Raul Borges Guimarães
É mineiro, professor titular do Departamento de Geografia da UNESP de Presidente Prudente. Formado pela PUC-SP em geografia, foi professor da Educação Básica no Colégio Equipe de São Paulo na década de 1980, publicou diversos livros didáticos e especializou-se em Geografia da Saúde desde quando ingressou na carreira docente em 1990. É bolsista produtividade do CNPq, com livros e artigos sobre saúde, ensino, cartografia temática e planejamento territorial. Recebeu o título de “Cavaleiro do Mérito Educativo” pelo Ministério da Educação e o Prêmio Josué de Castro pelas suas contribuições para o desenvolvimento das políticas de educação e saúde no Brasil.
É mineiro, professor titular do Departamento de Geografia da UNESP de Presidente Prudente. Formado pela PUC-SP em geografia, foi professor da Educação Básica no Colégio Equipe de São Paulo na década de 1980, publicou diversos livros didáticos e especializou-se em Geografia da Saúde desde quando ingressou na carreira docente em 1990. É bolsista produtividade do CNPq, com livros e artigos sobre saúde, ensino, cartografia temática e planejamento territorial. Recebeu o título de “Cavaleiro do Mérito Educativo” pelo Ministério da Educação e o Prêmio Josué de Castro pelas suas contribuições para o desenvolvimento das políticas de educação e saúde no Brasil.
A chuva simplesmente chove
Neste livro de crônicas, se mostra um guardião de memórias coletivas. Mergulhando no universo de lembranças da infância, da juventude, em vivências intergeracionais e em acontecimentos singulares ou históricos, exala lugares que habitam em nós e que necessitamos explorar. Reflexões pontuais apontam rizomas universais que envolvem ancestralidades, mitologias, o cuidado com o meio ambiente, as artes, a literatura e tantas outras vertentes da vida que tanto fazem falta para a construção permanente de nossa subjetividade e vida saudável, com tomada de consciência sobre as ideias e valores que nos rodeiam. Enfim, nas crônicas deste livro o tempo tem gosto, tem aroma e não é linear. O tempo não para. Não há presente, passado e futuro: o tempo é memória e memória é tempo.
ENTREVISTA
Olá Raul. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?O livro reúne crônica que escrevo semanalmente no jornal O Imparcial, município de Presidente Prudente. Trata-se de cenas cotidianas, assim como situações vividas como professor universitário.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?Fui formando um público nas redes sociais, que acompanha semanalmente a minha produção. A publicação do livro significou um balanço da escrita dos últimos 5 anos e o fechamento de um ciclo.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Sou professor da UNESP há 36 anos e professor de geografia desde 1982.Tenho vários livros didáticos e obras acadêmicas. O livro de crônicas é o primeiro de outros projetos. Já tenho 270 crônicas aguardando outras publicações. Talvez comece a escrever contos também.O que te inspira escrever?Sempre parto de alguma situação cotidiana, mas a escrita me leve para relações familiares, intergeracionais (com meus estudantes) e reflexões mais gerais acerca da vida social.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?O livro foi preparado por um editor experiente, que conseguiu organizar a obra de maneira que o leitor vai progressivamente se envolvendo com os temas. São textos curtos, mas numa linguagem direta, mas também afetiva e poética. É uma oportunidade para conhecer um pouco mais de perto a vida de um professor.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Quem me indicou a editora foi José Castilho, criador da Editora da UNESP e grande amigo. Tive o privilégio de ter a apresentação do livro escrito por ele.
Obrigado pela sua participação.


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