15 novembro, 2021

Entrevista com Sônia Vianna - Autora de: Eu, hein... Filosofando

É pesquisadora das religiões e dos sonhos. Autora dos livros O Conto sem nome e Detalhes, diálogo com o espírito Soren Kierkegaard, tradutora dos livros Um ramo de flores (Qom, Irã) e Os Salmos Islâmicos, (Filosofia e Religião) autora participante de diversas antologias e outros. Como escritora e fotógrafa eterniza de forma única e especial os sonhos, seja em contos ou em imagens. Uma trabalhadora da luz, dos sonhos. Natural do Rio de Janeiro, mãe de dois filhos, vive atualmente em Curitiba.

O que fazemos enquanto dormimos? Natalie é uma menina doce que toda noite, ao dormir, vive uma experiência particular em que ela pode ser tudo o que imaginar, sem ter que seguir a cartilha de como ser uma princesa. Ela explora, então, um universo de possibilidades e descobre que o mundo da filosofia é também para meninas.





ENTREVISTA

Olá Sônia. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Meu livro fala das nossas reflexões através dos sonhos, ele traduz o que é o filosofar no nosso dia dia e apresenta alguns filósofos para os pequenos leitores.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu da vontade de levar a filosofia ao mundo infanto-juvenil e em especial aos autistas por mostrar de forma natural como é o pensar filosófico, muitas frases prontas são repetidas pela internet sem que sejam refletidas e realmente aproveitadas. Ele é destinado aos pequenos leitores mas também atende ao público adulto que procura uma leitura reflexiva e breve.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Eu sou uma sonhadora, tenho muitos planos relacionados ao mundo das letras, principalmente livros como este que proporciona um pensamento reflexivo e espontâneo. Esse já é meu terceiro livro publicado, além de três grandes traduções e várias participações em antologias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
A leitura é pouco estimulada no Brasil por Ns motivos, e um dos motivos é o custo alto de um livro que afeta diretamente ao mundo literário no geral, sejam autores, editores, leitores... como autora Brasileira sei que a escrita fica em segundo plano, muitos sonhos e histórias ficam todos em segundo plano, pois na realidade do Brasil a sobrevivência vem em primeiro plano e muitas vezes enterrando os sonhos. Outro fator é o desinteresse pelo próprio Brasil, pelos autores Brasileiros, não há interesse em explorar um livro desconhecido, seguindo o interesse apenas aos já reconhecidos mundialmente. Não se sabe, mas muito se perde por medo de se arriscar em uma leitura de novos autores. O Brasileiro tem muita história pra contar.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
É meu segundo livro publicado com a Scortecci, agora com o selo Pingo de Letra por atender em especial ao público infanto-juvenil. Já passei por outras editoras, mas a Scortecci dá aos nossos planos a atenção merecida de um sonho.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, claro! Pelas crianças e também pelos adultos. Ele pode ser lido em uma sala de espera para proporcionar segurança, em um parque em grupo, em um piquenique, ou à noite no quarto deitada na cama pronta para sonhar, e até mesmo em sala de aula por ele ser um livro leve e inspirador. E aos meus leitores, eu desejo bons sonhos e deixo aqui um convite, vamos filosofar? Pois temos um universo a explorar.

Obrigado pela sua participação.


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Entrevista com Almeida Júnior - Autor de: As noites sombrias da alma

José Benedito de Almeida Júnior
É filósofo, professor de filosofia e escritor.

As noites sombrias da alma é o resultado de imagens que voluntariamente se apresentaram em noites seguidas. Trata-se das descrições de imagens que pulsaram de modo avassalador, invadindo o estreito espaço da consciência de modo tão intenso que se fez necessário escrever aquilo que surgia. Foram muitos anos entre o fluxo das imagens e este livro, que é, do mesmo modo, ato inevitável de tudo o que emergiu. Assim, os três processos se sucedem. No primeiro, ocorre uma purificação de tudo o que se acumulou na consciência: suas mágoas, seus rancores, suas decepções. Depois, uma nova percepção da existência parece iluminar o mundo, fazendo-nos vê-lo sob uma outra perspectiva. Até que, por fim, nos unimos novamente ao mundo comum, o mesmo, porém, completamente outro.

ENTREVISTA

Olá Almeida. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Trata-se de uma obra poética que registra um momento de imersão nas profundezas do inconsciente ou, noutra perspectiva, da emersão dos conteúdos do inconsciente sobre a consciência.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Surgiu a partir da percepção de que deveria registrar os poemas que assomavam à alma. O público ao qual se destina são aqueles que, de uma maneira ou de outra, enfrentaram os mistérios da existência. 

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Tenho outros livros da área de Filosofia. Este não é o meu único livro de literatura, mas é o primeiro a ser publicado. 

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que estamos em meio a uma onda de ignorância que tomou conta de parte da sociedade brasileira. Assim, cada livro é uma forma de lutar por uma sociedade democrática e orientada pelos valores das ciências e das artes, hoje perseguidos por um governo com aspirações ditatoriais.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Site.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Prefiro deixar a escolha de ler ou não o livro aos impulsos e intuições das leitoras ou leitores. É como um portal, passar por ele será uma decisão de cada um.

Obrigado pela sua participação.

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Entrevista com Mari Ricomini - Autora de: Titi, um Cãozinho sem Igual!

Meu nome é: Mariângela Biscáro Ricomini.
Amo escrever, ler, ilustrar, contar histórias e ensinar.
Sou professora faz muitos anos.
Minha mãe contava histórias para mim e para minha irmã quando éramos pequenas.
Amo os animais, principalmente os cachorros.
Acredito em Deus e no seu poder transformador.
Um forte abraço e boa leitura!

Titi vai fazer você viajar pelas asas da leitura... Sinta as emoções desse cãozinho, compartilhe cada aventura vivida por ele. Um livrinho para você tocar e se emocionar do começo ao fim...




ENTREVISTA

Olá Mari. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro? 
Uma bela história verídica das aventuras e trajetórias da vida de um cãozinho chamado Átila.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Minha ideia, a priori, surgiu em narrar a história de Átila, para que as crianças aprendam a amar e respeitar os animais.
Destina-se ao público infantil e juvenil.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Um grande sonho começa a nascer, mas confesso que meu amor por escrever, já me fez redigir novas, divertidas e reflexivas Literaturas Infantis.
Em breve novas publicações aconteceram! Aguardem!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Devemos insistir, persistir em escrever e até ilustrar Obras Literárias Infantis, fomentando o gosto pela leitura nas crianças desde a mais tenra idade, por isso sou professora e durante 33 anos tenho a responsabilidade de incentivá-los. Já tive o privilégio de trabalhar em uma Sala de Leitura de uma Escola Estadual de São Paulo, onde crianças e adolescentes da periferia tinham acesso a excelentes livros literários. Meu Projeto foi um sucesso durante os dois anos e meio que atendia os alunos, fazendo minhas Contaçôes de Histórias.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Pesquisando pela Internet, encontrei esta Editora que ao meu ver tem se mostrado idônea, a Scortecci e entrei logo em contato.
Fui acompanhada pela senhora D. Maria Esther Perfetti que muito me auxiliou e estabeleceu a ponte entre escritora e editora.
Surgiu, também o contato com o Luiz Fernando Cardoso, responsável pela apresentação da minha Obra Prima Literária: "Titi, um Cãozinho sem Igual!"
Eu só tenho a agradecê-los.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu recomendo esta Obra Literária Infantil e Infantojuvenil a todas as famílias a começar pelas brasileiras, pois princípios de amor, carinho e bons cuidados e tratos com os animais são abordados nesta Literatura.
"Titi, um Cãozinho sem Igual!", irá encantar, cativar e impactar leitores de todas as idades, deixando a esta geração um importante legado e ensinamento de vida que só aqueles que lerem se apropriarão deles.
Posso afirmar que vale a pena ler: "Titi, um Cãozinho sem Igual!"( Mari Ricomini).
Abraços Literários a todos!.

Obrigado pela sua participação.
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19 julho, 2021

Entrevista com Jovina GBenigno - Autora de: Versus de Uma Vida

A poeta nasceu em Fortaleza, numa família de oito irmãos, começou a escrever ainda adolescente, mas o amor pelas artes (em especial a Literatura), foi manifesto logo na infância. Com formação em Letras e Direito. Teve poemas publicados em jornais da cidade, e em Jornais da CAIXA, empresa onde trabalhou por 31 anos. Premiada em Concurso Nacional de Poesia da Escola Nova Acrópole de Filosofia, em 2017. A Poeta teve também poemas selecionados para compor diversas Antologias Literárias a serem publicadas agora em 2021, tais como: Antologia Poetas Premiados - Prêmio Off FLIP de Literatura 2021 (a ser lançada na Semana de Literatura de Paraty); Antologia Poesia Brasileira/Poetize 2021(Vivara Editora); Antologia Prêmio Poesia Agora 2021 (Editora Trevo) e ainda na Antologia Esboços da Alma (comemorativa dos 35 anos de fundação , Editora Scortecci).

Tem uma natureza quase autobiográfica, mas não totalmente. Na escolha dos poemas, a autora não se prendeu a critérios, tais como ordem cronológica ou temas, foi sim o prazer de juntar parte dos seus originais e dar corpo ao livro. Cada poesia chegou por vontade própria, e a poeta teve que atendê-las. Os poemas têm nuances filosóficas acerca do sentido da vida e do paradoxo simplicidade e complexidade, dela indivisíveis, especialmente em vista das reminiscências próprias da poeta e de sua observação dos cenários, tempo e pessoas diversas, sem esquecer os metapoemas, são ainda flagrantes: o amor da autora pelos livros, o respeito à natureza das coisas, a contemplação da beleza e uma busca quase frenética para entender a si e ao outro. 

ENTREVISTA

Olá Jovina. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? 
O livro trata de sentimentos do mundo, vivências, perguntas sem respostas que, como disse Abert Camus, vêm do absurdo que é a própria vida, com todas as dores e belezas presentes na busca do sentido de viver. Os poemas fazem também um passeio por minhas reminiscências. Há neles forte flerte com a Filosofia, área do meu interesse, como a literatura em geral. O narrador às vezes fala na primeira ou terceira pessoa do singular ou plural. Presente, passado e futuro estão como que misturados num mesmo poema, numa alternância que imprime certo ritmo à leitura.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Escrevo desde minha infância. Eu gostava de mostrar meus poemas aos amigos e colegas de trabalho, e sempre tive excelentes retornos. Ao longo da vida as cobranças para publicação tornaram-se frequentes e quase imperativas, de forma que publicar meus versos era mais um sonho da família e amigos do que meu, porque eu achava que os pedidos eram meras gentilezas. No entanto, depois de participar de quatro concursos literários e ser bem sucedida, resolvi publicar. Na verdade, eu não pensei especialmente num público, são escritos de uma vida. Imagino que todos nós somos público para a Poesia, em virtude da humanidade e fantasia nela contidas.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sim, pretendo publicar de novo. Nasci em Fortaleza, família de oito irmãos; meu pai era amante dos livros e minha mãe, poeta, pintora e escultora. O ambiente familiar era feito de privações materiais e muito alimento para a alma e o pensamento. O amor pela Literatura surgiu na adolescência. Comecei a escrever cedo. Tenho formação em Letras e Direito. Além do meu próprio livro, tenho poemas publicados na Antologia Poesia Brasileira/Poetize 2021, da Vivara Editora, bem como na Antologia Prêmio Poesia Agora 2021/Editora, Editora Trevo. Entre os 19 e 35 anos de idade, publiquei poesias em jornais da cidade. Fui premiada em Concurso Nacional de Poesia pela Nova Acrópole de Filosofia, em 2017. Tenho também poemas selecionados para compor a Antologia Poetas Premiados Selo Off FLIP de Literatura 2021, a ser lançada na Semana Literária de Paraty, e na Antologia Esboços da Alma, comemorativa dos 39 anos de fundação da Editora dessa Editora.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é fácil, por todas as razões que conhecemos. No entanto, enquanto tiver quem escreva haverá quem leia. Sou otimista e penso, por exemplo, que o livro impresso nunca vai acabar, pois a tendência do leitor em telas de computadores e aplicativos, à medida que evolui como leitor, é querer tocar no livro. Para vencer a crise, que especialmente agora é gritante, todos os atores ligados ao negócio da escrita, todos, devem unir forças. O autor especialmente deve imbuir-se na tarefa de trabalhar a formação de leitores, faço este trabalho aqui na minha aldeia (risos), colocar seu livro debaixo do braço (como diz o poeta Marcelino Freire) e ir à luta, no trabalho de venda e divulgação, auxiliado a Editora, especialmente as de médio e pequeno porte. É um trabalho de formiguinha, mas cada leitor que trago para a poesia é, para mim uma grande vitória. Vamos à luta, todos juntos!

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Conheci a Scortecci em pesquisas na internet por uma Editora para publicar meu livro. Entrei no site da Scortecci, naveguei. Fiquei bem impressionada com a apresentação da Editora e a multiplicidade de ações/iniciativas. Foi amor à primeira vista (risos). A publicação foi uma deliciosa experiência. Fui muito bem acolhida, todos muito focados, tempestivos no atendimento às minhas demandas. Trataram-me de forma respeitosa e cordial, senti muitas vezes um certo carinho, e me senti em casa.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim. Não só merece, como deve ser lido (risos). O livro é especial. O trabalho de publicação resultou numa bela edição, capa, tudo. É uma obra poética que conta momentos, fotografa fielmente pessoas; os temas estão todos interligados, constituindo retratos de uma vida; os poemas sintetizam contos, meio ficção, meio autobiográficos; é uma história em versos com os quais, com certeza, o leitor se identificará, a exemplo do poema que abre o livro, chamado Trança de Mãos. A minha alma e a de muitos estão ali: a pobreza, a luta, o lúdico, a superação, o olhar que sai do próprio umbigo e gira o mundo, chega à natureza e ao outro, numa percepção bastante apurada.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Maria Lima Passarello - Autora de: A Vida em Seus Tempos

Advogada, empresária, mediadora e conciliadora.








A presente obra traz um conjunto poético reunido em versos por meio dos quais Maria Lima Passarello, revolvendo o próprio passado, cativa o leitor com belas e surpreendentes exposições de seus medos, de suas angústias e de seus anseios afetivos e psicológicos, sem, no entanto, esquecer as intempéries sociais que nos afligem individual e coletivamente a todo instante. Para isso, a autora “utiliza com riqueza e profundidade as palavras, de maneira que aflorem os sentimentos mais sublimes contidos em cada poesia e fazendo com que o espírito se eleve em uma viagem, em um sonho de pura magia e de encantamento”, diz-nos, em prefácio à obra, a artista plástica e procuradora do Estado Teresa Cristina Della Monica Kodama. Dentro de um modernismo autêntico, Maria Lima Passarello nos enriquece com rimas inesperadas e uma cadência rítmica original: “Luto contra o tempo angustiante, / Procuro esquecer o temeroso presente, / Passo a lembrar o passado, / Canto o último lamento cansado”. A vida em seus tempos, como observamos nesses versos, alterna presente, passado e futuro, e nos remete à alegria e à singela tristeza de existir.

ENTREVISTA

Olá Maria. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro? 
O meu Livro “A vida em seus tempos”, são algumas das 106 (cento e seis) poesias que escrevi na década de 70 e 80, na adolescência e fase adulta quando cursava a Faculdade de Direito, retratando meus medos, angústias, anseios afetivos e psicológicos, expectativas do futuro, lembrando sempre dos intempéries sociais que nos afligem individualmente e coletivamente a todo instante.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Na realidade, sempre gostei de escrever, tanto que as poesias foram escritas na década 70 e 80, da adolescência até a fase adulta quando cursava a Faculdade de Direito, destarte, nunca pensei em publicar um Livro de Poesias, mas registrei as 106 poesias em 2012. Em 2019, comecei a sentir vontade de tornar as poesias públicas, mas fiquei com medo das críticas das pessoas, até que em 2020, com a Pandemia da COVID19, pensei melhor a respeito e conversando com uma amiga que é artista plástica e Procuradora do Estado, Teresa Cristina Della Monica Kodama, ela incentivou para que publicasse as poesias, surgindo meu primeiro Livro “A vida em seus tempos”, com vinte e oito poesias de minha autoria.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Como disse anteriormente, adoro escrever, estou muito feliz com o sucesso que está fazendo o meu primeiro livro de poesias, recebo críticas construtivas e animadoras, tanto que, provavelmente em 2022, publicarei mais um Livro de poesias dando sequência as poesias escritas no passado.
E ainda, quando presente, estou escrevendo um terceiro Livro que provavelmente também, será lançado em 2022, mas com outro viés.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Eu acho a vida do escritor um pouco triste com questão de valorização, vez que, o Brasil não faz campanhas assertivas em prol do incentivo da escrita, leitura e literatura.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Eu fiquei sabendo da Scortecci Editora, através de amigos que já publicaram livros, falando muito bem, principalmente quanto a idoneidade da editora.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro merece ser lido, porque como diz no Prefácio escrito pela minha amiga que serei eternamente grata, Teresa Cristina Della Monica Kodama: - “As poesias contidas neste livro demonstram momentos da autora vividos em adolescência, fazendo com que o leitor se reporte às várias fases de sua vida e se encante, em uma viagem entre notas musicais, que tocam extremamente o coração. As poesias nos remetem a uma etapa de transição, de escolhas na vida, em que demonstrava dúvida sobre o que o destino guardava, causando incerteza acerca do que estaria por vir”.
Quando eu li o prefácio, fiquei muito emocionada porque minha amiga leu as poesias e sentiu o que quis transmitir.
A minha mensagem para os leitores:
“Acreditem no seu potencial, se valorizem e lutem pelo que acredita, porque tudo tem o seu tempo.”

Obrigado pela sua participação.
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25 abril, 2021

Entrevista com Martha Meirelles Salotti - Autora de: CONTOS, CRÔNICAS E POEMAS

É paulistana, nascida em maio de 1954, vivendo sua adolescência nos anos de chumbo da ditadura militar, ao perceber perdas de intelectuais e operárias começou a escrever poemas muito elogiados por seus professores. Entretanto os textos e poemas da obra são na sua maioria mais atuais e sua forma de escrever é a seguinte: quando um tema lhe interessa começa a escrever, caso comece a se emocionar o texto vira poético, de outra forma se seu senso crítico é mais aguçado surgem contos e crônicas. Resolveu organizar este livro, ao ver o impacto que o poema A Lama causou aos leitores do jornal Diário do Grande ABC quando publicado na coluna Poesia do Leitor.

É uma obra costurada ao longo da vida de Martha Meirelles Salotti. A princípio, influenciada pela obra de Fernando Pessoa e seus heterônimos e também pelos poemas de Camões, Martha produzia poemas muito elogiados por seus professores na escola pública de boa qualidade em que estudava. Os professores também a orientaram a fazer um teste vocacional, pois Martha tinha boas notas em todas as matérias. Para a surpresa da jovem, o teste revelou que sua melhor atuação seria no campo das exatas. Tendo passado no vestibular para Jornalismo na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), Martha enfrentou muitas dificuldades na faculdade, tendo se decepcionado com o curso. A autora, que já morava no ABC paulista, foi fazer Matemática numa faculdade particular. Concluindo o curso, trabalhou por 31 anos no magistério público estadual e municipal de São Paulo. Aposentou-se como supervisora escolar e durante todo esse tempo continuou a produzir textos, que, mais longos, se transformaram em contos e outros em crônicas e poemas. Resolveu publicar seus trabalhos depois de ter enviado um poema, “A lama”, para o jornal Diário do Grande ABC e perceber o impacto que ele causou em muitas pessoas.

Olá Martha. É um prazer contar com a sua participação no Blog Divulgando Livros e Autores da Scortecci do Portal do Escritor.

Do que trata o seu Livro?
Trata de relatos sobre minha vida profissional como educadora no ensino público do estado de São Paulo, além de textos sobre minha vida familiar e poemas sobre os mais variados temas que são muito pungentes.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Enviei um poema meu denominado A lama sobre os desastres ambientais em Minas Gerais, para o Jornal Diário do Grande ABC, pois resido em Santo André e fiquei impressionada com a repercussão que houve quando o Jornal o publicou. Como possuía mais material sobre Educação e alguns do meu cotidiano resolvi publicar meu livro.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Já escrevi outro livro como organizadora, "Bandeira Sertaneja" que fiz auxiliando meu pai que foi um grande batalhador do gênero e pretendo organizar uma segunda edição deste livro pois tenho muitas entrevistas e outros materiais dos fãs de meu pai. Pretendo ainda fazer minha biografia mas isto ainda vai demorar um pouco.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Somos rebeldes pois mesmo sem sermos valorizados continuamos a escrever e deste modo influenciamos os que nos cercam. Vejo isto pois tenho um filho também educador que escreve sobre assuntos relacionados a vida profissional dele e já tem grande número de seguidores.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de um amigo de trabalho, que editou um romance pela Scortecci, na época não fiz nada além de mandar 04 poemas meus para serem publicados numa das edições de Antologias da Scortecci, só mais tarde depois de aposentada tive tempo para escrever mais e publicar os dois livros.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim pois além de textos que podem auxiliar muitos professores, meus poemas mexem muito com a emoção daqueles que leem e na parte de minha vida familiar me volto muito para meu pai que foi um artista fabuloso.

Obrigado pela sua participação.


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