segunda-feira, 18 de abril de 2022

Entrevista com Alcidéa Miguel - Autora de: ESSA TAL DIFERENÇA

Alcidéa Miguel
Nome Literário de Alcidéa Miguel de Souza
É formada em Artes e Música e Pós-graduada em Arte Educação e Cultura.
Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (cadeira 25); Academia de Letras da Praia Grande (16) e da Academia Internacional de Literatura Brasileira (563).
Atua como professora, musicista e escritora; participou de 31 antologias, possui 10 livros publicados dos mais variados temas, como romance, poesia, contos e crônicas, para o leitor adulto e infantil, alguns títulos editados pela Editora Scortecci.

Essa tal diferença

Uma história que envolve sentimentos, ensina como lidar com as diferenças, combatendo a discriminação e selando a amizade.
Conta a história de Manu, uma menina que sofria discriminação racial na orquestra que ela tocava. O sábio professor percebendo que, além desse fato haviam outros conflitos discriminatórios que geravam divisões e tristezas ao grupo, logo começou a ensiná-los de maneira prática sobre o respeito às desigualdades criando um clima harmonioso, não somente na orquestra, mas para toda a vida.
Boa leitura!


Entrevista

Olá Alcidéa. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Envolve sentimento e ensina como lidar com as diferenças, combatendo a discriminação e selando a amizade. Conta a história de duas crianças que viveram um conflito racial durante uma atividade musical em orquestra. O sábio professor percebendo que o fato discriminatório gerava divisão e tristeza no grupo, logo começou a ensiná-los de maneira prática sobre o respeito às desigualdades. Com isso criou um clima harmonioso, não somente na orquestra, mas para toda a vida.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu convivendo com crianças e adultos em sala de aula, lecionando as disciplinas de música e artes; e também acompanhando as notícias do mundo. Fui percebendo o quanto o ser humano tem dificuldades em lidar e respeitar as diferenças, em diversos aspectos. Atuando como musicista e escritora, me senti na responsabilidade de compartilhar essa mensagem com adultos e crianças, principalmente para crianças de 8 anos, a qual se destina essa obra, acreditando que ensinando a criança, teremos um futuro melhor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou formada em Artes e Música e Pós-graduada em Arte, Educação e Cultura. Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (cadeira 25); Academia de Letras da Praia grande (16) e da Academia Internacional de Literatura Brasileira (563). Atuo como professora, Atriz, Modelo, Embaixadora da Cultura, Musicista, Apresentadora do Programa Samba de Elyte (Rádio e TV Elyte) e Escritora; tendo participado de 31 antologias no Brasil e Portugal. Possuo 10 livros publicados dos mais variados temas, como romance, poesia, contos e crônicas, para o leitor adulto e infantil. Meus projetos no mundo das letras é alcançar as pessoas do mundo com as minhas obras, através de contação de histórias, rodas de conversas, bienais, peças teatrais, saraus, poemas cantados; presenciais e on-line. Farei uso das mais variadas estratégias para que a literatura pertença a todos.
Quando iniciei no ano de 2012, lançando meu primeiro livro pela Editora Scortecci intitulado “Ainda há tempo para a esperança”, era apenas a realização de um sonho: escrever um livro; como que plantar uma árvore e ter um filho. Hoje, sinto-me comprometida e imergida na literatura, que está em mim e é tempo quase integral na minha vida.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que a vida de escritor no Brasil é muito difícil e muitas vezes vemos portas fechadas para novos trabalhos. O título “escritor” ainda é respeitado e admirado por muitos, mas, poucos brasileiros têm o hábito da leitura. Acredito que é preciso fazer um trabalho de base educacional para que o aluno dê preferência a leitura de um livro do que a utilização mais frequente da internet e suas redes sociais. Isso aperfeiçoará o leitor e fará dele não somente um admirador do escritor, mas, um parceiro fiel e estimulador de novas escritas..

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de uma amiga. Ela havia lançado um livro e me convidou para tocar saxofone no evento. No outro dia telefonei para ela perguntando sobre a Editora Scortecci e no mesmo dia eu já estava aqui para conversar sobre a minha auto biografia que planejava editar. Lancei “Ainda há tempo para a esperança” em 2012; e me surpreendi porque vendi os 500 exemplares em três meses! Então continuei a escrever. Minhas atuais obras pela Editora Scortecci são: “Ser mulher”, “Sampa em contos e crônicas negras”, “Um amor feito tatuagem”, “O diário dos meus crespos versáteis” e “Essa tal diferença”..

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro “Essa tal diferença” merece ser lido, porque traz uma mensagem desafiadora. Olhar para as diferenças das pessoas, respeitá-las, incluí-las; e com essas ações, realizar grandes projetos. A linguagem do livro é infantil e abrangente aos adultos; encerrando com uma canção educativa. Em anexo a partitura da música para que todos aprendam a cantá-la, com o objetivo de fixar a mensagem de: “Construir um mundo melhor”. Ainda no youtube da autora tem o clipe da canção cantada “Essa tal diferença” ilustrando a mensagem e fixando o aprendizado.
Queridos leitores: Sinto a imensa alegria em escrever para cada um de vocês; de onde vêm a minha inspiração; e a alegria maior ainda é a de compartilhar. Que esta obra possa alcançá-los e que a mensagem escrita possa modificar o seu viver, de tal forma que alcance o coração daquele que o cerca.
Boa leitura!.

Obrigado pela sua participação.

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