16 maio, 2022

Entrevista com Afonso Celso Brandão de Sá - Autor de: DUCK, O PATINHO AZUL

Nascido em uma tarde de outubro na cidade de Morros/MA, Brasil, Afonso Celso Brandão de Sá, décimo primeiro filho de uma prole de quinze, mudou-se para Belém-PA onde se formou em Engenharia Mecânica tendo exercido essa profissão por vinte e dois anos. É compositor e se dedica também à literatura. Com diversos romances publicados, iniciou-se no campo da literatura infantil com o seu primeiro livro no estilo intitulado “Amelinha e a bruxa malvada” apresentando a seguir o livro “AS CORES DO ARCO-ÍRIS, volume II da coleção ERA UMA VEZ ...
Apresenta agora, sempre com as ilustrações de Marcus Sá, o terceiro volume dessa coleção cujo título é DUCK, o patinho azul.
MARCUS SÁ, filho do autor, ilustra de forma maravilhosa essa historinha lúdica e que desperta a atenção das crianças para o nosso Brasil, suas regiões geográficas, florestas, rios, animais, pássaros e o mar sempre destacando os valores morais e dos bons costumes.
Uma ótima oportunidade para os pais oferecerem aos seus filhos os primeiros ensinamentos sobre o nosso país.

Duck é um patinho muito simpático e elegante. Ele se veste com um terninho vermelho, uma gravatinha azul, para combinar com as suas penas e calça um sapatinho prateado. Ela usa também um chapeuzinho marrom, muito engraçado e um guarda-chuvas colorido que não larga de jeito nenhum. Aonde ele vai, leva o guarda-chuvas. Duck gosta de viajar pelo Brasil e, nesta historinha, ele fala da região norte, seus estados, rios, cachoeiras e do mar. Ah, o mar! Ele é apaixonado pelo mar. O patinho azul tem também uma outra paixão que é cantar, mas, infelizmente, sua voz é muito desafinada, por isso, ele fez amizade com o galo Aguinaldo, que é um cantor famoso e dono de uma voz muito bonita. Duck quer que Aguinaldo lhe ensine a cantar. Será que o patinho azul vai aprender a cantar?

Entrevista

Olá Afonso Celso. É um prazer contar, novamente, a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Trata-se de um personagem muito engraçado que usa um terninho, um guarda-chuva e um chapeuzinho e que viaja pelo Brasil para mostrar às crianças as maravilhas do nosso país. Tem foco principalmente na natureza, mostrando os animais e os relevos de nossa terra.
Esse primeiro volume ele fala sobre a região norte.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrevê-lo fundamenta-se no desejo de mostrar o nosso país para as crianças, sempre com o foco na natureza e o público almejado são as crianças até cinco anos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou escritor e tenho as seguintes obras publicadas:
1 - ROMANCES - "A OUTRA CHANCE", "O LIMPADOR DE QUINTAIS" e a trilogia KANSHIR com os volumes I - O DUELO DOS GUERREIROS DOURADOS, II - OS DOZE DESTINOS e III - A MONTANHA DOS REIS.
2 - LIVROS INFANTIS - "AMELINHA E A BRUXA MALVADA", "AS CORES DO ARCO-ÍRIS", "EU SOU MAIS IMPORTANTE - AS VOGAIS" e "DUCK, O PATINHO AZUL". Já está em fase de impressão mais um livro infantil que vai se chamar "TAIGUAN, O INDIOZINHO"
3 - CONTOS - EU CONTO UM CONTO, VOL. I
Atualmente estou trabalhando no segundo livro de contos e em mais um romance que vai se chamar "RUA DAS MANGUEIRAS, Nº 5" que é um romance muito forte que pretende mostrar uma das fases mais difíceis da nossa vida enquanto país que foi a escravidão. O objetivo é pura e simplesmente é não deixar que esses erros sejam esquecidos para que não sejam repetidos.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Lamentavelmente o brasileiro não dá valor à leitura. Sei que não é o mais correto se generalizar dessa forma, mas, isso é um fato. Precisamos de políticas públicas que incentivem as crianças - e os adultos - a lerem. Sim, os adultos também, porque se os pais gostarem de ler, certamente vão incentivar os seus filhos a lerem também.
Eu sou daqueles que acham que a educação vai salvar o mundo, e ela começa com a leitura mesmo na mais tenra das idades.
O papel dos pais é fundamental porque, se desde bem cedo, eles lerem para os seus filhos ou, simplesmente, mostrarem as figuras de um livro infantil, isso despertará o interesse das crianças.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Já faz algum tempo. Sou parceiro da SCORTECCI já há alguns anos e creio que deve ter sido de algum anúncio na internet

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Sim, acho que os meus livros devem ser lidos e aqui eu estou respondendo no plural porque tenho o máximo cuidado com a linguagem quando se trata de literatura infantil. Procuro sempre valorizar a família e os valores culturais que nos transformam em cidadãos e cidadãs.
As mensagens que deixo nos meus livros infantis são sempre positivas e objetivam despertar o interesse das crianças pela natureza, pela família e pelo nosso país.
Valorizo a família, sempre, em primeiro lugar.

Obrigado pela sua participação.
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23 abril, 2022

23 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DO LIVRO E DO DIREITO DO AUTOR - por João Scortecci

Eu sou um livro. Um exemplar raro do romance “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis, 1839-1908), considerado o maior escritor da literatura brasileira. Fui impresso no ano de 1881, nas Oficinas da Typographia Nacional, na cidade do Rio de Janeiro, Capital Federal. Tenho pouco mais de 141 anos de vida, capa em bom estado, páginas amareladas e corpo revestido com belíssima encadernação de luxo. Uma raridade – em primeira edição – com autógrafo e dedicatória do autor, para um tal de João Scortecci. Estou catalogado e em lugar de destaque, no acervo da biblioteca de um importante bibliófilo paulistano. Tive sorte! Não sei se vocês sabem: nós, os livros, é que escolhemos nossos protetores e leitores. Um livro impresso em papel – novo ou antigo – precisa de amor, carinho, atenção e zelo! Antes de ganhar notoriedade de obra rara, passei um longo tempo em um sebo ruim, jogado literalmente às traças. Já sobrevivi a um incêndio, escapei de um vazamento de água na cabeça da lombada, sofri ameaça de descarte e de ser, literalmente, reciclado. Minha morte seria uma tragédia. Um crime! Felizmente escapei do pior. Nós, os livros, sofremos ataques e destruição por fanatismo religioso e político, depredação, maus tratos, contaminação por fungos e bactérias. Minhas páginas estão amareladas e ásperas. O tempo é cruel. É o desgaste natural causado pelos excessos de exposição a luz, umidade, temperatura inadequada e inimigos predadores, como homens, cupins, traças e roedores. Nós, os livros, gostamos de ficar em prateleiras especiais, em local afastado das paredes, ordenados verticalmente. Ventilação e limpeza são indispensáveis para a nossa sobrevivência. Não gostamos de calor e aperto. 22°C está perfeito! Temperatura excessiva faz com que as fibras de celulose percam as suas propriedades de elasticidade, flexibilidade e resistência. A umidade relativa do ar não deve ultrapassar 60%. Iluminação ambiental de 50 watts é a correta. A luz artificial mais utilizada é a fluorescente. Nunca se deve utilizar luz ultravioleta. Ela nos mata! Dia 23 de abril é o meu “Dia Mundial”, data escolhida pela Unesco para celebrar o livro, incentivar a leitura, homenagear autores e refletir sobre seus direitos legais. Essa data foi escolhida em tributo aos escritores Miguel de Cervantes, Inca Garcilaso de la Vega e William Shakespeare, que morreram em 23 de abril de 1616. Dia 29 de outubro é o meu “Dia Nacional”. Foi escolhido por ser o dia do aniversário da Biblioteca Nacional do Brasil (Fundação Biblioteca Nacional), fundada em 29 de outubro de 1810. São dias a serem celebrados todos os dias e por todos nós. Não se ama um livro vez por outra e muito menos com lapsos de memória. Nossas almas são eternas e, quando tocadas, contam histórias, fazem versos, ensinam conhecimento e propagam sabedoria através dos tempos. Eu sou um livro. E você?

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18 abril, 2022

Entrevista com Andréia Guimarães - Autora de: A SABEDORIA DAS ÁRVORES

Andréia Guimarães
Professora, advogada e aprendiz da Natureza.








O livro aborda valor da amizade entre os seres da Mata Atlântica, ressaltando a sabedoria da floresta. Com encanto e beleza, árvores e animais nos ensinam a viver em harmonia.






Entrevista

Olá Andréia. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
"A Sabedoria das Árvores" aborda os valores universais como respeito, amizade e cuidado entre os habitantes da floresta, especificamente, da Mata Atlântica.
Com leveza, convida os leitores à reflexão sobre as nossas atitudes no mundo em que vivemos e ressalta a importância da harmonia na vida.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Sou encantada por árvores! Escrever sobre a sabedoria da natureza é algo muito interessante e natural para mim. Acredito que necessitamos cultivar uma consciência ecológica integral, baseada em respeito pela vida, diversidade e harmonia com o próximo, quer seja humano ou não-humano.
Gostaria que meu livro fosse lido por crianças de todas a idades! Que o livro fosse lido por familiares, professores, contadores de histórias e por todas as crianças.
As ilustrações da Verônica Saiki traduziram as imagens que eu tinha em mente e deram vida aos personagens. Reconheço que a linguagem utilizada o torna mais interessante para a faixa etária da Educação Infantil e das primeiras séries do Ensino Fundamental.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Meu compromisso com a educação é evidente por ser professora. Tenho interesses múltiplos – Literatura, Filosofia, História, Arte, Astronomia, Ecologia, Poesia etc. Penso que uma vida apenas não basta para aprender sobre o Mundo e a escrita me oferece a oportunidade de explorar livremente áreas distintas do Conhecimento, ao mesmo tempo, tão relacionadas com a vida e suas constantes mudanças.
A Sabedoria das Árvores” é a primeira obra de uma série de livros infantis sobre os principais biomas brasileiros: Mata Atlântica, Floresta Amazônica, Pantanal e Cerrado.
Também tenho projetos paralelos a Literatura Infantil como a publicação de crônicas e haicais com fotografias.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Ser escritor no Brasil é resistir ao triste descaso, público e privado, com a Cultura. Por falta de políticas públicas que invistam em Educação continuamente, muitas vezes, é necessário relembrar que Educação é um direito. E, ao setor privado, cabe apoiar iniciativas culturais, vez que Educação também é um bom investimento.
Um escritor semeia sonhos, pode inspirar atitudes e mudanças e abre janelas sobre o mundo e suas possibilidades. Todos nós, sem distinção, temos fome de pão e de beleza como já disse um escritor mineiro... ninguém é imune a um bom livro.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Li um livro de poesias publicado pela Scortecci e procurei obter maiores informações sobre a publicação de livros infantis.
Fui muito bem atendida pela equipe da Maria Esther, que prima pelo profissionalismo e atenção aos detalhes. O resultado foi maravilhoso e recomendo a Scortecci editora aos novos autores.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro apresenta o mundo da floresta e suas semelhanças com o mundo humano ressaltando o valor da empatia, da diversidade e da importância do trabalho coletivo para a preservação da vida.
Em tempos tão incertos, quando há tanta destruição e desesperança quanto ao futuro, “A Sabedoria das Árvores” convida, através dos seres da floresta, ao desenvolvimento de uma consciência ampliada e amorosa e a construção de uma vida mais harmônica entre todos nós, preservando e cuidando da Terra – como um sistema frágil e generoso, do qual somos parte. Portanto, a mensagem mais forte desta série de livros é a necessidade de humanização.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Alcidéa Miguel - Autora de: ESSA TAL DIFERENÇA

Alcidéa Miguel
Nome Literário de Alcidéa Miguel de Souza
É formada em Artes e Música e Pós-graduada em Arte Educação e Cultura.
Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (cadeira 25); Academia de Letras da Praia Grande (16) e da Academia Internacional de Literatura Brasileira (563).
Atua como professora, musicista e escritora; participou de 31 antologias, possui 10 livros publicados dos mais variados temas, como romance, poesia, contos e crônicas, para o leitor adulto e infantil, alguns títulos editados pela Editora Scortecci.

Essa tal diferença

Uma história que envolve sentimentos, ensina como lidar com as diferenças, combatendo a discriminação e selando a amizade.
Conta a história de Manu, uma menina que sofria discriminação racial na orquestra que ela tocava. O sábio professor percebendo que, além desse fato haviam outros conflitos discriminatórios que geravam divisões e tristezas ao grupo, logo começou a ensiná-los de maneira prática sobre o respeito às desigualdades criando um clima harmonioso, não somente na orquestra, mas para toda a vida.
Boa leitura!


Entrevista

Olá Alcidéa. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Envolve sentimento e ensina como lidar com as diferenças, combatendo a discriminação e selando a amizade. Conta a história de duas crianças que viveram um conflito racial durante uma atividade musical em orquestra. O sábio professor percebendo que o fato discriminatório gerava divisão e tristeza no grupo, logo começou a ensiná-los de maneira prática sobre o respeito às desigualdades. Com isso criou um clima harmonioso, não somente na orquestra, mas para toda a vida.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia surgiu convivendo com crianças e adultos em sala de aula, lecionando as disciplinas de música e artes; e também acompanhando as notícias do mundo. Fui percebendo o quanto o ser humano tem dificuldades em lidar e respeitar as diferenças, em diversos aspectos. Atuando como musicista e escritora, me senti na responsabilidade de compartilhar essa mensagem com adultos e crianças, principalmente para crianças de 8 anos, a qual se destina essa obra, acreditando que ensinando a criança, teremos um futuro melhor.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Sou formada em Artes e Música e Pós-graduada em Arte, Educação e Cultura. Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (cadeira 25); Academia de Letras da Praia grande (16) e da Academia Internacional de Literatura Brasileira (563). Atuo como professora, Atriz, Modelo, Embaixadora da Cultura, Musicista, Apresentadora do Programa Samba de Elyte (Rádio e TV Elyte) e Escritora; tendo participado de 31 antologias no Brasil e Portugal. Possuo 10 livros publicados dos mais variados temas, como romance, poesia, contos e crônicas, para o leitor adulto e infantil. Meus projetos no mundo das letras é alcançar as pessoas do mundo com as minhas obras, através de contação de histórias, rodas de conversas, bienais, peças teatrais, saraus, poemas cantados; presenciais e on-line. Farei uso das mais variadas estratégias para que a literatura pertença a todos.
Quando iniciei no ano de 2012, lançando meu primeiro livro pela Editora Scortecci intitulado “Ainda há tempo para a esperança”, era apenas a realização de um sonho: escrever um livro; como que plantar uma árvore e ter um filho. Hoje, sinto-me comprometida e imergida na literatura, que está em mim e é tempo quase integral na minha vida.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que a vida de escritor no Brasil é muito difícil e muitas vezes vemos portas fechadas para novos trabalhos. O título “escritor” ainda é respeitado e admirado por muitos, mas, poucos brasileiros têm o hábito da leitura. Acredito que é preciso fazer um trabalho de base educacional para que o aluno dê preferência a leitura de um livro do que a utilização mais frequente da internet e suas redes sociais. Isso aperfeiçoará o leitor e fará dele não somente um admirador do escritor, mas, um parceiro fiel e estimulador de novas escritas..

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Através de uma amiga. Ela havia lançado um livro e me convidou para tocar saxofone no evento. No outro dia telefonei para ela perguntando sobre a Editora Scortecci e no mesmo dia eu já estava aqui para conversar sobre a minha auto biografia que planejava editar. Lancei “Ainda há tempo para a esperança” em 2012; e me surpreendi porque vendi os 500 exemplares em três meses! Então continuei a escrever. Minhas atuais obras pela Editora Scortecci são: “Ser mulher”, “Sampa em contos e crônicas negras”, “Um amor feito tatuagem”, “O diário dos meus crespos versáteis” e “Essa tal diferença”..

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
O meu livro “Essa tal diferença” merece ser lido, porque traz uma mensagem desafiadora. Olhar para as diferenças das pessoas, respeitá-las, incluí-las; e com essas ações, realizar grandes projetos. A linguagem do livro é infantil e abrangente aos adultos; encerrando com uma canção educativa. Em anexo a partitura da música para que todos aprendam a cantá-la, com o objetivo de fixar a mensagem de: “Construir um mundo melhor”. Ainda no youtube da autora tem o clipe da canção cantada “Essa tal diferença” ilustrando a mensagem e fixando o aprendizado.
Queridos leitores: Sinto a imensa alegria em escrever para cada um de vocês; de onde vêm a minha inspiração; e a alegria maior ainda é a de compartilhar. Que esta obra possa alcançá-los e que a mensagem escrita possa modificar o seu viver, de tal forma que alcance o coração daquele que o cerca.
Boa leitura!.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Nemer Martins Tarraf - Autor de: MEU NOME NÃO É SOFIA!

Nasceu em São Paulo, em 1979, e formou-se em Medicina em 2004, pela Universidade Metropolitana de Santos; especializou-se em Cardiologia e fez MBA em Economia e Gestão em Saúde.
Como médico, atua como cardiologista e gestor em saúde pública e privada. Há alguns anos idealizou startup na área de reabilitação de pacientes, baseado em inteligência artificial e realidade aumentada, sendo oHead na MG Keeping. Com passagens pelo Exército Brasileiro, atuou como oficial médico em guarnição de fronteira, foi preceptor do Hospital-escola e atualmente é professor universitário, lecionando a disciplina Cardiologia na faculdade de Medicina.
No início da pandemia de Covid-19, juntamente com sua esposa, também médica, e suas filhas, deixou São Paulo e transferiu-se para o Nordeste, para estar na linha de frente contra o coronavírus, atuando como médico plantonista, gestor do departamento de emergência e – sobretudo - pai de família.
Escritor por paixão desde muito jovem, está lançando agora pela Editora Scortecci seu primeiro livro.

Parece título de romance ou novela... mas este livro nada tem de romanceado ou novelístico. Infelizmente, ele é inteiramente baseado na realidade, na mais trágica, sombria e assustadora das realidades.
Por que, então, “Meu nome não é Sofia!”?
Você mesmo, prezado leitor, descobrirá o motivo, quando fizer a leitura deste livro apaixonante, que contém o depoimento dramático e as reflexões de um médico brasileiro empenhado na luta contra o Covid-9.
Não é o livro de um médico, escrito em linguagem médica para outros médicos lerem. É o livro de um ser humano, escrito para outros seres humanos. É um livro carregado de emoção, sem a frieza com que os médicos normalmente se apresentam, para ser lido, saboreado e meditado por todos os brasileiros

Entrevista

Olá Nemer. É um prazer contar com a sua participação na Revista do Livros da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro foi elaborado e escrito, em meio a correria de uma médico diretamente envolvido na luta contra a pandemia e seus maus efeitos.
Infelizmente, ele é inteiramente baseado na realidade, na mais trágica, sombria e assustadora das realidades, com uma visão sincera do que foi vivido durante esse período.
Ele contém o depoimento dramático e as reflexões de um médico brasileiro empenhado na luta contra o Covid-19.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
Há muitos anos eu queria e precisava escrever um livro, falando da profissão médica para o grande público, constituído por leigos, tentando fazer os não médicos entenderem a nós, médicos.
Dessa forma considero uma obra para todos, evitei termos técnicos ou definições mais complexas, para que fosse de entendimento para todos os tipos de públicos.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Escrever é apaixonante, algo viciante! Acredito que seja um de muitos sonhos literários. Acho que escrever é uma forma de expressão maior, algo que transcende o palpável e que traz a tona o impossível. Nossos sentimentos influenciam nossas palavras, servem como pontes entre o que vivemos e o que desejamos. As palavras são fonte de inspiração para aquilo que almejamos. As palavras de um livros são pedaços pequenos de nossa alma e por isso que tenho certeza de minha vontade de continuar nessa trajetória!

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Sabemos da realidade brasileira, mas acho que isso torna mais interessante esse desafio.
A propósito, quem se arrisca com Literatura neste mundo de coisas utilitárias e tecnológicas de hoje em dia, às vezes se vê instigado a responder de bate e pronto: para que serve mesmo a Literatura? A resposta parece óbvia, mas na hora de responder de forma objetiva, acaba-se caindo em "saia justa".
É necessário a passos de formiguinha plantarmos essa sementinha em todos, tornar interessante algo que está sendo aos poucos esquecidos.
A maior vitória vem de dentro, de como conduzimos as adversidades e como podemos tocar o coração dos que nos rodeiam. Isso faz parte da literatura e acho que isso que foi diminuído, a forma como a leitura pode servir como alicerce para a formação do caráter.
A literatura é realmente o único instrumento capaz de mudar os preceitos básicos. Ela não é a salvadora, mas a base para uma melhor e maior avaliação do todo.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Sempre fui de ler muito, talvez minha profissão e minha inspiração sejam partes disso! A editora fez parte de minha minha formação literária através de inúmeras obras que tive a oportunidade de ler e que são de sua finalização editorial e gráfica.
Sendo assim, ciente da qualidade, foi onde encontrei a solução para o desfecho dessa obra.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Usado no contexto moral, "mérito" geralmente indica a situação em que algo ou alguém merece louvor, destaque, reconhecimento ou gratidão. "Ter mérito" significa, portanto, merecer ou ser digno de louvor e reconhecimento.
O homem é feito visivelmente para pensar; é toda a sua dignidade e todo o seu mérito; e todo o seu dever é pensar bem. Acredito que o livro merece ser divulgado, pois mostra como a realidade apunhala os sentimentos e nos faz pensar em como somos grandes, mas em muitos momentos impotentes.
Se minha obra tem "mérito"? Para isso, o desejo de leitura deveria ser de forma espontânea ou qualificando o esforço à custa de muito sacrifício para sua elaboração. Para tal, é necessário que o leitor desperte a curiosidade e de essa chance para a leitura desse livro! No fim, acho que maior que o mérito, será a cumplicidade que cada um vai ganhar junto ao que foi colocado.

Obrigado pela sua participação.
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Entrevista com Eliane Quintella - Autora de: #ACREDITE: EM UM MUNDO DIVIDIDO ELES OUSARAM QUEBRAR AS REGRAS

Nome literário de Eliane Proscurcin Quintella
Acredita no poder das boas histórias, seja um suspense viciante ou um romance açucarado. Sabe que os contos de fadas são ainda mais mágicos e foi, por isso, que escreveu #Acredite. É escritora apaixonada, leitora convicta e sabe que a arte é essencial ao ser humano e meio extraordinário de suportar a realidade. Mãe ursa de Ale e Zizi. Encontrou apoio incondicional para suas loucuras no seu parceiro e amor da sua vida, Luiz. Come doces (no plural) diariamente e acha mesmo, como diz nesse livro, que o amor é a maior força que existe. Vive em São Paulo feliz da vida e apaixonada por sua família e seus três cachorros, Tina, Luke e Rocky.

Existe um mundo mágico, mas seu povo é dividido de acordo com seus poderes. Braites são mágicos poderosos e dominam a energia da transformação. Lalulis conseguem fazer apenas as magias simples. Os Braites mantêm sua magia forte, pois cultivam a leveza, a harmonia e a alegria, já os Lalulis não são capazes de aumentar seu poder de magia, pois eram pessimistas por natureza e preferiam se deixar dominar por sentimentos pesados a serem fúteis como os Braites.
Nesse mundo dividido, Pamela, uma jovem Braite, se apaixona por Raul, um Laluli. Porém, os dois acreditam que o amor é uma força poderosa e estão dispostos a desafiar a ordem das coisas ficando juntos.
O casal é submetido a duras provações que desafiam a força do amor e a crença que separa aquele mundo.

Entrevista

Olá Eliane. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
Meu livro trata sobre a força do amor e a força de tudo aquilo que você acredita de verdade. No meu livro eu mostro que aquilo que acreditamos pode ser as grades da nossa prisão ou a força necessária para transformar a realidade a nosso favor. Para mostrar isso, eu escolhi um mundo mágico ocupado por dois povos: Lalulis e Braites. Os Lalulis acreditam que não tem a mesma magia dos Braites, porém são mais resilientes que eles. Já os Braites dominam o elemento ar e a magia da transformação, mas são mais frágeis energicamente que os Lalulis. O amor entre esses povos é proibido, pois o pessimismo dos Lalulis pode afetar a magia encantada dos Braites, ainda assim a Jovem Pam se apaixona por Raul. E juntos eles pretendem desafiar as regras que separam seus povos por puro amor e acabam conquistando muito mais.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
O público é infanto-juvenil. A ideia de escrever surgiu da sociedade atual em que vemos, independentemente da classe social, pessoas que estão sempre preocupadas em estarem bem e leves e se afastam de qualquer coisa que seja mais profunda, árida e dura, parecendo superficiais, e as pessoas que estão sempre buscando problemas na sua vida e tornam o ambiente à sua volta às vezes pessimista demais. Eu quis mostrar que nenhum desses extremos é saudável e que a combinação da resiliência com a esperança e o olhar aberto e sem julgamentos pode ser a melhor maneira que alguém tem de encarar a vida. Eu quis escrever esse livro para os meus filhos e para todos os jovens. Quis que meu livro fosse um sopro de esperança um abraço terno e apertado a todos os pré-adolescentes e adolescentes que lessem #Acredite.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
Acho que as duas coisas. O livro tanto é um sonho realizado, como o primeiro de muitos. Eu queria ter um livro que meus filhos pudessem ler, pois todos os meus outros livros tem o público adulto como foco. Por isso é um sonho que se realiza. Mas também é o primeiro de muitos, pois eu sempre escrevi e pretendo sempre escrever.
O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Não é nada fácil em termos de grana e carreira. Mas eu acredito que se você impactar ao menos uma pessoa com seu livro, que seu livro faça a diferença na vida de uma única pessoa, já terá valido a pena ter sido escrito.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Por uma amiga.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Eu creio que é a sua mensagem. O livro tem uma linda mensagem de fé e amor que, se compreendida e abraçada no coração pelos mais jovens, fará toda a diferença. Eu acho que podemos impactar o mundo com a nossa arte. E o livro tem esse propósito de impactar os jovens a refletirem sobre a vida e sobre a fé com que a vivem. O livro provoca quem o ler a viver plenamente, com coragem, autenticidade e amor.

Obrigado pela sua participação.
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