.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Um amigo me indicou.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Mas é claro, com toda certeza. Linda & Feliz traz preciosas informações de beleza e de saúde que toda mulher gostaria de saber. Um livro de cabeceira para ser consultado sempre que precisar.
É com o maior carinho que dedico esse livro para todas as mulheres, guerreiras e que estão sempre querendo se embelezar, cuidando da beleza e da saúde.

Obrigado pela sua participação.
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09 março, 2017

Entrevista com Badu - Autor de: O MUNDO DAS EMOÇÕES

Nome literário de Edivaldo Timóteo Leite.
Nasci, cresci e vivi quase toda minha vida em um mesmo bairro na capital de São Paulo, mas hoje ele é muito diferente do que era na minha infância. Naquela época podia-se nadar nos rios, minha casa não tinha muros e meu quintal era o mundo. Como na canção de Belchior, “eu era alegre como um rio, um bicho, um bando de pardais”. Eu vivia livre, sem regras e sem medo de nada. Perdi minha mãe aos nove anos de idade e tudo mudou. Desenvolvi uma timidez extrema que me fez prisioneiro dela. Por volta dos 20 anos, passei a morar sozinho, acostumei-me à paz que a solidão proporciona. Mas numa noite, surpreendentemente, depois de duas décadas morando sozinho, fui tomado de um medo tão intenso que não conseguia passar nem sequer uma noite sozinho. Esse texto é minha tentativa de entender o que ocorreu comigo naquela noite.

Esse livro é sobre paixão, medo e ódio. Ele não é um romance, como geralmente é tratado esse tema, nem é uma tese acadêmica, pois a psicologia não é minha área de formação. Eu narro aqui uma experiência de medo intenso que tive e o caminho que percorri para superá-lo. Escrevi porque a narração escrita é também um processo de cura e autoconhecimento. E também porque gostaria de romper o silêncio, o tabu que existe em nossa sociedade com relação a distúrbios psicológicos.


Olá Badu. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Meu livro surgiu em razão de um medo intenso e aparentemente sem explicação te tive em uma noite. Procurei entender o que estava ocorrendo comigo e voltei minha atenção para minha própria mente. Creio que nessa busca eu consegui entender alguns mecanismo do inconsciente. O livro portanto trata de autoconhecimento. A ideia do livro surgiu diante da necessidade de por para fora o que sentia e também tentar compartilhar minha experiência com outras pessoas. Meu livro se destina ao público adulto.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Quando comecei a escrever não tinha a menor ideia de como iria terminar meus escritos e também não tinha intenção de transformá-lo em livro. Inicialmente ele era apenas uma tentativa de entender o que estava acon tecendo comigo, portanto, não foi uma coisa planejada. Continuo escrevendo sobre o mesmo assunto, mas só pretendo publicar meu novo texto se tiver resultados práticos na minha tentativa de usar minha mente melhor do que a usei até hoje.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil é uma profissão ingrata. O brasileiro lê cada vez menos e quando o faz, se apega a leitura de pior qualidade.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sempre compro Livro na Marins Fontes da Dr. Vila Nova, ao lado de onde trabalho. De tanto comprar livros lá, fiz amizade com o atendente. Um dia perguntei a ele como se fazia para publicar um livro. Ele me indicou a Scortecci.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro é sobre uma experiência muito vivida e muito pouco compartilhada que é a de distúrbios psicológicos. Nós não compartilhamos experiências nesse campo, embora haja um número enorme de pessoais enfrentando problemas parecidos com o que tive. Creio que isso seja um erro de nossa sociedade ocidental. Temos de trazer para o cotidiano assuntos como o inconsciente e seu funcionamento. Fizemos isso com parte da medicina, o que só nos trouxe benefícios. Devemos fazer o mesmo com a psicologia. Nós queremos viver amparados na razão, mas somos arrastados para a irracionalidade, por não conhecer essa parte obscura da mente humana, que é o inconsciente. Minha tentativa com meu livro é abrir um diálogo sobre as emoções. Minha mensagem para o leitor é que podemos superar distúrbios psicológicos e problemas emocionais por meio do autoconhecimento. Somos fruto do que vivemos, mas não somos prisioneiros do passado. Podemos ser uma superação de nós mesmos.

Obrigado pela sua participação.
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07 março, 2017

Entrevista com Fernando Tanajura - Autor de: LIVRO DAS TROVAS

Nasceu em Nazaré das Farinhas, no Recôncavo Baiano. De lá saiu pelo mundo: Salvador, Rio de Janeiro, Washington, D.C. e Nova York foram lugares especiais para ele em que praticou a arte e a experiência de bem viver. Estudou, trabalhou, amou, viveu e escreveu sem parar. Descompromissado em se vincular a uma carreira literária, Fernando não frequentou nenhum curso de Literatura. Pelo contrário, cursou faculdade de Ciências Contábeis e de Administração de Empresas, profissões que exerceu ao longo de sua carreira de trabalho no Rio de Janeiro e em New York. Autodidata, Fernando Tanajura publicou os livros de poesia: Retratos (1990), Coisas do coração (1993), Cântico das rosas (1997) e Dos beijos (1999). Também escreveu a peça para teatro A vaca (1982) que lhe valeu o prêmio montagem pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, encenada na Sala do Coro do Teatro Castro Alves (Salvador-BA) e a peça infantil O macaco astronauta (1998) encenada em espanhol, El mono astronauta, no teatro FEDEE, em Nova York. Constante colaborador de publicações de língua portuguesa em New York (NY), Newark (NJ) e Boston (MA), Fernando também é presença frequente nos sites de poesias da internet, especialmente Recanto das Letras (www.recantodasletras.com.br), Usina de Letras (www.usinadeletras.com.br) e Poesia Pura (www.poesiapura.com).

Com o advento da internet, a facilidade de publicar trabalhos literários ficou acessível para qualquer um que esteja conectado. São muitos os sites dedicados às letras e à literatura. Em contrapartida, torna-se cada vez mais difícil a publicação em papel, devido ao custo, à mão de obra e ao tempo despendido. Isso não quer dizer que o livro desapareceu ou morreu. Pelo contrário, o livro continua vivo, e é sempre bom manusear o papel, sentir a textura, cheirar a tinta e ver a palavra brotar em sua plenitude efervescendo o imaginário do leitor. Apesar de a maioria das trovas aqui apresentadas já terem sido publicadas em variados sites da internet, o autor sentiu a necessidade e a motivação de organizar pacientemente esta coletânea, como se arrumam fotografias para um álbum muito especial e fazer festa em cada mente de quem o lê. Cada trova é uma história, é um assunto, é uma imagem, é uma ideia que se forma na cabeça do leitor. O que se torna intrigante é a liberdade e a independência dos muitos flashes que cada uma carrega por si só. Isso fica interessante porque a leitura se torna livre e leve ao deixar o leitor descompromissado de uma leitura vinculada. Mergulhe nesta viagem e deixe o imaginário tomar conta dessa singular onda de fascinação.

A trova é uma poesia formada por uma única estrofe (poesia monostrófica), com sete sílabas métricas ou poéticas (redondilha maior) em cada um dos seus quatro versos, que devem oferecer ao leitor o significado completo da mensagem a ser transmitida.
Maria Lúcia Marangon

A poesia é a criação rítmica da beleza em palavras.
Edgar Allan Poe

A Trova é o vaso de flores que o povo põe à janela de sua alma.
Fernando Pessoa

Trova é coisa danada
até parece neném
tem hora que não sai nada
mas de repente ela vem
Fernando Tanajura

Olá Fernando. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Trovas variadas que falam de amor, magia, irreverência política, fé, congratulações, reflexões, emoções, coisas corriqueiras, etc. Fui escrevendo ao longo do tempo e, quando comecei a organizá-las, vi que daria um pequeno livro destinado ao leitor menos exigente e que usa a leitura como entretenimento e lazer. Montei o livro com uma estrutura de fácil leitura, onde o leitor pode ler e parar, depois continuar lendo de qualquer ponto sem se prender à continuidade. Foi uma aventura singular que me envolveu por meses seguidos me trazendo muita satisfação.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sempre escrevi por prazer e devoção. Apesar de não ter uma formação acadêmica literária, sempre tive a disciplina de observar imagens, anotar histórias, curtir o significado das palavras e colocar as ideias no papel para transmitir minha mensagem. Este é o meu quinto livro de poemas e escrevi também três peças para teatro, além de participar de algumas antologias.Sou também muito participativo nos sites de poesias da internet e tenho uma página no Facebook dedicada à poesia com milhares de seguidores.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Deve ser muito difícil. Eu não escrevo como meio de vida e sim como devoção, além de, com a escrita em português, manter um canal vivo com a minha língua pátria, uma vez que vivi mais da metade da minha vida fora do Brasil em país de língua inglesa.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci em 1990 através de uma amiga escritora e poeta. Apesar da distância, mantemos um relacionamento, posso dizer, familiar. Sinto-me em casa no Espaço Scortecci, depois de todos esses anos e oito edições de quatro títulos: RETRATOS, COISAS DO CORAÇÃO, CÂNTICO DAS ROSAS e LIVRO DAS TROVAS.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Certamente que merece ser lido pois é uma forma de o leitor se entreter, refletir sobre alguma verdade, se declarar ou seduzir através das minhas palavras e por aí vai. É uma forma dinâmica de me comunicar. Constantemente recebo mensagens de leitores pedindo autorização para usar alguma trova para mandar para alguém do seu relacionamento ou achando que escrevi aquelas simples quatro linhas pensando neles.Este retorno é muito gratificante e me faz ver que valeu a pena todo o trabalho de escrever, organizar, publicar, divulgar, vender ou doar essa coletânea de versos simples e diretos.

Obrigado pela sua participação.
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05 março, 2017

Entrevista com Aparecido Elias Pescador que fala sobre João Elias - Autor de: A SUPOSIÇÃO DO GATO

João Elias da Silva
O escritor e poeta João Elias, nasceu a 18/11/1940 em Olhos D’Água dos Monteiros, Quebrângulo, próximo a Paulo Jacinto, Alagoas, Brasil, onde viveu a sua infância. Esta era a terra do grande escritor Graciliano Ramos, ambiente que foi base, possivelmente de livros como “Vidas Secas”, “São Bernardo” e outros da autoria do Graciliano. Ainda garoto mudou-se para a capital Maceió, bairro do Prado, onde cursou até a antiga oitava série. Quando ainda jovem veio para São Paulo e fixou-se na região noroeste; e viveu no bairro do Moinho Velho (Freguesia do Ó). Depois mudou-se e viveu por muitos anos na Vila Acre, região da Vila Bancária, Jardim Primavera, Santa Marina, Vila Penteado e circo-vizinhança. E por fim Jardim Rodrigo, região do Jardim Rincão e Parada de Taipas.
Foi casado com Marlene Zanirato, com quem dividiu seus momentos da vida madura. Ela o acompanhava nas atividades e premiações literárias, como na UBT (União Brasileira dos Trovadores), nas ricas décadas de 1980 e 1990. Foi ela quem cuidou dele na sua enfermidade, pelos longos 7 anos, 9 meses e 11 dias de convalescênça. 
Alfaiate de profissão, como se diz à moda antiga, trabalhando em casa, com a sua velha máquina de costura, fita métrica ao pescoço, esquadros, tesoura grande, e demais instrumentos e acessórios.
Teve ele longa e intensa atividade literária. Deixou muitos escritos. Em seus cadernos pessoais encontramos textos datados da década de 1950 e 1960.

Traz nesta seleção de contos a sua característica “machadiana”, com a rica descrição dos personagens, envolvendo os enredos com fortes aspectos psicológicos e até parapsicológicos, em certos pontos, focados nas experiências humanas, assuntando o cotidiano das pessoas para aguçar a curiosidade e provocar reflexão.
Esta ousadia de invadir a privacidade dos personagens, maneira tão gostosa e intrigante que nos oferece a literatura, também não deixa de nos presentear com o seu lado docemente poético, indelével. 
A sua literatura é carregada de percepções extrassensoriais, apresentadas na obra ora de forma direta, ora indiretamente, e os finais são sempre inusitados, surpreendentes, o que é uma característica de todo bom conto.
A suposição do gato sublima o amor na essência e transparência da linguagem de qualidades ostensivas, mas com mensagens simpáticas e profundas, que levam ao impacto nem sempre empírico, mas pragmático, reverente, discreto, intenso, num espírito harmônico, quando o olhar atento prova as delícias do terno enlevo e regozija as emoções individuais, uma por uma, e alimenta as nossas carências, e faz beber a alma da sua pura seiva...

Olá Aparecido Elias. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
São contos.
Este livro possui contos que datam da década de 1950 até à década de 1980, aproximadamente. É uma publicação póstuma, fruto de uma promessa de sobrinho para o seu tio, no seu quase leito de morte, fato narrado no Prefácio do livro.
A obra se destina a todo o bom apreciador da literatura de qualidade.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
A literatura para nós, os Elias, é mais que um sonho ou uma paixão: é a essência da nossa própria vida. Eu comecei a ter contato e desenvolver trabalhos literários com o meu tio João Elias, quando tinha lá pelos meus 12 anos de idade. Estou com o meu quinto livro no prelo, digitando, aperfeiçoando e trabalhando ele. O seu nome será O Canto dos Anjos. o tio Joãozinho tem uma vasta literatura datilografada, à moda antiga mesmo, e pretendo lançar outros livros por ele, ou seja, eu pretendo manter acesa a sua LUZ. Ou melhor, a nossa LUZ.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Olha, eu tenho feito constantemente divulgação da nossa literatura, inclusive promovendo tiragens sequenciais de marcadores de páginas, com fortes mensagens, é claro. Posso afirmar que as pessoas atualmente têm me surpreendido e até emocionado com doces e ternos acolhimentos. O povo brasileiro é sensível, e apesar dos nossos graves problemas sociais, somos uma nação de gente muito amorosa. Isto é apaixonante, e não pretendo parar de semear as boas ideias e mensagens edificantes. Este é o meu foco, o meu lema, o meu alvo: você não precisa de muita coisa para ser feliz, ou seja, basta saber extrair muito do pouco que se tem, se é que posso chamar uma rica literatura de pouco!... Quero dizer que, quem valoriza e transforma a literatura em muito é o receptor (leitor).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É simples e direto: começamos nosso nobre trilhar na literatura no mesmo ano: 1982. Eu devo ser um dos autores mais antigos da Editora, da época da galeria da Teodoro Sampaio.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Nossos livros devem ser lidos, e com atenção, amor, carinho. Trazendo agora uma palhinha do que tenho reservado para O Canto dos Anjos, este nome nasceu do profundo desejo de que meus leitores simplesmente sintam no coração, ao lerem o que produzimos com imenso amor, O SUAVE, SUBLIME, TERNO... DIVINO... CANTO DE ANJOS!

Obrigado pela sua participação.
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03 março, 2017

Entrevista com Andressa Almeida - Autora de: ENTRE O AMOR E A POESIA

Nome literário de Andressa Alves Machado de Almeida. Nasceu em 16 de abril de 1984 em São Paulo (SP), onde reside até hoje. É casada há três anos com Luís Ricardo e tem duas filhas: Lívia e Ana Júlia.
Tem o segundo grau completo e atualmente trabalha com vendas. Gosta de artesanato e, claro, ama escrever! Entre o amor e a poesia é sua estreia na literatura.

Este livro foi preparado para você sentir e saber o quanto é maravilhoso amar e ser amado. Nem sempre tudo é como num conto de fada, a realidade do cotidiano é diferente: podemos sentir saudade, traição, falsidade, mentira, mas também amor.
Que a leitura deste livro mostre que nada deve abalar nossa força em buscar algo novo para nossa vida sentimental. Leia, você vai gostar e se apaixonar!


Olá Andressa. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Amor ao próximo.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Virá muitos ainda.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Somos poucos valorizados, mas ainda existe grandes leitores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pelo site.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Foi feito com muito carinho e também o conteúdo mostra que vale a pena amar.

Obrigado pela sua participação.
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01 março, 2017

Entrevista com Sebastião Ribeiro - Autor de: GLITCH

(São Luís – MA, 1988) é graduado em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão. Componente da obra Acorde (Scortecci, 2011), com Igor-Pablo e Wesley Costa; pode ser lido em Macondo n. 6 (2012); Samizdat n. 39, e Substânsia n. 3 (2014), 7faces n. 11 (2015) e Philos n. 2 (2016). Autor de & (Scortecci, 2015). 




É um mundo de esperança danificada, de gestos falhos, de sistemas e processos corrompidos de emoções a se compreender; alguém que se projeta em feridas e desvios a fim de identificar possíveis saídas. Aqui, a poesia de Sebastião Ribeiro conversa com a queda, a ânsia e o problema das expectativas de um meio já formatado a quem se vê como distante, diferente, outsider: um erro aos olhos alheios. Com um tom de desabafo e confissão, às vezes de deboche ou desesperança, ou ainda, compaixão e medo, Glitch é uma obra que dos inconformismos e das sanhas em cada um de nós — são palavras do deslocamento em busca de ouvidos acostumados a mudez.

Olá Sebastião. É um prazer contar novamente com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.


Do que trata o seu Livro? Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Glitch é o filtro, peneira, telhado ou escudo pelos quais me relaciono com a dor e beleza de ser um erro; da percepção de que sou parte quebrada, falha em um sistema de homens e coisas. Alguém às voltas com sua fragilidade e emoção dominante, ciente de códigos perdidos e as inevitáveis perdas e concessões que se faz na vida, em busca de equilíbrio, ainda que em caos organizado.
Glitch não é necessariamente vindo de uma ideia, mas foi se configurando ao passo que o escrevia... Algumas desventuras (base de quase tudo que escrevo) em minha vida o fizeram tomar forma. Ele é muito ligado a seu antecessor, mas o foco (se assim posso dizer) aqui é muito mais a percepção de desconforto que o espírito diferente sofre, do que a percepção e expressão da diferença em si.
Glitch é destinado a todos os outsiders possíveis... A todos que se permitirem, que não escolham se alienar e que tenham a coragem de enfrentar a inadequação e a dúvida da existência.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Fazia poesia na adolescência, religiosamente, todos os dias, por cerca de 10 anos. Entretanto, somente em meus primeiros anos de meus 20 é que tomei as rédeas e ciência da real (?) dimensão do fazer poético: o que, para que, como, onde e porquê. Venho sendo publicado em antologias, revistas e blogs. No meu blog pessoal, o GAVETA, GALÁXIA, me permito experimentações e notas mais livres. Dali, inclusive, surgiram alguns poemas de Glitch. Em 2015, editei junto a Scortecci meu 1º livro (solo , pois em 2011, em companhia dos amigos e poetas Igor Pablo Dutra e Wesley Costa, lancei a coletânea Acorde, com 15 textos de cada um), chamado &.
Em relação ao sonho, digo que fazer poesia, ter textos, verbalizar e organizar ideias, tudo isso, não significa obrigatoriamente a iminente obra, editada e lançada. Muitos mantêm para si seus escritos, outros querem ver seus livros de qualquer forma nas partes... Sou da ideia de que o texto poético, acima de qualquer denominação, é Arte, e Arte íntima. Penso o desejo de compartilhar pela necessidade de conexão com os possíveis leitores, os outros glitches. Não vendo muito a questão do sonho.
Em tempo: clichês me dão ânsia; árvores, livros; filhos, comiseração.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Desafio. Resistência. Ato de coragem. Especialmente quando, antes de ser escritor, há um artista desejoso de expressão, processador de emoções, suas e alheias, como the late great Renato Russo, p. ex. Ainda que não seja otimista que, a curto ou médio prazo, concretize-se uma mudança consistentemente positiva no perfil leitor do país, busco fazer minha parte como: 1. professor de escola pública, 2. produtor e promovedor de literatura e, 3. artista espantado, que se incomoda e questiona (como todo artista deveria ser, mas...).

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já trabalhei com a Scortecci outras vezes, como dito acima. É uma editora de qualidade e respeito no meio, com quem tenho uma ótima comunicação.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Repito o que disse em outra entrevista: todo livro merece ser lido. Por mais questionável sua qualidade ou razão de ser. Entretanto, o que torna Glitch peculiar, logo, penso eu, digno de leitura, é sua linguagem que não se limita a parecer isto ou aquilo e, ao mesmo tempo, o assume; e o cerne e entorno de sua motivação, a experiência expressa de quem se depara com instituições, sistemas, pessoas e sentimentos como se fosse algo à parte, alguém que duvida, se afasta (por dentro e por fora) para tentar entender o que passa. Sem falar também do lado lúdico, digamos assim, de um oblíqua diversão que há no fazer e ler poesia -- as imagens, sons e caminhos que nos surpreendem, nos calam, nos fazem sorrir ou sentir estranhamentos.
Aos que se permitirem, desejo sorte e ternura, ao se arriscar nesse Glitch.

Obrigado pela sua participação.
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