13 agosto, 2024

Suelene Theodoro Bueno - Autora de: O RETORNO - LUZ E ESCURIDÃO NAS CACHOEIRAS - LIVRO 3

Nasceu na cidade de Goiânia (GO) e reside em Itumbiara (GO). Advogada, pós-graduada em Direito de Família e Sucessões, membro da Academia Itumbiarense de Letras-AILA, escreve por paixão. É autora dos livros Encontro da luz e Escuridão nas Cachoeiras, posteriormente lançado como Luz e escuridão nas cachoeiras – Não é hora de partir – Livro 1 e Era hora de partir – Livro 2, Era Hora de Partir - Livro III O Retorno, livro infantil a História das Cartas Mágicas.
 

O retorno - Luz e escuridão nas cachoeiras - Livro 3

Na tentativa de enfrentar a si mesma ainda que atravessando várias vidas num passe de mágica estar entre diversas personalidades que não definem quem você é.
De repente surge uma saída retornar ao ninho para reencontrar consigo e rever seus planos de vida ganhando forças para partir novamente, seus sonhos se foram e onde estaria a verdadeira realidade, algo havia se perdido.




Entrevista

Olá Suelene. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Uma obra de ficção em que a personagem trafega em outros planos, indo a outras dimensões e vivenciando momentos que soam como lembranças muito antigas.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A criação veio desde pequena somente bem depois quando já adulta comecei a descrever colocar no papel, no início eram cartas que ao final de longos anos fui percebendo uma lógica de que tudo está interligado, tudo tem um sentido mesmo que em alguns momentos não entendemos, contar descrever ainda que retratando um mundo fictício liberta, sendo instigante a indagação estamos juntos? Alguém se identifica? Daí a ideia de divulgar. Público destinado aos jovens e adultos.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Como dito anteriormente desde o nascimento um mundo fictício se desenrolava a minha frente e se tornaram uma longa história no total serão 9 livros este O Retorno é o Livro III, assim todos já elaborados aguardando as devidas correções.
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que um rio não desaparece por inteiro ainda que corra no sub solo e sempre haverá a grande possibilidade dele ressurgir como antes, o importante é acreditar e alimentar, ainda que não serão os mesmos que usufruirão quando ele retornar.
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Inicialmente pela Internet depois continuei e somam quatro anos sinto me honrada por me aceitarem e a cada dia fico mais encantada com a responsabilidade, profissionalismo, admiro o trabalho deles e me sinto acolhida, mesmo sendo uma candidata a escritora, e estar engatinhando neste mundo.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
A imaginação nos leva por infinitos caminhos quando desejamos entender o motivo de determinadas coisas acontecerem, compartilhar uma tentativa de acertar entre a realidade e a ficção, nos identificamos com tantos outros e valorizar a força que existe quando podemos ter um lugar para voltar e tomar um fôlego, e depois partir novamente.
 
Obrigada pela sua participação.
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10 agosto, 2024

Mário M. B. Cruz - Autor de: A PLENOS PULMÕES

Mário M. B. Cruz
É paulista de Campinas. Pai de duas filhas, engenheiro agrícola por formação, financista por profissão, músico por inspiração. Sentiu ser este o momento de escrever seu primeiro livro, baseado em sua experiência pessoal vivida com a covid-19.
 
 
 
 
 
 
A plenos pulmões

O início da década de 2020 foi marcada pela chegada de uma pandemia que pegou a humanidade de surpresa: a COVID-19. Doença muito impactante, trouxe à luz a vulnerabilidade do ser humano quanto a novos tipos de doença, ao mesmo tempo em que nos exigiu resiliência e uma grande capacidade de superação. Fomos testados enquanto sociedade. Vivemos situações que o mundo não via desde a gripe espanhola, nos idos de 1918. Apesar de uma minoria ser suscetível às formas mais graves da doença, sua letalidade gerou imagens muito fortes, que dificilmente sairão das mentes dos que sobreviveram a este episódio.
Neste livro você terá a oportunidade de conhecer a luta pessoal de alguém que foi acometido pela doença e, mesmo com quadro agravado, conseguiu sobreviver ao ataque do vírus e aprender algumas boas lições de vida.

Entrevista

Olá Mário. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Meu livro é autobiográfico; fala da experiência que tive ao contrair a covid-19 no auge da pandemia, em março de 2021. Além do descritivo médico, mostra ao leitor as angústias, esperanças e os desafios pessoais que eu e as pessoas ao meu entorno enfrentamos naqueles dias.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu enquanto eu ainda estava internado no hospital, sobrevivendo ao ataque do vírus. Seria fácil dizer que é um livro para público adulto. Mas o livro é de fácil leitura, acredito que se destina a um público que tenha maturidade mínima o suficiente para se identificar com as situações que foram apresentadas.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Espero que seja o primeiro de muitos. Apesar de achar que “bati a meta” de deixar um livro escrito para a posteridade, sei que tenho material para desenvolver novos trabalhos. Provavelmente não será algo parecido com este primeiro livro, mas aproveitará os recursos que aprendi com essa incursão no mundo das letras.
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No mundo imediatista da Internet, as pessoas querem ler pouco e rápido. Mas percebi nas pessoas uma grande curiosidade cada vez que eu dizia que estava escrevendo um livro. A impressão que tive é de que as pessoas acham que o escritor é muito distante, quase inalcançável. Na média, quantos escritores há no círculo de relacionamento da maioria das pessoas? Arrisco dizer que esse número é menor que 0,001. Creio que o ofício de escritor continuará sendo fundamental para a difusão de pensamentos. Quem tem preguiça de ler, frequentemente também tem preguiça de pensar. Precisamos estimular o pensamento estruturado, lógico e criativo, para impulsionarmos as novas gerações de leitores e escritores.
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Recebi a indicação de uma grande amiga, Viviane Cristina Batistella, que aliás me brindou com um brilhante e generoso prefácio. Eu, que não tinha experiência nenhuma no mundo editorial, fui muito bem amparado e assessorado pela equipe da Scortecci.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Acredito que sim. Porque traz à luz uma série de reflexões que, vez por outra, todos nós fazemos – principalmente em momentos difíceis da vida. A mensagem para o leitor é: leia, procure sentir e, à medida do possível, reviver aqueles momentos que enfrentamos há cerca de 3 anos. Sofremos perdas irreparáveis, mas nos tornamos mais fortes e talvez tenhamos evoluído um pouco.
 
Obrigado pela sua participação.
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Maria Lima Passarello - Autora de: POESIAS E PENSAMENTOS

Maria Lima Passarello

Advogada, empresária, mediadora e conciliadora.
Escreve poesias desde a adolescência. Publicou seu primeiro livro de poesias em 2021. A vida em seus tempos, pela Scortecci Editora, O Segundo, Sentimentos em versos, saiu em 1a. edição pela Artelogy Editora, tendo sido lançado na 26a. Bienal Internacional do Livro de São Paulo, em 2022.
 
 
 
 
Poesias e pensamentos

Os Poetas já nasceram eternos. Suas obras são instrumentos que nos ajudam a lembrar dessa imortalidade.
Neste livro, a Autora convida seus leitores a viajarem pelo desconhecido dentro e fora dos corações: conhecer novas paisagens e redescobrir os sentimentos que estão presos ao peito.
Suas poesias e pensamentos nos “chocam” por dizerem aquilo que o mundo não nos convida a expressar.
A sinceridade de sentimentos marca novamente o conjunto dessa obra, repetindo o sucesso emocional dos seus livros anteriores.
São sensações e vivências presentes em qualquer idade e gênero humano.
Por isso, você estará identificado rapidamente.
Destaco os poemas sobre o envelhecimento e o etarismo que nos ajudam a compreender o contexto histórico-socialpolítico-ambiental em que foram escritos.
O livro é um marco e uma prova para as futuras gerações compreenderem a vida no século XXI, por uma mulher.
Sempre jovem. Sempre defensora, Sempre mãe, Sempre amiga. Sempre militante. Sempre poetisa.
Estimado Leitor, delicie-se com essas poesias. Não tenha medo de caminhar por elas. Vá viver esses sentimentos...
Respire fundo.
Encontre uma linda paisagem ao seu redor e... abra o livro!
Carlos Drumond de Andrade, em seu poema Sete Fases, já nos preparou para esse momento: “Vai Carlos, ser guache na vida”. Tudo o mais serão alegrias...

Entrevista
 
Olá Maria. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
POESIAS E PENSAMENTOS
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Já escrevi três livros de poesias pela Scortecci Editora, inclusive Antologias.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Adoro escrever, tenho projeto de escrever mais livros de poesias e contos. Cada livro editado e lançado é um sonho realizado. Pretendo traduzir obras já lançadas para espanhol e inglês.
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
No meu caso, acho maravilhosa porque não dependo da venda dos livros para sobreviver. Quanto ao Brasil, a leitura está evoluindo e acredito que está começando a ser valorizada, vamos acreditar e ter fé, continuando a escrever.
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através da internet.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim merece ser lido, é puro poesia, onde transmito ao leitor sentimentos de alegria, tristeza e felicidade. O leitor encontrará pensamentos do cotidiano e do coração. Desejo a todos leitores uma boa leitura!

Obrigada pela sua participação.
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Luísa Andrade Machado, Vera Novack - autoras de: MENINA VERSOS MULHER

Luísa Andrade Machado nasceu em 15 de agosto de 2006 em São Paulo (SP). Lançou seu primeiro livro, As aventuras do capitão Manivela (Editora Companhia Ilimitada, 2018) aos 11 anos. Bicampeã do Sarau de Poesias do Colégio Jardim São Paulo e medalhista de bronze na primeira edição nacional da Olimpíada de Português (OP) em 2023, Luísa sempre encontrou na escrita uma maneira de se colocar abertamente ao mundo. Conheceu Vera Novack no Coral do Colégio Jardim São Paulo, no qual canta desde pequena, e, desde então, ambas cultivam um vínculo único, cujo fruto é esse mesmo livro que você tem em mãos agora. Atualmente Luísa está focada em seus estudos para cursar Letras, além de continuar escrevendo sempre que lhe dá na telha (geralmente em horários muito inoportunos, como no meio da madrugada). Por ora, pretende continuar alimentando seu vício em livros, poesia e chocolate até que um novo projeto surja.
Vera Novac - Farmacêutica-bioquímica, pianista, regente, professora, palestrante, leitora interessada e aprendiz de poeta nos momentos mais introspectivos, Vera Novack nasceu num outono, ao meio-dia de uma quarta-feira, 23 de março de 1955, curiosa para conhecer a Lua minguante que a ela seria apresentada naquela noite. Essa reverência ao céu ela faz até hoje em suas fotografias amadoras, percebendo formas nas nuvens e poesia em cada pôr do sol. Gosta de retratar as belezas imensas, as minúsculas – e até as microscópicas – que encontra em seu caminho, tentando compor um equilíbrio entre sua racionalidade científica e sua sensibilidade feminina. Os palcos são um segundo “doce lar”, um espaço mágico onde, na função de regente, convive com uma grande família de cantores e músicos que dão sentido à sua vida profissional e que enobrecem seu dia a dia. Escrever tem sido sua melhor forma de calar, quando suas palavras não conseguem ser mais sonoras do que seu silêncio – como confessa no poema de abertura deste livro, “Em poucas palavras”. Mostrar seus poemas agora, por este livro, a quem os queira ler e ouvir, representa para ela uma nova e madura forma de comunicação, talvez a sua mais completa tradução.
 
Menina Versos Mulher

Seja por força do acaso ou pela presença constante da poesia em suas vidas, uma menina e uma mulher se encontram e imediatamente experimentam uma afinidade que transcende as palavras. Com admiração mútua, passam a trocar poemas que, coincidentemente ou não, conversam entre si e tecem uma renda de inspirações, sejam elas taciturnas como uma madrugada silenciosa, ou cheias de esperança como uma flor em meio ao asfalto. O livro Menina versos Mulher traz uma coletânea desses momentos de união e sincronicidade, fazendo com que a menina e a mulher igualem suas diferentes idades por meio da poesia. Ambas se permitem trazer à tona infantilidade e maturidade, brincando despretensiosamente ou promovendo sérias reflexões por meio de seus versos. Criada para contar - em versos - a história de duas pessoas unidas pela arte, essa obra busca compartilhar os frutos de um convívio fértil entre diferentes gerações. O livro impresso permite - como bônus - o acesso ao audiolivro de mesmo nome, no qual todos os poemas são declamados pelas autoras. Sincero, único e intimista, o livro Menina versos Mulher o fará mergulhar nas águas mais profundas das mentes de Vera e Luísa, apenas para fazê-lo retornar à superfície comovido e tomara, completamente renovado.

Entrevista

Olá Luísa. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
"Menina Versos Mulher" é um livro que trata, sinteticamente falando, de encontros. No caso, do encontro específico entre uma menina - Luísa - e uma mulher - Vera - que se conheceram e quase imediatamente descobriram que falavam um mesmo idioma: a poesia. Assim, esse livro é uma coletânea de sonetos, poemas e pequenas frases que as duas compuseram em conjunto, formando uma série de escritos que conversam entre si.
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Luísa: A ideia em si surgiu despretensiosamente. Eu (Luísa) e Vera trocamos muitas mensagens desde o início. Nessas nossas conversas, ela me enviava um poema e eu respondia com outro que havia escrito. Aos poucos, fomos descobrindo que, inconscientemente, escrevíamos sobre temas muitos parecidos: quase sempre eu tinha um poema que tratava do mesmo assunto que um poema dela e vice-versa. Quando percebemos, tínhamos material suficiente para criar uma obra, e o sonho do livro começou. Acreditamos também que qualquer um possa se identificar com o livro, sem uma faixa-etária pré-determinada. Criança, jovem, adulto - todos podem se encontrar na poesia.
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Luísa: Embora eu já tivesse lançado um livro em 2018 (As Aventuras do Capitão Manivela, Cia. Ilimitada), sinto que esse é um sonho realizado entre mim e Vera. Para ela, é sua primeira obra publicada, o que torna tudo muito especial. Posso ser "veterana" na área, mas lançar um livro é sempre uma experiência única em cada situação, ainda mais um projeto em conjunto como "Menina Versos Mulher". Estamos muito empolgadas. Quem sabe, no futuro, mais projetos como esse surjam. Esse livro abriu uma porta de possibilidades para nós duas.
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Luísa: É desafiador, claro, mas creio que toda profissão tenha seus obstáculos. O que importa para mim é estar fazendo o que amo e que possa inspirar outras pessoas. Em um país onde a educação é tão desprezada, escrever e ler é um ato de resistência. E resistir é ter esperança.
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Luísa: Fiquei sabendo através de uma conhecida minha. Ela me recomendou o grupo, uma vez que já havia lançado vários livros com a Scortecci, e me passou o contato.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Luísa: Acredito que quem decide se ele merece ser lido ou não é o próprio leitor, depois de ler. Não tenho direito de falar o que merece ou não ser lido, isso é muito pessoal. Ainda mais se tratando de poesia, um nicho tão abrangente, em que existe gosto para tudo. Mas o que eu posso dizer é que nossa história (minha e da Vera) merecia ser contada. Toda história merece ser contada.
 
Obrigada pela sua participação.
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08 agosto, 2024

Carlos Menezes - Autor de: A VOZ DO VIOLÃO: UMA AVENTURA MUSICAL COM ZÉ MENEZES

Carlos Menezes

Nome literário de Carlos Alberto de Miranda Menezes. Nasceu no Rio de Janeiro em 17/07/1959, depois de uma pequena passagem pelo Jornal do Brasil e Fundação Roquete Pinto, ingressa em 1983 na TV Globo onde teve uma carreira iniciada na Central Globo de Engenharia e depois na Central Globo de Programação permanecendo lá por 31 anos até sua saída em 2014. Na globo exerceu diversos cargos executivos, dentre eles o de Diretor de Programação da Globo Internacional, encerrando este ciclo profissional como Diretor Regional de Programação da TV Globo Rio.
Na saída da TV Globo, e como era formado em Direito, volta a estudar, faz pós graduações em Direito Eletrônico e Magistério Superior em Direito e à convite dos amigos advogados, Marcelo José Villas Boas Campos e Paulo Roberto Tavares, ingressa no escritório que passa a chamar-se Villas Boas, Tavares e Menezes Sociedade de Advogados, onde permaneceu até dezembro de 2021.
Pai de dois filhos, Erika Menezes, de 35 anos e Lucas Menezes, de 16 anos. Hoje reside com sua atual mulher Denise e seu filho em Portugal, advogando, dando palestras em escolas e universidades portuguesas sobre o uso ético e racional das novas tecnologias, além de atuações contra o bullying e o cyberbullying.
Atualmente, cursa o último ano de um mestrado em Direito e Informática na Universidade do Minho, demonstrando com isto a força do exemplo, de estudos constantes, que seu pai legou.

A voz do violão: uma aventura com Zé Menezes

Nasceu José Menezes de França, mas viveu como Zé Menezes boa parte de sua vida e se consagrou como um dos maiores multi-instrumentistas que o mundo já viu.
Cavaquinho, violão Tenor, violão, viola, bandolim, guitarra, guitarra portuguesa, banjo e etc. Ele costumava dizer que “de corda só não toco sino”. O maestro Zé Menezes se foi aos 92 anos em plena atividade. Minhas memórias afetivas tentam contar um pouco da sua história e de suas aventuras musicais, já que não podia deixar morrer o amor que dedicava a sua arte e aos seus instrumentos.
Muitas histórias deste músico fantástico que sempre esteve muito a frente de seu tempo e que na visão de muitos de seus companheiros de jornada, era um verdadeiro gênio!

Entrevista

Olá Carlos. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Nasceu José Menezes de França, mas viveu como Zé Menezes boa parte de sua vida e se consagrou como um dos maiores multi-instrumentistas que o mundo já viu.
Cavaquinho, violão Tenor, violão, viola, bandolim, guitarra, guitarra portuguesa, banjo e etc. Ele costumava dizer que “de corda só não toco sino”. O maestro Zé Menezes se foi aos 92 anos em plena atividade. Minhas memórias afetivas tentam contar um pouco da sua história e de suas aventuras musicais, já que não podia deixar morrer o amor que dedicava a sua arte e aos seus instrumentos.
Muitas histórias deste músico fantástico que sempre esteve muito à frente de seu tempo e que na visão de muitos de seus companheiros de jornada, era um verdadeiro gênio!
 
Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Ainda quando papai estava vivo, sonhava em algum dia dedicar-lhe um livro. Era uma tarefa desafiadora para mim.
O tempo foi passando e a única coisa que tinha na cabeça era o título principal: “ A Voz do Violão”, um título que gostava e que foi tirado de um dos discos que papai fez ao longo de sua virtuosa carreira.
Vida profissional intensa, um pouco de receio e a certeza de que seria difícil falar com o distanciamento necessário, acabaram por não permitir que ele visse a visão que um de seus filhos tinha do artista.
Papai se foi aos 92 anos, em plena atividade. O tempo passou a atividade profissional se equilibrou e a vontade de não perder as memórias afetivas que trazia comigo acabaram por me levar a esta aventura musical.
Destina-se a todos que amam o que fazem, amam a música e amam histórias de determinação e talento
 
Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Este livro, além de ser a realização de um sonho é o retrato de uma vontade em realizar outros projetos literários. O primeiro passo está dado!
 
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Muito difícil! Diria que beira o "sacerdócio". A vida de um escritor se aproxima também da docência, pois é uma partilha de experiências, somadas a doses de uma imensa dedicação, disciplina e desprendimento.
Mas o prazer de ver sua obra nas mãos dos leitores compensa as agruras.

 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através do grande amigo e biógrafo do músico "Garoto", Jorge Carvalho de Mello.
 
O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Todo autor deseja e espera que seu livro agrade o público. Neste caso, o livro traz uma história de sucesso, a custo de muito estudo, dedicação, renúncia e amor à música.
Um verdadeiro exemplo de humildade de um grande músico que buscava a excelência a todo instante e que nunca se acomodou no trato de seus instrumentos.
Chico Anysio, disse certa vez sobre ele: "...Do banjo ao violão, do cavaquinho a viola americana, do violão de oito cordas a viola sertaneja, em qualquer que seja o instrumento, seus dedos calejados de músico que toca e estuda, deslizam com uma intimidade admirável, com a certeza de quem sabe o que está fazendo e o faz com tanto brilho que cada instrumento que toca parece ser o seu “de sempre”. A verdade, porém, é que sem que soubessem, TODOS sempre foram dele.
A história retratada aqui, tenta mostrar que não basta ter talento para tocar bem um instrumento e acaba por demonstrar que a busca pela perfeição é constante e eterna.
 
Obrigado pela sua participação.
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05 agosto, 2024

Georgia Kazazian Basmacilar - Autora de: RECEITAS DA GEORGIA

Georgia Kazazian Basmacilar
Nasceu em São Paulo (SP) e atualmente cursa o último semestre do curso de Nutrição. Tem muito interesse pela área de Gestão da Qualidade em Serviços de Alimentação Hospitalar, que cursou no Hospital Sírio-Libanês. Seus hobbies são escrever, ler e cozinhar. Em 2013, publicou o livro Garota na Moda. Receitas apresentadas na capa:
1. Babaganuche; 2. Doce de semolina; 3. Faláfel; 4. Koshary; 5. Macarrão no forno; 6. Manteiga de azeite; 7. Melado com tahine; 8. Shakshuka; 9. Pão com gergelim feito com massa de pizza; 10. Pizza; 11. Pudim de queijo; 12. Tomate seco; 13. Homus; 14. Salada de frutas; 15. Sorvete de frutas; 16. Salada grega; 17. Torta de queijo; 18. Cebola frita para o koshary; 19. Pizza.

Receitas da Georgia
A autora é apaixonada pela cozinha e neste livro traz receitas feitas com muito amor e carinho, pois cada uma delas tem relação com histórias de sua família. Buscando juntar os melhores sabores, ressalta sempre a qualidade e os benefícios dos alimentos e indica, quando possível, substituições de ingredientes no caso de restrições alimentares. Entre as várias receitas, destacam-se a manteiga de azeite, o hambúrguer vegetariano (faláfel), homus (que pode substituir o patê de queijo) e o koshary, prato completo vegetariano tipicamente egípcio. A mãe da autora, nascida no Egito, de família de origem armênia, e por isso a maioria das receitas trazidas por Georgia são dessa origem. Nos países árabes há grandes comunidades armênias; no Brasil, os imigrantes armênios se concentram na cidade de São Paulo.
 
Entrevista
 
Ola Georgia. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.

Do que trata o seu Livro?
De culinária armênia.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu em sobrelevar a culinária armênia, um dos povos mais antigos do mundo, vítimas do primeiro genocídio do século XX, com tradição milenar e presença no Brasil, em especial na cidade de São Paulo.
A leitura se destina a todos que apreciam iguarias bem gostosas!

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
É meu segundo livro, mais um sonho concretizado. O projeto é algo bastante particular, primeiro é necessário avaliar e depois que concretizar, festejar.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Entendo que é uma conquista deixar um livro escrito. Livros são para o mundo como filhos!
 
Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Primeiramente congratulo pelo trabalho de excelência da editora Scortecci! Conheço a editora desde 2013, quando da publicação do meu primeiro livro, chamado Garota na Moda. Fez muito sucesso!!

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece ser lido como todos merecem serem lidos, pois todos agregam algo ao seu leitor. No meu, em especial agrega muito na culinária armênia rica em temperos e sabor por trás de tanta história.
Minha mensagem ao leitor é muito simples: dê sabor a sua vida!

Obrigada pela sua participação.
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