domingo, 27 de março de 2022

Entrevista com Fernanda Cangerana - Autora de: AZUL, AZUL, AZUL E UMA NUVEM BRANCA

Nasceu em 1969, na cidade de São Paulo, é casada e mãe de uma filha e de um filho. A autora é bióloga, mestre e doutora em saúde pública pela Universidade de São Paulo. Trabalha como professora em regime de tempo integral na Faculdade de Tecnologia de São Paulo, a FATEC, onde atua na linha de pesquisa Meio Ambiente e Saúde Pública. “Azul, Azul, Azul e uma Nuvem Branca” é o segundo romance escrito por ela, que já publicou “Poeira Vermelha”.

O livro conta a história de Durvalino Ferraz de Sá, médico pernambucano, descendente do gigante Golias. A trajetória de vida de Durval começa no sertão pernambucano onde vive sua infância, passa por Recife e chega em São Paulo onde vem cursar a residência em cirurgia. Em São Paulo, Durval conhece Marília, seu primeiro amor, e seus pais, a exótica dona de casa Clotilde e o metódico engenheiro Anacleto. Conhece também Agostinho, um jovem paciente que tem uma existência de desventuras. Assim como na vida real, o romance entre Durval e Marília acontece em concomitância com uma série de outros eventos desviando a atenção dos personagens principais e do leitor. O passado determina o futuro. Nossas crenças, ações e lealdades não são determinadas apenas por experiências pessoais, mas também por aquilo que recebemos de nossos antepassados. Não percebemos a importância dos momentos vividos até que eles se tornem lembranças.

Entrevista

Olá Fernanda. É um prazer contar a sua participação na Revista do Livro da Scortecci

Do que trata o seu Livro?
O livro conta a história do médico Durvalino Ferraz de Sá, uma personagem fictícia. Durvalino é descendente do gigante Golias, descrito na bíblia, nasceu em Pernambuco e passou a viver em São Paulo onde cursou a residência médica. O primeiro e grande amor de Durval, como ele prefere ser chamado, é Marília, uma farmacêutica filha da intrigante dona de casa Clotilde e do metódico engenheiro Anacleto.

Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?
A ideia de escrever o livro surgiu logo após a publicação de meu primeiro romance, o livro Poeira Vermelha publicado em 2014. O livro é destinado a qualquer pessoa que tenha a leitura como opção de lazer.

Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. É o primeiro livro de muitos ou apenas o sonho realizado de plantar uma árvore, ter um filho e escrever um Livro?
O segundo de muitos, espero! Atuo profissionalmente como professora no ensino superior e tenho pouco tempo livre para escrever. Nos próximos anos desejo diminuir minhas atividades didáticas e de pesquisa e dedicar mais tempo para a literatura.

O que você acha da vida de escritor em um Brasil com poucos leitores e onde a leitura é pouco valorizada?
Acho que a vida de escritor é um grande desafio se o autor pretende viver dos recursos obtidos com as publicações.

Como você ficou sabendo e chegou até a Scortecci Editora?
Recebi uma mensagem de e-mail fazendo o convite para publicar. O momento da pandemia não poderia ser mais oportuno uma vez que o trabalho remoto permite usar as horas gastas com deslocamento para outras atividades.

O seu livro merece ser lido? Por quê? Alguma mensagem especial para seus leitores?
Meu livro merece muito ser lido! Como poderia haver um mundo em que o gigante Golias não deixasse descendentes? Um mundo em que Clotilde não tivesse escrito sua carta para Deus? Um mundo sem Tinhão Sem Pernas e sem o Padre Lourenço?

Obrigado pela sua participação.

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