Nome literário de JOSÉ da Silva SERÁFICO de Assis Carvalho, nascido em Belém do Pará, iniciou sua viagem em 23 de abril de 1942. Seu percurso inclui a passagem por estabelecimentos de ensino exclusivamente públicos (Grupo Escolar Pinto Marques; Colégio Estadual Paes de Carvalho e Faculdade de Direito da Universidade Federal do Pará). Recebeu o diploma de bacharel em 1965. Demorou pouco tempo advogando. Fez-se Professor de Administração pela Escola Brasileira de Administração Pública- EBAP (I PRONAPA, Programa Nacional de Aperfeiçoamento de Professores de Administração), na Fundação Getúlio, Vargas, Rio de Janeiro, em 1967. Completou o currículo escolar em cursos de pós-graduação (Desenvolvimento Econômico, CEPAL; e Administração de Projetos Universitários – Escola Interamericana de Administração Pública- EIAP/FGV).
Aos 12 anos de idade, foi atraído pelas letras. Na 2ª série do CEPC, manteve um “jornalzinho”, de um só exemplar, “O Clarim”. Wagner de Andrade Figueira, amazonense, era seu colega nessa primeira aventura “jornalística”. Ginasiano, dirigiu o “CEPC”, do Centro Cívico Honorato Filgueiras. Universitário, com um colega (Mariano Klautau de Araújo), dirigiu o TABLÓIDE-UAP. Então, já trabalhava ano Jornal do Dia, Belém-PA.
Transferido para Manaus, foi editorialista de A Crítica por mais de 20 anos. Produz artigos semanais assinados, editados por esse mesmo jornal. Permaneceu por anos como articulista de O Liberal, de Belém. Superam os 3.000 os artigos editados pelos dois diários, mais os que tem publicados em outros veículos. Num deles, do Instituto de Estudos Avançados, da USP, é parceiro do sociólogo Marcelo, seu filho. Escrevem sobre a zona franca de Manaus.
Adolescente, participou de grupos literários de que foi fundador, com outros colegas de viagem: Silogeu dos Novos e Centro de Propagação Cultural, ambos em Belém. Só em 1995 teve publicado o primeiro livro de sua autoria – Memórias Talvez Precoces, CEJUP, Belém, PA. (Se desdenharmos da plaqueta com que foi classificado em primeiro lugar, em concurso nacional promovido pelo Conselho Federal de Administração, sobre o estágio supervisionado (1984).
É uma afirmativa cheia de verdade, assim como se sabe que não há palavra poética, toda palavra é poética. Se houvesse palavra poética isso daria ao poeta um trabalho bem maior do que tem ao escrever um poema. Ele estaria o tempo todo ocupado em procurar palavras poéticas para expressar sua emoção, crisântemo, cristalino, crepúsculo, etc., referindo-se apenas a palavras começadas pela consoante c. No entanto, todas as palavras, com início em todas as consoantes e vogais do nosso alfabeto, são poéticas, visto ser a palavra, qualquer que seja, o instrumento com que manifestamos o sentimento ou coisa que revele a beleza da nossa caminhada pela vida.
[...] toda palavra é poética, dependendo do trabalho que se tenha de tratar a palavra, bem ou mal, como se vê neste livro de José Seráfico, um convite a buscar a poesia em tudo.”
ENTREVISTA
Olá José. É um prazer contar, novamente, com a sua participação na Revista do Livro da Scortecci.
Do que trata o seu Livro?São poemas inspirados pela experiência de vida do autor, em cenários e situações diversas. Daí ter os poemas organizados em 3 partes - Mergulho, Da janela, Paisagem. Na primeira, o caráter introspectivo predomina. Da janela de vê a realidade mais próxima, vista pelo olhos do autor. A terceira parte contém poemas referidos a realidade mais ampla, onde o fenômeno observado ocorre.Como surgiu a ideia de escrevê-lo e qual o público que se destina sua obra?A elaboração do livro decorreu do interesse do autor por compreender o mundo de que é parte e tentar situar-se como animal inteligente nos diversos planos da realidade. Seu eu interior e sua observação da realidade exterior.Fale de você e de seus projetos no mundo das letras. O primeiro de muitos ou um sonho realizado?Mais um projeto, apenas. Outros virão, se aos meus quase 84 anos de idade me for propiciado acrescentar alguns outros.O que te inspira escrever?O mundo e sua extraordinária variedade. O desejo de compartilhar com outros o resultado de minhas percepções e sentimentos.O seu livro merece ser lido? O que ele tem de especial capaz de encantar leitores?Se alguém escreve, é porque deseja ser lido. Ao leitor, portanto, é que cabe destacar o merecimento do que escreve. Muitas coisas podem encantar o leitor ou fazê-lo depreciar a obra lida.Como ficou sabendo e chegou até a Scortecci?Faz anos, a Scortecci editou meu segundo livro de poemas, o VELEIDADES POÉTICAS. Depois, NADA É (NEM SERÁ)TÃO FEIO; (DES)ENCONTROS POÉTICOS e PANPOÉTICA DEMIA. Cheguei à editora, pela consulta na internet.
Obrigado pela sua participação.


Com certeza essa será mais uma das belas obras escritas pelo talentoso autor. Irei lê-la já sabendo do quanto será prazeroso conhecê-la. E, logo, parabenizo José Seráfico.
ResponderExcluirParabéns. + 1 rebento 👏👏👏
ResponderExcluirParabéns ao poeta! Sendo José Seráfico um grande observador da vida, tenho certeza que a obra nos levará a grandes reflexões
ResponderExcluirSerafico é poesia compartilhada tamanha generosidade! Sucesso garantido👏👏
ResponderExcluirParabens, Jose, e um abraco afetivo do teu tio e amigo Orlando Sampaio Silva.
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