Nome literário de Eunice Ribeiro de Souza Falcão
É paulistana, nasceu em setembro de 1966 é graduada em Letras e Pedagogia. Atuou como professora por 30 anos para a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
É amante da literatura, paixão que despertou ao exercer a profissão trabalhando com variados textos literários.
Sem esquecer sua formação de origem, atualmente se dedica à arte de compor textos criativos.
É paulistana, nasceu em setembro de 1966 é graduada em Letras e Pedagogia. Atuou como professora por 30 anos para a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo.
É amante da literatura, paixão que despertou ao exercer a profissão trabalhando com variados textos literários.
Sem esquecer sua formação de origem, atualmente se dedica à arte de compor textos criativos.
“Embora trace novos caminhos, o ser professora nunca sairá de mim.”
Herança! Quem não gostaria de ser contemplado com um bom legado por toda a vida? A reflexão recai sobre benefícios ou infortúnios advindos do espólio. Lina foi uma dessas pessoas agraciadas com uma boa herança. Filha de sitiantes no sertão nordestino na década de 40, no leito de morte do seu padrinho, recebeu dele uma verdadeira fortuna em moedas de ouro e prata. Um patrimônio que moldaria para sempre o seu destino. A menina nunca teve lembranças exatas deste episódio, por ser ainda criança quando tudo aconteceu, mas sabia que herdara algo do padrinho porque sempre ouvia das pessoas da família, em especial das tias: “A herança é de Lina”. Uma história baseada em fatos reais, com questões abertas para livre interpretação do leitor, fatos e acontecimentos nunca devidamente esclarecidos e dados como segredos de família. Uma leitura adulta para despertar análise e avaliação no tocante a valores de caráter.
ENTREVISTA
Olá Eunice. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?Jardim de margaridas é um romance. A história de uma jovem que migra do sertão nordestino para a cidade grande, São Paulo, nos finais da década de 50. O livro apresenta toda as dificuldades da mulher daquela época em querer se posicionar no meio social, estudar, formar uma profissão, trabalhar.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?Eu sempre quis homenagear uma pessoa especial na minha vida, minha mãe. Um dia resolvi apresentar aos leitores a história da mulher nordestina, sonhadora, com muitos ideais e condições para alcançá-los, porém, por ser mulher, não lhe foi dado o direito de escolha, porque, como se dizia naquela época e no meio familiar em que ela vivia, as meninas eram educadas para casar, ser boa esposa e criar os filhos. Uma leitura que pode despertar no leitor adulto senso crítico no tocante a valores de caráter.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Sim, tenho projetos para o mundo das letras. Um dele é produzir textos criativos, que eu gosto muito! Eu já publiquei um romance, uma ficção (UMA JANELA PARA A VIDA), livro de crônicas (MULHERES EM CRÔNICAS), de contos (BEIJO DE MÃE E OUTROS CONTOS) e trabalhos literários em revistas e antologias. Quanto aos meus sonhos, estou sempre em busca de idealizá-los, afinal, nada que sonhamos deve ficar na gaveta, devemos, ao menos, tentar realizá-los.O que te inspira escrever?Produzir arte é prazeroso, a escrita literária é uma arte. Muita vezes, o que me inspira escrever é a satisfação de ver meu texto pronto, como uma pedra preciosa, que brilha, após várias lapidadas.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?Sim, o meu livro e todos os livros do mundo merecem ser lidos, pois toda leitura é válida para algum conhecimento. Digo mais, a leitura de um livro não deve ser para comentários desprezíveis, e sim para melhorá-lo. pois a leitura é um dos melhores hábitos da vida, se não for o melhor.Jardim de margarida é especial para mim, por ser um livro escrito em memória de minha mãe, uma história baseada em fatos reais com episódios de conflitos por causa de heranças e segredos de família. A história de uma das muitas mulheres presas a convenções e costumes sociais da época.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Eu conheci o pessoal da Scortecci Editora na feira literária de Itu – SP. Entrei em contato e pedir orçamento para publicar meu livro. Gostei da proposta apresentada e da atenção que eles dedicaram a mim, uma escritora batalhando para publicar seu primeiro livro, deu certo. Assim foi a parceria.
Obrigada pela sua participação.


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