Pablo Lozano
É artista visual, designer e joalheiro. Sua prática atravessa a arte, explorando afeto, memória e transformação.
Desde pequeno, escuta histórias e conselhos de sua avó. Este livro nasce dessa escuta e da vontade de não deixá-los desaparecer. Escrever tornou-se uma forma de permanência e homenagem.
Graduado em Publicidade (FMU) e pós-graduado em Arte e Tecnologia (Belas Artes), atualmente cursa pós graduação em Artes Visuais pela ECA-USP. Vive e trabalha em São Paulo.
É artista visual, designer e joalheiro. Sua prática atravessa a arte, explorando afeto, memória e transformação.
Desde pequeno, escuta histórias e conselhos de sua avó. Este livro nasce dessa escuta e da vontade de não deixá-los desaparecer. Escrever tornou-se uma forma de permanência e homenagem.
Graduado em Publicidade (FMU) e pós-graduado em Arte e Tecnologia (Belas Artes), atualmente cursa pós graduação em Artes Visuais pela ECA-USP. Vive e trabalha em São Paulo.
Eu, Rosa, Nada Cor-de-Rosa
Este livro é um convite: escutar o que o tempo quase apagou. Inspirado nas histórias que ouvi de minha avó, este relato mistura memória, imaginação e emoção em uma escrita que pulsa entre o real e o inventado. Histórias dela atravessam estas páginas, entre o que foi vivido e o que se reinventou. Se você já sentiu que uma história pode mudar algo dentro de você, este livro é para ser lido devagar e lembrado por muito tempo. Porque algumas histórias não terminam. Elas se transformam. E você, também guarda histórias que nunca te abandonaram?
Este livro é um convite: escutar o que o tempo quase apagou. Inspirado nas histórias que ouvi de minha avó, este relato mistura memória, imaginação e emoção em uma escrita que pulsa entre o real e o inventado. Histórias dela atravessam estas páginas, entre o que foi vivido e o que se reinventou. Se você já sentiu que uma história pode mudar algo dentro de você, este livro é para ser lido devagar e lembrado por muito tempo. Porque algumas histórias não terminam. Elas se transformam. E você, também guarda histórias que nunca te abandonaram?
ENTREVISTA
Olá Pablo. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?Eu, Rosa, nada cor-de-rosa é um romance narrado em primeira pessoa por Rosa, minha avó. A história parte das memórias e dos relatos que ela me contou sobre sua família e atravessa diferentes gerações, países e momentos históricos. Entre Portugal, Espanha, Argentina e Brasil, a narrativa reúne histórias de família, amores, aventuras, conflitos, desejos, perdas e recomeços.Acompanhamos a vida de Rosa e das pessoas que vieram antes dela, em uma história marcada por deslocamentos, relações familiares, paixões, escolhas e pelas circunstâncias de uma época. É uma narrativa sobre pessoas tentando encontrar seu lugar no mundo, enquanto carregam consigo as marcas de suas origens e das escolhas de quem veio antes.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?A ideia surgiu há alguns anos, quando minha avó começou a me contar histórias da família. Como sempre fui muito curioso, comecei a querer saber mais e mais. Perguntava, puxava um fio, aparecia outra história, depois outra, e, quando percebi, já tinha um livro inteiro se formando na minha cabeça.Acredito que seja uma obra para leitores que gostam de histórias de família, com pitadas de romance e aventura, personagens fortes e vidas cheias de acontecimentos. É também para quem gosta de entrar em uma história sem saber exatamente onde ela vai chegar e descobrir, junto com os personagens, os caminhos que a vida pode tomar.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Eu, Rosa, nada cor-de-rosa é meu primeiro livro. Ele nasceu, antes de tudo, como uma homenagem à minha avó, uma pessoa que fez muito por mim e que teve um papel fundamental na construção de quem sou hoje. Nós tínhamos uma conexão muito forte, e escrever sua história foi também uma maneira de registrar e preservar um pouco dessa relação.Sim, é um sonho realizado. Mas não quero que seja o único. Depois de passar alguns anos escrevendo este livro, já tenho outra ideia na cabeça e vontade de começar a escrever o próximo. Talvez eu tenha descoberto que essa inquietação também pode morar na literatura.O que te inspira escrever?A curiosidade e o olhar para o outro me aproximam muito da escrita. Gosto de observar as pessoas, suas histórias, seus comportamentos, suas contradições. Costumo dizer que sou um reparador do mundo, e acho fascinante poder transformar aquilo que observo em histórias.O que mais me interessa é justamente essa possibilidade de compilar, imaginar, misturar e transformar histórias em alguma coisa que possa ser compartilhada. Colocar tudo isso no papel é também uma maneira de mostrar um pouco do que existe dentro da minha cabeça.Acho que isso sou eu: um ser inquieto, que observa, inventa e está sempre querendo descobrir alguma coisa nova.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?Acho que o que torna o livro especial é justamente a mistura entre vida real e imaginário. Há muitas histórias nele, e cabe ao leitor descobrir o que realmente aconteceu e o que foi inventado.São memórias familiares, e talvez muitas delas possam despertar alguma identificação, porque toda família tem suas histórias, seus segredos, suas versões e suas contradições. O que fiz foi pegar esse material e passar tudo pelo filtro da minha cabeça inquieta, de um artista que também quis experimentar ser escritor.Existe ainda uma particularidade importante: essas histórias chegaram até mim pela oralidade. Não eram cartas, diários ou documentos escritos. Eram histórias contadas pela minha avó. Isso me deu uma liberdade muito grande para imaginar, preencher lacunas e construir a narrativa.E acho que o livro ganha força principalmente nas páginas finais, quando a história vai crescendo e muitas coisas começam a se revelar. Alguns amigos e familiares já leram e estão gostando muito. Agora é a vez de outros leitores descobrirem a história de Rosa e decidirem, por conta própria, o que é memória e o que é invenção.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Cheguei à Scortecci por indicação de uma grande amiga, que também é escritora e já publicou pela editora. Foi através dela que conheci o trabalho da Scortecci e surgiu a possibilidade de apresentar meu livro para avaliação.
Obrigado pela sua participação.


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